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quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Colombia/DESMONTAR EL PARAMILITARISMO PARA CONSTRUIR LA PAZ

16 septiembre 2015, ADITAL

Las Farc


La Habana, Cuba, sede de los Diálogos de Paz

Hemos anunciado al país nuestro optimismo por sacar adelante los diálogos de paz. Creemos firmemente en el exitoso desarrollo de la Mesa de Conversaciones y en la posibilidad cierta de un Acuerdo Final. Pero esta visión no nos puede llevar a ser ajenos a realidades que dificultan la transición a una Colombia en paz y con justicia social.

Hace solo días [10/09], paramilitares recluidos en la cárcel ERON Picota atentaron contra la vida de integrantes del Colectivo de Prisioneros de las FARC-EP. Nuestros camaradas se defendieron rápida y audazmente logrando salvaguardarse.

Durante esta misma semana, nuestros frentes guerrilleros en Antioquia y Chocó reportaron numerosa presencia paramilitar en nuevas áreas rurales y en caseríos, aprovechando el cese unilateral de fuegos de las FARC-EP con la complicidad abierta de las Fuerzas Militares. En Dabeiba el ejército

domingo, 17 de maio de 2015

Moçambique/“Desde a independência que aprendemos a viver todos juntos. Não aprendemos a viver divididos”*

15 de Maio de 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Tambem nesta postagem
-- Editorial do Jornal Notícias sobre recusa da Renamo de cumprir o Acordo de Cessação das Hostilidades Militares para manter-se como grupo armado
-- Mozambique: Dhlakama Threatens to Rule 'By Force'

A população do distrito de Dondo, em Sofala, pediu ontem ao Presidente da República, Filipe Nyusi, para que faça todos os esforços ao seu alcance no sentido de desarmar os elementos da Renamo, particularmente os que se encontram no posto administrativo de Savane, naquele ponto do país.

O pedido foi feito através de uma mensagem apresentada durante o comício popular que o Chefe do Estado orientou no município local, no âmbito da visita de trabalho que realiza à província de Sofala e termina hoje.

Segundo disseram, os elementos da Renamo circulam no distrito provocando instabilidade e mal-estar entre as pessoas. “Por isso, gostaríamos de pedir ao Presidente que reforce o contingente policial aqui existente de modo a fortalecer as condições de segurança e de combate à criminalidade”, sublinharam.

A Renamo, como se sabe, possui uma base militar em Savane, cujo contingente é tido como responsável pelos ataques às unidades policiais e militares que

quarta-feira, 8 de abril de 2015

ALVOS DE GUERRA

7 abril 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


A Venezuela e a Argentina são vítimas de brutal ofensiva da direita, dos sectores oligárquicos e de Washington.

Depois de mais de uma década de sucessivas vitórias de candidatos e governos de esquerda e progressistas, era de se esperar uma contra-ofensiva da direita e dos setores oligárquicos, apoiados politicamente pelos seus porta-vozes da “grande mídia” local e internacional e coordenados estratégica e logisticamente por Washington.

A partir da ascensão de Hugo Chávez ao governo da Venezuela em duas sucessivas eleições presidenciais de 1998 e 2000, a maioria dos países da região passou a ter no comando governos eleitos democraticamente, dedicados a pôr em marcha políticas públicas voltadas às camadas pobres da sociedade, a executar planos de fortalecimento da economia afastados do modelo neoliberal e modernização da infra-estrutura, ao mesmo tempo que marcavam sua posição internacional de soberania, independência e integração de povos e países do continente.

Presidentes com este perfil foram eleitos e reeleitos no Brasil, Argentina, Bolívia, Equador, Venezuela, Nicarágua. O mesmo ocorreu em países cuja constituição não permite reeleição como Uruguai, Chile, Peru, Paraguai, El Salvador. Alguns desses governos eleitos

sábado, 20 de dezembro de 2014

LAS VICTORIAS DE CUBA

18 diciembre 2014, ALAI Amlatina http://alainet.org

Emir Sader*

ALAI Amlatina -- Cuba y Berlín eran las dos esquinas más tensas de la guerra fría. La caída del muro sacó a Berlín de esa condición. La normalización de las relaciones entre La Habana y Washington hace lo mismo con Cuba.

Cuba siempre consideró que un gobierno demócrata en su segundo mandato – cuando ya no dependía tanto de la colonia cubana en la Florida - era la chance más grande de que esa normalización se diera. Jimmy Carter no tuvo segundo mandato. Al final del segundo mandato de Bill Clinton, hubo una intensificación de las acciones terroristas contra Cuba –incluso con una avioneta repartiendo panfletos sobre La Habana -, lo cual llevó a que Cuba abatiera una de esa avionetas, con la muerte de sus dos tripulantes y la aprobación de parte de Estados Unidos de América (EUA) de leyes todavía más duras del bloqueo.

Ahora, intermediado por otros factores – la prisión de un empresario norteamericano que llevaba materiales de comunicación a sectores de la oposición clandestina al gobierno y la campaña por la liberación de 3 de los 5 cubanos que todavía permanecían en las cárceles de EUA – se confirmó la previsión: un presidente demócrata es quien protagoniza el restablecimiento de relaciones diplomáticas con Cuba.

La ruptura de relaciones y el bloqueo, desde hace ya más de medio siglo, eran instrumentos con los cuales los EUA consideraban que asfixiarían al nuevo gobierno cubano. Había un dogma hasta aquel momento según el cual “Sin cuota, no hay país”, esto es, si EUA dejaban de comprar la cota de azúcar cubano, el país se hundiría.

Cuando EUA suspendió la compra del azúcar cubano,

quinta-feira, 20 de novembro de 2014

“LA ESCUELA DE LAS AMÉRICAS SIGUE SIENDO LA MISMA INSTITUCIÓN QUE NO RESPETA LOS DERECHOS HUMANOS” -- María Luisa Rosal

Novembro 2014, SOA Watch Observatorio de la Escuela de las Américas http://www.soawlatina.org (EUA)

Pablo Ruiz

En noviembre se cumplen nada menos que 24 años de las movilizaciones en EEUU que demandan el cierre de la Escuela de las Américas que desde 1984, luego de ser expulsada de Panamá, se encuentra ubicada actualmente en el interior de Fort Benning, en el estado de Georgia.

