quinta-feira, 24 de setembro de 2015

Abya Yala, Pátria Grande/ACONTECEU O IM-PEN-SÁ-VEL: URUGUAI REJEITOU O TISA, 'TRATADO' DA DINHEIROCRACIA PRIVATEIRA GLOBAL

23 setembro 2015, Tlaxcala http://www.tlaxcala-int.org (México)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity

Original: No to TiSA! Uruguay Does Unthinkable, Rejects Global Corporatocracy





A EMPRESA-IMPRENSA FINGIU QUE NEM VIU ESSA DECISÃO HISTÓRICA

Frequentemente citado como a "Suíça da América Latina", o Uruguai tem importante tradição de fazer as coisas à sua moda. Foi a primeira nação na América Latina a estabelecer um estado de bem-estar. Tem também uma classe média maior que a que se vê, proporcionalmente, em outros países da região e, diferente nisso de seus vizinhos gigantes ao norte e a oeste, Brasil e Argentina, o Uruguai não sofre sob o peso de grave desigualdade de renda.

Há dois anos, durante o governo de José Mujica, o Uruguai tornou-se o primeiro país a legalizar a maconha na América Latina, continente que continua a ser destroçado pelo tráfico de drogas, pela a violência e pela corrupção das instituições do estado associada à violência.

Agora, o Uruguai fez algo que nenhuma outra nação semialinhada do planeta jamais se atreveu a fazer: rejeitou, como estado, os avanços da dinheirocracia privateira global. (1)

O tratado cujo nome é proibido pronunciar/escrever

No início de setembro em curso, o governo do Uruguai decidiu pôr fim à participação do país nas negociações secretas para o Acordo para Comércio de Serviços [orig. Trade in Services Agreement (TISA).

Depois de meses de intensa pressão feita por sindicatos e outros movimentos de base, que culminaram numa 
greve geral nacional de resistência – a primeira greve de trabalhadores em todo o planeta que incluiu a exigência de que o respectivo governo retire-se das negociações do TISA

Cuba/FARC-EP y Gobierno colombiano firman histórico acuerdo para la paz en Colombia (+ Fotos y Videos)

23 septiembre 2015, Cubadebate -- Contra el Terrorismo Mediático http://www.cubadebate.cu (Cuba)



Se saludan Juan Manuel Santos y Timoleón Jimenez tras la firma 
de los acuerdos. Foto: Ladyrene Pérez

En un histórico encuentro sostenido entre el presidente colombiano, Juan Manuel Santos y el Jefe del Estado Mayor Central de las FARC-EP, Timoleón Jiménez, se anunció que se llegará a un convenio de paz “a más tardar en seis meses”, al firmar un acuerdo sobre “justicia transicional” aplicado a todos aquellos involucrados en el conflicto armado.

En la cita, presidida además por el mandatario cubano Raúl Castro Ruz se firmó un Comunicado Conjunto que establece crear una Jurisdicción Especial para la Paz, que contará con Salas de Justicia y con un Tribunal para la Paz.

El comunicado conjunto de las FARC-EP y el Gobierno de Santos, leído en la Ceremonia por los garantes de Cuba y Noruega, prevé la forma en que se aplicará la justicia una vez concluido el conflicto armado de medio siglo.

En ese sentido, acordaron que el Estado otorgará “la amnistía mas amplia posible por delitos políticos y conexos”, pero excluyendo los delitos de

Brasil/Golpe: O DESASTRE SOCIAL COMO PROGRAMA DE GOVERNO*

21 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Cada pronunciamento da direita (em especial os tucanos) sobre o seu programa de governo ressalta aspectos da história política e econômica brasileira que resultaram em estrondosos desastres sociais. Essa prática tem sido sistemática nesse momento em que os oportunistas de plantão, de todas asmatizes, se apresentam como alternativa de governo caso eles consigam, pela via golpista, interromper o ciclo iniciado no Brasil com a eleição presidencial de Lula em 2002.

Por
Osvaldo Bertolino*


Até a década de 1980, era comum no Brasil o portador de algum capital aplicá-lo de modo geral em um negócio. Um bar, restaurante ou armazém de esquina, uma oficina, um salão de beleza ou algo do mesmo porte. Durante a “era neoliberal”, que se estendeu até 2002, o desmonte nacional podou o ânimo empreendedor dos brasileiros. Valia mais a pena aplicar o capital acumulado, por pouco que fosse, na ciranda financeira.

