A las personas y los pueblos no se les puede decir cómo han de vivir y actuar, pero sí, con el ejemplo, demostrar que es posible la vida de otra manera. Uno de los ejemplos es Cuba, afirma la doctora Aleida Guevara, militante comunista y médico en el Hospital Infantil William Soler de La Habana, quien también ha ejercido en Angola, Ecuador y
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segunda-feira, 13 de julho de 2015
“LA VIEJA EUROPA NO SOBREVIVE SIN LOS PUEBLOS DEL SUR” -- Aleida Guevara
A las personas y los pueblos no se les puede decir cómo han de vivir y actuar, pero sí, con el ejemplo, demostrar que es posible la vida de otra manera. Uno de los ejemplos es Cuba, afirma la doctora Aleida Guevara, militante comunista y médico en el Hospital Infantil William Soler de La Habana, quien también ha ejercido en Angola, Ecuador y
quarta-feira, 25 de março de 2015
Bolivia/NACIONES UNIDAS ELIGE AL PAÍS ANDINO PARA DIRIGIR NUEVA ARQUITECTURA FINANCIERA MUNDIAL
Por Rodolfo Braceli
quarta-feira, 19 de novembro de 2014
Abya Yala, Patria Grande/DIEZ AÑOS DE LA ALIANZA QUE SUPERÓ AL ALCA
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
BRICS, БРИКС/BRASIL É DESTAQUE EM POLÍTICAS PÚBLICAS DE EDUCAÇÃO ENTRE OS BRICS, APONTA UNESCO
Cristina Fontenele
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Abya Yala, Patria Grande, Guatemala/Rigoberta Menchú dictará conferencia sobre igualdad de género en Venezuela
terça-feira, 22 de outubro de 2013
Angola/África tem pressa de crescer
O ministro da Educação acrescentou
terça-feira, 27 de agosto de 2013
Angola/Rádios comunitárias reforçam unidade e coesão nacional - Lourdes de Lima
As rádios comunitárias representam um veículo fundamental para reforçar a unidade, a reconciliação, coesão nacional e de educação da população para a cidadania, reconheceu hoje, segunda-feira, em Luanda, a directora do Gabinete de Intercâmbio Internacional do Ministério da Comunicação Social, Lourdes de Lima Mouzinho.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Cuba/Anuncio del servicio especial Por la Ruta del Esclavo
terça-feira, 18 de junho de 2013
Economista indignado ante estudio “irresponsable” del Banco Mundial sobre pobreza en Paraguay
sexta-feira, 24 de maio de 2013
Angola e UNESCO celebram 350 anos da Rainha Njinga Mbandi
As partes acordaram a realização, em diferentes etapas, o trabalho que visa promover as figuras de Njinga a Mbandi e Aimé Cesaire e analisar a problemática da resistência cultural no continente africano e na diáspora como contribuição ao avanço da Cultura de Paz a nível mundial.
segunda-feira, 22 de abril de 2013
UNESCO lança livro sobre comércio de escravos
sexta-feira, 12 de abril de 2013
Angola e Argentina/Ministra da Cultura acompanha entronização da imagem da "Mamã Muxima"
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Silenciar ou desacreditar: a situação da educação em Cuba
Nesta classificação, Cuba é a primeira nação da América Latina e Caribe, e supera países ricos como Estados Unidos, Dinamarca, Austrália, Bélgica, Alemanha e Israel.
O relatório também avalia o investimento material na educação realizado Cuba: 9,3% do seu Produto Nacional Bruto, em comparação com 4,1% em média da região (3).
Estes resultados foram endossados por Herman van Hooff, diretor do Escritório de Educação da UNESCO para a América Latina e no Caribe, que elogiou a “qualidade da educação” em Cuba e o “comprometimento das autoridades com os programas nesse setor”(4) (5).
Na apresentação do relatório, realizada na capital do Chile, Martín Hopenhayn, da Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), disse que "se a medida fosse feita por indicadores clássicos, Cuba seria o país mais avançado e quem mais investe na educação" (6).
Mas os poucos meios internacionais que fizeram qualquer menção ao relatório da Unesco, ignoraram completamente as referências a Cuba mencionadas por altos funcionários das Nações Unidas.
Um fato inexistente
O jornal espanhol ABC, em sua edição web, estampou que, segundo a Unesco, "Poucos países da America Latina alcançarão a Educação para Todos até 2015" (7). Fez um breve relato dos graves problemas da região, mas nenhuma menção aos avanços de Cuba.