Las protestas comenzaron en 1990 con un ayuno frente al regimiento militar y donde participaron unas diez personas lideradas por el sacerdote Roy Bourgeois quien comprendió el vínculo directo entre el entrenamiento que reciben los militares latinoamericanos en la Escuela de las Américas del Ejército de EEUU y los miles de asesinatos, desapariciones y torturas que han sucedido.

Hoy son miles los que llegan a la protesta y se congregan en el frontis de la academia militar para demandar su cierre definitivo como el cambio de la política exterior estadounidense.

Conversamos con María Luisa Rosal, de SOA Watch, el

sexta-feira, 11 de abril de 2014

MALVINAS REPRESENTAM ATENTADO CONTRA A SOBERANIA ARGENTINA E LATINO-AMERICANA

4 abril 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)


Foto: Reprodução"As Malvinas são uma ferida aberta da nossa geração.”. (Declaração de Julian Domingues, presidente da Câmara dos Deputados, à Agência Paco Urondo)
Mateus Ramos/Adital

No aniversário de 32 anos da tomada da capital das Malvinas, Stanley, pela Grã Bretanha, entidades sociais argentinas emitem um informe reivindicando a posse das Ilhas ao povo argentino e latino-americano. De acordo com o documento, "as Malvinas, hoje, são, sem sombra de dúvidas, uma das maiores bases militares da Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) no mundo. Tal base militar, conhecida como Mount Pleasant, está localizada a apenas 60 quilômetros do Porto Argentino e a 700 quilômetros da costa patagônica, ocupando a região mais plana da Ilha de Soledad, perto do mar e apta para movimentações de aviões e helicópteros. Na Ilha operam, de modo permanente, pelo menos 1.500 militares e 500 civis britânicos.”

Além disso, também há a informação de que a ilha serve de local de treinamento para o exército britânico, "soldados que estiveram em conflitos no Oriente Médio passaram lá seis semanas

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Brasil/Socorro Gomes: "Buscamos a integração soberana com base na paz"



2 agosto 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A questão do militarismo e da luta pela paz, nesta sexta-feira (2), no âmbito do 19º Encontro do Foro de São Paulo, reuniu a presidenta do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) e do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes; o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben; Zaida Chmaruk, do Partido Comunista da Argentina; e David Florez, da Marcha Patriótica, da Colômbia.

Por Moara Crivelente, para o Vermelho

Um dos temas mencionados foi a disputa entre a Argentina e o Reino Unido, que mantém, desde o século 19, um regime colonialista sobre as ilhas Malvinas, argentinas. A questão tem recebido maior atenção desde um referendo realizado pelo governo britânico no território argentino, em 2012, e também pela declaração do chanceler argentino Héctor Timerman, em junho, no Comitê da ONU para a Descolonização, em que manifestava a intenção da Argentina de retomar as negociações.

David Florez, da Colômbia, ressaltou a ligação direta entre a promoção da paz no continente e a paz colombiana, uma vez que a primeira também determina a situação interna no país, que vem acompanhando o diálogo entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (Farc – EP), desde novembro de 2012, em Cuba.

Para sustentar e conduzir este processo,

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Venezuela/Oposición venezolana compró 18 aviones de guerra en Estados Unidos



9 junio 2013, TeleSUR http://www.telesurtv.net (Venezuela)

El periodista venezolano José Vicente Rangel, dio a conocer que opositores al régimen que encabeza el presidente Nicolás Maduro se reunieron en territorio estadounidense con empresarios de la industria armamentista a fin de negociar la compra de 18 aviones a más tardar en el mes de noviembre de este año. Tales aeronaves serían colocadas en una base militar de Estados Unidos en Colombia. "¿Se prepara una agresión armada debidamente camuflada con la participación de mercenarios como ha ocurrido tantas veces en distintos momentos y naciones?", cuestionó Rangel. teleSUR

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Bolivia propuso a países latinoamericanos y del Caribe rechazar bases militares EEUU en la región

Agencia Boliviana de Información (ABI)

Por Adalid Cabrera Lemuz

Santa Cruz de la Sierra, Bolivia 24 noviembre 2010 (ABI) - Bolivia propuso a los países de América Latina y del Caribe la aprobación de medidas que rechacen la instalación de bases militares de Estados Unidos en la región por ser negativas para la paz en el continente, informó el miércoles el ministro de Defensa Nacional, Rubén Saavedra.

La propuesta fue presentada ante la IX Conferencia de Ministros de Defensa de América que se inició el lunes en esta ciudad boliviana, ubicada a 900 kilómetros al sudeste de La Paz.

En una conferencia de prensa el miércoles, Saavedra dijo que existe el convencimiento en Bolivia de que «Las bases militares de Estados Unidos en Latinoamérica y el Caribe comprometen la paz en la región».

La posición de Bolivia se enmarca en la política sustentada por el Gobierno en defensa de la soberanía de los pueblos y la no injerencia de otras naciones en la política interna, entre ellas las potencias mundiales.

En la ceremonia inaugural de la IX Conferencia de Ministros de Defensa de las Américas, el presidente de Bolivia, Evo Morales, denunció las permanentes acciones de injerencia de Estados Unidos en la política regional.

Dijo que, en el caso boliviano y en el pasado reciente, el año 2002 el entonces embajador de Estados Unidos en La Paz, Manuel Rocha, llegó a instar a la población a no apoyar la elección del líder de los productores de hojas de coca y candidato del Movimiento al Socialismo (MAS) como presidente de Bolivia.

Agregó que en septiembre de 2008, otro de los embajadores de Estados Unidos en Bolivia, Philip Goldberg, apoyó una conspiración de los partidos de derecha y cívicos opositores para desestabilizar al Gobierno con el fin de precipitar la caída del presidente Morales.

El Mandatario lamentó en forma reiterada ?la injerencia de los gobiernos de Estados Unidos en la política boliviana, al punto de definir durante las dictaduras y las administraciones neoliberales las designaciones de jefes militares, policiales e inclusive de Ministros?.

Morales ha manifestado en diversos foros internacionales que la instalación de bases militares de Estados Unidos en Colombia y en Honduras tenía como objetivo contar con grupos militares en apronte ante las contingencias regionales ?antes que luchar contra el narcotráfico y el terrorismo?.

Agregó que en la zona de El Chapare, en el trópico de Cochabamba, los agentes de la Oficina anti Drogas de Estados Unidos andaban armados y tenían bajo sus órdenes a las fuerzas policiales y militares y se daban a tarea de perseguir con sus helicópteros a los productores de coca que reclamaban por sus reivindicaciones.

