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quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Moçambique/Tragédia de Mbuzini foi há 29 anos

http://www.jornalnoticias.co.mz

O País rendeu ontem homenagem às vitimas da tragédia de Mbuzini, na África do Sul, na qual perdeu a vida o primeiro Presidente de Moçambique independente.

Samora Moisés Machel perdeu a vida num acidente aéreo em Mbuzinia 19 de Outubro de 1986quando regressava de Mbala, na Zâmbia, onde foi participar numa cimeira da Linha da Frente, que discutiu assuntos relacionados com a segurança regional.

Oavião presidencial moçambicano despenhou-se e junto com Samora Machel morreram 33 membros da sua comitiva, numa tragédia ainda não esclarecida.

Ontem cerimónias de deposição de coroas de flores nos monumentos aos heróis moçambicanos e actividades de índole política e cultural marcaram os vinte e nove anos da tragédia.

Em Sofala combatentes da luta de libertação nacional defenderam a necessidade de uma maior divulgação nas escolas dos ideais de Samora Machel, sustentando que

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Moçambique/Privilegiar a paz

8 Setembro 2015, Jornal Notícias http://www.jornalnoticias.co.mz (Moçambique)


O Presidente da República, Filipe Nyusi, apelou ontem em Tete a todos os moçambicanos para privilegiarem a paz, como condição para a construção do bem-estar social.

O Chefe do Estado fez este apelo durante o comício que orientou no campo do Desportivo, no quadro das cerimónias centrais do 7 de Setembro, data que lembra a assinatura dos Acordos de Lusaka em 1974 e que abriu caminho para a proclamação da independência nacional a 25 de Junho de 1975.

Filipe Nyusi convidou os que pensam num Moçambique retalhado ou dividido a se pronunciarem a favor da paz, como legado dos combatentes da luta de libertação nacional e da unidade e

segunda-feira, 16 de março de 2015

Moçambique/Esforços para mudanças inconstitucionais constituem ameaça à paz e segurança

12 março 2015, Portal do Governo http://www.portaldogoverno.gov.mz (Moçambique)

Maputo (AIM) – O Presidente moçambicano, Filipe Nyusi, afirma que as tentativas de estabelecer mudanças inconstitucionais de um governo democraticamente eleito, bem como a vontade de gerar conflitos de natureza política, são factores que ameaçam a paz e segurança no país.

Nyusi fez esta advertência hoje, em Maputo, durante a sua primeira visita ao Quartel-General, na qualidade de Presidente da República e Comandante-Chefe das Forças de Defesa e Segurança (FDS).

“A vontade de gerar conflito de natureza política, por ambição pelos recursos naturais,

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Cabo Verde/PAICV ESCOLHEU UMA LÍDER JOVEM*

19 dezembro 2014, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


O PAICV, que governa Cabo Verde há década e meia, elegeu um novo líder. Terá pela primeira vez uma mulher como principal responsável. Janira Almada pretende trabalhar no projecto colectivo partidário, para conseguir um PAICV ainda mais forte, reforçar as estruturas, dar poder às bases, incrementar a articulação com a organização da juventude e com a federação de mulheres, «melhorar as alianças com a sociedade» e desenvolver «uma liderança de compromissos, de valores e de princípios».

Janira Hopffer Almada, de 35 anos, será a próxima presidente do PAICV, que governa Cabo Verde há quase uma década e meia. Em Janeiro de 2015, um congresso extraordinário do partido vai escolher os outros órgãos dirigentes e definir os futuros rumos.

Actual ministra da Juventude, Emprego e Recursos Humanos, Janira venceu as eleições internas realizadas no domingo, 14. Obteve logo na primeira volta a maioria absoluta dos votos (51,2%),

sábado, 29 de novembro de 2014

Angola/MEMÓRIAS DAS BATALHAS QUE LEVARAM À RECONQUISTA DA CIDADE DO LUENA

29 novembro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao

Adalberto Ceita e José Ribeiro

A região Leste de Angola teve um papel relevante na luta armada de libertação nacional. Depois do 25 de Abril de 1974, a cidade do Luena foi palco de um acordo assinado entre o Presidente Agostinho Neto e Jonas Savimbi, que levou a Organização de Unidade Africana (União Africana) a reconhecer a UNITA como movimento de libertação.

