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sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Brasil/Socorro Gomes: "Buscamos a integração soberana com base na paz"



2 agosto 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

A questão do militarismo e da luta pela paz, nesta sexta-feira (2), no âmbito do 19º Encontro do Foro de São Paulo, reuniu a presidenta do Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (Cebrapaz) e do Conselho Mundial da Paz (CMP), Socorro Gomes; o embaixador da Palestina no Brasil, Ibrahim Alzeben; Zaida Chmaruk, do Partido Comunista da Argentina; e David Florez, da Marcha Patriótica, da Colômbia.

Por Moara Crivelente, para o Vermelho

Um dos temas mencionados foi a disputa entre a Argentina e o Reino Unido, que mantém, desde o século 19, um regime colonialista sobre as ilhas Malvinas, argentinas. A questão tem recebido maior atenção desde um referendo realizado pelo governo britânico no território argentino, em 2012, e também pela declaração do chanceler argentino Héctor Timerman, em junho, no Comitê da ONU para a Descolonização, em que manifestava a intenção da Argentina de retomar as negociações.

David Florez, da Colômbia, ressaltou a ligação direta entre a promoção da paz no continente e a paz colombiana, uma vez que a primeira também determina a situação interna no país, que vem acompanhando o diálogo entre o governo e as Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia – Exército do Povo (Farc – EP), desde novembro de 2012, em Cuba.

Para sustentar e conduzir este processo,

Brasil/Participantes do Foro de São Paulo são agredidos por grupo de extrema direita



31 julho 2013, Opera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Agressores chegaram por volta das 22h e gritaram palavras contra o evento e a favor de uma intervenção militar no Brasil

Atualizada em 01/08, às 10h30

Cerca de 20 pessoas vestidas com roupas pretas agrediram participantes do Foro de São Paulo na noite desta quarta-feira (31/07), por volta das 22 horas.

O ataque aconteceu em um restaurante próximo a um dos hotéis que abriga o evento, na Rua Martins Fontes, em São Paulo. A Polícia Militar, que reforçou o efetivo na região central da capital paulista a pedido dos organizadores do Foro de São Paulo, levou parte do grupo para o 78° DP, mas todos foram liberados após a formalização do Boletim de Ocorrência. Ninguém se feriu com gravidade, mas o estabelecimento comercial teve sua porta de entrada, que era de vidro, quebrada.

Segundo Zenaide Lustosa (PT-PI), que estava no restaurante no momento do ataque, o grupo de manifestantes chegou gritando palavras de ordem contra o evento e carregava uma faixa com os dizeres "intervenção militar já".

"Eu não consigo nem descrever ao certo o que aconteceu, de tão assustador que isso foi.

Brasil/POR QUE A DIREITA ODEIA O FORO DE SÃO PAULO?



31 julho 2013, Opera Mundi http://operamundi.uol.com.br (Brasil)

Encontro constituiu-se em ferramenta fundamental para gestar a cultura política que facilitou o ciclo de vitórias progressistas

A realização do XIX Encontro do Foro de São Paulo, nesta última semana de julho, está provocando urticárias entre as fileiras de direita. Apesar do relativo silêncio da velha mídia, grupos de distintos naipes agitam a blogosfera contra o evento. Não faltam sequer ameaças deviolência e terror.

Desde filósofos de bordel, como Olavo de Carvalho e seus cupinchas, a refinados intelectuais do tucanato, passando por vira-casacas da estirpe de Roberto Freire e Alberto Goldman, há um coro conservador contra a entidade fundada em 1990.

De tradicionais filiados a cristãos-novos do reacionarismo, forma-se frente contra uma esquerda que teve o desplante de se reconstruir e forjar alternativas de poder por toda a América Latina. Um cenário aparentemente inacreditável

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Brasil/Parlamentares latino-americanos avaliam integração regional



1 agosto 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


Nesta quinta-feira (1º/8), o 19º Encontro do Foro de São Paulo, realizado na capital paulista, teve o seu segundo dia de debates qualificados, com sessões diversificadas, focadas na integração latino-americana. Na programação, o encontro das mulheres, as reuniões das secretarias regionais, o encontro de autoridades locais e subnacionais e o encontro de parlamentares de articulação da participação da esquerda nos parlamentos regionais, que o Portal Vermelho acompanhou.