«Era prácticamente como una base militar y policial de Estados Unidos en Bolivia, junto a gestiones de algunas agrupaciones para que los agentes anti droga del norte cuenten con inmunidad para desarrollar sus actividades», enfatizó.

El ministro de Defensa de Ecuador, Javier Ponce Ceballos, expresó la preocupación de su país por la instalación de bases militares de Estados Unidos en su vecino Colombia.

Dijo que en la población de Manta, Ecuador, funcionaba una base militar de Estados Unidos en el pasado, por lo que su país opina con conocimiento sobre sus implicancias.

A su vez, el ministro de Defensa de Colombia, Rodrigo Rivera, subrayó que el acuerdo suscrito por su gobierno con Estados Unidos para las bases militares se da en el marco de las decisiones soberanas de cada nación, lo que muestra el debate que existe sobre el tema entre los Ministros en la Conferencia Internacional de Santa Cruz de la Sierra.

El ministro de Defensa de Bolivia anotó que otro de los planteamientos de Bolivia ante la IX Conferencia de Ministros de Defensa de las Américas es la adopción de acuerdos de rechazo a movimientos de complot y desestabilización de las democracias en la región.

El presidente de Bolivia recordó en forma reiterada los atentados contra la democracia sufridos desde 2002 por Venezuela, Bolivia, Honduras y Ecuador que ?contaban con el respaldo de Estados Unidos?.

«Estamos 3-1, porque Venezuela, Bolivia y Ecuador derrotaron esos movimientos conspirativos, pero no así Honduras, tras el derrocamiento del presidente hondureño Manuel Zelaya», anotó.
El Ministro de Defensa enfatizó que un tercer asunto fuerte de los planteamientos bolivianos ante la IX Conferencia de Ministros de Defensa es el levantamiento del secreto bancario con el fin de afectar las partes vulnerables de las organizaciones del crimen organizado, entre ellas las del narcotráfico.

Saavedra recordó que los ejes temáticos de la agenda que debaten los ministros americanos de defensa fueron aprobados en julio de este año en el encuentro de Viceministros de Defensa que se celebró en la ciudad de Santa Cruz de la Sierra bajo iniciativa de Bolivia y en el marco del consenso.

Esos ejes temáticos son la búsqueda de acuerdos para consolidar la paz y la seguridad y acrecentar la confianza mutua, adoptar mecanismos para transparentar los gastos en transferencias militares en la región y convenios de cooperación para enfrentar los desastres naturales, además de promover la participación de las Fuerzas Armadas en el desarrollo.

El encuentro de Ministros de Defensa de las Américas se inició el lunes en medio de estrictas medidas de seguridad y será clausurada el jueves por el vicepresidente Alvaro García Linera.

La X Conferencia de Ministros de Defensa de las Américas se desarrollará en Uruguay el año 2012.


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Bolivia/Incremento del gasto militar sólo se justifica para seguridad interna y lucha contra narcotráfico

Agencia Boliviana de Información (ABI)

Por Adalid Cabrera Lemuz

Santa Cruz de la Sierra, Bolivia 23 noviembre 2010 (ABI)- Lo único que justifica un aumento del gasto militar en la región es para fortalecer la seguridad interna y el combate al narcotráfico y otros crímenes trasnacionales, manifestó el martes el secretario general de la Organización de Estados Americanos (OEA), José Miguel Insulza.

Insulza participa desde el lunes en calidad de observador internacional en la IX Conferencia de Ministros de Defensa de las Américas en la que se encuentran delegaciones al más alto nivel de 30 naciones del continente.

En una conferencia de prensa, subrayó que si bien el gasto militar es bajo en la región porque no existen conflictos de magnitud y no se justifican, es necesario «Transparentarlos mediante la suscripción de una nueva Convención ante la OEA o elaborar otra».

De acuerdo con las estimaciones realizadas por expertos, el país sudamericano que mayores gastos realiza en la transferencia de armas es Brasil con 27.540 millones de dólares, seguido por Colombia con 6.746 millones, cifra que es destinada al Plan Colombia y a la guerra con las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), y Chile con 5.395 millones.

Insulza reiteró que «Hay una Convención interamericana en la OEA, por la que los países se comprometen a entregar informaciones sobre transferencias militares, al igual que en la Organización de las Naciones Unidas (ONU) que deben ser perfeccionadas».

Puntualizó que la propuesta es elaborar una Convención Interamericana para el Gasto Militar o complementar la existente, lo que consideró posible y comprometió el trabajo de esta organización para encaminarla.

El propósito es que cada año las naciones americanas hagan conocer sus reportes de gastos militares con transparencia.

El secretario general de la OEA expresó su satisfacción porque el gobierno de Estados Unidos haya manifestado en la Conferencia de Ministros de Defensa su disposición de ratificar en el Congreso de ese país la Convención sobre las transferencias y gastos en armas.

Enfatizó que para comparar la cantidad de armamento que tienen unos países con relación a otros, es necesario contar con los reportes y ejercitar acciones de confianza mutua entre las naciones.

Precisamente las delegaciones gubernamentales de Defensa de 30 naciones buscan en Santa Cruz de la Sierra dar mayor relevancia a acuerdos de cooperación y de reafirmación de la confianza para enfrentar diversos problemas, antes que recurrir a la compra de armamento.

«Es importante considerar que si bien hubo compras de gasto militar, el registro no es significativo y puede bajar más aún si se mantiene la paz», dijo.

Reiteró que el aumento de los presupuestos para la compra de armas por parte de los países americanos solamente puede justificarse si se enfrenta a delitos que afectan la seguridad interna, como son el narcotráfico y el crimen organizado.

«Mientras el narcotráfico siga siendo un buen negocio y peligroso va a seguir comprando armas y financiando otros hechos criminales, además de fortalecer sus ejércitos», agregó.

Hizo patente su convencimiento de que «Atacar el aspecto financiero del narcotráfico a través del lavado de los recursos ilícitos generado por este delito es un tema central.

«El levantamiento del secreto bancario es un golpe formidable para eliminar al narcotráfico y sus tentáculos de drogas y de crímenes o, por lo menos, reducirlo al máximo hasta destruirlo», aseveró, aunque aclaró que todo dependerá de las legislaciones nacionales y sus respectivas estrategias de seguridad.

