Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
terça-feira, 10 de maio de 2016
O Brasil em plena democracia é vital para a integração regional, afirma presidente do Parlasul
sexta-feira, 29 de abril de 2016
Abya Yala, Pátria Grande/Deputado destaca atos em toda América Latina contra golpe no Brasil
O vice-presidente brasileiro no Parlasul – o Parlamento do Mercosul, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), destacou nesta quarta-feira (27) a importância da ampla mobilização que tem ocorrido nos países latino-americanos contra o golpe institucional em curso no Brasil, para retirar do cargo a presidenta Dilma Rousseff sem que tenha cometido nenhum crime de responsabilidade.
“Consolida-se a percepção, nos países latino-americanos, de uma ruptura democrática no Brasil, com a tentativa de golpe”, afirmou, destacando quequarta-feira, 27 de abril de 2016
'QUE O PARLAMENTO DO MERCOSUL REALIZE UMA SESSÃO NO BRASIL'
Agora que a presidenta Dilma Rousseff depende de uma decisão do Senado, Tarso Genro atribuiu grande importância a uma possível reação dos sul-americano
Genro, que apareceu por Skype com uma cuia de chimarrão gigantesca, típica do sul do Brasil, é um dos principais dirigentes do Partido dos Trabalhadores. Ele foi prefeito de Porto Alegre duas vezes, e governador do Rio Grande do Sul uma vez, e colaborou com Luiz Inácio Lula da Silva como ministro da Justiça num primeiro
terça-feira, 3 de setembro de 2013
Brasil/Parlamentares repudiam espionagem e exigem medidas contra EUA
O líder do governo, deputado Arlindo Chinaglia (PT-SP), afirmou nesta segunda-feira (2) que articula uma nota de repúdio ao governo dos Estados Unidos após as denúncias de que a Agência de Segurança Nacional norte-americana (NSA) monitorou telefonemas e e-mails da presidente Dilma Rousseff e de seus principais assessores.
Para Eduardo Braga, “diante dessas manifestações de autoritarismo e intolerância”, só resta ao Brasil adotar providências capazes de garantir a segurança de dados dentro do território nacional e, no plano externo, recorrer à Organização das Nações Unidas (ONU) e outras instituição multilaterais, para tentar garantir a plena soberania dos países membros.
O parlamentar disse ainda que a atitude abusiva do governo americano “foge completamente ao padrão de confiança esperado de uma parceria estratégica”, como a mantida com os Estados Unidos, e que os detalhes da espionagem “deixam evidente que não há, por parte dos Estados Unidos, nenhum compromisso com essa parceria”.
Afronta à soberania
A vice-presidente da Comissão de Relações Exteriores, deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), lamentou, sobretudo, o fato de a espionagem ter sido revelada por terceiros, e não por órgãos oficiais do Brasil.
"Não podemos ser pegos de surpresa o tempo inteiro. Os ministros têm que prestar esclarecimentos ao Congresso. Temos que ter informações para poder ajudar a presidenta Dilma, que está respaldada por seu Congresso. Os três Poderes têm que se unir porque, na minha opinião, isso é uma afronta à soberania do nosso país", disse a deputada.
As denúncias de espionagem partiram de documentos do ex-analista da NSA, Edward Snowden, entregues ao jornalista Glenn Greenwald e divulgados no domingo (1º) pela TV Globo. A presidenta Dilma fez várias reuniões de emergência para discutir o assunto no domingo e na segunda-feira.
Episódio inaceitável
O presidente da Comissão de Relações Exteriores e de Defesa Nacional da Câmara, deputado Nelson Pellegrino (PT-BA), classificou de “gravíssimas” as denúncias. Segundo ele, o governo acertou ao convocar o embaixador norte-americano, Thomas Shannon, para prestar esclarecimentos. “Caso se confirme que a presidente Dilma foi espionada, temos um episódio inaceitável de violação da soberania nacional”, disse Pellegrino.
O deputado informou que vai promover, no âmbito da Comissão de Relações Exteriores e da Comissão Mista de Controle das Atividades de Inteligência, a realização de audiências públicas para tratar das denúncias.
quinta-feira, 1 de agosto de 2013
Brasil/Parlamentares latino-americanos avaliam integração regional
Nesta quinta-feira (1º/8), o 19º Encontro do Foro de São Paulo, realizado na capital paulista, teve o seu segundo dia de debates qualificados, com sessões diversificadas, focadas na integração latino-americana. Na programação, o encontro das mulheres, as reuniões das secretarias regionais, o encontro de autoridades locais e subnacionais e o encontro de parlamentares de articulação da participação da esquerda nos parlamentos regionais, que o Portal Vermelho acompanhou.