Inúmeros membros das delegações de partidos da esquerda se apresentaram, garantindo a representação da Venezuela, Equador, México, Cuba, Bolívia, Paraguai, República Dominicana, El Salvador, Colômbia, Honduras, Uruguai, e também da Alemanha, através de membros do seu Partido da Esquerda, integrante do grupo parlamentar Die Linke ("À Esquerda"), que atua na Assembleia Parlamentar Euro-latino-americana (Eurolat).

Do Brasil, representantes do PCdoB, do PT e do PPL também estavam presentes. O deputado federal do Paraná pelo PT, Doutor Rosinha, mediou a mesa, em que participaram o senador uruguaio Roberto Conde, pela Frente Ampla socialista, o deputado argentino Guillermo Carmona, da Frente para a Vitória, o deputado venezuelano Saul Ortega, do Partido Socialista Unido da Venezuela (PSUV), e Ricardo Cannesse, da Frente Guasu, do Paraguai.

A atuação dos parlamentares em seus países, a dificuldade imposta pelo espaço gozado pela direita em muitos dos casos e os desafios da integração regional com caráter de esquerda foram os temas centrais dos delegados, que ressaltaram

terça-feira, 21 de abril de 2009

G-20: SU AGENDA Y LA NUESTRA

Josep Maria Antentas
Esther Vivas


8 abril 2009/Agencia Latinoamericana de Informacion (ALAI-AmLatina) http://alainet.org Email: info@alainet.org

ALAI AMLATINA, 07/04/2009, Barcelona.- Si algo ha caracterizado a la reciente cumbre del G20 en Londres es la grandilocuencia de las declaraciones de sus protagonistas, empeñados en dar trascendencia histórica a sus decisiones y en buscar frases de impacto. ¿Pero que hay detrás de los acuerdos anunciados y de las políticas seguidas por los gobiernos desde el estallido de la crisis? En palabras del respetado geógrafo David Harvey “lo que están intentando hacer es reinventar el mismo sistema (...). El razonamiento fundamental que se están planteando es, ¿cómo podemos reconstituir el mismo tipo de capitalismo que hemos tenido en los últimos treinta años en una forma ligeramente más regulada y benevolente?”.

Los acuerdos de la cumbre profundizan las políticas hasta ahora adoptadas por sus integrantes para hacer frente a la situación. La declaración final mantiene el compromiso del G20 con las bases del modelo de globalización neoliberal y sus instituciones. Se reafirma la necesidad de seguir impulsando la liberalización del comercio mundial y las inversiones en el marco de la Organización Mundial del Comercio (OMC) y de evitar medidas que limiten la circulación de capitales.

Se señala la necesidad de dar un nuevo protagonismo al Fondo Monetario Internacional (FMI) receptor de la anunciada inyección de 500.000 millones de dólares. Esto supone el enésimo intento de restablecer la credibilidad y las funciones de uno de los símbolos y pilares institucionales del actual modelo de globalización. Reforzar el rol del FMI, en el ojo del huracán desde su nefasto papel en la crisis financiera asiática de 1997, es toda una declaración de intenciones.

En el terreno del sistema financiero los acuerdos anunciados están lejos de suponer cambios estructurales, a pesar del anuncio de más medidas regulatorias y de control que buscan evitar los desmanes recientes. Los rescates a entidades financieras continuarán como hasta ahora. La retórica y la presión contra los paraísos fiscales se endurece pero no se anuncian medidas concretas en dirección a su desaparición efectiva. Tampoco hay propuestas claras referentes a la regulación de los salarios de los directivos de las grandes empresas. Más allá de algunas medidas que puedan paliar la indignación popular ante situaciones escandalosas, lo cierto es que no se vislumbra ningún cambio sustancial de la dinámica que ha comportado la explosión por arriba de las remuneraciones de los altos cargos y el aumento espectacular del diferencial entre sus salarios y los de los trabajadores medios.

