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quarta-feira, 8 de abril de 2015

ALVOS DE GUERRA

7 abril 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


A Venezuela e a Argentina são vítimas de brutal ofensiva da direita, dos sectores oligárquicos e de Washington.

Depois de mais de uma década de sucessivas vitórias de candidatos e governos de esquerda e progressistas, era de se esperar uma contra-ofensiva da direita e dos setores oligárquicos, apoiados politicamente pelos seus porta-vozes da “grande mídia” local e internacional e coordenados estratégica e logisticamente por Washington.

A partir da ascensão de Hugo Chávez ao governo da Venezuela em duas sucessivas eleições presidenciais de 1998 e 2000, a maioria dos países da região passou a ter no comando governos eleitos democraticamente, dedicados a pôr em marcha políticas públicas voltadas às camadas pobres da sociedade, a executar planos de fortalecimento da economia afastados do modelo neoliberal e modernização da infra-estrutura, ao mesmo tempo que marcavam sua posição internacional de soberania, independência e integração de povos e países do continente.

Presidentes com este perfil foram eleitos e reeleitos no Brasil, Argentina, Bolívia, Equador, Venezuela, Nicarágua. O mesmo ocorreu em países cuja constituição não permite reeleição como Uruguai, Chile, Peru, Paraguai, El Salvador. Alguns desses governos eleitos

terça-feira, 3 de março de 2015

Brasil/DILMA DEVERIA SE INSPIRAR EM CRISTINA

2 de março de 2015, Viomundo http://www.viomundo.com.br (Brasil)


Diante da excitação golpista na Argentina, bem parecida com a que agita o Brasil, a presidenta Cristina Kirchner assumiu seu papel de liderança política na defesa da legalidade. Neste domingo (1), ela falou diretamente à nação num pronunciamento na sede do Congresso Nacional, que foi transmitido em rede nacional de rádio e televisão.

Do lado de fora, mais de 400 mil pessoas tomaram as ruas num vibrante ato pela democracia. Até o jornal Clarín, arqui-inimigo da presidenta, foi obrigado a reconhecer a força do ato antigolpista: “O kirchnerismo lotou a Praça do Congresso para demonstrar apoio à presidenta”.

Segundo a matéria, “o kirchnerismo conseguiu uma maciça mobilização na tarde de domingo para acompanhar a presidenta Cristina Kirchner em sua última abertura das sessões ordinárias do Congresso… A mobilização teve início logo cedo. Muitas organizações kirchneristas e sindicatos