Mostrando postagens com marcador UNITA. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador UNITA. Mostrar todas as postagens

sábado, 20 de agosto de 2016

Angola/O MPLA e os desafios da economia



19 agosto 2016, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Ribeiro

Se há um posicionamento que interessa ao MPLA clarificar hoje, em todas as suas vertentes, como princípio orientador do Congresso para uniformizar a sua actuação política e na sociedade nos próximos anos, trata-se do aspecto ligado à participação e à acção dos seus militantes na actividade económica e empresarial.

Numa situação em que os partidos da oposição ignoram a importância do combate à crise económica como uma tarefa nacional e a necessidade de se juntarem ao Governo no aprofundamento das medidas para

terça-feira, 5 de julho de 2016

Angola/A PAZ E A ESTABILIDADE



3 de Julho, 2016, Jornal de Angola A Palavra do Director http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

No espaço de uma semana, primeiro como Presidente da República e agora como líder do MPLA, o cidadão José Eduardo dos Santos, fez uma lúcida apreciação daquilo que é a actual realidade do país.

Insistindo em chamar-nos a atenção para os aspectos mais determinantes daquilo que é o momento difícil que atravessamos.

Tanto numa como na outra das suas duas intervenções, José Eduardo dos Santos sublinhou  que o Governo não está a receber receitas da Sonangol desde o início do ano devido ao abaixamento do preço do petróleo no mercado internacional, facto que é decisivo para a difícil situação que o país vive neste momento.

Mais uma vez, o Chefe de Estado e líder do MPLA apontou como prioridade máxima o redobrar dos esforços para que seja conseguido um ritmo mais acelerado na aplicação dos programas em curso para a diversificação da economia nacional, sublinhando

sábado, 2 de julho de 2016

O DESTINO DOS COLABORADORES DO APARTHEID NA NAMÍBIA



30 junho 2016, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Ribeiro

O mês de Maio de 1989 foi caracterizado pelo regresso aos carris do processo de transição conduzido pelas Nações Unidas para a independência da Namíbia, após os graves incidentes de Abril e Maio desse ano.

A repercussão que a “infiltração” dos guerrilheiros do PLAN e a consequente resposta militar da África do Sul, com a mortífera “Operação Merlyn”, teve no processo de transição foi significativa.

No seio da SWAPO, entre os refugiados namibianos e nas hostes dos terríveis Koevoet, unidades constituídas por namibianos colaboradores do apartheid para travar o ascendente movimento de libertação, a percepção dos acontecimentos mudou.
 
No mês de Junho de 1989, cinco meses antes das eleições gerais marcadas para o território (7-11 de Novembro de 1989) e 11 meses antes da independência da Namíbia

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

DE PORTUGAL NADA SE ESPERA

25 outubro 2015, Jornal de Angola http://www.jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Ribeiro

A ingerência desabrida que Portugal faz nos assuntos da soberania de Angola está a ultrapassar todos os limites.

A cruzada anti-angolana já não pode ser ignorada. O nível que atinge a ingerência portuguesa nos assuntos estritamente angolanos só encontra paralelo em duas ocasiões: quando Angola proclamou a sua independência em 1975 e quando se aproximava a derrota da UNITA de Jonas Savimbi, antes de 4 Abril de 2002. Nesses dois momentos, a raiva cravada e sempre latente na sociedade portuguesa, pronta a declarar-se à mínima oportunidade, manifestou-se de forma prejudicial para as relações entre os dois países.

Os ataques diários e injustos desferidos a partir de Portugal surgem agora revestidos da fina película da luta pelos direitos humanos. Mas antes lançaram os processos judiciais contra os dirigentes angolanos, estratégia que fracassou redondamente.

Portugal atravessa uma profunda crise. Todos os projectos nacionais, dos europeístas aos atlantistas e africanistas, estão bloqueados. Na prática, a economia portuguesa já não existe e a crise social profunda tende a agravar-se com a falta de patriotismo e de entendimento entre os políticos. A única saída que resta é procurar culpados e para isso, como há mais de 60 anos, só resta uma porta: Angola, o país com

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Angola/A LONGA LUTA A FAVOR DA PAZ NA ÁFRICA AUSTRAL

4 setembro 2015, Jornal de Angola jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Ribeiro

A África Austral foi o epicentro de um dos mais importantes conflitos regionais. Hoje é uma zona de paz, com condições para se desenvolver rapidamente. Mas para aí chegar, foi necessário muito sacrifício nas frentes de combate e muita mestria no campo diplomático. Nesse período e no momento presente, o Presidente revela toda a sua popularidade e capacidade de liderança.

