Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
VICTORIA UNIVERSITY INVITES YOU TO:
A PUBLIC LECTURE BY EAST TIMOR’S FORMER PRIME MINISTER, DR MARI ALKATIRI
Thursday, 23 October 2008 at 6:00pm
Victoria University, Queen Street Campus (near Flagstaff Station)
Sir Zelman Cowen Centre Lecture Theatre
295 Queen Street, Melbourne, Victoria, Australia
RSVP by Tuesday, 21 October
to Jean McLean Phone: 9919 1284
or email: jean.mclean@vu.edu.au
Dr Mari Alkatiri had his early training in surveying. During the twenty four years of the occupation of his country he studied and later taught Law at Eduardo Mondlane University in Mozambique, while representing the Timorese independence movement each year at the United Nations.
He held the position of Prime Minister in Timor-Leste from 2002 to 2006 where his greatest achievement was securing a favourable deal from Australia in relation to oil and gas in the Timor Sea, and securing the country’s financial future with the establishment of the Petroleum Fund.
He is Secretary General of FRETILIN, the largest party in the Parliament of Timor-Leste, of which he is a founding member.
Portugal/UAb organiza o 1º. Simpósio de Educação a Distância dos Países de Língua Oficial Portuguesa
NOTA DE IMPRENSA
A Universidade Aberta (UAb), sob o Alto Patrocínio de Sua Excelência o Presidente da República, e com o apoio do Secretário Executivo da Comunidade dos Países de Língua Oficial Portuguesa (CPLP), organiza, nos dias 30 e 31 de Outubro, no Auditório 2 da Fundação Calouste Gulbenkian (Lisboa, Portugal), o 1º Simpósio de Educação a Distância dos Países de Língua Oficial Portuguesa (http://www.univ-ab.pt/eventos/simposio_ead/).
A iniciativa é realizada com o objectivo de proporcionar uma reflexão alargada que congrace instituições de ensino, agentes políticos, empresários, docentes e estudantes em torno da educação a distância, no seio da CPLP - Comunidade dos Países de Língua Portuguesa.
O Simpósio visa também “criar uma oportunidade para o aprofundamento da cooperação entre aqueles países, com destaque para o domínio da educação”, sublinha o Reitor da UAb, Prof. Doutor Carlos Reis.
O evento apresenta três conferências plenárias, proferidas por personalidades de reconhecido prestígio, e cinco painéis moderados acerca dos seguintes temas: A Educação a Distância como factor de desenvolvimento; Metodologias de ensino a distância na formação de recursos humanos; A educação a distância e a produção de conteúdos em Língua Portuguesa; Um Modelo Pedagógico Virtual na Universidade Aberta; Por uma plataforma de ensino a distância nos Países de Língua Oficial Portuguesa.
“A UAb realiza este Simpósio consciente das suas responsabilidades no domínio do ensino a distância”, afirma o Reitor Carlos Reis, acrescentando que a Universidade Aberta, único estabelecimento universitário público português especificamente consagrado ao ensino a distância, “é uma das instituições que neste campo mais experiência acumulou, ao longo das duas décadas em que tem exercido a sua actividade”.
O Reitor lembra também que cerca de 30% dos alunos da UAb são cidadãos dos Países Africanos de Língua Oficial Portuguesa (PALOP). “Acresce a isto que, nos últimos tempos, a UAb estabeleceu contactos e firmou protocolos com instituições universitárias africanas e brasileiras, directa ou indirectamente empenhadas na educação a distância”, enfatiza.
Para mais informações, contacte Denise Henriques (Telf.: 00 351 21 391 63 32; Tlm: 00 351 969 053 669; E-mail: deniseh@univ-ab.pt).
UNIVERSIDADE ABERTA
R. da Escola Politécnica, 147 Ÿ 1269-001 Lisboa Portugal
Tel.: (00351) 213 916 300 Ÿ Fax: (00351) 213 973 229
SE HÁ TIMORENSES COM FOME PARA QUEM VÃO OS MILHÕES?
Por Gonçalo Tilman Gusmão
16 outubro 2008/timorlorosaenacao
Compreende-se. A corrupção é tanta que quase nada sobra para pôr cobro à miséria
“Eles só podem estar a mentir… e a roubar”, dizia-me um timorense indignado que assumidamente votou no CNRT, enquanto a mulher votou no PD. Queixava-se ainda de que os familiares, quase todos votantes na Fretilin, se riem muito quando eles se queixam de que a vida está cada vez mais difícil até para quem antes vivia razoavelmente e que pelo país se vê muito mais miséria, desde que o governo é chefiado por Xanana Gusmão.