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Cuba/Fidel Castro: COLOMBIA ES UN PAÍS CONVERTIDO EN BASE DE ESTADOS UNIDOS

Durante la convesación, el escritor ruso Daniel Estulin, quien se encuentra de visita en La Habana, preguntó al líder cubano sobre qué posibilidades observaba sobre la instalación de más bases en otros países, a lo que Fidel contestó ''en cuanto a bases directas, tienen la de Guantánamo, la de las Malvinas (…) Y en los demás no las tienen en apariencias, pero en la realidad sí''.

27 agosto 2010/TeleSUR http://www.telesurtv.net

El líder de la Revolución cubana, Fidel Castro, afirmó que "Colombia es un país convertido en una base" de Estados Unidos luego de la instalación de tropas de ese país y cuya política de seguridad dista de la de Venezuela y Cuba, naciones que son atacadas porque son naciones independendientes.

"A Chávez le hacen la guerra porque, contra viento y marea, Venezuela sigue siendo de los pocos países del mundo donde no hay bases militares norteamericanas. Y a Cuba la odian por la misma razón: su independencia", declaró Fidel en una entrevista al escritor ruso Daniel Estulin.

El autor de la trilogía sobre el Club Bilderberg, interrogó al comandante sobre una variedad de temas, entre los que primó el asentamiento militar que EE.UU. pretende conquistar en la mayoría de los países de la región.

"Hacen prácticas y ejercicios" expresó y agregó que se trata "de un cinismo total", reseñó la prensa cubana.

Sobre el proceso de paz que se está gestando entre Colombia y Venezuela para lograr el restablecimiento de las relaciones bilaterales, el ex presidente de Cuba destacó que el presidente Hugo Chávez, "es optimista y trabaja en el proceso de paz con Colombia, sin descansar. "Duerme un poco de día y trabaja toda la noche".

Mantiene la seguridad de que el esfuerzo conjunto logre la paz en la región, contrario a los intereses de países como EE.UU. "Mi opinión es que el Imperio va a caer. Si hay guerra, cae todo el mundo. La lucha nuestra es porque no haya guerra".

En ese sentido, sostuvo que la cadena de atentados que invadieron varios puntos de Irak esta semana y mataron decenas de personas, despierta suspicacia por coincidir con el día en que salieron tropas norteamericanas de Bagdad.

Por otro lado, el autor ruso agradeció a Fidel por haber incluido en sus más recientes Reflexiones fragmentos de sus textos para mostrar el objetivo de algunos grupos como los Bilderbergs de acabar con Rusia como potencia militar y a China como potencia económica.

Al Club de Bilderberg sólo se accede por invitación, la Enciclopedia Británica lo ha definido como "una atmósfera de estricto secretismo", entretanto los miembros del círculo se defienden de las acusaciones sobre "oscurantismo" manifestando que no son "un club secreto, sino privado", describía el comandante en sus líneas de mediados de este mes tituladas "El gobierno mundial".

Sobre el tema del ataque y la destrucción de países con armas atómicas, Estulin aseguró que pocos países tienen acceso a construir arsenales de ese tipo debido a que carecen de la tecnología adecuada. Sólo pueden hacerlo Estados Unidos, Rusia, Francia e Israel".

Las bombas que tiraban los aviones de (Fulgencio) Batista, recuerda Fidel, eran a veces de 500 kilogramos, y abrían un gran hueco, pero no destruían muchas casas. "Caían, se enterraban y explotaban", añade Fidel. "En el caso de las bombas atómicas, el hongo y el fuego son dos señales inconfundibles que las acompañan. Yo no recuerdo en la Sierra Maestra que esto haya ocurrido."

El Ejército de Batista utilizaba bastante bien aquellas armas, porque Estados Unidos lo había entrenado, aseguró. "Usaban B-26, y también un tipo de avión caza con 8 ametralladoras y tenían algunos Jet, tres en total, dos de ellos los utilizamos después para defendernos durante el ataque mercenario de Playa Girón (1961). Estos Jet los manejaron pilotos que estaban presos por negarse a cumplir órdenes de Batista y habían sido juzgados y sancionados por eso."

Durante el desarrollo de la entrevista sobre el último tema expuesto por Daniel Estulin relacionado con la lucha por el planeta Tierra, el autor ruso considera que dentro de unos 50 ó 100 años la humanidad se encontrará en otros mundos como Marte o incluso la Luna.

A ese respecto, el comandante que lideró la Revolución en Cuba opinó que el progreso humano es un hecho, pero expresó que se quedaría en la Tierra. "En Marte, en la Luna y en el resto de los planetas del Sistema Solar, no hay atmósfera. Tu teoría es absolutamente correcta en el sentido de que la humanidad debe preservarse para vivir miles de años, gracias al progreso."

Fidel Castro consideró que se debe luchar para preservar tal progreso de la especie, pero acotó que desde el inicio de la formación del petróleo "hace más o menos 400 millones de años, el hombre estará gastando en menos de 200 años el petróleo acumulado (Â…) La atmósfera no resiste ese consumo".

Finalmente, el líder revolucionario dijo que los peligros que acechan a la humanidad "son muy grandes", por lo que insistió en hacer un esfuerzo conjunto para trascender la existencia. "Ganaremos la guerra no librándola". (Cubadete)

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Colômbia/ISRAEL E EUA FORNECEM ARMAS DE TREINO MILITAR: AMEAÇA SIONISTA À VENEZUELA

22 Junho 2010/Diário Liberdade http://www.diarioliberdade.org

Carolus Wimmer*

O Diário - Em 2008, o então ministro da Defesa da Colômbia e hoje candidato presidencial do uribismo, Juan Manuel Santos, viajou até Telavive para reforçar os laços de cooperação em matérias militar de segurança entre ambos os governos.
As duas administrações assinaram um contrato para aquisição de 25 caças bombardeiro KFIR israelenses. O convénio foi aprovado pela Secretaria de Defesa dos Estados Unidos.

Nesse mesmo ano, The Jerusalem Post deu a opinião que, graças à gestão de Juan Manuel Santos, as relações entre Israel e a Colômbia tinham importância estratégica, já que Telavive se tinha convertido num dos principais fornecedores de armas e treino militar para combater a insurreição do país neogranadino.
Fontes do Exército israelense confirmaram que alguns do seus ex-oficiais superiores treinavam forças colombianas.

O diário israelense Maariv disse numa reportagem que militares na reserva trabalhavam com as suas empresas como mercenários, e oferecem os seus serviços por salários entre os 5.000 e os 8.000 dólares mensais.

No relato biográfico escrito por Maurício Aranguren, o chefe paramilitar Carlos Castaño afirmou que, em 1983, foi clandestinamente treinado em Israel para organizar a sua própria organização terrorista na Colômbia.