A atuação dos parlamentares em seus países, a dificuldade imposta pelo espaço gozado pela direita em muitos dos casos e os desafios da integração regional com caráter de esquerda foram os temas centrais dos delegados, que ressaltaram
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Parlasul terá eleições diretas; Brasil propõe agenda social
O Parlamento do Mercosul (Parlasul) vai ter eleição direta para escolha dos seus representantes. A proposta foi aprovada na reunião desta segunda-feira (18), em Montevidéu, no Uruguai, pelos ministros de Relações Exteriores dos países membros do Mercosul. Também foi aprovada a representação proporcional e a criação de um Tribunal de Justiça para tratar das questões relacionadas ao bloco.
Amorim acredita que os brasileiros já poderão ir às urnas em 2012 para eleger seus primeiros representantes no Parlasul, os chamados deputados regionais.
Em seu discurso, o ministro as Relações Exteriores brasileiro, Celso Amorim, apresentou as propostas do Brasil na Presidência do Bloco neste semestre. Ele lembrou que nos seus primeiros 20 anos, o Mercosul foi principalmente um projeto econômico e comercial. E propõe para os próximos 20 anos aprofundar as dimensões política, social e cultural.
Amorim acredita que os brasileiros já poderão ir às urnas em 2012 para eleger seus primeiros representantes no Parlasul, os chamados deputados regionais. Já está em tramitação na Câmara dos Deputados um projeto de lei que cria as regras para essas eleições. A proposta estava parada na Comissão de Relações Exteriores por falta de definição do número de representantes brasileiros no Parlamento. Com a aprovação do acordo, o relator do projeto, o deputado Dr. Rosinha (PT-PR), disse que apresentará seu parecer no próximo mês.
“Acredito que o Parlamento do Mercosul já atingiu sua maioridade, é uma instituição consolidada”, destacou Amorim, acrescentando que o Parlasul “é a caixa de ressonância por excelência da manifestação de nossas cidadanias”, defendendo a eleição direta para escolha dos seus representantes. E destacou ainda o papel do legislativo de “velar pela democracia na região.”
Enquanto as eleições não se realizam, a representação brasileira no Parlasul continuará sendo feita por deputados e senadores indicados pelo Congresso Nacional. Atualmente, o Parlasul é integrado por 90 legisladores, sendo 18 representantes da Venezuela, país que está em processo de adesão ao bloco.
Agenda social
Em seu discurso sobre as propostas do Brasil para o Mercosul durante a presidência pro tempore, o ministro Celso Amorim destacou “a força e o sentido estratégico de nosso projeto comum de integração profunda e solidária contra a descrença de muitos.” E acrescentou que “o Mercosul que queremos não é apenas o Mercosul das economias ou o Mercosul dos Estados, mas também um Mercosul dos Povos. Queremos aprofundar a agenda social do Mercosul.”
O chanceler brasileiro apresentou a proposta de reforçar as políticas públicas, citando o exemplo do Instituto Social do Mercosul, que em breve entrará em funcionamento em Assunção, no Paraguai, e terá o ponto focal de avaliação e formulação das políticas sociais de âmbito regional.
E anunciou a retomada, nesse semestre, da discussão sobre o Plano Estratégico de Ação Social. A Comissão de Coordenação de Ministros de Assuntos Sociais está à frente desses esforços, nos quais deverá contar com o apoio técnico do Instituto Social do Mercosul. “Trata-se de exercício de fôlego, que deverá resultar em metas mais ambiciosas do que os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas”, afirmou.
Questão de honra
Amorim destacou que o Mercosul foi a prioridade número um da política externa brasileira do Presidente Lula, “que transformou o fortalecimento do Mercosul em uma questão de honra do seu governo.”
“(...) sem descuidar dos aspectos econômicos e comerciais, soube incorporar as dimensões políticas, sociais, culturais e, sobretudo, um agudo sentido de solidariedade, movido pela consciência de que é fundamental dar tratamento adequado às assimetrias”, analisou o ministro.
“Iniciativas como a instituição do FOCEM, experiência pioneira entre países em desenvolvimento, e a criação deste Parlamento, anseio de nossas sociedades democráticas, bem refletem a mudança de paradigmas e a disposição para elevarmos o perfil do nosso projeto integracionista, garantindo-lhe o justo título de motor da integração sul-americana”, disse ainda Amorim.
Um “rosto” para o Mercosul
A presidência brasileira propõe que se reintroduza na estrutura do Mercosul uma figura política que seja o seu “rosto”. Amorim explica que “essa personalidade” deveria propor iniciativas sobre matérias relacionadas ao processo de integração e articular consensos entre os países membros sobre temas relevantes para o Mercosul.
E explica que “o desenvolvimento compartilhado é mais sólido e duradouro que os projetos isolados e alimentados por falsas rivalidades. Alimentados, diga-se de passagem, por aqueles que sempre quiseram nos ver divididos para aumentar sua hegemonia”, em uma crítica velada à política dos Estados Unidos para a América Latina.