Dizem-lhes os familiares que têm a sua quota-parte de responsabilidades por todos estarmos a viver pior, que “não votassem nos ladrões”. Ele acena a cabeça, desiludido, “acabam por ter razão, não devíamos ter acreditado em Xanana”, remata rendido às evidências.
“Eles só podem estar a mentir… e a roubar”, dizia, perguntando de seguida “onde estão os milhões de que tanto falam mas que nós não vimos? Se não se refletem no benefício do país e de todos nós quem é que está a ficar com os milhões?
Esta conversa aconteceu há cerca de duas semanas, em Dili, e o timorense em questão foi um encrespado defensor de Xanana Gusmão e pela formação do CNRT e respetivas campanhas eleitorais, passando a ser um crítico da Fretilin, segundo ele “levado pela igreja para as manifestações por confiar em Maubere, o padre que nos enganou…”
A testemunhar que o governo da AMP se está a governar e não a governar o país surgem afirmações de organizações internacionais insuspeitas a afirmá-lo. Desde que a AMP de Xanana Gusmão assumiu o Poder a corrupção disparou e agora surge um diagnóstico insuspeito da OXFAM, da Austrália, que aponta para a triste verdade do aumento da fome em Timor-Leste.
Há mais fome em Timor-Leste e não deixa de ser curioso que a nossa igreja silencie esta triste realidade quando anteriormente era a primeira a denunciar um ou outro caso e até a exagerar.
Também os deputados da dita maioria se calam, provando estar a defender os interesses da sua associação em vez de defender os interesses daqueles que representam e que neles votaram. Cuidam dos seus interesses pessoais e coletivos ignorando os que acreditaram nas suas palavras e promessas, ignorando a fome e subnutrição que abunda pelo país.
Se há fome, se o “último relatório da ONG aponta que o número de crianças menores de cinco anos que sofrem desnutrição crónica no país oscila entre 50% e 59%, se “além disso, mais de 70% das famílias enfrentam a cada dia a incerteza de se conseguirão comida para o dia”. Para quem está a governar esta AMP de Xanana Gusmão, de La Sama, de Mário Carrascalão e de mais uns quantos?
Compreende-se. A corrupção é tanta que quase nada sobra para pôr cobro à miséria a que votaram o país. Compreende-se. Ramos Horta foi tão atemorizado pela ameaça real à sua vida e pelas chantagens que vai falando mas nada diz que possa constituir críticas à má governação em curso.
Melhor seria que se demitisse ou que nos voltasse a chamar para nos pronunciarmos democraticamente em novas eleições, para tudo, para a Presidência da República e para o Parlamento, caso contrário o senhor Presidente da República que explique aos timorenses: apesar de tantos milhões porque razão há tanta fome em Timor e porque tem tendência a aumentar, já agora aproveite e exija também aos seus Bispos que o acompanhem nas explicações e que digam quanto é que os senhores Bispos já receberam para as suas Igrejas, conforme foi prometido na sua campanha eleitoral. É sabido que já receberam, quanto foi é que não sabemos.
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Moçambique/Via Campesina realiza sua 5ª Conferência Internacional
14 outubro 2008/Conselho Indigenista Missionário (CIMI) http://www.cimi.org.br
A Via Campesina, movimento que agrega e representa milhões de camponeses em todo o mundo, celebrará sua V Conferência Internacional em Maputo (Moçambique), entre os dias 16 e 23 de outubro. Mais de 500 lideranças camponesas de mais de 70 países estarão reunidas para discutir alternativas à crise alimentar, e outras questões que estão no topo da agenda global. A conferência reserva espaço ainda para dois momentos importantes: a Assembléia de Jovens Camponeses, nos dias 16 e 17, e a Assembléia das Mulheres Camponesas, nos dias 17 e 18.
Os trabalhadores rurais organizados na Via Campesina vêm lutando há muitos anos por um modelo de produção agrícola baseado em pequena agricultura sustentável, opondo-se ao modelo orientado à exportação, que causa a destruição dos meios de sustento das comunidades rurais e do meio ambiente. A atual crise deixa claro que um sistema alimentar baseado na exportação e na chamada "revolução verde" não é seguro, além de gerar fome e pobreza.