Os ganhos eram no mínimo compatíveis, e os riscos muito menores. Há, no entanto, os que, mesmo desempregados, insistiram em empreender em vez de especular: abriram videolocadoras, lojas de roupa em shopping centers, confecções, academias de ginástica. Mas poucos

Cuba/LOS CUBANOS SEGUIRÁN SIENDO LOS AUTORES DE SU MODELO ECONÓMICO

21 septiembre 2015, Investig’Action http://michelcollon.info (France)

Entrevista de Salim Lamrani por Tarik Bouafia

¿Qué impacto tendrá el restablecimiento de las relaciones diplomáticas entre Cuba y los Estados Unidos? ¿Obama habrá renunciado al deseo histórico del imperialismo estadounidense de derrocar al gobierno cubano, o estamos sólo ante un cambio de táctica? ¿Podría la normalización de estas relaciones afectar al modelo revolucionario cubano? Especialista de Cuba y autor del reciente libro "Cuba: ¡la palabra a la defensa !", Salim Lamrani responde a nuestras preguntas.


¿Qué impacto tendrá el restablecimiento de las relaciones diplomáticas entre Cuba y los Estados Unidos? ¿ Obama habrá renunciado al deseo histórico del imperialismo estadounidense de derrocar al gobierno cubano, o estamos sólo ante un cambio de táctica? ¿Podría la normalización de estas relaciones afectar al modelo revolucionario cubano? Especialista de Cuba y autor del reciente libro "Cuba: la palabra a la defensa !", Salim Lamrani responde a nuestras preguntas.

1 -- En tu nuevo libro que se va a publicar este mes (septiembre del 2015) y cuyo título es : «Cuba, palabra a la defensa», haces preguntas a diez personalidades relacionadas con Cuba, por ejemplo

Moçambique/Chefe do Estado-Maior General afirma: nossa missão está clara

24 setembro 2015, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

A missão das Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM), de defesa da pátria, da soberania e integridade territorial, está muito bem clara, segundo afirmou ontem o Chefe do Estado-Maior General, Graça Chongo.

O Chefe do Estado-Maior General das FADM falava a jornalistas momentos após a cerimónia de patenteamento de oficiais generais e de saudação ao Comandante-Chefe das Forças Armadas, o Presidente da República, Filipe Jacinto Nyusi. Graça Chongo foi solicitado pela imprensa a comentar a exortação feita pelo Chefe do Estado para que as Forças de Defesa e Segurança (FDS) deixem os políticos fazer política.

“Os militares são apolíticos. Obedecem o Estado e a sua missão está

Venezuela/EL LEGADO POLÍTICO DE HUGO CHÁVEZ

24 septiembre 2015 Rebelión http://www.rebelion.org (México)

Traducido para Rebelión por Silvia Arana


Hugo Chávez siempre consideró a la Revolución Bolivariana como un proceso continuo, en dos sentidos:

1) la revolución contemporánea era una continuación de la lucha histórica por la liberación nacional liderada por Simón Bolívar a principios del siglo XIX;

2) la revolución política nacional iniciada con su elección en 1998 debía, por necesidad, avanzar hacia una transformación socialista.

Chávez comprendía que el poder político involucraba algo más que ganar elecciones y entrar al palacio presidencial; el objetivo político estratégico era la transformación del estado neocolonial para avanzar en la revolución de liberación nacional, que en Venezuela significaba crear una nación independiente. En un Estado petrolero, liberación nacional significaba tomar el control total de la industria petrolera y redistribuir los ingresos entre la mayoría de los trabajadores. Para Chávez la

Mulheres de Donbass enviam mensagem ao Exército Ucraniano

Frente Brasileira de Solidariedade com a Ucrâniacompartilhou um link.
Acesse o site Guerra na Ucrânia: http://bit.ly/siteucraCurta a Página Comunistas:http://on.fb.me/1kSVHAw CANAL DE...
YOUTUBE.COM

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Frente Brasileira de Solidariedade com a Ucrâniacompartilhou um link.
Batalhão novorrusso 'Patriota' destrói posições dos terroristas do grupo neonazista Setor Direita em...
YOUTUBE.COM

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terça-feira, 22 de setembro de 2015

Ecuador/Maduro y Santos acuerdan normalizar lazos deteriorados por crisis fronteriza

22 de septiembre de 2015, HispanTV http://www.hispantv.com (Irán)


El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, y su par colombiano, Juan Manuel Santos, durante la reunión de este lunes han logrado siete acuerdos para zanjar la crisis fronteriza.

Los acuerdos alcanzados incluyen entre otras cosas, el retorno inmediato de los respectivos embajadores, la realización de una investigación sobre la actual situación de la frontera, la conformación de un equipo de ministros para abordar los temas limítrofes, la progresiva normalización en los pasos fronterizos y seguir trabajando con el acompañamiento de Ecuador y Uruguay.


El acuerdo prevé también que las partes construyan un acuerdo que solucione los problemas de la frontera común en función a la convivencia y desarrollo económico social además de impulsar el diálogo y respeto en el marco del derecho internacional.

Siria/O DEPOIMENTO ASSUSTADOR DE UMA BRASILEIRA FUGITIVA DO TERROR

20 setembro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Mario Cajé, no Opera Mundi

“O país era seguro, próspero. A gente podia andar na rua com joias sem medo [...] a educação era ótima. Depois, morrer com um tiro na cabeça era lucro”. Confira a seguir o depoimento assustador (e surpreendente) de uma brasileira que fugiu da guerra civil na Síria.