«Sob a cobertura de um estudante de ciências na Universidade Hebreia de Jerusalém, liguei-me a um grupo de outros latino-americanos durante um ano numa "escola privada" onde, ao abrigo de um programa secreto com o número de código 562, alguns veteranos do Exército israelense instruíram o grupo nos detalhes da guerra, da geopolítica, do comércio internacional de armas, como comprar espingardas, operações psicológicas e contra-terrorismo e os fundamentos das armas nucleares», escreve-se no livro.

Procurados pela Interpol
«Por solicitação do governo colombiano, em 2002 a Interpol emitiu três mandatos de captura. Actuei com licença e permissão da Colômbia».

Em 2008, Klein foi capturado em Moscovo. A Colômbia pediu a sua extradição. Em Abril deste ano, o Tribunal Europeu dos Direitos do Humanos recusou a entrega de Klein à justiça colombiana porque «corria o risco de ser torturado».

Na Colômbia actuam mercenários e assessores israelenses contratados directamente pelo Executivo.

Na base de Tolemaida, em Cundinamarca, encontra-se um grupo de elite israelense. Devido às críticas que despertaram estas contratações, o então ministrop Juan Manuel santos reiterou à revista Semana: «Eles não têm nada a ver com operações».

Tudo aponta para a reestruturação da inteligência. Tolemaida é é uma das sete bases militares previstas pelo acordo de segurança com os Estados Unidos.

Organizações dos direitos humanos denunciaram a crueldade das práticas que os comandos israelenses ensinaram às autodefesas colombianas. A activista Gladys Olivero, de Colombianos e Colombianas pela Paz expressou: «O ataque á Flotilha da Liberdade é uma prova mais do apodrecimento do sionismo internacional que estendeu os seus tentáculos a todos os apíses do mundo e, através de organismos como a Mossad, está a actuar na América latina e no Caribe. Na Colômbia minaram a colocação de espias e estão a amparar e treinar o paramilitarismo.

As criminosas práticas dos serviços israelenses na Palestina são as mesmas que fazem na Colômbia.

Juan Manuel Santos, que provavelmente ganhará a segunda volta nas eleições presidenciais da Colômbia no próximo dia 20 de Junho, afirma sentir-se por dizerem que «a Colômbia é o Israel da América Latina».

* Membro da Comissão Política do Partido Comunista da Venezuela

Este texto foi publicado em:
www.correodelorinoco.gob.ve/wp-content/uploads/2010/06/WEB-CO-275.pdf
Tradução de José Paulo Gascão



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CONTINUIDADE DA DIREITA NA COLÔMBIA, SEM LEGITIMIDADE

21 junho 2010/Vermelho EDITORIAL http://www.vermelho.org.br

Que legitimidade o novo presidente colombiano poderá ter? O candidato oficial, Juan Manuel Santos, apoiado pelo presidente Álvaro Uribe, um direitista que se transformou no principal apoio do imperialismo norte-americano na América do Sul, foi eleito ontem (dia 20). A marca do pleito, que não empolgou os colombianos, foi a enorme abstenção: 50,7% dos eleitores deixaram de comparecer, diluindo severamente a representatividade e levando à presidência da República um mandatário que teve o voto de menos de 1/3 dos colombianos.

O país tem 29.983.279 eleitores; destes, 14.781.020 (apenas 49,3% do total) foram às urnas, dando 9 milhões de votos (69% do total) para Santos e 3,5 milhões (27,5% do total) para seu adversário Antanas Mockus, do Partido Verde. Resultado que pode ser visto como uma clara mensagem ao novo presidente, a de que não conta com a maioria do povo de seu país.

Outra marca da eleição colombiana foram as denúncias de irregularidades – compra de votos, extorsões praticadas por grupos paramilitares de direita, etc. O grupo de observadores eleitorais da OEA recebeu mais de 15 mil denúncias de irregularidades.

Como Uribe, Santos faz parte da velha e anacrônica oligarquia colombiana (um tio dele foi presidente do país na década de 1930). Como ministro da Defesa do governo Uribe, foi o operador da repressão contra as FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia), com apoio, financiamento e orientação norte-americana. Como ministro da Defesa, esteve também diretamente envolvido no tratado que cedeu aos EUA sete bases militares na Colômbia, acentuando sua presença ofensiva em território sul-americano.

Com Uribe na Presidência e Santos à frente da repressão, a Colômbia fechou o caminho à negociação com as FARC, acentuando a opção militarista. O alinhamento automático e subalterno com os EUA deixou a Colômbia praticamente isolada no continente, acumulando problemas com vizinhos importantes como a Venezuela e o Equador. O resultado foi o aprofundamento da conflagração no país, o crescimento no número de mortos, o reforço da presença militar dos EUA, o agravamento da crise econômica e do empobrecimento da população. A partir de agosto, ele vai governar um país onde o desemprego supera os 12% e tem quase metade (44%) da população está abaixo da linha da pobreza.

As primeiras declarações de Santos, após a confirmação de sua vitória eleitoral, indicam que o novo presidente percebe as dificuldades que terá pela frente. Ele emitiu sinais apaziguadores à Venezuela e ao Equador, acenou aos partidos Conservador e Cambio Radical, e mesmo ao Partido Liberal, declarando a intenção de tê-los em seu governo. Prometeu combater o desemprego e tirar sete milhões da pobreza e quatro milhões da indigência. São promessas tênues e incertas; mais previsível é a manutenção do combate às FARC, que ele já disse que não vai mudar, o aprofundamento da subserviência aos EUA e do papel de porta-voz de Washington nas reuniões da Unidade Sul Americana de Nações (Unasul).

A continuidade venceu na Colômbia – continuidade do atraso, do domínio oligárquico, da submissão ao imperialismo. Resta ver que fôlego terá, com a legitimidade comprometida pela escassez dos votos alcançados nas urnas

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Brasil/HILLARY CLINTON, EM BUSCA DO TEMPO (E DO PRESTÍGIO) PERDIDO

10 junho 2010/Vermelho http://www.vermelho.org.br

Viagem no tempo, de volta ao passado. Esta é a sensação deixada pela atuação recente da diplomacia dos EUA, dirigida por Hillary Clinton que, nesta semana, teve dois lances reveladores: a visita da Secretária de Estado a um grupo de países na América do Sul (Peru, Equador, Colômbia e Barbados) e a votação, pelo Conselho de Segurança da ONU, da quarta rodada de sanções contra o Irã.

