Mostrando postagens com marcador Acordo de Cessação das Hostilidades Militares. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Acordo de Cessação das Hostilidades Militares. Mostrar todas as postagens

sábado, 12 de setembro de 2015

Moçambique/Frelimo reitera apelo à paz

11 Setembro 2015, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)


A Comissão Política do Partido Frelimo reafirmou ontem o seu apelo ao bom senso da Renamo e do seu presidente, Afonso Dhlakama, para que promovam acções em prol da unidade nacional, construção da paz, pressupostos básicos para a materialização dos nobres interesses do povo moçambicano.

Num comunicado de Imprensa enviado à nossa Redacção, o órgão de direcção da Frelimo afirma ter analisado o estágio actual do diálogo entre o Governo e a Renamo, tendo saudado o Presidente da República, Filipe Nyusi, pela disponibilidade incondicional de dialogar

segunda-feira, 8 de junho de 2015

Moçambique/FRACASSO DA EMOCHM: DESMILITARIZAÇÃO DA RENAMO PODE SE ARRASTAR POR MUITO TEMPO

8 Junho 2015, Jornal Noticias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

O Processo de desmilitarização da Renamo poderá arrastar-se por muito tempo devido ao “fracasso” dos objectivos que levaram à criação da Equipa Militar de Observadores da Cessação das Hostilidades Militares (EMOCHM).

Criada em Outubro de 2014, a EMOCHM integrava peritos militares nacionais, dos quais 35 do Governo e igual número da Renamo, e ainda 23 peritos militares estrangeiros, tendo como missão observar e monitorar a integração dos homens residuais daquele partido nas Forças Armadas de Defesa de Moçambique (FADM).

Expirada a primeira missão de 135 dias foi prorrogada por mais 60 dias, mas nem com a prorrogação a Renamo apresentou a lista dos seus homens que deveriam ser abrangidos pelo programa de desmilitarização ou a sua integração no seio das Forças de Defesa e Segurança (FDS).

O fracasso deste órgão deve-se à recusa do partido liderado por Afonso Dhlakama de apresentar as listas dos homens que deveriam ser abrangidos pelo processo de desarmamento, ao abrigo do Acordo de Cessação das Hostilidades Militares assinado entre o antigo Presidente moçambicano, Armando Guebuza, e

domingo, 17 de maio de 2015

Moçambique/“Desde a independência que aprendemos a viver todos juntos. Não aprendemos a viver divididos”*

15 de Maio de 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)

Tambem nesta postagem
-- Editorial do Jornal Notícias sobre recusa da Renamo de cumprir o Acordo de Cessação das Hostilidades Militares para manter-se como grupo armado
-- Mozambique: Dhlakama Threatens to Rule 'By Force'

A população do distrito de Dondo, em Sofala, pediu ontem ao Presidente da República, Filipe Nyusi, para que faça todos os esforços ao seu alcance no sentido de desarmar os elementos da Renamo, particularmente os que se encontram no posto administrativo de Savane, naquele ponto do país.

O pedido foi feito através de uma mensagem apresentada durante o comício popular que o Chefe do Estado orientou no município local, no âmbito da visita de trabalho que realiza à província de Sofala e termina hoje.

Segundo disseram, os elementos da Renamo circulam no distrito provocando instabilidade e mal-estar entre as pessoas. “Por isso, gostaríamos de pedir ao Presidente que reforce o contingente policial aqui existente de modo a fortalecer as condições de segurança e de combate à criminalidade”, sublinharam.

A Renamo, como se sabe, possui uma base militar em Savane, cujo contingente é tido como responsável pelos ataques às unidades policiais e militares que