En definitiva, como señalan Éric Toussaint y Damien Millet, miembros del Comité por la Anulación de la Deuda del Tercer Mundo (CADTM), los acuerdos de la cumbre representan “un pequeño retoque de pintura en un planeta en ruinas (...). El G20 vigilará para que se preserve lo esencial de la lógica neoliberal. Los principios son de nuevo apuntalados, aunque su fracaso esté claro”.

El sentido de las políticas de los principales gobiernos del mundo es claro: hacer pagar el coste de la crisis a los sectores populares e intentar apuntalar el modelo actual con tímidas reformas que aseguren su viabilidad. Frente a ello es necesario plantear otra agenda portadora de una lógica de ruptura con el actual orden de cosas. “Cambiar el mundo de base”, como reza la conocida estrofa de la Internacional, aparece hoy como más necesario que nunca. La declaración de la asamblea de los movimientos sociales aprobada en el pasado Foro Social Mundial de Belem traza lo que pueden ser las líneas maestras de una agenda alternativa de salida a la crisis sistémica contemporánea: “Tenemos que luchar, impulsando la más amplia movilización popular, por una serie de medidas urgentes como: la nacionalización de la banca sin indemnización y bajo control social; reducción del tiempo de trabajo sin reducción del salario; medidas para garantizar la soberanía alimentaria y energética; poner fin a las guerras, retirar las tropas de ocupación y desmantelar las bases militares extranjeras; reconocer la soberanía y autonomía de los pueblos, garantizando el derecho a la autodeterminación; garantizar el derecho a la tierra, territorio, trabajo, educación y salud para todas y todos; democratizar los medios de comunicación y de conocimiento.”

Es el momento de profundizar y radicalizar las alternativas, en el sentido de ir a la raíz de los problemas, de apuntar hacia el “núcleo duro” del actual sistema económico, y no de conformarse con retoques cosméticos, la “moralización” del capitalismo o, simplemente, la domesticación de sus “excesos” neoliberales. Así ha quedado patente en las demandas de las manifestaciones celebradas en Londres y en todo el mundo en el marco de la Semana de Acción Global acordada en Belem.

Aunque Gordon Brown afirmara en vísperas de la cumbre haber entendido el mensaje de los manifestantes en Londres, en realidad entre las políticas del G20 y las demandas expresadas en las movilizaciones se enfrentan dos lógicas irreconciliables. En palabras de Daniel Bensaïd: “La del beneficio a cualquier precio, el cálculo egoísta, la propiedad privada, la desigualdad, la competencia de todos contra todos, y la del servicio público, los bienes comunes de la humanidad, la apropiación social, la igualdad y la solidaridad”. Para nosotros la elección es clara.

- Josep Maria Antentas es profesor de sociología de la Universidad Autónoma de Barcelona. Esther Vivas es miembro del Centro de Estudios sobre Movimientos Sociales (CEMS)-Universidad Pompeu Fabra. Ambos son militantes de Izquierda Anticapitalista y de Revolta Global-Esquerra Anticapitalista. (Este artículo aparecido en Público, 07/04/09)

terça-feira, 14 de abril de 2009

Bolivia/Ley electoral para elecciones de diciembre será promulgada por Morales

Agencia Boliviana de Información (ABI http://www.abi.bo

La Paz, 14 abril 2009 (ABI) - La ley electoral que fue aprobada por el Congreso boliviano la madrugada del martes luego de una maratónica sesión y que guiará las elecciones generales de diciembre próximo, será promulgada en horas más por el presidente Evo Morales, que se declaró en huelga de hambre desde el pasado jueves en demanda de la norma.

La sesión del congreso que estuvo congelada desde el jueves último por el repliegue de la oposición, se reinstaló luego de que una comisión interparlamentaria logró un acuerdo de consenso en los temas neurálgicos, como el padrón electoral, el voto por primera vez de ciudadanos bolivianos en el exterior y los escaños para los pueblos indígenas, en momentos en que la Central Obrera Boliviana (COB) y sindicatos campesinos amenazaban con marchar hacia La Paz y cerrar el Congreso.

La ley electoral fue aprobada también en medio de una huelga de hambre que inicio el jefe de Estado y que se multiplicaba vertiginosamente en todos los departamentos del país donde se contabilizaban más de 3.000 huelguistas y algunos piquetes en el exterior, como Argentina y España.