Desde sua criação, há 15 anos, a Via Campesina se transformou na primeira e mais importante rede mundial de agricultores, camponeses e pequenos produtores de alimentos, cuja voz está cada vez mais presente na opinião pública internacional e em fóruns como a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e Agricultura (FAO) e o Conselho de Direitos Humanos em Genebra.
A Conferência Internacional é o principal evento da organização e acontece a cada quatro anos. É um espaço onde se adota, de forma coletiva, as grandes decisões políticas e de organização. Os delegados irão analisar a situação atual e debater as futuras linhas de ação. A entidade anfitriã do evento é a UNAC – União Nacional dos Campesinos de Moçambique.
No Brasil, participam da Via Campesina oito movimentos sociais. A saber, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), Movimento dos Atingidos por Barragens (MAB), Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA), Movimento de Mulheres Camponesas (MMC), Comissão Pastoral da Terra (CPT), Pastoral da Juventude Rural (PJR), Federação dos Estudantes de Agronomia do Brasil (FEAB), Conselho Indigenista Missionário (CIMI). Representantes de cada uma dessas organizações estarão em Maputo. (Fonte: Via Campesina)
Cobertura especial em www.viacampesina.org
http://www.cimi.org.br/?system=news&action=read&id=3469&eid=257
Brasil/Mais um Guerreiro Xukuru no Reino dos Encantados
14 outubro 2008/Conselho Indigenista Missionário (CIMI) http://www.cimi.org.br
Vamos dar a despedida,
Como deu a Saracura,
Bateu asas, foi embora;
Coisa boa, não adura.
(Toante de despedida do Povo Xukuru)
Faleceu na manhã de hoje, 14 de outubro, João Jorge - a liderança maior da aldeia Sucupira, na terra indígena Xukuru, em Pernambuco. Conhecido por sua aguerrida militância, o companheiro de primeira hora do cacique Xikão, continuou seu combate incansável e intransigente na defesa dos direitos do povo Xukuru até o momento de sua despedida. Foram inúmeras as retomadas de terras em que esteve presente, sempre “arrebanhando seu povo”, como costumava dizer.
De temperamento forte e objetividade nas ações, jamais se deixou intimidar pelas ameaças sofridas por parte de latifundiários invasores da terra de seu povo. Aliava à sua prática política a mística Xukuru, pois era principalmente um grande líder religioso, chefe de terreiro do Toré. Sua crença na força dos Encantados sempre o impulsionou nas horas mais difíceis, tornando-o imbatível nas empreitadas assumidas.
Diferentemente do cacique Xikão, João Jorge teve a felicidade de habitar na “Terra Prometida”, no Solo Sagrado da Serra do Ororubá. Pôde desfrutar da alegria de viver numa terra sem invasores, e, por essa razão, não cansava de manifestar seu contentamento em “ver seu povo comer” do fruto da terra e deixar para trás o tempo da fome.
Vai agora reencontrar-se com tantos mártires de seu povo: Xikão, Xico Quelé, Everaldo, Milson, Nilsinho, Rolim, além de muitos outros que assim como ele partiram em paz, na certeza de que “Guerreiro não morre, apenas se Encanta”.
Saulo F. Feitosa
http://www.cimi.org.br/?system=news&action=read&id=3468&eid=345
Ler tambem
Líderes indígenas protestam contra assassinatos ocorridos em Pernambuco
Povo Truká: uma trajetória de lutas, lutos e libertação
Manifesto das organizações solidárias ao Povo Truká
Nota de apoio à liderança Truká assassinada
Líder indígena Truká é assassinado em Pernambuco
Surto de hepatite atinge comunidade Xukuru
Encontro de Juventude, Arte e Cultura do povo Xukuru
Agnaldo Xukuru é eleito presidente do Conselho Escolar de Educação Indígena de Pernambuco
Carta da VIII assembléia do Povo Xukuru do Ororubá
Assembléia do povo Xukuru (PE): “10 Anos Sem Xicão e A Perseguição Continua”
Assembléia do povo Xukuru (PE): “10 Anos Sem Xicão e A Perseguição Continua”
Assembléia Xukuru lembra 10 anos da morte da liderança Xicão
Carta ao Povo Xukuru
Tribunal determina que liderança Xukuru seja posta em liberdade
Manifesto contra a criminalização do povo Xucuru
II Assembléia de Mulheres Indígenas de Pernambuco - Documento Final
Chile/Ratificação de convênio é triunfo dos povos indígenas
[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina www.adital.com.br
14 outubro 2008
O convenio n° 169 é o único tratado internacional vinculante dedicado aos indígenas. O documento, que entrará em vigência no país no dia 15 de setembro de 2009, doze meses depois da data de registro de sua ratificação, é considerado como uma das mais importantes reivindicações políticas dos povos originários do país e faz parte do cumprimento de reconhecer o Pacto Social pela Multiculturalidade, um dos maiores desejos da comunidade indígena do país.