Até essa data era apenas uma organização armada que alinhava em operações militares com as forças do colonialismo. Logo a seguir, em Setembro de 1974, na chana do Luinhameje, o MPLA e o Estado Português assinaram um acordo de cessar-fogo. Naquele momento acabou a guerra colonial e ficou aberto o caminho para o fracassado Acordo de Alvor.

De 11 de Novembro de 1975 a Fevereiro de 1976, no Leste de Angola foram

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Angola/Patriotismo de Agostinho Neto deve ser um exemplo a seguir



2 Setembro de 2013, AngolaPress http://www.portalangop.co.ao (Angola)

O escritor angolano João Maiomona disse hoje, em Luanda, que o patriotismo de António Agostinho Neto, primeiro presidente da nação angolana, deve ser um exemplo a seguir pela nova geração.

O também professor universitário falava durante uma palestra decorrida no Instituto Superior de Ciências Policiais e Criminais, a sul de Luanda, enquadrada nas celebrações do dia Herói Nacional, a assinalar-se no dia 17 deste mês.

Segundo disse, Agostinho Neto lutou pela recuperação da dignidade do homem africano,

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

Angola/Ministro da Reinserção Social considera rico legado de Agostinho Neto

17 setembro 2008/AngolaPress

Sumbe – O ministro da Assistência e Reinserção Social, João Baptista Kussumua, considerou, quarta-feira, rico e importante o legado político de António Agostinho Neto, por incidir, sobretudo, na responsabilidade para com o povo de Angola e de África.

João Baptista Kussumua pronunciou-se na cidade do Sumbe, província do Kwanza Sul, onde, em representação do Presidente da República, José Eduardo dos Santos, orientou o acto político central do Dia do Herói Nacional (17 de Setembro).

Segundo afirmou, o primeiro Presidente de Angola foi incansável, principalmente nos dias que antecederam ao seu desaparecimento físico, na procura de soluções dos problemas relacionados com a vida das populações.

“O saudoso Presidente Agostinho Neto deixou-nos um legado político que é um desafio”, referiu o governante, para quem o nacionalista sempre exigiu melhorias nas condições de vida do povo.

Para João Baptista Kussumua, o estadista defendia a necessidade dos meios estarem à disposição de cada elemento da sociedade angolana, independentemente das diferencas.

Acrescentou que Agostinho Neto soube interpretar os fenómenos políticos e sociais da época e ter uma visão do futuro, bem como do estabelecimento de uma nova ordem económica social em África, em particular, e no mundo, em geral.

Na sua intervenção, referiu que o nacionalista conduziu o processo de luta de libertação com entrega e abnegação, definindo quem é o verdadeiro inimigo e as suas reais características.

No largo Doutor António Agostinho Neto, local onde decorreu o acto político de massas alusivo ao Dia do Herói Nacional, estiveram presentes, entre outros membros do Governo Central, os ministros da Cultura e do Planeamento, Boaventura Cardoso e Ana Dias Lourenço, respectivamente, e a vice-ministra das Relações Exteriores para a cooperação, Irene Neto.

O governador provincial do Kwanza Sul, Serafim do Prado, esteve igualmente presente na actividade, presenciada por familiares de António Agostinho Neto, com destaque para a sua viúva, Maria Eugénia Neto.

Agostinho Neto nasceu a 17 de Setembro de 1922, na região de Icolo e Bengo, província do Bengo. Na madrugada de 11 de Novembro de 1975 proclamou a independência de Angola, tornando-se no primeiro presidente deste país, depois de 500 anos de colonização portuguesa.

Faleceu a 10 de Setembro de 1977, na antiga União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URSS), vítima de doença.