“Esta Ley genera historia, viabiliza las elecciones de diciembre de este año, de abril del siguiente año, en este proceso fecundo de construcción de un nuevo Estado Plurinacional, un Estado con igualdad, un estado con autonomía”, dijo el presidente del legislativo boliviano y además vicepresidente de Bolivia, Álvaro García Linera en un breve discurso con el que saludó la aprobación.

Los parlamentarios aprobaron los 76 artículos y ocho disposiciones transitorias del documento consensuado en las mesas de diálogo multipartidarias, producto de una larga y tensa negociación.
El tema crucial de las diferencias entre el oficialismo y oposición, el padrón electoral, se resolvió después de que el propio Morales aceptará ejecutar una nueva base de datos con un sistema biométrico y de última generación que le costará al Estado nacional alrededor de 35 millones de dólares.
En el tema de los escaños especiales para los pueblos indígenas se aprobaron siete, además se realizarán paralelamente a las elecciones generales del 6 de diciembre referendos autonómicos en los departamentos de La Paz, Cochabamba, Oruro, Potosí y Chuquisaca.

El presidente Morales, tras conocer la aprobación de la ley electoral, suspendió al ayuno que llevaba adelante desde el pasado jueves en el presidencial Palacio Quemado junto a más de 15 líderes sindicales y campesinos para promulgar posteriormente la nueva norma.

http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto_paleta&j=20090414091556&l=200904140064_El_piquete_de_huelguista_instalado_desde_el_jueves_en_el_Palacio_Quemado._En_el_fondo_recostado_el_presidente_Evo_Morales_(ABI)

quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009

Presidente boliviano anuncia reestruturação do Estado

9 fevereiro 2009/Prensa Latina/Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br

O presidente boliviano, Evo Morales, designou neste domingo (8), mediante o decreto 001, a estrutura orgânica do Poder Executivo, a partir da entrada em vigor no sábado da nova Constituição Política do Estado
Segundo o artigo único da ordem presidencial, o Gabinete de Ministros ficou acertado como o seguinte:
David Choquehuanca, ministro de Relações Externas
Juan Ramón Quintana, ministro da Presidência
Alfredo Rada, ministro de Governo
Walker San Miguel, ministro da Defesa
Celima Torrico, ministra da Justiça
Noel Ricardo Aguirre, ministro do Planejamento do Desenvolvimento
Luis Alberto Arce, ministro da Economia e Finanças Públicas
René Gonzalo Orellana, ministro do Meio Ambiente e Água
Susana Rivero, ministra do Desenvolvimento Produtivo e da Economia Plural
Walter Delgadillo, ministro de Obras Públicas, Serviços e Habitação
Julia Ramos, ministra do Desenvolvimento Rural e Terras
Oscar Coca, ministro de Hidrocarburetos e Energia
Luis Alberto Echazú, ministro de Mineração e Metalurgia
Calixto Chipana, ministro do Trabalho, Emprego e Previdência Social
Roberto Aguilar, ministro da Educação
Jorge Ramiro Tapia, ministro da Saúde e de Esportes
Héctor Arce, ministro da Defesa Legal do Estado
Carlos Romero, ministro das Regiões Autonômicas
Pablo Groux, ministro das Culturas
Nardy Suxo, ministra da Transparência Institucional e Luta Contra a Corrupção
Os titulares das pastas fizeram o juramento na manhã deste domingo, diante do chefe de Estado.
Em nome dos designados, o chanceler Choquehuanca manifestou o compromisso de ''servir à pátria''.
''Temos o privilégio de ser os primeiros ministros da primeira Constituição da história boliviana aprovada pelo povo'', sublinhou.
O anúncio foi feito no Palácio do Governo, com a participação de funcionários, do alto comando das Forças Armadas e da Polícia Nacional, diplomatas e mídias credenciadas em La Paz, de acordo com a agência cubana de notícias, Prensa Latina.
Morales ratificou a atual estrutura de seu gabinete e acrescentou dois ministérios, o das Autonomias e das Culturas, e transformou em ministérios os vice-ministérios da Transparência e Luta contra a Corrupção e da Defesa Legal do Estado.
"Eu não diria que é um gabinete de transição", disse o presidente ao ratificar seus ministros. " Vocês têm a enorme responsabilidade e a obrigação de colocar em prática a nova Constituição", continuou.
Dos 411 artigos da nova Carta Magna, apenas 25 são de aplicação imediata, como os relativos aos direitos dos cidadãos. Com exceção do novo regime eleitoral, que deve ser aprovado em 60 dias, são discutidas ainda quais são as leis que serão aprovadas pelo atual Congresso, formado sob a antiga Constituição e que será substituído por uma Assembleia Legislativa Pluricultural, a ser eleita em dezembro deste ano.
Para a aplicação da norma sobre o regime das autonomias nos departamentos que já votaram por ela e aprovaram seus respectivos estatutos, Morales criou o Ministério das Autonomias, que será comandado por Carlos Romero, antes ministro do Desenvolvimento Rural.
Em seu lugar foi designada Julia Ramos Sánchez, deputada de Tarija, sul do país. No Ministério da Transparência e Luta contra a Corrupção foi ratificada a então vice-ministra Nardi Suxo, que há dez dias investiga um suposto caso de corrupção na estatal petroleira Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB).
Sem mencionar o tema da corrupção, Morales trocou seu ministro de Hidrocarbonetos, Saul Avalos. Em seu lugar, designou Oscar Coca, então ministro de Obras Públicas e Serviços.
O novo ministro do Planejamento é Noel Aguirre, que substitui Carlos Villegas, há dez dias nomeado pelo presidente como interventor da YPFB, após o afastamento do então presidente da entidade Santos Ramírez.
Para o Ministério das Culturas, que será responsável pela interculturalidade contemplada na nova Constituição, foi designado Pablo Groux, então vice-ministro da mesma carteira.
Segundo o presidente, a nova Constituição requer "primeiro a consciência social do funcionário público e, segundo, o compromisso político-ideológico e, por último a capacidade de gestão".
A Carta Magna incorpora princípios éticos das culturas indígenas e impõe, a partir de segunda-feira, o uso obrigatório de pelo menos um idioma nativo na administração pública.