O jornal também espanhol El País se concentrou nos problemas da Espanha e a continuação afirmava que “o panorama em América Latina não é muito melhor (8). (...) Muitos países da região estão muito atrasados. Poucos estão "em bom caminho", lamenta a Unesco”. Mas esses "poucos países no caminho" não são mencionados. A razão é óbvia: seria muito difícil para a redação do El País reconhecer que Cuba - usual alvo dos seus ataques - esteja entre eles.
Outros veículos, como o portal argentino Infobae, seguiram o mesmo padrão informativo, citando os problemas globais da região, citando a existência de poucos países (que) estão no caminho certo "e ignorando absolutamente Cuba (9).
O citado Informe de Seguimento da Educação Para Todos no Mundo 2012, da Unesco, levantou questões também entre os "dissidentes" em Cuba. Poucas horas depois de sua apresentação, a famosa blogueira Yoani Sanchez publicou constantes tweets para desqualificar a Unesco (10). Segundo a atual correspondente não credenciada do jornal El País em Havana, a educação em Cuba - que é avaliada como de "qualidade" por essa instituição das Nações Unidas — é só "doutrinação ideológica".
É que, evidentemente, a educação em Cuba, desde a escola primária à universidade, é imbuída de ideias e valores hegemônicos. São os da Fraternidade, da igualdade social, da participação, do antirracismo, da solidariedade, do internacionalismo e da rebeldia anti-imperialista. Exatamente ao contrário dos outros, como competência, ou individualismo ou o culto ao êxito, eixo e centro do sistema de valores culturais e educacionais das "democracias de mercado".
Fonte: Cuba Información
Tradução: Léo Ramirez
(1) http://www.cubainformacion.tv/index.php/la-columna/223-vincenzo-basile/46188-la-unesco-cuba-y-el-silencio-de-los-medios
(2) http://unesdoc.unesco.org/images/0021/002180/218083s.pdf
(3) http://www.rebelion.org/noticia.php?id=157972
(4) http://www.diariodecuba.com/cuba/13546-la-unesco-dice-que-cuba-supera-ee-uu-en-el-indice-de-educacion-para-todos?page=1
(5) http://www.correodelorinoco.gob.ve/multipolaridad/unesco-destaca-compromiso-cuba-programas-educacionales/
(6) http://www.que.es/ultimas-noticias/internacionales/201210162016-america-latina-avanza-cobertura-pero-efe.html
(7) http://www.abc.es/agencias/noticia.asp?noticia=1272342
(8) http://sociedad.elpais.com/sociedad/2012/10/16/actualidad/1350362017_969349.html
(9) http://america.infobae.com/notas/59809-America-Latina-falla-en-su-Educacion-para-Todos.html
(10) http://www.cubainformacion.tv/index.php/la-columna/223-vincenzo-basile/46188-la-unesco-cuba-y-el-silencio-de-los-medios
9 novembro 2012/Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
Além disso, o bloqueio de Washington afeta os trabalhos investigativos nos centros cubanos de Educação Superior, onde são frequentes as dificuldades para obter reagentes e insumos.
Em declarações à televisão, Alpizar mencionou o obstáculo que o bloqueio representa para a aquisição de microscópios eletrônicos de varredura, instrumento com aplicações docentes na biotecnologia e biofarmácia.
Só pudemos comprar um equipamento da China, se não existisse o bloqueio, teríamos acesso ao mesmo nos Estados Unidos ou em alguma fábrica da região ligada a empresas norte-americanas, o que reduziria o custo e com isso a possibilidade de obter mais microscópios, apontou.
O bloqueio mantido por sucessivas administrações estadunidenses impede o comércio com Cuba ou a aquisição de meios com tecnologia ou componentes da nação nortista.
Outro impacto visível na Educação Superior está ligado ao ensino das línguas estrangeiras, sobretudo na instalação de laboratórios especializados, explicou a vice-ministra do setor.
Segundo Alpizar, devido ao cerco imposto pela Casa Branca foram adquiridos só sete desses laboratórios.
Priorizamos os módulos para as universidades que ensinam idiomas, sem as sanções de Washington poderíamos ter comprado uma maior quantidade com o mesmo financiamento, explocou.
A vice-ministra mencionou também gerenciamentos realizados para adquirir importantes equipamentos para as carreiras de economia.
Acessamos com esse propósito o site de uma empresa estadunidense, portal no qual está publicada a lei federal que proíbe o comércio com Cuba, disse.
Na próxima terça-feira, a Assembleia Geral da ONU debaterá a Resolução 66/6 sobre a necessidade de pôr fim ao bloqueio.
Desde 1992, a comunidade internacional tem demandado nesse fórum o fim do cerco, que, segundo o governo cubano, já provocou danos no valor de 1 trilhão e 66 bilhões de dólares, considerando a depreciação da divisa estadunidense com relação ao ouro.
