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sexta-feira, 17 de julho de 2015

LA DEUDA EXTERNA, UN MECANISMO DE EXTORSIÓN IMPAGABLE, DECÍA FIDEL CASTRO HACE… 30 AÑOS

16 julio 2015, Contrainjerencia http://www.contrainjerencia.com

Leonardo Buitrago

LIBRERED – Para 1980 el volumen de la deuda externa de los países de América Latina y el Caribe era de 257 mil 400 millones de dólares, y para 2012 se multiplicó por cinco hasta llegar al billón 191 mil millones de dólares, de acuerdo con los estudios de la Comisión Económica para América Latina y el Caribe (Cepal).

En 1985 el comandante de la revolución cubana, Fidel Castro, advirtió que a menos que los gobiernos actuaran conjuntamente y atacaran el problema en sus causas de fondo, la deuda externa que las naciones latinoamericanas habían contraído con instituciones financieras norteamericanas, se convertiría en una hipoteca eterna, impagable e incobrable.

“Nosotros decimos: es impagable. Pero impagable por razones matemáticas, económicas, no implica un juicio moral del problema, o legal, o político del problema. Pero nosotros decimos también: es un imposible político. Los gobiernos no están en condiciones, en ningún país de América Latina, de aplicar esas medidas (de alto costo social) del Fondo Monetario Internacional, en ninguno; ni a sangre y fuego pueden hacerlo”, expresó durante su discurso en el encuentro sobre la deuda externa de América latina y el Caribe, que

terça-feira, 14 de julho de 2015

O ATAQUE FINANCEIRO À GRÉCIA– Para onde vamos a partir daqui?

13 julho 2015, Resistir.info resistir.info (Portugal)

por Michael Hudson

O maior problema financeiro que dilacerou economias ao longo do século passado estava mais do lado da dívida oficial inter-governamental do que do da dívida do sector privado. Eis porque a economia global de hoje enfrenta uma ruptura semelhante à de 1929-31, quando ficou evidente que o volume de dívidas oficiais inter-governamentais não podia ser reembolsado. O Tratado de Versalhes impôs reparações impossíveis à Alemanha e os Estados Unidos impuseram exigências igualmente destrutivas aos Aliados quanto ao pagamento de dívidas [pelo fornecimento] de armas utilizadas na I Guerra Mundial. [1]

Há procedimentos legais bem estabelecidos para enfrentar bancarrotas corporativas e pessoais. Tribunais cancelam parcialmente (write down) dívidas de pessoas e de negócios tanto sob o procedimento "devedor no controle" como pelo arresto e os credores assumem uma perda sobre empréstimos que correram mal. A bancarrota pessoal permite a indivíduos retomarem a vida.

É muito mais difícil cancelar parcialmente dívidas possuídas ou garantidas por governos. A dívida de empréstimos a estudantes dos EUA não pode ser anulada, mas permanece de modo a impedir os diplomados de ganharem o suficiente para terem um salário líquido (depois de o serviço da dívida e a retenção na fonte da contribuição para a Segurança Social ser deduzida dos seus cheques de

segunda-feira, 8 de junho de 2015

NUEVO MAPA MUNDIAL: MIGRANTES EUROPEOS LLEGAN MASIVAMENTE A LATINOAMÉRICA

6 junio 2015, TV-Novosti http://actualidad.rt.com (Rusia)

De acuerdo con un nuevo estudio de la Organización Internacional para las Migraciones (OIM), en los últimos años se ha registrado un mayor flujo de migrantes desde la Unión Europea a América Latina y el Caribe que en la dirección contraria.

Desde 2010, y por primera vez en los últimos 14 años, un mayor número de personas ha emigrado desde la UE hacia América Latina y el Caribe que viceversa, según ha revelado un nuevo estudio de la Organización Internacional para las Migraciones (OIM) titulado "Rutas y dinámicas migratorias entre los países de América Latina, el Caribe y la Unión Europea".

En 2012, el número de emigrantes europeos alcanzó las 181.166 personas, frente a 119.000 que emigraron desde Latinamérica. En el caso de estos últimos, las cifras se han desplomado un 68 por ciento desde 2007, cuando se registraron niveles sin precedentes.

La mayor parte de la migración hacia América Latina proviene desde España. Así, mientras que en 2003 el número de personas que salieron de España apenas superó los 7.000, en 2012 pasaron a ser 154.000. Al mismo tiempo, la cantidad de personas

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

BRICS, БРИКС/RÚSSIA PODERÁ DISPENSAR A REDE SWIFT

14 novembro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)
12/11/2014, Yves Smith*, Naked Capitalism

E UTILIZAR OUTRO SISTEMA DE COMUNICAÇÕES/COMPENSAÇÕES INTERNACIONAIS INTERBANCÁRIAS


Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Muitos observadores nos EUA mostraram-se descabidamente excitados sobre o que chamam, pejorativamente, de “esforços para quebrar a hegemonia do dólar”, como, dentre outros, o esforço conjunto dos chamados países BRICS para formar um banco de desenvolvimento.