Dois lances que estão interligados pelo protagonismo da diplomacia brasileira que, juntamente com a Turquia, conseguiu chegar com o Irã a um acordo sobre pesquisa nuclear que o grupo de países do Conselho de Segurança da ONU liderado pelos EUA foi incapaz de obter.

A diplomacia norte-americana tem sofrido revezes impensáveis num passado recente, e que apontam para o fim da unilateralidade que prevaleceu desde a queda do Muro de Berlim, em 1989, quando os EUA passaram a impor, pela força militar, sua vontade e seus interesses e iniciaram uma era de grande insegurança para os povos cuja marca são as agressões ao Afeganistão, ao Iraque e aos palestinos, as ameaças à Coréia do Norte, ao Irã e à Venezuela, e o recrudescimento das hostilidades contra Cuba.

Na última década essa primazia começou a declinar, embora ninguém possa ainda, em sã consciência, proclamar seu fracasso final. De qualquer forma, os países da América do Sul retomaram sua soberania, fortaleceram a integração continental com o crescimento do comércio, o fortalecimento do Mercosul, a cooperação política e militar e a criação de instituições próprias, como a Unasul. Foram movimentos soberanos que criaram condições para afastar a intromissão norte-americana nos assuntos do continente, embora não se tenha ainda alcançado a unanimidade dos países, quebrada pela notória submissão dos governos da Colômbia e do Peru às imposições de Washington.

Um desdobramento dessa nova realidade é o papel que os países da região passam a desempenhar no cenário mundial, representado principalmente pela atuação da diplomacia brasileira que, sinalizando a emergência de nosso próprio país e do continente, tem se destacado pela atuação independente e pela busca de novos parceiros fora do eixo EUA-Europa-Japão. A conquista do acordo com o Irã é a indicação mais visível desse novo protagonismo do Brasil, respaldado por vizinhos da América do Sul.

São movimentos que incomodam o stablishment nos EUA. Contra o acordo e a negociação com o Irã, sua diplomacia impôs - e os demais membros do Conselho de Segurança da ONU acataram, com as notáveis exceções do Brasil, da Turquia e do Líbano - o caminho do confronto, conseguindo a aprovação de mais uma rodada de sanções contra Teerã. Caminho que indica o móvel da política dos EUA: a manutenção, pelas potências atômicas, do monopólio não só das armas mas também da tecnologia nuclear, à qual o governo de Washington quer agora barrar o acesso para os demais países.

A visita de Hillary Clinton à América do Sul (Peru, Equador, Colômbia e Barbados) faz parte desse xadrez no qual o governo de Barack Obama tenta recuperar a influência perdida sobre o continente que, desde o presidente James Monroe, há quase dois séculos, os governos norte-americanos têm considerado como uma espécie de "reserva" de seu próprio país.

A tentativa de retomar a hegemonia e a iniciativa política no continente veio embalada por Hillary Clinton num discurso conciliador, fugindo às questões mais espinhosas. Ela teve a cara de pau de citar Simon Bolivar e o cubano antiimperialista José Marti; elogiou as políticas sociais dos países da região; tentou assegurar que as sete bases militares na Colômbia são colombianas e não norte-americanas e foi por aí.

Mas foi obrigada a enfrentar manifestações com as quais os políticos de seu país não estão acostumados. A Coalición Colombia No Bases denunciou a presença militar dos EUA no país e criticou o Tratado de Livre Comércio assinado pelo direitista Álvaro Uribe como benéfico apenas para as multinacionais estadunidenses, significando, junto com o acordo militar, a "maior entrega da soberania nacional e da dignidade do povo colombiano em toda a história”.

Hillary Clinton compareceu a uma 40ª Assembléia Geral da Organização de Estados Americanos (OEA) esvaziada, que não teve a presença do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Celso Amorim. Lá, enfrentou a oposição da maioria dos países do continente (Brasil à frente) à volta de Honduras à organização, como quer o governo que ela representa. A medida aprovada naquele encontro foi a criação de uma Comissão para avaliar ao impasse. Os países se opõem à volta de Honduras desde o golpe militar que afastou o presidente Manuel Zelaya, não aceitam como legítima a eleição presidencial realizada sob o governo golpista e denunciam a perseguição e o assassinato de oposicionistas e a situação de insegurança para o retorno ao país de Manuel Zelaya, que se encontra exilado na República Dominicana. Precisou enfrentar também a manifestação do Comitê Peruano de Solidariedade aos Cinco, que distribuiu entre os chanceleres presentes à assembleia da OEA um documento exigindo a liberdade dos cinco lutadores antiterroristas cubanos ilegalmente presos e condenados nos EUA há mais de uma década.

São outros tempos, nos quais o comando de Washington não encontra mais concordância automática e submissa. Hillary Clinton, o Departamento de Estado e o governo de Washington querem voltar ao passado mas a realidade mostra que este caminho vai se tornando cada vez mais inviável, à medida em que a soberania continental se fortalece e se consolida.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

O IMPÉRIO MANDA, AS COLÔNIAS OBEDECEM

(ADITAL) Agência de Informação Frei Tito para a América Latina
19 maio 2010/ADITAL http://www.adital.com.br

Frei Betto e João Pedro Stédile *

Adital - Após a Segunda Guerra Mundial, quando as forças aliadas saíram vitoriosas, o governo dos EUA tentou tirar o máximo proveito de sua vitória militar. Articulou a Assembléia das Nações Unidas dirigida por um Conselho de Segurança integrado pelos sete países mais poderosos, com poder de veto sobre as decisões dos demais.

Impôs o dólar como moeda internacional, submeteu a Europa ao Marshall, de subordinação econômica, e instalou mais de 300 bases militares na Europa e na Ásia, cujos governos e mídia jamais levantam a voz contra essa intervenção branca.

O mundo inteiro só não se curvou à Casa Branca porque existia a União Soviética para equilibrar a correlação de forças. Contra ela, os EUA travaram uma guerra sem limites, até derrotá-la política, militar e ideologicamente.

A partir da década de 90, o mundo ficou sob hegemonia total do governo e do capital estadunidenses, que passaram a impor suas decisões a todos os governos e povos, tratados como vassalos coloniais.