Fonte: Prensa Latina
quinta-feira, 15 de dezembro de 2011
Angola premiada pelos esforços do Executivo na redução do analfabetismo
O líder parlamentar prestou esta informação no discurso de abertura do workshop sobre “Que Estratégias para a Redução da Pobreza Através do Processo de Alfabetização?”, uma iniciativa da 6ª Comissão da Assembleia Nacional.
Segundo o responsável, a Unesco distinguiu Angola por ter desencadeado um vasto e participativo programa de combate ao analfabetismo, sobretudo a partir de 1978.
Resultante dos esforços do país, notou, nesse domínio, perto de sete milhões de pessoas foram alfabetizadas, das quais 55 porcento são mulheres.
Salientou que do passado a fase actual, a guerra, a crise económica e financeira internacional e a falta de senso populacional actualizado no país tem dificultado não só o processo, mas também o trabalho de inventariação das obras afins realizadas em Angola.
Presente no evento, o ministro da Educação, Pinda Simão, referiu que, além do Executivo, o processo de alfabetização conta também com a participação a sociedade civil, com destaque para as organizações Hoji-Ya-Henda e Deolinda Rodrigues.
Para o governante, os sete milhões de cidadãos angolanos alfabetizados estão preparados para contribuir na redução da pobreza e da fome e tem igualmente condições para melhorar as suas vidas por essa via.
Encerrado ainda hoje, durante a conferência houve a prelecção de temas como “”A contribuição da alfabetização no combate à pobreza”, “Os novos desafios da alfabetização” e “Mecanismos de cooperação e parceria”.
O evento reuniu responsáveis do Ministério da Educação, docentes, Ong, igrejas e deputados e foi realizado Comissão da Assembleia Nacional de Educação, Ciência, Tecnologia, Juventude e Desportos, Assuntos Religiosos, e Comunicação Social, cujo presidente é Castro Maria.
quarta-feira, 31 de agosto de 2011
Cuba/UN TEMA CUBANO DEL QUE NO HABLA LA PRENSA
30 agosto 2011/Cuba Debate http://www.cubadebate.cu
Silvia García Tabío*
La Jornada
En septiembre de 1998 cinco cubanos, Gerardo Hernández, Ramón Labañino, Fernando González, Antonio Guerrero y René González, fueron arrestados en Miami por el FBI y aislados en celdas de castigo 17 meses antes que su caso fuera llevado al tribunal. Su misión en los Estados Unidos era monitorear las actividades de organizaciones terroristas contra Cuba.
Todos fueron acusados del nebuloso cargo de conspiración contra Estados Unidos. A tres de ellos, Gerardo, Ramón y Antonio, se les adicionó el cargo de conspiración para cometer espionaje. El gobierno estadunidense nunca los acusó de espionaje real, ni afirmó que el mismo hubiese ocurrido. No les fue ocupado ningún documento clasificado.
A pesar de la enérgica objeción por parte de la defensa, el caso se llevó a juicio en Miami, comunidad que alberga a más de medio millón de exiliados cubanos, con una larga historia de hostilidad hacia el Gobierno cubano, entorno que una corte federal de apelaciones de Estados Unidos describiría más tarde como una “tormenta perfecta” de prejuicios, que impidió la realización de un juicio justo.
El juicio duró más de seis meses, el más largo en Estados Unidos hasta ese momento, y en él presentaron testimonios tres generales retirados del ejército, un almirante retirado, el ex asesor del Presidente Clinton para asuntos cubanos, quienes coincidieron en que no existía evidencia de espionaje.
Siete meses después de la acusación inicial se adicionó un nuevo cargo a Gerardo Hernández: conspiración para cometer asesinato, como resultado de una intensa campaña pública con la intención de vengar el derribo por parte de la Fuerza Aérea Cubana de dos avionetas de un grupo anticastrista y las muertes de sus cuatro ocupantes, hechos que tuvieron lugar en 1996. Las avionetas pertenecían a una organización que en los 20 meses anteriores al derribo había penetrado el espacio aéreo cubano 25 veces, objeto de protestas reiteradas del gobierno de Cuba.
Al final del juicio, cuando el caso estaba a punto de ser presentado al jurado para su consideración, el gobierno reconoció por escrito que había fracasado en probar el cargo de conspiración para cometer asesinato impuesto a Gerardo Hernández, alegando que “a la luz de las pruebas presentadas en el juicio, esto constituye un obstáculo insuperable para Estados Unidos en este caso y probablemente resultará en el fracaso de la acusación en este cargo”.