O convenio se concentra em dois princípios básicos: o respeito das culturas, formas de vida e instituições tradicionais dos povos indígenas, e a consulta e participação efetiva desses povos nas decisões que lhes afetam. Seus principais objetivos são: o reconhecimento das aspirações desses povos a assumir o controle de suas próprias instituições e formas de vida e de seu desenvolvimento econômico e a manter e fortalecer suas identidades, línguas e religiões, dentro do marco dos Estados em que vivem.
Os povos indígenas acreditam que o convênio é um ponto de início básico para a defesa, exigibilidade e promoção de seus direitos coletivos. Sua ratificação no Chile é considerada um triunfo dos movimentos sociais indígenas e sua aplicação e implementação se devem fazer em conformidade com a interpretação de todas as disposições internacionais de Direitos Humanos de acordo com o princípio de progressividade.
As pressões exercidas pelas mobilizações indígenas foram fundamentais para a ratificação do convênio. Segundo os indígenas, o propósito do governo e dos setores ultra-conservadores era o de mutilar tal instrumento e reduzi-lo para evitar sua reinterpretação com outros documentos internacionais de Direitos Humanos, como a Declaração das Nações Unidas sobre os Direitos dos Povos Indígenas.
http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=35502
Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil
Para receber o Boletim de Notícias da Adital escreva a adital@adital.com.br
Increasing corruption detrimental to Timor-Leste's selection for the Millennium Challenge Account
Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (FRETILIN)
Media Release/15 October 2008
"The increasing levels of corruption in the de facto government of Prime Minister Jose Alexandre Gusmao is proving detrimental to Timor-Leste's prospects for obtaining funding from the Millenium Challenge Account," said Aniceto Guterres, the leader of the parliamentary bench of Timor-Leste's largest party FRETILIN.
Guterres' comments were made following the release of a report by the Centre for Global Development "Which countries make the FY2009 corruption cut? A preview into round 6 of Millennium Challenge Account Country Selection" (see:
http://www.cgdev.org/content/publications/detail/205642/).
The report analyses the prospects of several countries seeking to be eligible for selection for the Millenium Challenge Account (MCA), a development fund managed by the Millennium Challenge Corporation (MCC), a
The report states on page 4 that "Timor-Leste fails the corruption hurdle for the second year in a row, falling from the 43rd percentile to the 39th percentile."
To be eligible for selection for the MCA a country must score above the 50th percentile.
Guterres said, "The release of this report is yet more evidence of the increasing levels of corruption and maladministration under the Gusmao government which is having a negative effect on Timor-Leste's international reputation and its ability to access development funding
from the MCC.
"Under the FRETILIN government in 2005-6, Timor-Leste had become eligible for the MCA, and was working on the submission of a large infrastructure funding package to the MCC. The MCC had deemed that though Timor-Leste had many development challenges that it was on the
right track to good governance and a corruption free environment.
"However this good work is being undone by the incompetence and corruption of the Gusmao government. Mr. Gusmao himself has to take responsibility for this huge backward step for Timor-Leste. It happened during his governance and he cannot blame anyone else for it."
The release of the report by the Centre for Global Development follows the release of Transparency International's 2008 international Perceived Corruption Index report (see
http://www.transparency.org/policy_research/surveys_indices/cpi/2008 )
The index showed Timor-Leste under the leadership of Gusmao's 'Parliamentary Majority Alliance' (AMP) de facto government registered the most significant deterioration of any country.
Timor-Leste's position fell 22 places from 123rd to 145th. This was the nation's second successive year of decline in the index, following a drop from 112th to 123rd place in the corresponding period for 2006-2007 when Dr. Jose Ramos-Horta was Prime Minister.