Depois de mais de quatro anos de guerra civil na Síria, o mundo parece, finalmente, ter despertado para a gravidade da situação dos refugiados. A imagem do menino Aylan Kurdi, de três anos, sem vida, em uma praia turca, se tornou símbolo de um povo que peregrina sem destino. A supervisora de vendas Luiza Silva*, de 38 anos, não conhece o drama humanitário do país só por fotos ou vídeos. “Cheguei a pensar em tirar a minha vida e a dos meus filhos para acabar com o sofrimento”, confessa.

Mas a vida dela no Oriente Médio nem sempre foi assim. Luiza, que recebeu o nome árabe de Amhasam, ainda guarda na memória as imagens de uma outra Damasco, de uma outra Síria, muito diferente do cenário de devastação em que já morreram 240 mil pessoas, de acordo com o relatório

BRICS, БРИКС/Rússia aumenta a pressão pelo fim à guerra contra a Síria

20setembro2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Fontes israelenses 
culpam Erdogan por estar propositalmente causando a atual onda de refugiados para o norte da Europa:

"Primeiro, a Turquia fez de tudo para bloquear as rotas marítimas usadas para a imigração ilegal para a Europa. Mas depois, quando a OTAN recusou-se a agir para derruba rAssad, e com o Estado Islâmico sem conseguir realizar o sonho de Erdogan de derrotar decisivamente o líder alawita, a Turquia decidiu dificultar as coisas para a Europa e enviou para lá parte dos refugiados. Ao longo dos últimos poucos meses, a Turquia deixou de impedir que refugiados se deslocassem para o ocidente. A fonte israelense disse que é bem possível que as mesmas forças de segurança turcas que ajudavam o Estado Islâmico estão facilitando a entrada ilegal de pessoas em países europeus.

Dia 11 de setembro, o ministro de Relações Exteriores da França Laurent Fabius suspendeu a consulesa honorária da França em Bodrum, ao saber que estava ajudando refugiados a sair ilegalmente da Turquia para a Europa. Em conversa filmada por câmera escondida do Channel 2 francês, a consulesa, que vendia aos que quisessem tentar chegar

O QUE O BRASIL PODE APRENDER COM O GOLPE DE ESTADO NO CHILE?

21 de setembro de 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Mariana Serafini

 
Efe /Manifestação em memória ao golpe de estado no Chile.
No cartaz está escrito: "Sem memória não há história, nem identidade"

Na semana passada a oposição entregou ao presidente da Câmara, Eduardo Cunha, um aditamento ao pedido de impeachment contra Dilma Rousseff. A história nos mostra que estas ações vêm acompanhadas de um programa neoliberal bem definido. O exemplo do Chile mostra que um golpe da direita não é movido só pelo ódio contra os mais pobres, e sim por uma agenda neoliberal a ser implementada, independente das consequências à soberania e ao desenvolvimento econômico e social de um país.

Diferentes das ditaduras militares que assolaram os países latino-americanos entre as décadas de 60 e 90, agora a direita toma medidas mais sofisticadas para destituir do poder os governos progressistas em curso na última década. Os chamados “golpes brancos” não contam mais com o reforço das forças armadas, mas sim com manobras bem articuladas entre Judiciário, grupos econômicos e mídia hegemônica. Esta trinca é capaz de criar instabilidade política a ponto de destituir o poder vigente com um golpe de Estado sem

Angola/DIVERSIFICAÇÃO DA ECONOMIA JÁ DÁ FRUTOS

20 setembro 2015, Jornal de Angolahttp://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Filomeno Manaças

A agricultura é a base e a indústria o factor decisivo.

Assim dizia Agostinho Neto, que já predizia a necessidade de Angola diversificar a sua economia para romper o ciclo da dependência de um só produto de exportação.

A monoprodução, como lhe chamam os economistas, era o calcanhar de Aquiles de muitos dos países do Terceiro Mundo. Essa situação tinha consequências nefastas para países que dependiam fortemente de um só produto de exportação. Na sua relação com a metrópole colonial pouco mais podiam fazer senão submeter-se às regras ditadas pelo poder estabelecido e aceitar, resignados, as condições impostas para a comercialização dos seus produtos.

Isso condicionava, obviamente, as opções políticas. Economicamente dominados, os países do Terceiro Mundo viam-se manietados na sua soberania e nas aspirações a um maior peso na determinação do paradigma da ordem internacional que, décadas atrás, estava impregnada de factores contrários ao surgimento e afirmação no contexto das nações de países independentes como Angola, Moçambique e Zimbabwe.

A África Austral foi um palco dessas grandes lutas pela emancipação política e económica. Cedo se aprendeu que não há emancipação política sólida se não se apostar fortemente no desenvolvimento da economia. Político visionário, Agostinho Neto tratou de concitar os angolanos para