Por mais que seja considerado importante manter uma cadeia internacional de entidades de financiamento, particularmente as que se focam em atividades que, em teoria, aumentam os benefícios coletivos de depender de uma moeda de reserva, não se pode concluir disso que lançar novas e úteis instituições de financiamento quebrará a dominação do dólar. Por mais que faça todo o sentido que os países se ressintam de os EUA abusarem muito da sua posição de emissor da moeda de reserva, também é verdade que não há concorrente à espera nas coxias. A Eurozona acabou com a chance que tinha, ao fracassar na operação de sanear pelo menos, que fosse, os seus bancos

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

BCE PASSA A CONCEDER EMPRÉSTIMOS AOS BANQUEIROS PRIVADOS COM JUROS REAIS NEGATIVOS

6 setembro 2014, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

– Taxa de 0,05% entrou em vigor em 4/Setembro
– Banqueiros privados desfrutam o monopólio da concessão de empréstimos ao sector público
– Estados estão proibidos de recorrer ao BCE ou aos seus respectivos bancos centrais
– Como se faz a espoliação dos Estados e dos seu contribuintes

por Eric Toussaint*

Os bancos da eurozona têm o monopólio da concessão de empréstimos para o sector público. É proibido para o BCE e os bancos centrais da eurozona conceder empréstimos a autoridades públicas (ver caixa sobre o BCE). Os governos na eurozona têm a possibilidade de tomar emprestado de bancos de propriedade pública quando existem, mas eles não o fazem .

Os bancos privados obtêm a maior parte do seu financiamento, desde 2008, de fontes pública (o BCE e os bancos centrais na eurozona) a taxas de juro muito favoráveis. A partir de Junho de 2014 tomavam emprestado do BCE a 0,15% e a 0,05% a partir de 4 de Setembro de 2014 (quando a taxa de inflação em 2013 foi de 0,8% na eurozona, o que significa que a taxa de juro real é de facto negativa). A seguir os bancos privados emprestam para países periféricos europeus como Chipre, Grécia, Irlanda, Itália, Espanha, Portugal e os membros da eurozona no Leste Europeu) a taxas de juro altas, mesmo exorbitantes (entre 4% e 10%).

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

A MALDIÇÃO DO EURO



1 outubro 2013, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

por David Cronin*

Tive um professor odioso na escola primária. Aquele bruto gostava de sovar seus alunos com duas varas castanhas que havia baptizado como Katie e Maggie. Quando não estava a infligir sofrimento às nossas palmas das mãos, o sr. C dava-nos lições de moral acerca do erro da violência.

José Manuel Barroso recorda-me o sr. C – ainda que não haja semelhança física um com o outro. O chefe da Comissão Europeia está a supervisionar um experimento sádico que castiga milhões de pessoas, as quais não foram responsáveis pela crise financeira. E agora ele pretende ter descoberto uma consciência social.

sábado, 17 de novembro de 2012

España/Dilma arremete contra las políticas de recortes implementadas en Europa

17 noviembre de 2012/TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)

Rousseff aseguró en la XXII Cumbre Iberoamericana que es necesaria la adopción de una estrategia que "obtenga resultados concretos para las personas y presente un horizonte de esperanza" y aseguró que las políticas de recortes impuestas en Europa pueden llevar incluso a una mayor recesión.

La presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, defendió este sábado en la XXII Cumbre Iberoamericana la adopción de medidas de estímulo al crecimiento, la inclusión de políticas sociales y arremetió contra las políticas de recortes implementadas en Europa para hacer frente a la crisis

Roussef aseguró que los fuertes recortes sociales y la política de austeridad impuestas por el Banco Central Europeo, Fondo Monetario Internacional y el Banco Mundial “no es la mejor respuesta a la crisis mundial, y que puede incluso agravarla, llevando a una mayor recesión”.

La prioridad a la austeridad, añadió Rousseff, "aunque aleja el quiste de una quiebra financiera, no aleja la desconfianza de los mercados, y aún más importante, no aleja la desconfianza de las poblaciones".

La mandataria brasileña hizo hincapié en que para hacer frente a la creciente insatisfacción social es necesaria la adopción de una estrategia que "obtenga resultados concretos para las personas y presente un horizonte de esperanza, no apenas la perspectiva de más años de sufrimiento" y añadió que esa visión le permitió a su país superar los efectos de la crisis a partir de 2008.

Aseguró que la política de austeridad y recortes aplicada por países como Portugal, España, Grecia e Italia por ahora sólo ha sometido a sus poblaciones a "enormes sacrificios" sin evidenciar ningún tipo de beneficios reales a la economía de las naciones.

Rousseff fue más allá y aseguró que la austeridad siquiera ha sido capaz de consolidar su objetivo principal, el equilibrio fiscal, afirmó.

"En virtud del bajo crecimiento y del austero corte de gastos, asistimos ahora al crecimiento de los déficits fiscales y no su reducción, que a su vez conducen a la reducción del PIB", apuntó.

La dirigente de la sexta mayor economía del mundo recalcó que “el equívoco es pensar que la consolidación fiscal colectiva, simultánea y acelerada sea benéfica y resulte en una solución efectiva".

La XXII Cumbre Iberoamericana, que inició en la víspera y culmina este sábado, tiene como tema central la crisis económica europea y el papel que puede jugar América Latina en la recuperación de la Eurozona.

El evento cuenta con la asistencia de jefes de Estado y de Gobierno de América Latina, Portugal, España y Andorra.