http://www.patrialatina.com.br/editorias.php?idprog=4ad13f04ef4373992c9d3046200aa350&cod=3253

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

RESURGE EL INDIGENISMO ARGENTINO

Crece el orgullo indígena argentino, el reconocimiento de sus derechos en la Constitución argentina y el auge social del movimiento en la vecina Bolivia han sido claves del desarrollo aborigen.

Por: Alejandro Rebossio

28 enero 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

La wiphala, la bandera multicolor del Tawantinsuyu (imperio inca), flamea en diversos sitios de la Quebrada de Humahuaca, en la provincia argentina de Jujuy (noroeste del país). Al entrar en Tilcara, uno de los principales pueblos de esta quebrada vecina de Bolivia, se lee en un paredón una pintada que se refiere al "orgullo" de la "nación" del Collasuyo, la provincia austral del imperio inca. Una y otra son imágenes que apenas se veían hace pocos años y que señalan que el indigenismo ha cobrado fuerza en Argentina, un país de mayorías blancas y mestizas, pero que aún cobija una minoría de los llamados "pueblos originarios".
"Sin ninguna duda, hay un resurgimiento de los movimientos indígenas", reconoce Héctor Nieva, dirigente de la Comunidad Kolla Tinkunaku, situada en la provincia de Salta, también en el noroeste argentino. "A partir de que se asentaron los derechos indígenas en la Constitución argentina (1994) y del impulso de los movimientos sociales en Bolivia, con Evo Morales a la cabeza. Todo esto produjo un contagio en el norte de Argentina y en los mapuches -de la sureña región de la Patagonia. Cada vez más indígenas, reprimidos y discriminados durante siglos, tratan de buscar su resurgimiento como comunidades organizadas", explica Nieva.
En cambio, Jorge Nahuel, miembro de la Confederación Mapuche Neuquina, opina que "no hay un resurgimiento de pueblos que son milenarios, sino mayor visibilidad; siempre ha habido denuncias y demandas en un país que se jacta de ser el más europeo de América, pero antes estaban más ocultas". Advierte que, desde la Constitución de 1994 y la declaración de la ONU sobre los pueblos indígenas (2007), existe un "reconocimiento simbólico de la pluriculturalidad, pero el sistema jurídico, la educación y las instituciones son monoculturales". Reconoce que la nueva Constitución de Bolivia, que se votó el domingo, sienta un precedente en América porque "más allá de consagrar la wiphala como símbolo nacional" crea un Estado plurinacional. "Pero en Bolivia el 80% es indígena, y en Argentina no hay que caer en el análisis cuantitativo, sino en que somos naciones preexistentes", aclara.
De los 39 millones de habitantes de Argentina, unos 383.000 (el 1%) pertenecen a una diversidad de 35 pueblos indígenas, según una encuesta oficial de 2005. Entre las etnias más numerosas figuran los mapuches, kollas, tobas (noreste del país y Buenos Aires), wichí (norte), guaraníes (norte y Buenos Aires) y diaguitas (noroeste).
Cada pueblo tiene su diferente identidad, su propia lengua (algunos la perdieron con el tiempo ante el avance del español), pero comparten reclamaciones. La principal de ellas es el reconocimiento de sus tierras mediante títulos formales. Todas piden un mejor acceso a la sanidad y a la seguridad social, una educación que integre su cultura y su lengua, participación en la definición de las políticas públicas, respeto a sus autoridades y formas de organización y defensa de los recursos naturales. Los mapuches y los diaguitas se definen como "naciones", y reclaman que se respete su derecho a la autodeterminación, aunque con matices.
Los kollas de la ciudad de Humahuaca se distinguen porque formaron un partido político local, el Movimiento de Participación Comunitaria (MPC), que logró en las elecciones de 2007 el tercer puesto y una de las tres concejalías que estaban en disputa. A diferencia de la mayor parte de Argentina, Humahuaca cuenta con un alto porcentaje de población autóctona, pero las autoridades electorales no le permitieron al MPC agregar a su nombre la palabra "indígena" ni imprimir la wiphala en sus papeletas. Este año, el MPC se presentará en toda Jujuy con candidatos a legisladores nacionales, provinciales y municipales.
