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terça-feira, 18 de junho de 2019

CPLP, Brasil/Estatais: tudo à venda, menos a placa da porta


14.06.2019, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia) http://port.pravda.ru/cplp/brasil/14-06-2019/47979-estatais-0/ 

O Supremo perdeu um dia inteiro para dizer: vocês podem vender o filet mignon limpinho e sem osso, mas a pelanca vocês deixam na empresa mãe que ninguém vai querer nem de graça, então a União liquida e assume o passivo, como na primeira onda de privatizações.

por André Motta Araújo
Jornal GGN

Qual a diferença entre dispensar licitação para vender ativos (pode ser o total do ativo) sendo desnecessária a aprovação do Congresso e vender a empresa mãe? Da PETROBRAS pode-se vender tudo, SEM LIMITE, gasodutos, refinarias, navios, plataformas, tanques, sem necessidade de licitação e sem aprovação do Congresso, mas não pode vender a PETROBRAS S.A., que depois de esvaziada dos ativos só terá os passivos, quer dizer, as dívidas. A turma dos neoliberais vai ter congestão de tanto rir.

O Supremo perdeu um dia inteiro para dizer: vocês podem vender

terça-feira, 19 de abril de 2016

Brasil/OS 119 GOLPISTAS COM PROCESSOS NA JUSTIÇA



19 abril 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Altamiro Borges*, em seu blog

No show de horrores da aprovação do impeachment de Dilma na Câmara Federal, no domingo (17), o cinismo dos moralistas sem moral ficou patente

Até alguns "midiotas" que apoiaram o golpe devem ter sentido ânsia de vômito - talvez se arrependendo, no íntimo, da besteira que fizeram. Houve casos grotescos de cafajestice, como o da deputada Raquel Muniz (PSD-MG), que dedicou seu voto "contra a corrupção" ao marido Ruy Muniz, que é prefeito de Montes Claros. Um dia depois da cena patética, nesta segunda-feira, o cônjuge foi preso pela Polícia Federal acusado de desviar recursos do hospital público da cidade mineira para favorecer a sua clínica particular. Ele foi denunciado por "falsidade ideológica, dispensa indevida de licitação pública, estelionato, prevaricação e peculato". Haja ética!

Outro caso deprimente é o do deputado
Bruno Araújo (PSDB-PE), que garantiu o decisivo 342º voto pelo impeachment de Dilma. Segundo matéria do insuspeito Estadão nesta segunda-feira, o tucano "é oriundo de uma família de políticos. Em 1998, aos 26 anos, ele foi eleito pelo PSDB o deputado mais jovem de Pernambucano, com mais de 34 mil votos. No Estado, ele chegou a presidir a Assembleia Legislativa... Araújo teve o nome citado na lista de pagamentos feitos pela Odebrecht, relevada após busca e apreensão feita pela Operação Lava Jato em março deste ano. A citação do nome do tucano é referente às campanhas eleitorais de 2010 e 2012".

Mas a lista dos falsos moralistas que aprovaram, "em nome de Deus e da família", o impeachment de Dilma não se restringe a