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terça-feira, 22 de novembro de 2016

Angola/UMA LONGA LUTA EM ÁFRICA – I

18 de novembro de 2016, Página Global http://paginaglobal.blogspot.com (Portugal)


A ODISSEIA DA “VITÓRIA OU MORTE”

1 – A internacional fascista em África, no início da década de 60 do século XX, estava relativamente à vontade na África Austral, enquanto grande parte do continente estava mergulhado em profundo neocolonialismo (apesar da cosmética das independências de bandeira) e por isso no Congo, as aspirações mais legítimas de liberdade foram sacrificadas com o assassinato do desamparado e heroico Primeiro-Ministro Patrice Lumumba, com o desmantelamento dos escassos suportes progressistas que o apoiavam e com a sobrevivência durante três décadas, meio incógnita, meio isolada, de Laurent Kabila!

Nessa altura as linhas da internacional fascista estendiam-se continente adentro e sem obstáculos ou percalços de maior desde a emanação fulcral na África Austral, com ponto forte

sexta-feira, 14 de novembro de 2014

Angola/A LIBERTAÇÃO DE ANGOLA E DA ÁFRICA AUSTRAL

12 de Novembro 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Benjamim Formigo

A 11 de Novembro de 1975, a Independência de Angola foi um ponto marcante, senão mesmo o momento de viragem, do futuro da África Austral ainda colonizada ou dominada por independências declaradas e regidas por minorias, como na Rodésia e a África do Sul ou a Namíbia sob ocupação do regime do apartheid.

O colonialismo tremeu e os seus mentores tiveram consciência de que no máximo podiam adiar o seu fim. Havia condições regionais, na Rodésia, África do Sul e até no instável regime de Mobutu Sesse Seko, favoráveis a uma intervenção externa que, se não conseguisse evitar a Independência de Angola, dividisse o país e a sua riqueza. Pretória e o Estado ilegal da Rodésia do Sul viam com receio a independência de Moçambique. A Rodésia porque sentia que Moçambique ia ser a base de apoio da guerrilha independentista que ameaçava a supremacia branca. A África do Sul por recear que ali se estabelecesse também uma base para o ANC.
 
O ANC veio a receber apoio de Angola independente, tal como a SWAPO, movimento de libertação da Namíbia, encontrou um santuário em território angolano. Para Angola

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Angola/OFENSIVA LIBERTADORA

24 abril 2014, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

A reconquista do Soyo, após a Batalha de Kifangondo, constituiu o culminar da grande ofensiva das FAPLA para libertar todo o norte do país, ocupado militarmente por tropas do Zaire (Mobutu) e por mercenários de várias nacionalidades, que serviam de capa protectora à FNLA de Holden Roberto.

A operação estava incluída no Plano Operacional do Estado-Maior Geral das FAPLA, chefiado pelo comandante Xiyetu,para a libertaçáo total do País das forças invasoras.

O general  Salviano de Jesus Sequeira, “Kianda”, na altura oficial da IX Brigada de Infantaria Motorizada, descreveu ao nosso jornal como tudo se desenrolou: “a reconquista da cidade do Soyo inseriu-se no âmbito de uma ampla operação para a libertação do Norte de Angola. A contra-ofensiva foi realizada em duas direcções, uma com as Forças da IX Brigada de Infantaria Motorizada que partiu rumo às Mabubas,Nambuangongo, Vista Alegre,  Quitexe, Uíge, Songo, Bessa Monteiro, Nzeto, Quinzau, Soyo e Ponta do Padrão. A  outra com as forças de um regimento cubano, que

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

SOBRE EL PARAMILITARISMO Y LA CONTRARREVOLUCIÓN ARMADA

24 febrero 2014, Rebelión http://www.rebelion.org (México)


A raíz de la violencia contrarrevolucionaria que ha vivido Venezuela en las últimas semanas y del notorio accionar de paramilitares colombianos en el Estado de Táchira, queremos compartir con ustedes este documento que desarrolló nuestra organización hace algunos años para analizar al paramilitarismo y a la contrarrevolución armada y que hoy adquiere más vigencia que nunca. (Resistencia Antimperialista)

Introducción:
El paramilitarismo y la contrarrevolución son dos formas de acción que utilizan el imperialismo y sus cipayos para combatir, en momentos históricos diferentes, a las fuerzas revolucionarias.

Ambas formas de organizar sus fuerzas tienen una base de carácter político-militar, y por lo tanto operan con criterios clandestinos para preservar tanto su estrategia como a sus componentes y medios, para ello el secreto es esencial. Intentaremos, pues, establecer las diferencias entre estos dos conceptos de uso común, pero que tienen alcances claramente diferenciados.
Podríamos afirmar que el paramilitarismo es la forma extrema que adquiere la acción de un Estado burgués en contra del Movimiento Popular, cuando éste amenaza con rebasarlo. Para ello, estructura fuerzas organizadas de carácter paraestatal que concentran su misión combativa en contener a las fuerzas populares mediante el terror, aniquilando sus cuadros de vanguardia, buscando aislar a las fuerzas insurgentes de sus bases de apoyo.

El paramilitarismo se constituye generalmente con integrantes de las fuerzas armadas y civiles de ultraderecha, contratando eventualmente a delincuentes sociales para acciones puntuales, principalmente el sicariato urbano. Usa, por tanto, todos los recursos del Estado, es decir: financiamiento, inteligencia, logística, medios de comunicación, soporte jurídico, etc.

Sus operaciones tienen un alto componente sicológico. Recordemos que se busca inhibir, contener, y desestructurar la movilización popular, procurando su repliegue o reflujo. Para ello, la tortura, el descuartizamiento, las desapariciones forzadas y todas aquellas tácticas inscritas en la llamada “Guerra Sicológica” (recordemos la Escuela de las Américas), tan usada por las fuerzas del imperio, desde la llamada Doctrina de Seguridad Nacional hasta el Plan Colombia, cobran especial relevancia.

Las experiencias más desarrolladas en este terreno las encontramos en la Triple A (Alianza Argentina Anticomunista) en la década de los 70, en los Escuadrones de la Muerte