Sixto Quispe, que pretende ser elegido diputado provincial, explica el origen del partido: "Yo hice campañas con el peronismo; pero después de ganar, siempre nos dejaron de lado. Hasta hoy se mantiene el desamparo de los pueblos indígenas, mientras se entrega la riqueza a las multinacionales y a los que dicen ser pequeños agricultores. En Jujuy hay un 90% de indígenas, aunque nos hacen creer que somos argentinos. Estamos gobernados por inmigrantes". Sin embargo, Quispe aclara que también se siente argentino y carece de vínculos e incluso de información sobre el movimiento de Morales, más allá de que comparten algunas de sus reivindicaciones. También se diferencia de Rosa Chiquichano, la primera indígena diputada nacional, una tehuelche que en 2007 accedió al Congreso por el peronismo de la provincia patagónica de Chubut.
Los kollas de otras regiones prefieren "por ahora" no formar un partido. Hace cuatro años se formó el movimiento Kollamarca, con la participación de todas las comunidades kollas de la región salteña de Yungas y la reclamación de 1,1 millones de hectáreas. La Comunidad Kolla Tinkunaku logró en 2007 que el Gobierno de Salta le reconociera 70.000 hectáreas, y está a punto de acceder al título de otras 19.000 que ocupa una tabacalera que en el pasado había sido denunciada por someter a los indígenas a condiciones de semiesclavitud.
En la mítica carretera 40, que une Argentina de norte a sur, los diaguitas han "recuperado" -como dicen ellos- las ruinas de Quilmes, último bastión de resistencia indígena en el noroeste de este país en tiempos de la conquista española. Considerada su "ciudad sagrada", la Unión de Pueblos de la Nación Diaguita ocupó estos terrenos, que las autoridades habían concedido para su explotación a un artista y empresario de origen indígena.
"Antes éramos comunidades aisladas, y en los últimos años encontramos puntos en común ante el desalojo de las tierras y la contaminación de los recursos naturales", explica Fernando Nieva, abogado e integrante de la unión diaguita. En la carretera 40, a la altura de la provincia de Tucumán, se leen pintadas en las paradas de autobuses contra la minería por su uso de agua en esa árida región.
Los diaguitas se reconocen argentinos, pero advierten que "hay una pluralidad de naciones" en este país suramericano. "El derecho a la libre determinación no significa sólo la independencia, sino también el control de tierras y recursos naturales", aduce Fernando Nieva.
Kollamarca reivindica la "autodeterminación, pero no la autonomía total porque hoy en día no se va a lograr", admite Héctor Nieva. El dirigente kolla aclara: "Nosotros nos consideramos argentinos, pero los límites geográficos fueron impuestos por el Estado".
Los mapuches son más radicales. "Argentina es un invento moderno, de hace 200 años, y las culturas originarias son milenarias, de 10.000 años de antigüedad, según la antropología", reivindica Nuahuel. "Queremos que se reconozca que hay un Estado que alberga una nación milenaria", pide el dirigente, que responde cuando le preguntan si se siente argentino: "Somos mapuches en el Estado argentino, al que respetamos porque vivimos aquí". Por eso, su primer reclamación es el reconocimiento jurídico a la "autonomía mapuche", que le permita tener su idioma, sus escuelas bilingües, su sistema administrativo y su justicia -que no busca aislar al delincuente, sino que repare el daño causado. La otra ambición mapuche es el ordenamiento territorial que permita controlar los recursos naturales en disputa -vía bloqueos y ocupaciones- con petroleras, mineras y complejos turísticos. Los mapuches tampoco quieren participar en política mediante un partido propio: "No creemos en este sistema de partidos. Un partido serviría para dispersarnos, no somos el 80% de la población".