For more information, please contact Jose Teixeira +670 728 7080.
FRETILIN investment strategy protects Timor-Leste's petroleum fund
Frente Revolucionária do Timor-Leste Independente (FRETILIN)
Media Release/15 October 2008
FRETILIN today said its conservative investment strategy for Timor-Leste's petroleum fund had prevented the fund from losing as much as 30% of its value during the current global financial crisis.
By the end of 2008 the petroleum fund is expected to be worth USD$4 billion.
FRETILIN parliamentarian Jose Teixeira said, "The world class legislative framework and investment strategy devised by FRETILIN has helped the petroleum fund withstand some of the shocks of the global financial crisis.
"When the petroleum fund was created FRETLIN took the view that money earned from petroleum exploration be invested in what is regarded internationally as safe investments.
"We took this approach because there was a very low level of financial literacy in Timor-Leste and a real need to build public confidence and understanding of the petroleum fund."
Teixeira said although the entire amount of the petroleum fund was invested in US Treasury Notes, the petroleum fund investment strategy allowed up to a maximum of 10% to be invested in equities.
He said, "The 10% limit was put in place to allow the manager of the petroleum fund, the Banking and Payments Authority, to build capacity within the institution to invest in equities.
"Once the BPA had proven it could successfully manage a small amount in equities, their performance over a period of time could be evaluated and careful consideration given to whether the BPA should be allowed to invest a greater amount in equities."
Teixeira said recent comments by de facto Finance Minister Emilia Pires stating that the AMP Government's conservative investment approach helped insulate Timor-Leste from the financial crisis were off the mark.
Ms Pires comments were reported by Australian's Herald Sun on 14 October 2008.
Teixeira said, "The conservative investment strategy was devised by FRETILIN and it was only as recently as June this year when Ms Pires and the de facto Prime Minister [Xanana Gusmao] were saying that 40% of the petroleum fund should be invested in equities.
"If Ms Pires and Mr Gusmao got what they wanted the petroleum fund would have lost as much as 20% or even 30% of its value; this equates to losses of at least USD$350 million."
"Losses of this scale for the petroleum fund would have been disastrous not only from a financial perspective but also for public confidence in the petroleum fund.
"Luckily for the people of Timor-Leste, the prudent investment strategy created by FRETILIN did not allow the de facto government to carry out their disastrous investment strategy."
Under the guidance and leadership of then Prime Minister Mari Alkatiri, Teixeira was one of the key architects of the internationally renowned petroleum fund. He led a nationwide consultation process of the Petroleum Fund Law which created the petroleum fund and is to date the only law in Timor-Leste's history to receive the unanimous support of all members of National Parliament.
For more information, please contact Jose Teixeira +670 728 7080.
Comunidad Andina/La reconciliación andina en Guayaquil
Leovani Garcia Olivarez
Prensa Latina http://www.prensalatina.com.mx
Quito, 15 octubre 2008 (PL) - La cumbre de mandatarios de la Comunidad Andina (CAN) de Guayaquil truncó un proceso de descomposición de ese bloque, generado por diferencias y la crisis diplomática entre dos de sus miembros: Ecuador y Colombia.
Esa cita permitió navegar y abrir las puertas para avanzar en la búsqueda de mecanismos que, lejos de crear obstáculos, permitan encontrar consensos hacia una consolidada integración regional.
El presidente ecuatoriano, Rafael Correa, destacó que los resultados de esta reunión con sus homólogos peruano, Alan García, boliviano, Evo Morales, y un representante de Colombia desechan toda posibilidad de desintegración de este grupo.
Puntualizó que los obstáculos presentados para una negociación en conjunto con la Unión Europea (UE) no significan el fin de esta organización, pues hubo consenso entre las partes para reclamar flexibilidad en las pláticas con el viejo continente.
La decisión adoptada es que la negociación CAN-UE sea de bloque a bloque, pero se propuso un margen de flexibilidad con miras a tolerar que unos países andinos avancen más rápidos que otros.
El mandatario reclamó que en el tema comercial se permita a Bolivia y su país, debido a las asimetrías económicas, no adherirse a temas de desgravación arancelaria y propiedad intelectual, entre otros.
Esta propuesta será planteada al representante de la UE en la XVIII Cumbre Iberoamericana que se celebrará entre los días 29 y 31 venideros en San Salvador.