A África Austral vive hoje uma era de paz e tem condições para se desenvolver economicamente. Mas até 1990 esta região foi o epicentro de um dos mais violentos conflitos regionais que a Humanidade conheceu.
  
O cerne do conflito residia em restos de colonialismo e nos regimes de segregação racial. Com a conquista da independência de Moçambique e Angola em 1974 e 1975, a Rodésia continuava ocupada pelos ingleses e a Namíbia pela minoria branca sul-africana. Os Acordos de Lancaster House acabaram com a Rodésia de Ian Smith e fundaram  a República do Zimbabwe em 1980 nas terras de Monomotapa.
  
Mas até à libertação da Namíbia em 1990, ao fim do apartheid, em 1990, à eleição de Nelson Mandela como primeiro presidente eleito democraticamente na África do Sul, em 1994, o conflito regional continuou a lavrar no continente.
  
Até que, finalmente, entre Agosto de 1987 e Agosto de 1988, dão-se na África Austral batalhas decisivas que abrem caminho a uma saída para o conflito. As tropas sul-africanas que ocupavam parcelas de Angola foram obrigadas a retirar, em troca as tropas internacionalistas cubanas que ajudavam o governo angolano aceitaram regressar a Cuba e a África do Sul foi forçada e conceder a independência à Namíbia e a abolir o apartheid. À época, o “Guia Prático do Quadro” da UNITA, aliada ao apartheid, dizia que quando os cubanos saíssem de Angola, o governo do MPLA caía. O que aconteceu foi que o apartheid caiu e a África venceu.

Missão histórica
Para manter a dominação na região, o regime sul-africano de então contava com o seu poder militar e o apoio das potências ocidentais. Mas do outro lado estavam

terça-feira, 14 de abril de 2015

Angola/A VITÓRIA QUE MUDOU O MUNDO

14 abril 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Artur Queiroz

A Operação Displace, que teve início no dia 28 de Abril de 1988, marca o fim da invasão de Pretória e o início de negociações directas entre os governos de Angola, da África do Sul e de Cuba, sob mediação dos Estados Unidos.

O ponto final da Batalha do Cuito Cuanavale foi no Triângulo do Tumpo, ao longo do dia 23 de Março de 1988. A esmagadora derrota das tropas invasoras do regime de apartheid obrigou PW Botha a tomar medidas de emergência. Responsabilizou o seu ministro da Defesa, Magnus Mallan, e o comando das forças armadas em bloco. Acusou-os de o terem enganado. Numa reunião em Pretória mandatou o seu chefe dos serviços secretos (Neil Barnard) para tirar Nelson Mandela do cárcere.

No Sudeste de Angola as tropas invasoras retiravam penosamente, vergadas ao peso da derrota. Os soldados que chegaram à Namíbia escreveram nas paredes das casas onde pernoitaram: viemos do inferno.

O arco-íris começou de imediato a ser “pintado”. Era preciso garantir na África do Sul uma transição para a democracia, num clima de paz social. Neil Barnard, um radical do apartheid, revelou mais tarde que trocou confidências e deu todas as garantias a Mandela.

O futuro Presidente da África do Sul contou que

terça-feira, 31 de março de 2015

ÁFRICA DISCUTE O FUTURO

31 março 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Numa altura em que África procura soluções de paz e estabilidade, as discussões sobre integração e diversificação económica sobressaem na agenda de todos os países.

Uma conferência sobre a integração regional e o financiamento do desenvolvimento de África  decorre desde ontem em Addis Abeba. Esta reunião anual permite debater o caminho do continente a caminho do desenvolvimento. A conferência decorre sob o lema  “Execução do Programa da União Africana até 2063, Planeamento, Mobilização e Financiamento do Desenvolvimento”.  Constitui soberana oportunidade para  discutir os problemas e desafios do continente.

Não se pode avançar na agenda da integração e diversificação económica como factores que potenciam  aquelas duas premissas se ficarem reféns dos conflitos pós eleitorais e dos militares. Os países, na sua ordem jurídica interna, e a organização continental têm de encontrar uma solução que acabe com as alegações de fraude por parte de quem perde eleições. É preciso adoptar

segunda-feira, 23 de março de 2015

Angola/CUITO CUANAVALE MUDOU A HISTÓRIA

23 março 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Adalberto Ceita


A Batalha do Cuito Cuanavale faz hoje mais um aniversário. Há 27 anos, os invasores sul-africanos e as tropas da UNITA foram derrotados no assalto final ao Triângulo do Tumpo.