http://www.telesurtv.net/noticias/contexto/596/resurge-el-indigenismo-argentino/

sexta-feira, 16 de maio de 2008

Bolívia/Gobierno plantea bases para un pacto nacional con unidad, autonomías e IDH

La Paz, 16 mayo 2008 (ABI).- El Poder Ejecutivo reiteró este viernes la necesidad de plasmar un pacto nacional con las nueve prefecturas del país, preservando la unidad de la patria, incorporando las autonomías departamentales por la vía legal e incluyendo al debate la redistribución de los recursos del Impuesto Directo a los Hidrocarburos (IDH).

El planteamiento ya fue expuesto por parte del presidente Evo Morales, el vicepresidente, Álvaro García Linera junto a un grupo de colaboradores, en la reunión celebrada el pasado lunes 12 de mayo, con los prefectos de Cochabamba, Manfred Reyes Villa, de La Paz, José Luis Paredes, de Potosí Mario Virreira y de Oruro, Alberto Aguilar.

En la reunión también estuvieron presentes el Enviado de la Organización de los Estados Americanos (OEA), los Enviados Especiales de Colombia, Brasil y Argentina, y los representantes diplomáticos de dichos países acreditados en Bolivia.

Un primer aspecto apunta a ratificar, más allá de cualquier interés particular, de grupo o regional, la indeclinable voluntad de precautelar la unidad del País. Asimismo a respetar plenamente la democracia, su institucionalidad y las leyes de la República.

ACUERDOS BÁSICOS

1. Ratificar, más allá de cualquier interés particular, de grupo o regional, la indeclinable voluntad de precautelar la Unidad del País.

2. Respetar plenamente la democracia, su institucionalidad y las leyes de la República.

3. Reafirmar la necesidad de la preparación de un gran acuerdo nacional, a través del cual encarar un PACTO AUTONÓMICO que garantice la implantación de las Autonomías Departamentales en el marco legal y constitucional. Para ello se acordó: a) impulsar la Elección Democrática por Voto Universal de Consejeros Departamentales en los nueve departamentos; b) encarar la discusión sobre las posibles contradicciones en el proyecto de Nueva Constitución Política del Estado e incorporar las modificaciones necesarias a fin de mejorarlo; c) compatibilizar en forma consensuada las propuestas de Estatutos Autonómicos con el Proyecto de la Nueva Constitución Política del Estado.