Quando tudo parecia calmo no império global, dominado pelo Tio Sam, eis que surgem resistências. Na América Latina, além de Cuba, outros povos elegem governos antiimperialistas. No Oriente Médio, os EUA tiveram que apelar para invasões militares a fim de manter o controle sobre o petróleo, sacrificando milhares de vidas de afegãos, iraquianos, palestinos e paquistaneses.

Nesse contexto surge no Irã um governo decidido a não se submeter aos interesses dos EUA. Dentro de sua política de desenvolvimento nacional, instala usinas nucleares e isso é intolerável para o Império.

A Casa Branca não aceita democracia entre os povos. Que significa todos os países terem direitos iguais. Não aceita a soberania nacional de outros povos. Não admite que cada povo e respectivo governo controlem seus recursos naturais.

Os EUA transferiram tecnologia nuclear para o Paquistão e Israel, que hoje possuem bomba atômica. Mas não toleram o acesso do Irã à tecnologia nuclear, mesmo para fins pacíficos. Por quê? De onde derivam tais poderes imperiais? De alguma convenção internacional? Não, apenas de sua prepotência militar.

Em Israel, há mais de vinte anos, Moshai Vanunu, que trabalhava na usina atômica, preocupado com a insegurança que isso representa para toda a região, denunciou que o governo já tinha a bomba. Resultado: foi sequestrado e condenado à prisão perpetua, comutada para 20 anos, depois de grande pressão internacional. Até hoje vive em prisão domiciliar, proibido de contato com qualquer estrangeiro.

Todos somos contra o armamento militar e bases militares estrangeiras em nossos países. Somos contrários ao uso da energia nuclear, devido aos altos riscos, e ao uso abusivo de tantos recursos econômicos em gastos militares.

O governo do Irã ousa defender sua soberania. O governo usamericano só não invadiu militarmente o Irã porque este tem 60 milhões de habitantes, é uma potência petrolífera e possui um governo nacionalista. As condições são muito diferentes do atoleiro chamado Iraque.

Felizmente, a diplomacia brasileira e de outros governos se envolveu na contenda. Esperamos que sejam respeitados os direitos do Irã, como de qualquer outro país, sem ameaças militares.

Resta-nos torcer para que aumentem as campanhas, em todo mundo, pelo desarmamento militar e nuclear. Oxalá o quanto antes se destinem os recursos de gastos militares para solucionar problemas como a fome, que atinge mais de um bilhão de pessoas.

Os movimentos sociais, ambientalistas, igrejas e entidades internacionais se reuniram recentemente em Cochabamba, numa conferência ecológica mundial, convocada pelo presidente Evo Morales. Decidiu-se preparar um plebiscito mundial, em abril de 2011. As pessoas serão convocadas a refletir e votar se concordam com a existência de bases militares estrangeiras em seus países; com os excessivos gastos militares e que os países do Hemisfério Sul continuem pagando a conta das agressões ao meio ambiente, praticadas pelas indústrias poluidoras do Norte.

A luta será longa, mas nessa semana podemos comemorar uma pequena vitória anti-imperialista.


* Frei Betto
é escritor. João Pedro Stédile integra a direção da Via Campesina

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segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Brasil reitera que EE.UU. y Colombia deben explicar acuerdo para instalación de bases militares

El canciller brasileño, Celso Amorim, instó a los gobiernos de Colombia y Estados Unidos a mejorar sus explicaciones sobre el alcance del acuerdo militar , que implica la activación de cinco bases en territorio colombiano.


2 agosto 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

El canciller de Brasil, Celso Amorim, insistió que Estados Unidos (EE.UU.) y Colombia deben explicar mejor sus negociaciones para la instalación de cinco nuevas bases militares en el país suramericano, pues esto implica la ampliación de la presencia de tropas extranjeras a la región y crea una "situación nueva".

Para el diplomático, Colombia "es un país soberano y tiene derecho a hacer lo que quiera en su territorio, pero se trata de una presencia militar importante en el vecindario", dijo Amorim en una entrevista que publica este domingo el diario brasileño Folha de Sáo Paulo.

Las explicaciones del presidente colombiano, Álvaro Uribe, quien ha dicho que la presencia de los marines estadounidenses supone una "fase mejorada del Plan Colombia" y fortalecerá la lucha contra los grupos irregulares, parece no haber convencido a Celso Amorim, porque consideró que son necesarias "más explicaciones", pues "en la región es importante tener transparencia y claridad y tal vez eso ha faltado".

Otro país que se ha mostrado preocupado por esta situación es Venezuela, cuyo presidente, Hugo Chávez, calificó este mismo domingo la alianza militar colombo - estadounidense, como un peligro para la soberanía y estabilidad de la región .

"De hecho, estas nuevas bases militares constituyen un peligro real y concreto contra la soberanía y la estabilidad de la región suramericana. Son puntas de lanza del nuevo coloniaje", afirmó Chávez en sus acostumbradas líneas.

El canciller indicó, a modo de ejemplo, que los países vecinos de Colombia podrían "tener garantías formales sobre cómo esas bases serán usadas".

Amorim explicó que "comprende las preocupaciones" de Chávez, ya que "se dice que el blanco (de la cooperación entre Estados Unidos y Colombia) es el narcotráfico, pero al mismo tiempo hay informes en el Congreso estadounidense diciendo que Venezuela sería complaciente con el narcotráfico".

Según Amorim, el asunto de las bases en Colombia se asemeja a lo ocurrido el año pasado, cuando el Gobierno de Estados Unidos decidió reactivar su IV Flota en el Atlántico Sur, a pesar de la resistencia de muchos países latinoamericanos.

"En su momento (en Estados Unidos) reconocieron que hubo errores de comunicación", pues "las justificaciones que dieron fueron todas muy inocentes" y se referían a "ayuda humanitaria al Caribe", dijo.

En el caso particular de Brasil, Amorim subrayó que "preocupa una presencia militar fuerte, cuyo objetivo y capacidad parecen ir mucho más allá de lo que pueda ser la necesidad interna de Colombia".

Amorim disminuyó el tema de la supuesta entrega de armas venezolanas de fabricación sueca a las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), algo que calificó como un "episodio" en las relaciones entre ambos países.

"No sabemos cuándo ocurrió ni si ocurrió y, si ocurrió, si fue antes o después de Chávez", y tampoco se sabe "si fueron robadas", indicó el canciller, para quien ese asunto "es sólo un episodio".

Según Amorim, "muchas armas le llegan a las FARC, así como llegan a las favelas de Río de Janeiro", y esa denuncia no supone más que "un episodio de un tamaño pequeñito en comparación con las bases militares" de Estados Unidos.

