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quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Portugal/DERROTA HISTÓRICA DA REACÇÃO

11 novembro 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)


O dia 10 de Novembro de 2015 marca uma derrota histórica da extrema direita portuguesa.   A queda do governo PSD/CDS na Assembleia da República assinala uma viragem. Da desesperança passa-se agora à esperança. Há que aproveitar este impulso para avançar por novos caminhos.

segunda-feira, 26 de outubro de 2015

DE PORTUGAL NADA SE ESPERA

25 outubro 2015, Jornal de Angola http://www.jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

José Ribeiro

A ingerência desabrida que Portugal faz nos assuntos da soberania de Angola está a ultrapassar todos os limites.

A cruzada anti-angolana já não pode ser ignorada. O nível que atinge a ingerência portuguesa nos assuntos estritamente angolanos só encontra paralelo em duas ocasiões: quando Angola proclamou a sua independência em 1975 e quando se aproximava a derrota da UNITA de Jonas Savimbi, antes de 4 Abril de 2002. Nesses dois momentos, a raiva cravada e sempre latente na sociedade portuguesa, pronta a declarar-se à mínima oportunidade, manifestou-se de forma prejudicial para as relações entre os dois países.

Os ataques diários e injustos desferidos a partir de Portugal surgem agora revestidos da fina película da luta pelos direitos humanos. Mas antes lançaram os processos judiciais contra os dirigentes angolanos, estratégia que fracassou redondamente.

Portugal atravessa uma profunda crise. Todos os projectos nacionais, dos europeístas aos atlantistas e africanistas, estão bloqueados. Na prática, a economia portuguesa já não existe e a crise social profunda tende a agravar-se com a falta de patriotismo e de entendimento entre os políticos. A única saída que resta é procurar culpados e para isso, como há mais de 60 anos, só resta uma porta: Angola, o país com

quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Portugal/OS RESULTADOS DAS ELEIÇÕES AUTÁRQUICAS DÃO MAIS FORÇA À LUTA DO POVO



30 setembro 2013, ODiário.info http://www.odiario.info (Portugal)


As eleições autárquicas realizadas em Portugal ontem 29 de Setembro de 2013 testemunham algumas tendências significativas na correlação entre forças político-partidárias e confirmam o acelerado isolamento dos partidos do governo.

O partido que desde há dois anos e meio lidera o governo – Partido Social Democrata (PSD/PPD) - sofreu acentuada quebra de votação, (23,0 → 16,7%), de número de mandatos e de presidências de câmaras municipais. O seu parceiro de governo – Partido Popular (CDS/PP) – manteve uma diminuta votação (3%) e expressão no governo local do país. Longe de compensar a queda do PSD, multiplicaram-se e cresceu ligeiramente o peso de arranjos eleitorais deste com o CDS e outros pequenos partidos sem real implantação nacional (14,5 → 15,2 %).

O Partido Socialista (PS), ainda que tenha tentado apresentar-se com “alternativa” e “oposição” às políticas do governo, não aumentou nem a sua votação nacional (37,6 → 36,3%) nem o número de mandatos,