4. Sentar las bases de un PACTO FISCAL destinado a definir la manera cómo se utilizarán los recursos que genera el Estado, especialmente por la explotación y comercialización de los recursos naturales, a fin de tener en cuenta, entre otros, criterios de población, territorio, pobreza y esfuerzo fiscal para su equitativa distribución entre la administración nacional y las administraciones subnacionales.

5. Desarrollar un PACTO PRODUCTIVO ALIMENTARIO destinado a compartir el urgente desafío de asegurar el abastecimiento y producción de alimentos en el país.

6. Acordar las bases de un PACTO DE TRANSPARENCIA en la gestión y manejo de los recursos públicos administrados por el Gobierno Nacional y todos los gobiernos subnacionales. En este marco, el Presidente de la República instruirá al Ministerio de Hacienda para que realice las conciliaciones correspondientes (no realizadas y a realizarse) sobre las transferencias a las Prefecturas de los recursos generados por la explotación y comercialización de hidrocarburos.

7. Expresar la necesidad y voluntad de impulsar consensuadamente y a la brevedad posible, en el Congreso Nacional, la elección de los miembros faltantes del Tribunal Constitucional y de la Corte Nacional Electoral, destacando objetivamente la idoneidad de los postulantes.

8. Acordar mecanismos de Control Social y Transparencia en el Referéndum Revocatorio del 10 de agosto, impulsando auditorias y controles técnico-administrativos en el organismo electoral, a fin de garantizar un manejo imparcial y transparente que incluya el proceso administrativo, los recursos de campaña y el uso de los medios de comunicación estatal.

En el documento se deja constancia de que los prefectos de Cochabamba y La Paz expresaron la necesidad del reintegro total del IDH. Al respecto, el Gobierno Nacional expresó su interés en que el IDH sea parte del pacto fiscal estructural al que se pueda arribar.

Dada la importancia de la participación plena del conjunto de los actores en este proceso de concertación, se hace un llamamiento a los Prefectos de Tarija, Santa Cruz, Beni y Pando para que acudan a la nueva reunión a la que invitará el Presidente en los próximos diez días.

Asimismo, se hace constar que, a solicitud del Prefecto de Cochabamba, el Presidente prestó conformidad para que la Iglesia Católica sea invitada a participar de dicho proceso.

http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto_paleta&j=20080516112047

quinta-feira, 5 de julho de 2007

Bolivia/Indígenas rechazan estatuto autonómico y piden su inclusión en la Constitución

Santa Cruz, 4 jul (ABI) - Los pueblos originarios del departamento de Santa Cruz, rechazaron el estatuto presentado por la Junta Autonómica, los cívicos y la Prefectura de la región y exigieron la inclusión de la autonomía indígena en la nueva Constitución Política del Estado (CPE) que elabora la Asamblea Constituyente.

"Rechazamos rotundamente ese estatuto autonómico. Estamos decididos a luchar, si fuera necesario hasta las últimas consecuencias, por las autonomías indígenas porque nuestros derechos indígenas tienen que estar insertados en la nueva Constitución Política del Estado", afirmó uno de los dirigentes de la Chiquitania cruceña.
La proclama de los indígenas se realizó el martes cuanto el presidente Evo Morales dotó de títulos agrarios de 200 mil hectáreas de Tierras Comunitarias de Origen (TCO) a indígenas en los territorios de Monteverde, Lomerío y Bajo Paragua.

Ante la resolución de la Junta Autonómica de los cívicos cruceños que proponen a la Asamblea Constituyente incluir en la nueva Carta Magna se incorpore el sistema de autonomías departamentales, caso contrario tendría el camino expedito para declarar las autonomías de facto, pero los indígenas del oriente advirtieron que no permitirán esa imposición.

"Estamos alertas en todas nuestras comunidades porque la autonomía departamental es para destruir nuestras TCO sin reconocer que nuestros pueblos tiene muchos años de lucha", señalaron los representantes.

En ese marco, pidieron al prefecto de Santa Cruz, Rubén Costas y a los dirigentes del Comité Cívico de Santa Cruz, respetar los derechos de todos los pueblos indígenas.

http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto&j=20070704223152