Precisamente las acusaciones de Bogotá hacia Caracas por este asunto, del cual no ha presentado los supuestos arcenales y se ha limitado a enseñar fotos de archivo y gráficos, ocasionó que Chávez ordenara el congelamiento de las relaciones con el vecino país, la retirada del embajador y la revisión de los acuerdos comerciales y energéticas.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Equador/Correa expulsa funcionário da embaixada dos EUA

Claudia Jardim, de Caracas (Venezuela)

8 fevereiro 2009/BBC Brasil/Fonte: Pátria Latina

O presidente do Equador, Rafael Correa, ordenou neste sábado a expulsão "em 48 horas" de um funcionário da embaixada dos Estados Unidos ao acusá-lo de condicionar uma ajuda financeira para a polícia equatoriana ao direito para que o governo americano selecionasse os responsáveis pelo desenvolvimento de um projeto antidrogas.
De acordo com o mandatário equatoriano, Armando Astorga, um dos diplomatas da embaixada dos EUA no Equador teria enviado uma carta à direção da polícia informando o fim de um convênio de US$340 mil, que seriam destinados à luta contra o contrabando.
A decisão do governo dos Estados Unidos seria uma resposta à negativa do Equador em permitir que o governo norte-americano indicasse os responsáveis pela aplicação e desenvolvimento do convênio de cooperação.
Na avaliação do governo equatoriano a proposta era um atentado à soberania do Equador. "Se trata de uma descarada e malcriada intervenção de um funcionário da embaixada dos EUA em assuntos do nosso país".
Correa deu 48 horas para o diplomata americano deixar o país. "Aqui não vamos aceitar que ninguém nos trate como colônia", afirmou.
O presidente equatoriano disse que entregará uma carta na próxima segunda-feira à embaixada dos EUA dispensando também os US$ 160 mil anuais que os EUA outorgariam em apoio logístico e operativo para a construção de uma unidade contra o tráfico de pessoas.
"Senhor Astorga, fique com seu dinheiro sujo, não precisamos dele, aqui há dignidade. (...) O Equador não precisa da caridade de ninguém", disse Correa.
Segundo Correa, com o fechamento da base militar americana em Manta (Equador) prevista para 2010, o governo dos EUA teria pedido autorização para aterrissar, em território equatoriano, aviões de controle antidrogas.
O presidente andino disse que também condicionará o pouso das aeronaves a que seu governo qualifique os pilotos dos aviões "para que não entre nenhum delinquente em nosso país".

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=ddcb155487b88aaa80aed158006bdbdf&cod=3236

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Congreso rechaza base norteamericana en Perú

Granma http://www.granma.cubaweb.cu

Lima, 5 de agosto (PL) — El Congreso peruano rechazará la instalación de una base militar norteamericana en Perú, en caso que Washington solicite establecerla, afirmó el presidente del parlamento, Javier Velásquez.

El legislador hizo la declaración tras conocerse que Estados Unidos busca en la región dónde establecer la base que tendrá que retirar de Ecuador por decisión del gobierno del presidente Rafael Correa.

Velásquez adelantó que un pedido en tal sentido será rechazado con seguridad por el poder legislativo.

"Perú mantiene relaciones democráticas con todos los países del hemisferio, pero defendemos nuestra soberanía", agregó.

La presencia frecuente de grupos militares norteamericanos en Perú ha dado lugar a denuncias sobre la posibilidad de que las tropas extranjeras preparen la instalación de una base en la ciudad amazónica nororiental de Iquitos, lo que niega el gobierno.

El líder opositor Ollanta Humala afirmó que la constante presencia de militares estadounidenses evidencia que tienen una base de hecho en el país, aunque no haya sido formalmente establecida.

http://www.granma.cubaweb.cu/2008/08/05/interna/artic11.html

terça-feira, 17 de junho de 2008

Ex vice presidente venezolano denuncia construcción de base militar de EEUU en Colombia


16 junio 2008/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Ecuador ha adelantado en reiteradas ocasiones que no renovará el convenio que permite a Estados Unidos acceder y usar la Base Militar Eloy Alfaro, por ello la urgencia de Washington de buscar un sitio de reemplazo.

El ex vicepresidente venezolano José Vicente Rangel denunció este domingo que en la Guajira colombiana, cerca de la frontera con Venezuela, se inició la construcción de pistas de aterrizaje para el funcionamiento de una base militar estadounidense.

Rangel precisó que hacia esa zona se trasladarán dos batallones del ejército, un escuadrón de helicópteros y aviones espías norteamericanos.

El ex vicepresidente venezolano recordó que recientemente el embajador estadounidense en Colombia, William Brownfield, anunció que será instalada una base militar en la Guajira. Sin embargo, el gobierno colombiano ha desestimado la iniciativa.

Rangel indicó que esa instalación sustituirá a la base militar de Manta, que funciona en Ecuador. Esto debido a que el presidente, Rafael Correa, ha adelantado en reiteradas ocasiones que no renovará el convenio que permite a Estados Unidos acceder y usar la Base Militar Eloy Alfaro, vigente hasta 2009, y que fue firmado en octubre de 1978 por el presidente Jamil Mahuad, fiel aliado de Washington.

La firme postura de Ecuador ha puesto a Washington en la urgencia de buscar un sitio de reemplazo en el área.

En ese sentido, el vicepresidente venezolano explicó que recientemente Holanda rechazó una solicitud de Estados Unidos para reforzar con tropas especiales su base militar en Curazao.

Dijo que Curazao sólo acepta participar en la actividad contra el narcotráfico y considera inaceptable acciones que impliquen amenaza para Venezuela.

El pasado mayo, el presidente de Venezuela, Hugo Chávez, afirmó que si Estados Unidos instala una base militar en la Guajira, su país iniciará un proceso de arbitraje contra Colombia para reclamar ese territorio que asegura le fue expropiado a Venezuela.

Recientemente las autoridades venezolanas denunciaron que un avión norteamericano despegó de la isla de Curazao y violó el espacio aéreo de la La Orchila, a 185 kilómetros al norte de Caracas, donde esta prohibido el sobrevuelo de aviones miliatres y civiles.

El gobierno estadounidense justificó la acción argumentando que el aparato había perdido sus referencias de navegación.

Al respecto, Chávez, aseguró que no fue un error de navegación, sino que el sobrevuelo fue intencional, para espiar y comprobar la capacidad de respuesta.

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/index.php?ckl=29082-NN