Com suporte dos super-tanques de guerra “Oliphant” e os canhões G5, os invasores estavam convencidos do aniquilamento das FAPLA, que asseguravam a defesa do Cuito Cuanavale. Foram derrotados, e de um total de 20 super-tanques “Oliphant” que trouxeram para dentro de Angola só 13 conseguiram regressar e com sérias avarias. Alguns apenas andavam 500 metros por hora. Por isso, a retirada dos derrotados foi penosa. Outros três, um dos quais encontrado no teatro das operações militares em Dezembro de 2014, estão nas terras do Cuando Cubango e simbolizam a derrota dos invasores.
 
Estamos em Março de 1988. A 25ª Brigada comandada pelo capitão Valeriano e composta por valorosos combatentes das FAPLA tem a missão de defender o Triângulo do Tumpo, no Cuito Cuanavale, e impedir o avanço do exército sul-africano em

quinta-feira, 19 de março de 2015

Angola/MEMÓRIA DA GRANDE BATALHA

19 março 2015, Jornal de Angola EDITORIAL http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

O céu do Cuando Cubango no mês de Março está frequentemente carregado de nuvens e os fortes aguaceiros fazem transbordar os rios. As chanas alagadas e os lamaçais isolam vastas áreas da província. Neste quadro, há 27 anos, os angolanos escreviam páginas de ouro da História Universal.

O regime racista de Pretória começava a atolar-se nos pantanais do Chambinga, na nascente do Dala, nos afluentes do Tumpo, nas colinas que circundam o Cuito. E a vila do Cuito Cuanavale, com a sua preciosa base aérea, ali tão perto, dando às tropas invasoras e seus aliados internos, a ilusão de que era fácil conquistar o alvo.

Os dias de paz, estabilidade e democracia que hoje vivemos tiveram um ponto de partida: A estrondosa vitória dos angolanos na Batalha do Cuito Cuanavale. É da mais elementar justiça, mesmo uma obrigação, hoje honrar os heróis que defenderam a soberania nacional e libertaram o mundo do regime do apartheid de Pretória, o maior crime que alguma vez foi cometido contra a Humanidade, apoiado, directa ou indirectamente, pelas grandes potências ocidentais e os seus satélites amestrados. Os aviões que a 19 de Março de 1988 bombardearam o Triângulo do Tumpo eram “Mirage” franceses. Os “stingers” da UNITA disparados contra os MIG da Força Aérea Nacional foram oferecidos pelos EUA. As tropas de elite da artilharia sul-africana que

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Angola/NAÇÃO HONRA HERÓIS

5 fevereiro 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Filipe Eduardo, Malanje

A celebração do 54º aniversário do início da luta de libertação nacional, assinalado ontem, decorreu sob o lema “Angola 40 anos de independência, paz, unidade nacional e desenvolvimento”.

O ministro da Administração do Território, Bornito de Sousa, que presidiu ao acto central em representação do Presidente da República, no município de Quiuaba Nzoji, na província de Malanje, apelou aos angolanos para celebrarem a efeméride em todas as aldeias, vilas, cidades e em todo o sítio onde esteja um angolano.

Bornito de Sousa recordou que os ideais da libertação do jugo colonial não começaram com o início da luta armada no dia 4 de Fevereiro de 1961. O ministro referiu a resistência de vários soberanos, reis e rainhas, tais como a rainha Njinga Mbandi, os reis Ngola Kiluanje Kia Samba, Ekuikui, Mandume, Muatxiânvua e outros.

Os patriotas angolanos procuraram, de início, alcançar a liberdade por vias pacíficas, tentaram

sábado, 29 de novembro de 2014

Angola/MEMÓRIAS DAS BATALHAS QUE LEVARAM À RECONQUISTA DA CIDADE DO LUENA

29 novembro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao

Adalberto Ceita e José Ribeiro

A região Leste de Angola teve um papel relevante na luta armada de libertação nacional. Depois do 25 de Abril de 1974, a cidade do Luena foi palco de um acordo assinado entre o Presidente Agostinho Neto e Jonas Savimbi, que levou a Organização de Unidade Africana (União Africana) a reconhecer a UNITA como movimento de libertação.

Até essa data era apenas uma organização armada que alinhava em operações militares com as forças do colonialismo. Logo a seguir, em Setembro de 1974, na chana do Luinhameje, o MPLA e o Estado Português assinaram um acordo de cessar-fogo. Naquele momento acabou a guerra colonial e ficou aberto o caminho para o fracassado Acordo de Alvor.

