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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

¿QUÉ VIENE TRAS EL TRIUNFO DEL NO EN EL PLEBISCITO DE COLOMBIA?

2 octubre 2016, TeleSur http://www.telesurtv.net (Venezuela)

El presidente de Colombia, Juan Manuel Santos, garantizó que mantendrá el cese al fuego bilateral.

49,77 por ciento de los colombianos votó Sí y 50,22 por ciento votó No en el plebiscito de refrendación del acuerdo de paz firmado por el Gobierno y las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia - Ejército del Pueblo (FARC–EP), tras más de cuatro años de negociaciones.
En los estados fronterizos, donde hay mayor impacto del conflicto armado de más de 52 años, ganó la opción del Sí. Pero los estados con menos incidentes definieron el resultado del plebiscito.

El Gobierno no tenía la obligación de someter a votación el acuerdo, legalmente podía firmarlos e implementarlos, pero decidió realizar la consulta para darles legitimidad política ante un sociedad dividida entre diferentes conceptos de paz y la guerra.

¿Qué viene ahora?
Lo primero que debe destacarse es que el plebiscito era políticamente vinculante, pero legalmente

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Colômbia/Principais pontos dos acordos entre Farc e governo colombiano



10 novembro 2013, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Nesta semana, as Forças Revolucionárias da Colômbia - Exército do Povo (Farc-EP) e o governo do presidente Juan Manuel Santos conseguiram um importante acordo sobre a participação política da guerrilha. Apesar de parcial, foi considerado "fundamental" pelas partes que discutem o fim do conflito armado, que já dura mais de meio século. Em maio deste anos, fecharam também um consenso sobre o primeiro ponto da agenda, o tema agrário. Leia a seguir os principais destaques destes acordos:

Plano Brazil

Farc estão próximas de um acordo sobre participação política

Participação política
- Criar "circunscrições transitórias especiais de paz" para promover a participação política das regiões isoladas e mais afetadas pelo conflito, que terão uma representação especial na Câmara de Representantes do Congresso.

- Desenvolver um sistema integral que proteja e garanta a vida e a liberdade de opinião dos políticos, com enfoque especial no respeito ao novo movimento que surgir

terça-feira, 11 de junho de 2013

Colômbia/AS FARC-EP E O ACORDO DE PAZ



11 junho 2013, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

ENTREVISTA COM PABLO CATACUMBO



Nesta entrevista com Pablo Catacumbo, membro do Estado-Maior Central das FARC-EP explica como e por que razão as FARC-EP a negociar com o governo de Juan Manuel Santos: «Sentimos que havia a possibilidade de alcançar uma solução política, que nunca esteve ausente da nossa abordagem estratégica».

Maria Jimena Duzan (MJD): Há quanto tempo não saía das montanhas?
Pablo Catatumbo (PC): À civilização não venho desde as negociações de Tlaxcala. Ou seja, há quase 25 anos. E há 12 que não via Iván Marquez.

MJD: Você foi o primeiro membro do Secretariado, a dar o passo que iniciou o processo de paz. O que o levou a isso?
PC: Certo. As explorações começaram com o governo de Uribe, quando nos enviou uma carta, assinada pelo então comissário Frank Pearl. Naquela época, no entanto, consideramos que não era viável entrar num processo de paz quando o seu mandato estava terminando.

MJD: E por que decidiram iniciar conversações exploratórias com o governo de Santos?
PC: Porque as cartas que nos enviou e as mensagens que nos fez chegar tinham outros conteúdos. Além disso, iniciava-se um novo governo e desde o dia de sua posse o presidente disse que não tinha fechadas as portas da paz e que as chaves as tinha ele. Com Alfonso Cano e o secretariado analisámos o discurso e pareceu-nos que havia nele uma mensagem. Sentimos que havia a possibilidade de alcançar uma solução política, que nunca esteve ausente da nossa abordagem estratégica.