Tal posición posibilitó salvar este encuentro y al bloque de una profundización de su crisis, acentuada en el 2006 con la salida de Venezuela por la firma por parte de Colombia y Perú de tratados de Libre Comercio con Estados Unidos.
Correa admitió que ese paso de Bogotá y Lima debilitó el proceso de integración, pero se pronunció por explorar mecanismos de unión entre las naciones miembros, como la lucha contra la pobreza y el desarrollo de los pueblos andinos.
Destacó que "el fin no es sólo la integración en bloque, sino el bienestar de nuestros pueblos, y la integración puede ser el mejor instrumento frente a un mundo globalizado, para poder garantizar ese bienestar de nuestros ciudadanos".
Para el gobernante, la CAN es un bloque subregional dentro de esa unión a nivel regional que es la UNASUR (Unión de Naciones Suramericanas).
Este planteamiento fue respaldado por sus colegas de Perú, Bolivia y Colombia, que abogaron por encontrar mecanismos y mantener la unidad ante la crisis financiera mundial, originada en Estados Unidos.
El dignatario peruano defendió la necesidad de mantener la fusión en beneficios de las economías y el comercio y desechó que las discrepancias internas en la CAN hagan peligrar la integración regional.
La unidad andina es independiente de los actores, de las leyes e instituciones, y el comercio se fortalece, lo cual hace imposible una disgregación del grupo, aseveró.
Empero, la proposición de Correa es más amplia, pues busca identificar problemas comunes entre las naciones miembros con miras a resolverlas de manera conjunta, como el hambre, la seguridad alimentaría y el desarrollo de los pueblos.
El gobernante señaló que si la Unión Europea, un bloque de 27 países con idiomas, regiones y culturas diferentes que se integraron, y superaron obstáculos mucho mayores, la CAN lo puede hacer también, porque existe la voluntad política, la cual permite sortear cualquier obstáculo.
http://www.prensalatina.com.mx/article.asp?ID={BAA63F15-3287-4415-A658-FF3476A6275D}&language=ES
Brasil/Haddad instala comissão de implantação da universidade luso-afro-brasileira
14 de Outubro de 2008/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br
Brasília - O ministro da Educação, Fernando Haddad, participou hoje (14) da solenidade de instalação da comissão de implantação da Universidade Federal de Integração Luso-Afro-Brasileira (Unilab). Ele afirmou que a intenção no governo Lula é promover, por meio da instituição, uma maior integração com os países da África e do Timor Leste.
“A intenção é forjar um projeto pedagógico que promova essa integração, valorizando a língua e o intercâmbio de conhecimento científico. Há vários problemas comuns que são enfrentados por regiões brasileiras e países africanos no âmbito da agricultura, saúde pública, formação de professores e isso pode ser potencializado pela ação da nova universidade que nasce hoje”.
Segundo ele, a Unilab pretende viabilizar o intercâmbio de conhecimento que é comum nesses países. “Estamos instalando a comissão que terá prazo até meados do ano que vem para elaborar o projeto político-pedagógic, que estabelecerá a forma de acesso dos alunos à instituição, processos seletivos e concursos públicos para contratação de docentes. A premissa para que tudo isso seja desdobrado é um projeto acadêmico voltado para a integração”.
De acordo com o reitor da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e coordenador da comissão de implantação da nova universidade, Paulo Speller, a Unilab e outras duas universidades federais de integração internacional - a Unila Latina Americana e a Universidade Federal da Integração da Amazônia Continental - buscam a integração com outros países.
“A Unilab busca a integração com os países de língua portuguesa, africanos e asiáticos, nos quais metade dos alunos serão brasileiros e metade estrangeiros, desenvolvendo parcerias e atividades com os governos, universidades e instituições desse país com o foco maior na África no continente Africano.”
http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/10/14/materia.2008-10-14.0301451513/view
Brasil/Reforma permitirá consolidar português no mundo, diz Lula
António Sampaio, da Agência Lusa
Toledo, Espanha, 13 outubro 2008 (Lusa) - O acordo ortográfico permitirá cimentar o papel da língua portuguesa no mundo, um processo que necessita de um esforço de promoção do idioma nos países onde se fala espanhol, defendeu o presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
"O acordo ortográfico procura aproximar o idioma usado nos países lusófonos. E também tem como objetivo reforçar a presença do português no mundo", afirmou Lula, em Toledo (Espanha).