De 11 de Novembro de 1975 a Fevereiro de 1976, no Leste de Angola foram

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Angola/A LIBERTAÇÃO DE ANGOLA E DA ÁFRICA AUSTRAL

12 de Novembro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Benjamim Formigo

A 11 de Novembro de 1975, a Independência de Angola foi um ponto marcante, senão mesmo o momento de viragem, do futuro da África Austral ainda colonizada ou dominada por independências declaradas e regidas por minorias, como na Rodésia e a África do Sul ou a Namíbia sob ocupação do regime do apartheid.

O colonialismo tremeu e os seus mentores tiveram consciência de que no máximo podiam adiar o seu fim. Havia condições regionais, na Rodésia, África do Sul e até no instável regime de Mobutu Sesse Seko, favoráveis a uma intervenção externa que, se não conseguisse evitar a Independência de Angola, dividisse o país e a sua riqueza. Pretória e o Estado ilegal da Rodésia do Sul viam com receio a independência de Moçambique. A Rodésia porque sentia que Moçambique ia ser a base de apoio da guerrilha independentista que ameaçava a supremacia branca. A África do Sul por recear que ali se estabelecesse também uma base para o ANC.
 
O ANC veio a receber apoio de Angola independente, tal como a SWAPO, movimento de libertação da Namíbia, encontrou um santuário em território angolano. Para Angola

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Angola/OS LIMITES DA TOLERÂNCIA

24 fevereiro 2014, Jornal de Angola EDITORIAL http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Os Aliados derrotaram o nazismo e o fascismo na II Guerra Mundial mas não se limitaram a obrigar os derrotados a assinar a capitulação.

Os horrores cometidos pelo regime de Hitler e Mussolini foram tantos, a Humanidade foi de tal forma dilacerada, que os políticos da época tomaram medidas legais para que nunca mais nenhum líder político ousasse exterminar seres humanos em nome da supremacia de uma raça e a pureza de uma ideologia. As Leis Fundamentais passaram a incluir um artigo onde é taxativamente proibido propagandear e defender a ideologia nazi e fascista.

O Tribunal de Nuremberga julgou os dirigentes do III Reich e os que tiveram mais responsabilidades no governo da Alemanha nazi foram condenados a prisão perpétua. Ainda hoje, guardas dos campos de extermínio e funcionários do regime são presos e condenados. Não pode haver contemplações para com aqueles que ocuparam países soberanos, exterminaram milhões de seres humanos, provocaram o êxodo de outros tantos, para dominarem o mundo extinguindo a democracia e irradiando a liberdade.

Angola viveu esses anos particularmente dolorosos sob o regime fascista de Lisboa, que fez do nosso país um imenso campo de concentração e não hesitou em recorrer ao extermínio daqueles que se opuseram à ocupação estrangeira. Mas o regime salazarista também flagelou os portugueses, enviou-os para o Tarrafal ou assassinou os democratas. Por isso, a Constituição da República Portuguesa saída do 25 de Abril proíbe a propagação da ideologia fascista. A democracia tem que se defender dos seus inimigos jurados, que tudo fazem para destruí-la.

Jonas Savimbi destruiu Angola. Exterminou milhares de angolanos. Provocou o êxodo de milhões, escorraçados pelos seus esquadrões de extermínio. Destruiu escolas, hospitais, igrejas, edifícios públicos, pontes, portos, aeroportos, barragens, caminhos-de-ferro. Nem os fundos do “Plano Marshal” conseguiriam cobrir tantos estragos. Hitler fez tudo isso é nome de uma Alemanha imperial. Savimbi queria apenas a cadeira do poder. Hitler defendia o nacional-socialismo. Savimbi só queria dividir Angola. O seu programa máximo era criar uma “república negra” a Sul do Kwanza.

Hitler partiu para o extermínio e destruição de países e povos

sábado, 23 de novembro de 2013

Angola e Moçambique/O VOTO É A ÚNICA ARMA DO POVO



22 novembro 2013 Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao

Roger Godwin

O povo moçambicano acaba de sair às ruas para utilizar a arma do povo como forma de escolher os seus próximos líderes autárquicos dando, dessa forma, um excelente exemplo de prática democrática.

Nesta altura ainda se não sabem os nomes dos vencedores, pois a contagem dos votos prossegue da forma que estava previamente estabelecida pela lei Eleitoral. Aquilo que dessas eleições se sabe, com todo a certeza, é o nome dos perdedores: os eventuais candidatos da RENAMO. E estes perderam porque abdicaram de usar a única arma que a democracia lhe garante a legitimidade de ter: o voto.

Ao não aceitar submeter-se ao sufrágio popular, enveredando por uma impensável tentativa de regresso às armas como forma de combater aquilo que é a vontade popular, a RENAMO coloca-se, de vontade própria, fora da lei e à mercê não só do julgamento do povo como também dos tribunais do país, que