Números do Parlasul
O acordo sobre a representação no Parlasul prevê um período de transição que vai de 31 de dezembro deste ano a 31 de dezembro de 2014. O Brasil vai dobrar sua bancada, pulando dos atuais 18 para 37 parlamentares. A Argentina ficará com 26 e Paraguai e Uruguai permanecerão com 18, cada.
A partir de 2015, o Brasil passará a contar com 75 assentos; a Argentina, 43; o Paraguai, 18; e o Uruguai, 18. Os parlamentares serão eleitos por meio de voto direto, universal e secreto, conforme determina o Protocolo Constitutivo do Parlamento do Mercosul. E, diferentemente do que ocorre atualmente, os eleitos terão dedicação exclusiva ao Parlamento. Até o momento, apenas o Paraguai aprovou o mecanismo de votação direta de seus representantes.(De Brasília. Márcia Xavier)
quarta-feira, 10 de março de 2010
Argentina/Parlasul repudia exploração britânica de petróleo nas Malvinas
Os parlamentares do Mercosul aprovaram nesta segunda-feira, durante a 22ª sessão plenária do Parlasul, em Montevidéu, uma declaração de repúdio contra a decisão do Reino Unido de explorar petróleo nas águas das ilhas Malvinas. A proposta de repúdio foi apresentada pelos representantes da Argentina, país que reinvindica a soberania das ilhas desde 1833, e recebeu o apoio dos três outros países do bloco – Brasil, Paraguai e Uruguai.
Na declaração, o Parlasul solicita que o Reino Unido interrompa a ação unilateral imediatamente. Segundo o texto, é necessário que os países do Mercosul não cooperem com a exploração britânica. “Não sei o que pode acontecer caso se transfira a luta pelo petróleo para a América do Sul”, afirmou o senador Pedro Simon (PMDB-RS), integrante do órgão.
Os parlamentares argentinos lembraram que a Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou resolução em favor de uma negociação pacífica entre o Reino Unido e a Argentina. E ressaltaram que a exploração britânica de petróleo na região poderá tornar o diálogo mais delicado.
Representante do Paraguai no Parlasul, Erik Salum classificou a atitude do governo britânico como "imperialista e colonialista". Para o parlamentar uruguaio Javier Ibarra, a autorização é uma "agressão à soberania" argentina sobre as Malvinas. (Fonte: Agência Câmara)
quinta-feira, 31 de julho de 2008
DOHA: POSIÇÃO BRASILEIRA É CRITICADA
[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina www.adital.com.br
30 julho 2008
Adital - Após quase duas semanas de negociações, a Rodada Doha, no âmbito das negociações da Organização Mundial do Comércio, fracassou na tentativa de ampliar a liberalização do comércio mundial. A incompatibilidade dos interesses dos diversos países é apontada como a principal causa para o fracasso. A reunião, que começou no dia 21 de julho, termina oficialmente amanhã (31).
O diretor-geral da OMC, Pascal Lamy, sugeriu que os negociadores busquem ao menos certo grau de conciliação por meio da adoção de salvaguardas no âmbito interno. Segundo Lamy, o acordo teria representado uma economia de US$ 130 bilhões em tarifas até o fim do período de sua implantação.
O que restou foram apenas acusações de quem seria a culpa do fracasso da rodada. Os Estados Unidos criticaram a China pela decisão de se proteger da importação de arroz, açúcar e algodão, três produtos para os quais os EUA querem ter acesso ao mercado. Os EUA chegaram até a ameaçar que não cortariam os subsídios agrícolas na quantidade anunciada, que era de US$ 15 bilhões anuais. A Índia também foi apontada como um dos países que mais dificultaram as negociações.
O Brasil demorou a aceitar o corte proposto pelos estadunidenses. O ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim, chegou a chamá-lo de pouco ambicioso, porém, nos últimos dias de negociação, o País mudou de idéia e acabou sendo criticado por outros, entre eles, Argentina, China e Índia, componentes do G-20. O Brasil foi favorável à proposta que prevê o corte de tarifas e subsídios nos países ricos, mas impõe a redução de medidas protecionistas nos países emergentes.
O Parlamento do Mercosul (Parlasul) aprovou, nesta segunda-feira (28), uma declaração contrária à posição brasileira. O Parlasul tinha esperanças de que a declaração, aprovada por unanimidade, influenciasse nas negociações. O documento foi encaminhado às chancelarias dos países do Mercosul.
No documento, os parlamentares afirmavam seu apoio à unidade do Mercosul e do G-20 nas negociações. Eles manifestaram seu entendimento de que essa Rodada deveria resultar em uma abertura dos mercados agrícolas das nações industrializadas e a convicção de que Mercosul e G-20 poderiam conciliar seus interesses diversos, mas convergentes, mantendo uma coesão diante das negociações da OMC.
Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil
Para receber o Boletim de Notícias da Adital escreva a adital@adital.com.br