El jurado, no obstante, encontró culpables, tanto a Gerardo como a sus compañeros, de todos los cargos después de haber sido puesto bajo una intensa presión por parte de los medios de prensa locales.
Los cinco fueron sentenciados a condenas que sumaron 4 cadenas perpetuas más 77 años, convirtiéndose tres de ellos en las primeras personas en Estados Unidos en recibir cadena perpetua en casos relacionados con espionaje, en los que no existió evidencia de obtención y transmisión de un solo documento secreto. Fueron confinados a cinco cárceles diferentes de máxima seguridad, lejanas una de otra y sin comunicación alguna entre ellos.
La apelación ha tomado 9 años
El 9 de agosto de 2005, un panel de tres jueces de la Corte de Apelaciones revocó sus veredictos de culpabilidad al considerar que no tuvieron un juicio justo en Miami. En una acción que como norma sólo se ejerce en casos donde estén en juego principios constitucionales, el Gobierno solicitó a los doce jueces de la Corte de Apelaciones revisar la decisión del panel en un procedimiento llamado en banc. Un año después el pleno de la Corte revocó por mayoría la decisión unánime de los tres jueces originales.
El 27 de mayo de 2005, el Grupo de Trabajo de Naciones Unidas sobre Detenciones Arbitrarias, después de estudiar los argumentos presentados tanto por la familia de los Cinco como por el gobierno de Estados Unidos, determinó que su privación de libertad era arbitraria y exhortó a Washington a tomar las medidas necesarias para rectificar esa arbitrariedad.
El 2 de septiembre de 2008 la Corte de Apelaciones de Atlanta ratificó los veredictos de culpabilidad de los Cinco. Ratificó las sentencias de Gerardo Hernández (2 cadenas perpetuas más 15 años) y René González (15 años), y anuló las sentencias de Antonio Guerrero (cadena perpetua más 10 años), Fernando González (19 años) y Ramón Labañino (cadena perpetua más 18 años), por considerarlas incorrectas, enviando nuevamente a la Corte de Distrito de Miami los casos de estos tres últimos para ser re-sentenciados. La Corte en pleno reconoció que no existía evidencia alguna de que hubiera habido obtención ni transmisión de información secreta o de defensa nacional en el caso de los acusados del cargo de conspiración para cometer espionaje.
Meses después Antonio fue resentenciado a 21 años y 10 meses en prisión más 5 años de libertad supervisada, Fernando a 17 años y 9 meses en prisión, y Ramón a 30 años en prisión.
El 15 de junio de 2009 la Corte Suprema de Estados Unidos anunció, sin más explicaciones, su decisión de no revisar el caso de los Cinco a pesar de los sólidos argumentos esgrimidos por la defensa ante las evidentes y múltiples violaciones legales cometidas durante todo el proceso.
Desconocieron asimismo, el universal respaldo a esta petición y a los Cinco, expresado en una cifra de 12 documentos de “amigos de la Corte”, cantidad que constituye un hecho sin precedentes ya que representa el mayor número de amicus que se haya presentado a la Corte Suprema de Estados Unidos para la revisión de un proceso penal.
Diez Premios Nobel entre los que figuran el Presidente de Timor Leste, José Ramos Horta, Adolfo Pérez Esquivel, Rigoberta Menchu, José Saramago, Wole Soyinka, Zhores Alferov, Nadine Gordimer, Günter Grass, Darío Fo y Mairead Maguire; el Senado de México en pleno; la Asamblea Nacional de Panamá; Mary Robinson, presidenta de Irlanda (1992-97) y Alta Comisionada de Derechos Humanos de Naciones Unidas (1997-2002), y el ex Director General de la UNESCO, Federico Mayor, entre otros, suscribieron los amicus.
Desde el punto de vista jurídico este caso ha concluido ya su curso normal. Ahora los cinco se encuentran en medio de un procedimiento extraordinario, el llamado Habeas Corpus, que es una oportunidad que se ofrece por una sola vez a los condenados después que agotaron sin éxito todos sus recursos apelativos.
En Octubre de 2010 Amnistía Internacional dio a conocer un Informe sobre el caso en el que concluye: “Si el proceso legal de apelación no proporcionara resarcimiento oportuno, y dada la extensión de las penas de cárcel impuestas y el tiempo ya cumplido por los condenados, Amnistía Internacional apoyaría los llamamientos para que las autoridades ejecutivas estadounidenses revisen el caso a través del procedimiento de indulto u otros medios apropiados.”
*Silvia García Tabío, asesora de la Asamblea Nacional del Poder Popular de Cuba.