"Estou convencido de que as nossas línguas [português e espanhol] devem aproximar-se cada vez mais. Realizamos ações para divulgar o espanhol no Brasil mas apoiamos iniciativas para divulgar o português nos países de fala espanhola", disse.
O presidente brasileiro discursava depois de ser homenageado, ao lado do escritor mexicano Carlos Fuentes, com a primeira edição do Prêmio Internacional D. Quixote de La Mancha. No caso de Lula, a distinção reconhece o seu papel na promoção do espanhol no Brasil.
"Com milhões de brasileiros estudando o espanhol desde a infância, tenho a certeza de que a integração regional e as relações com os nossos parceiros ibéricos terão bases muito sólidas para o futuro", disse.
Um processo que permitirá consolidar a integração regional, na América Latina, mas que, se for recíproco e centrado no intercâmbio, "fortalecerá a parceria" no espaço ibero-americano.
Atualmente, já estudam o espanhol como segunda língua mais de nove milhões de alunos brasileiros, um número que será aumentado para 12 milhões até 2010, mediante um sistema que envolverá mais de 30 mil professores e em que se destaca o apoio do Instituto Cervantes.
"Audácia e imaginação"
No seu discurso de agradecimento, Lula citou D. Quixote para defender que, atualmente, "o mundo em transição requer a audácia e imaginação" demonstrada pela personagem de Cervantes.
"Só com a imaginação não mudamos a realidade, mas sem a imaginação corremos o risco de ficar presos a um cinzento conformismo", disse, defendendo por isso o papel da cultura em que a humanidade se afirma e expressa "livremente".
"A cultura ilumina, é um fator de inclusão social, de cidadania, de afirmação coletiva. No mundo globalizado, a cultura fortalece a soberania e a identidade nacionais mas, ao mesmo tempo, é portadora do universalismo", ressaltou.
Mais do que um diálogo econômico, Lula defende por isso a cultura como veículo para consolidar a integração regional, consolidar os projetos de desenvolvimento social, ultrapassar a pobreza e conquistar a dignidade".
"Precisamos lançar um diálogo entre as sociedades que desejam e precisam de conhecer-se melhor (…) e que inclui necessariamente Espanha e Portugal", disse.
"O que nos une é justamente a cultura, a vivência histórica compartida de duas línguas irmãs. Queremos que o idioma de um fortaleça a parceria com o outro", afirmou Lula.
CPLP/Geocientistas devem ser mais empenhados no desenvolvimento sustentável
Coimbra, 14 outubro 2008 (Lusa) - O secretário-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP) desafiou hoje os geocientistas lusófonos a contribuírem para o desenvolvimento sustentável dos seus países.
"Os geocientistas têm um importante contributo a dar para os desafios que se colocam" para a promoção do desenvolvimento sustentável, sublinhou Domingos Simões Pereira, ao intervir na Universidade de Coimbra no encerramento da Conferência Internacional "As Geociências no Desenvolvimento das Comunidades Lusófonas".
Na sua perspectiva, é importante que os geocientistas trabalhem de forma articulada e incentivou-os a participar nos projectos multilaterais no domínio do ambiente que a CPLP tem em curso.
Domingos Simões Pereira salientou que a conferência de Coimbra deu "um contributo decisivo" para os dois objectivos da CPLP - a promoção da língua portuguesa como língua global e a promoção do ambiente e do desenvolvimento sustentável.
A preceder a sessão de encerramento foi aprovada a "Declaração de Coimbra", subscrita pelos participantes e pelos Comités Nacionais para o Ano Internacional do Planeta Terra, de Portugal, Brasil, Moçambique e de Cabo Verde.
No documento, os geocientistas lusófonos alertam para a "preocupante fuga de cérebros" dos seus países e apelam para que os governantes invistam e criem condições de investigação para estancar essa tendência.
Apelam também para que os líderes dos países apoiem o desenvolvimento das geociências na CPLP e sugerem, particularmente, o aumento dos orçamentos nacionais em formação e em investigação, alertando que o fortalecimento dessas infra-estruturas científicas e os centros regionais de excelência ajudará na exploração de recursos minerais, energéticos e hídricos e a encarar desafios ambientais dos seus territórios.
A segunda edição da conferência decorrerá em Novembro de 2009 no Brasil, organizada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro.