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quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Venezuela/'Irán presta especial atención a países latinoamericanos'



14 octubre 2013, Hispan TV Nexo Latino http://www.hispantv.com (Irán)


Los países latinoamericanos gozan de una destacada posición en el ámbito de las relaciones políticas de la República Islámica de Irán, así lo afirmó el director general para América Latina del ministerio iraní de Asuntos Exteriores, Kambiz Yalali.

En unas declaraciones pronunciadas durante la ceremonia de inauguración del festival cultural de América Latina, celebrada en Teherán, capital iraní, Yalali aseguró el domingo que el nuevo Gobierno del país persa, encabezado por el presidente Hasan Rohani, al igual que antes, presta especial atención a países latinoamericanos, a los que considera ‘amigos’.

Refiriéndose a diversos ámbitos de cooperaciones conjuntas entre ambas partes,

terça-feira, 14 de maio de 2013

TLC con EEUU, dañino para Colombia



13 maio 2013, Hispan TV Nexo Latino http://www.hispantv.com (Iran)

El Tratado de Libre Comercio (TLC) con Estados Unidos ha sido muy dañino para Colombia, ha expresado este lunes el senador por el Partido Polo Democrático Alternativo Jorge Enrique Robledo.

A un año de entrar en vigor, las cifras muestran un balance negativo para el país latinoamericano, al registrar menos exportaciones y más importaciones, ha anunciado.

En este contexto, el senador colombiano ha reafirmado la necesidad de impulsar una gran convergencia, sin distingos políticos o sociales, en defensa del territorio y el sistema productivo nacional, al señalar tres puntos impostergables: detener la negociación de TLC, renegociar o denunciar los ya suscritos y aplicar una política de respaldo estatal a la agricultura y la industria nacionales.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Brasil/PACOTE NACIONALISTA E PROTECIONISTA SOLIDIFICA ALIANÇA DILMA-INDÚSTRIA

2 Julho 2011, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil)

Para evitar que nova fase da crise mundial afete a indústria e seus trabalhadores, governo lança pacote de medidas de apoio e proteção ao setor. Plano corta impostos, incentiva investimentos e inovação tecnológica, dificulta importações e garante preferência para fornecedor nacional em compras públicas. Objetivo é assegurar que mercado interno continue sustentando crescimento econômico. "A indústria tem em mim uma aliada", diz Dilma Rousseff, que fez questão de lançar pacote no máximo até o dia D da dívida norte-americana.

André Barrocal

Brasília – Com o mundo à beira de uma nova fase da crise financeira mundial iniciada em 2008, momento que tem como símbolo máximo a crise da dívida dos Estados Unidos, a presidenta Dilma Rousseff lançou nesta terça-feira (02/08) um pacote de medidas em defesa da indústria nacional no qual explicita uma aliança com o setor para que o mercado interno continue sendo o motor do crescimento.

O pacote reduz impostos, oferece crédito público mais barato para financiar investimentos e inovação das empresas, dificulta certos tipos de importação e assegura que fornecedores brasileiros tenham preferência em compras do governo, entre outras coisas.

O objetivo principal do pacote, batizado de Brasil Maior, é evitar que o dólar barato – efeito quase inevitável, na avaliação do governo, da nova etapa da crise mundial – quebre empresas brasileiras exportadoras e aquelas que concorrem com importados no país. A dificuldade dos dois segmentos poderia gerar demissão de trabalhadores e desaceleração da economia, o que o governo tenta evitar.

“Estamos iniciando uma cruzada em defesa da indústria brasileira diante de um mercado internacional com uma competição, na grande maioria das vezes, desleal e predatória”, disse Dilma, no discurso de lançamento do pacote. “A insensatez pode ter sido evitada, mas a instabilidade produzida lá fora vai continuar”, completou.

“Insensatez” foi a palavra mais usada nos últimos por Dilma e pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, para se referir à crise da dívida dos Estados Unidos. A negociação entre o presidente Barack Obama e seus inimigos republicanos arrastaou-se até a véspera do prazo a partir do qual poderia haver um calote, justamente nesta terça-feira (02/08).

Segundo Carta Maior apurou, Dilma exigiu de seus ministros que fechassem o pacote a tempo de ser lançado no máximo até o dia D da dívida norte-americana. A presidenta entende que assim será mais fácil defender um pacote protecionista de adversários de visão mais liberal. Não por acaso, ela começou o discurso dizendo justamente que o dia 2 de agosto pode ter um “significado especial” no Brasil e no mundo.

O discurso de Dilma encerrou uma sequência de falas de ministros e de um empresário em que o tom nacionalista e protecionista foi marcante.

Primeiro orador do evento, Guido Mantega foi o mais enfático. Usou palavras fortes e frases de efeito, ao apresentar o pacote a uma platéia formada por industriais e políticos – sindicalistas optaram por boicotar o lançamento, por discordarem do processo de elaboração do plano e de uma das medidas, a desoneração da folha de salário para alguns setores.
Segundo Mantega, o mundo “está em crise” e vive um “ambiente extremamente adverso”, caracterizado por “concorrência predatória” nas exportações e por “mercados de manufatura [que] subiram”. “Temos que ter a perspectiva de que [a situaçào] não vai melhorar”, afirmou o ministro. “O mercado brasileiro precisa ser usufruído pela indústria brasileira e não pelos aventureiros que vêm de fora.”

O ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, não ficou atrás. Parafraseando o slogan do governo Dilma (“País rico é país sem pobreza”) disse que “país desenvolvido é país que tem indústria” e que o governo vai estimular o setor. “É obrigação do Estado brasileiro defender o mercado local e a indústria local”, declarou.

Único orador do setor privado a falar, o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Robson Andrade, foi só elogios. Disse que, “num momento simbólico”, o pacote “reafirma o papel da indústria no desenvolvimento da economia e prioriza competitvidade e inovação na estratégia da política industrial.”

“A indústria nacional tem em mim uma aliada”, afirmou Dilma Rousseff. “Nós não acreditamos que o desenvolvimento possa abrir mão da indústria e se dedicar prioritariamente a construir uma economia de serviços”, completou.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que calcula o tamanho da economia, o setor industrial respondeu, no ano, por 24% do chamado produto interno bruto. Já o setor de serviços, onde estão os bancos, por exemplo, ficou com 58%.

Ao encerrar o discurso, Dilma recorreu a um dos símbolos do pensamento nacionalista e desenvolvimentista do Brasil, o economista Celso Furtado, morto há sete anos. Citou-o para dizer que “nossa economia já não é comandada de fora, de fora para dentro” e que “nós somos senhores do nosso próprio destino”.


sexta-feira, 31 de julho de 2009

Ecuador asumirá presidencia Unasur y Consejo de Defensa en medio de ''coyuntura difícil''

30 julio 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

En otro tema, Javier Ponce aseguró que la posición del Gobierno es clara al pedir a la Fiscalía que se investigue a fondo el supuesto diario de Raúl Reyes y se determine si este es verdadero o no. Con esta decisión “nosotros estamos probando que no queremos ocultar ninguna información por ello tuvimos la iniciativa de presentar ese documento que es un supuesto hasta que se compruebe lo contrario”, acotó.
El jefe de Estado de Ecuador, Rafael Correa, asumirá el próximo 10 de agosto la presidencia pro témpore de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), así como también el Consejo Suramericano de Defensa, en medio de una "coyuntura difícil" por las tensiones suscitadas entre países de la zona andina, detalló este jueves el ministro ecuatoriano de Defensa, Javier Ponce.
Durante una rueda de prensa, el ministro detalló que el Consejo pasa a manos de Ecuador durante "una coyuntura difícil porque las relaciones diplomáticas del Ecuador con Colombia no se han restablecido; las relaciones diplomáticas entre Venezuela y Colombia están congeladas".
Ambas realidades porque el gobierno colombiano acusa a ambos gobiernos de tener vínculos con las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC). En el caso de Venezuela, acusan a ese país de haber facilitado supuesto armamento al grupo rebelde; y en el caso de Ecuador, se difundió un vídeo en el que supuestamente aparece el "Mono Jojoy" declarando que el grupo insurgente aparentemente financió la campaña presidencial del 2006 de Correa.
"Eso introduce ingredientes complejos y difíciles al proceso de creación del Consejo Suramericano de Defensa", dijo Ponce, al tiempo que agregó que el Consejo "recién nace" en este periodo pues lo que había hasta ahora eran solamente documentos, consensos y acuerdos.
En esta medida, el ministro aseveró que de la presidencia que gestione Ecuador este año "dependerá el futuro" del Consejo.
"Si nosotros no logramos impulsar los programas y proyectos que están planteados (...) corremos el riesgo de que el Consejo de Defensa se convierta en una instancia de retórica y no lleve a la práctica el trabajo planteado", subrayó.
Ponce destacó que se trata de la primera vez que ministros civiles de Defensa establecen una relación de esta naturaleza, pues en Suramérica sólo Paraguay tiene en esa cartera a un militar.
Durante su alocución a periodistas, Javier Ponce detalló que entre los objetivos del Consejo destaca la consolidación de Suramérica como una zona de paz, construir una identidad suramericana en materia de defensa y generar consensos para fortalecer la cooperación regional en materia de defensa.
Por otro lado, para este año de presidencia de Ecuador se prevé dentro del eje de las políticas en el plan de acción del Consejo elaborar una red para canjear información, realizar un seminario sobre modernización de los ministerios de Defensa, así como compartir y dar transparencia a la información sobre gastos e indicadores económicos de la defensa.
Asimismo, identificar los factores de riesgo y amenazas que puedan afectar la paz regional y mundial, y crear un mecanismo para contribuir a la articulación de posiciones conjuntas de la región en foros multilaterales de defensa.
Otra de las metas es plantear el establecimiento de un mecanismo de consulta, información y evaluación inmediata ante situaciones de riesgo para la paz en América del Sur.
En el eje de cooperación militar, se pretende planificar un ejercicio combinado de asistencia en caso de catástrofes o desastres naturales. También abarca organizar una conferencia sobre las lecciones aprendidas en operaciones de paz, elaborar un inventario de las capacidades de defensa para apoyar las acciones humanitarias, así como intercambiar experiencias en el campo de las acciones humanitarias para establecer mecanismos de respuesta inmediata.
En temas de industria y tecnología, se sugiere la posibilidad de crear un diagnóstico de la industria de defensa de los países miembros y estimular iniciativas bilaterales y multilaterales de cooperación y producción de la industria de defensa.
Para el tema de capacitación, se busca, entre otros, elaborar un registro de las academias y centros de estudio de defensa, promover intercambios estudiantiles y docentes, así como constituir y poner en funcionamiento el Centro Suramericano de Estudios Estratégicos de Defensa.
Ponce aclaró que con el Consejo no se pretende crear una OTAN (Organización del Tratado del Atlántico Norte) ni organizar grupos de paz que puedan intervenir en territorios donde se diriman conflictos bilaterales.
En este sentido, agregó que ante posibles conflictos entre países, el Consejo podría jugar un "papel sin violar el espacio, escenario de las relaciones bilaterales y solución de conflictos bilaterales. Podrá participar en términos de evitar que un conflicto bilateral tome características irreversibles".

quarta-feira, 25 de março de 2009

Relación franco venezolana estimula transferencias tecnológica y técnica

Agencia Bolivariana de Información http://www.abn.info.ve

Caracas, 24 marzo 2009 (ABN) - El presidente de la República de Francia, Nicolás Sarkozy, envió un mensaje a su homólogo venezolano, Hugo Chávez Frías, para que ambos gobiernos potencien sus relaciones económicas en términos de transferencia tecnológica y capacitación de personal humano.

Así lo indicó la ministra del Comercio Exterior de la República de Francia, Anne Marie Idrac, quien arribó este martes al país en el contexto de una visita oficial que realiza para fortalecer los lazos económicos y políticos entre ambas naciones, y para reunirse con diversos representantes del Gabinete Ejecutivo venezolano.

“Nosotros no sólo queremos venderle a Venezuela, sino también estimular la ejecución de proyectos en este país, que permitan establecer un gran nivel de transferencia tecnológica, que contribuya a la creación de industrias de capital mixto en suelo venezolano y a la generación de empleos directos”, explicó Idrac.

En ese sentido, la ministra detalló que el mensaje que trae de parte del presidente Sarkozy se fundamenta en estimular y potenciar la cooperación energética y el transporte, especialmente en el sistema Metro de Caracas, y en establecer una transferencia tecnológica que fomente la industrialización y la formación de nuevo personal técnico humano capacitado.

“Si bien nuestras relaciones políticas se encuentran en su nivel más alto, creemos que es hora de reforzar y potenciar los lazos en materia económica. Con esto no queremos decir que no sean óptimos, sino que consideramos que aún queda mucho potencial de crecimiento por explotar, tanto de Venezuela hacia Francia como en sentido contrario”, manifestó.

Por último, destacó que la visión del Estado francés pasa de establecer relaciones bilaterales en términos de socio a socio y no de proveedor a cliente, puesto que esto contribuiría a la profundización de los nexos en materia de transporte, energía, alimentación, servicios y hasta cosméticos.

Durante su visita, la ministra prevé reunirse con representantes de las carteras de Energía y Petróleo, Economía y Finanzas, Obras Públicas y Vivienda, Ambiente, Planificación y Desarrollo, y también Ciencia y Tecnología e Industrias Intermedias.

http://www.abn.info.ve/noticia.php?articulo=174992&lee=4

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Países de Unasur conformarán Consejo de Defensa en Chile

Los ministros de Defensa de los doce países que conforman la Unasur, serán los encargados de conformar el Consejo Suramericano de Defensa, el cual tendrá entre otros de sus objetivos la creación de un ejército combinado que actúe en casos de catástrofe o desastres naturales y sincerar los gastos militares de países en la región.

25 febrero 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Los doce países miembros de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), se reunirán en Chile el próximo 9 y 10 de marzo para constituir el Consejo Suramericano de Defensa, ideado para prevenir situaciones similares a la incursión militar colombiana contra territorio ecuatoriano, que fue acordado en la pasada cumbre del organismo en Brasil en 2008.

Como lo informó el gobierno chileno, en esta reunión los titulares de Defensa de los países miembros acordarán la creación de un ejército combinado que actúe en casos de catástrofe o desastres naturales y para transparentar los gastos militares de los países de la región.

El encuentro fue preparado en la reunión que mantuvieron a finales de enero en Santiago los viceministros de Defensa de los doce países miembros de Unasur: Argentina, Bolivia, Brasil, Chile, Colombia, Ecuador, Guayana, Paraguay, Perú, Surinam, Uruguay y Venezuela.

La idea de este proyecto de defensa surgió para prevenir situaciones similares a la incursión militar colombiana contra territorio ecuatoriano, con el pretexto de atacar un campamento de las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC), operación en la que murió el número dos al mando, "Raúl Reyes".

El Consejo no supone una alianza militar convencional como la Organización del Tratado del Atlántico Norte (OTAN), sino un foro para promover el diálogo entre los ministerios de Defensa de la región.

El ministerio de Defensa chileno manifestó en un comunicado que el propósito 'del Consejo es funcionar como mecanismo de integración para discutir las realidades y necesidades en materia de defensa de los países de la zona, reducir la desconfianza y los conflictos, y sentar las bases de una política común.

Entre los temas de la agenda de Santiago está 'transparentar' el gasto militar con la presentación y promoción regional de la metodología estandarizada de medición que ya aplican bilateralmente Chile y Argentina.

También se elaborará un diagnóstico de la industria de defensa de los países miembros, y se identificarán las áreas y capacidades de asociación estratégica, con el fin de promover la complementariedad, la investigación y la transferencia de tecnología.

Ecuador, que en mayo sucederá a Chile en la presidencia pro témpore de la Unasur, se ha encargado de organizar un taller que servirá para elaborar el marco conceptual y la metodología de diagnóstico de la industria de la Defensa.

En la agenda de la reunión también está programada la planificación de un ejercicio combinado de cooperación militar en casos de catástrofe o desastres naturales a cargo de Perú, Argentina y Brasil.

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/43608-NN/paises-de-unasur-conformaran-consejo-de-defensa-en-chile/

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

REFERENDO NA VENEZUELA

POR QUE HUGO CHÁVEZ GANHOU?

A ideologia bolivariana articula promoção dos direitos à soberania nacional e à solidariedade internacional

Emir Sader*

16 fevereiro 2009/Brasil de Fato http://www.brasildefato.com.br

Uma vez mais, em dez anos, Hugo Chávez triunfou nas eleições internas. À exceção da consulta de reforma constitucional de dezembro de 2007, ele triunfou em todas as 14 eleições, presidenciais, de referendos do mandato presidencial e outras. Volta agora a triunfar.

A levar a sério as versões da grande maioria – a quase totalidade da mídia privada nacional e internacional – não se pode entender suas vitórias. Que aos 10 anos de mandato, sob efeito de uma brutal oposição da mídia monopolista privada, das entidades do grande empresariado, dos partidos tradicionais, entre outras entidades que fazem parte do bloco de direita, Hugo Chavez detenha um apoio popular majoritário, só poderia ser atribuído a algum tipo de fraude. No entanto a própria oposição reconheceu a normalidade das eleições e a vitória de Chavez.

A razão de fundo para o apoio de Chavez na massa majoritariamente pobre da população venezuelana é a mesma que explica o êxito de governantes que privilegiam políticas sociais em detrimento da ditadura da economia e do mercado, característica dos governos que os precederam. Num país petroleiro, é incrível a pobreza venezuelana, revelando como as elites desse país fizeram a farra do petróleo, enriquecendo-se elas e distribuindo parte da renda petroleira a outros setores, políticos e sociais – incluindo a antiga “esquerda” e grandes setores do movimento sindical – que participavam da corrupção estatal.

Essas mesmas elites não perdoam que Hugo Chavez lhes tenha arrebatado não apenas o governo e o Estado, mas a principal fonte de riquezas do país – a PDVSA. E que dedique cerca de um quarto dos recursos obtidos por essa empresa para políticas sociais – para resgatar direitos essenciais da massa pobre da população, vitima principal do enriquecimento das elites tradicionais. Além de se valer de parte desses recursos para políticas internacionais solidárias – inclusive com setores pobres dos EUA.

Os resultados são claros: a extrema pobreza foi reduzida de 17,1 a 7,9. Cresceu a taxa de escolaridade e de preescolaridade, que subiu de 40 a 60%. Terminou o analfabetismo, segundo a constatação da Unesco. A participação feminina subiu muito no Parlamento e quatro mulheres dirigem a Corte Suprema, a Procuradoria Geral, o Conselho Nacional Eleitoral e a Assembléia Nacional. A taxa de mortalidade infantil diminuiu de 27 por mil a praticamente a metade: 14 por mil. O acesso a água potável subiu de 80 a 92% da população. Diminuiu significativamente a desigualdade social, a Venezuela subiu bastante no Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) da ONU, aumentou a expectativa de vida, diminuiu o desemprego, aumentou o trabalho formal em relação ao precário, foram legalizados milhões de aposentados, o consumo de alimentos subiu 170%. Em suma, como em todos os governos que buscam reverter a herança neoliberal, se dá um imenso processo de afirmação dos direitos da grande maioria, refletido na sua promoção social e na expansão do mercado interno de consumo popular.

A ideologia bolivariana articula promoção dos direitos à soberania nacional, à solidariedade internacional e à construção de um tipo de sociedade fundada nas necessidades da população e não nos mecanismos de mercado – a que Chavez aponta como o socialismo do século XXI.

A nova vitória de Chávez tem nessas bases seu fundamento. À falência das corruptas elites tradicionais, a Venezuela passou a viver o maior processo de democratização social e política da sua história. Essa vitória permite e compromete o governo com o enfrentamento da grande quantidade de problemas pendentes e que responde, em parte pela derrota anterior do governo, em dezembro de 2007.

Entre eles, a adaptação do Estado às necessidades de gestão eficiente e transparente de suas políticas, o enfrentamento do tema da violência, o avanço na construção de estruturas de poder político popular de base e do partido, o desenvolvimento de políticas econômicas que permitam a edificação de estruturas econômicas menos dependentes do petróleo, de caráter industrial e tecnologicamente avançadas.

As derrotadas são as elites tradicionais, que controlam 80% da mídia privada do país, que promoveram o golpe militar contra Chavez, um lock-out e a fuga de capitais contra o país, que se articulam com o governo dos EUA contra as autoridades legitimamente eleitas e reconfirmadas pelo voto democrático do povo venezuelano. Chavez sai fortalecido da consulta, assim como a imensa massa pobre da população, que ingressa, através do processo bolivariano à historia política do país. (Originalmente publicado no Blog do Emir)
Emir Sader é professor da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (Uerj), coordenador do Laboratório de Políticas Públicas da Uerj e autor, entre outros, de “A vingança da História".

http://www.brasildefato.com.br/v01/agencia/analise/por-que-hugo-chavez-ganhou

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VENEZUELA ES EL PAÍS CON LA MAYOR PARTICIPACIÓN ELECTORAL DEL MUNDO

Agencia Bolivariana de Notícias http://www.abn.info.ve

Caracas, 17 febrero 2009 ABN - De acuerdo con la media mundial, Venezuela se considera el país con la mayor participación electoral del planeta, al ubicar su índice de abstención en poco más de 29%, refirió la vicepresidenta del Consejo Nacional Electoral (CNE), Janeth Hernández.

Durante su participación en el programa Despertó Venezuela, transmitido por Venezolana de Televisión, Hernández indicó que la media mundial de participación en una jornada comicial está por el 40%, y en el país ésta se ubica en el 70%.

La rectora principal del CNE destacó que en Venezuela “hay una democracia participativa y protagónica. Sólo los sectores reaccionarios piensan que las elecciones desgastan a la gente. Los cambios en Venezuela se consultan.”

Asimismo, destacó la percepción positiva que las jornadas electorales cobran en el país. En 1995, Latinobarómetro indicaba que más del 72% de la población venezolana pensaba que las elecciones eran fraudulentas.

“En la actualidad, Venezuela ocupa el segundo lugar en percepción positiva de la democracia, detrás de Uruguay”, acotó.

Voto nulo: posibilidad existente
En torno a la existencia de votos nulos en el proceso electoral del pasado domingo, Hernández hizo énfasis en la existencia del voto nulo conciente, pues hay sectores que afirman la inexistencia de esta opción dentro de la plataforma tecnológica del Poder Electoral.

Indicó que quien presione directamente “Votar” en su boleta electrónica sin hacer una selección previa porque así lo desea ejerce este tipo de voto.

En el caso de quienes no esperaron que se marcara la tilde o señal de selección de su opción en las votaciones del pasado 15 de febrero, Hernández refirió que, a título personal, pudo existir alguna falla comunicacional que se subsanó a lo largo de la jornada. “Cada proceso te da una experiencia”, apuntó.

De modo particular, destacó que en sus visitas al interior del país hizo hincapié en la necesidad de esperar que apareciera la tilde en la máquina de votación.

Un sistema en pos de la mejora

Hernández indicó que en su despacho no recibió denuncias sobre irregularidades en la pasada consulta. Sin embargo, indicó que si existen y están debidamente sustentadas, el Poder Electoral debe fijar posición.

En torno al caso del gobernador de Anzoátegui, Tarek William Saab, la rectora refirió que el alto funcionario se comunicó con la presidenta del CNE, Tibisay Lucena, y la instancia electoral se pronunciará al respecto.

“En principio, no existe proceso electoral en que no haya algún inconveniente que resolver. Lo importante es darle solución oportuna”, destacó.

Finalmente, resaltó el trabajo del CNE en la desconcentración de los centros electorales. Indicó que para la elecciones de concejales y juntas parroquiales, entre julio y agosto, se hará este proceso.
http://www.abn.info.ve/noticia.php?articulo=170323&lee=1

Lea también:
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Observadores internacionales ratifican transparencia y confiabilidad en referendo venezolano

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MÁS DE 2 MILLONES DE MICROEMPRESAS REFLEJAN ÉXITO DEL SECTOR PRIVADO EN LA REVOLUCIÓN

Agencia Bolivariana de Notícias http://www.abn.info.ve

Caracas, 16 febrero 2009 ABN - “Creemos que en Venezuela hay más de dos millones de microempresas, desde el sector primario hasta el sector de comercio y servicios, pasando por el sector industrial, que reflejan el éxito del sector privado dentro de la revolución”, sostuvo el presidente de Empresarios por Venezuela (Empreven), Alejandro Uzcátegui.

En una entrevista para la Agencia Bolivariana de Noticias, el presidente de Empreven señaló que las 'más de dos millones de microempresas que existen en Venezuela, reflejan un éxito de la revolución que hay que resaltar, porque nunca en Venezuela se había escuchado que el microempresario participara de manera activa en el sector productivo”.

Por tal razón, Uzcátegui dijo que hay que reconocerle al gobierno del presidente Chávez, a la Revolución Socialista Bolivariana, el hecho de que los microempresarios, aunque existían como microempresas, nunca fueron atendidos, nunca fueron tomados en cuenta, no participaban en los programas productivos y de desarrollo de la nación”.

“Es después de 1999, cuando el sector microempresarial fue tomado en cuenta con varias medidas, por ejemplo, las leyes, como la ley de protección y desarrollo del sistema microfinanciero que estableció un articulado para el funcionamiento del sector microempresarial”, agregó Uzcátegui.

Al respecto, el presidente de Empreven manifestó que en 'el caso del sector productivo empresarial venezolano, durante los últimos años ha habido una serie de logros como lo son el crecimiento de la productividad y de las industrias”.

Uzcátegui recordó que el 26 de marzo de 2003, en el Teatro Municipal de Caracas, se suscribió un convenio entre el Gobierno Bolivariano, Bandes y Empreven, a fin de impulsar el sector de los microempresarios. Para Uzcátegui, este convenio ha logrado darle un crecimiento significativo y sostenido a los microempresarios.

Asimismo, argumentó que para Empreven, “la microempresa y la microindustria en un país, es la verdadera razón y el verdadero motor del desarrollo económico, porque sin la microindustria o con una microindustria débil, sin calidad, sin materia prima, sin cadena de comercialización, un país no va a salir adelante”.

En este sentido, Uzcátegui explicó que el desarrollo social, económico y productivo de un país no puede estar basado ni fundamentado en los intereses de las empresas transnacionales, “de las grandes empresas que como sabemos tienen sus intereses capitalistas neoliberales, como fue en Venezuela en los últimos 40 años antes de la revolución”.

El desarrollo integral de un país, expresó Uzcátegui, se basa en “impulsar al pequeño empresario, ese pequeño empresario que en el gobierno de Chávez ha visto un respaldo y un apoyo como nunca antes”.

Remarcó que aunque los logros de los microempresarios dentro de los primeros diez años de la Revolución Bolivariana han sido significativos, “aún falta muchísimo por hacer”, pues la meta es lograr el autoabastecimiento de la nación en todos los sectores productivos.

http://www.abn.info.ve/noticia.php?articulo=170259&lee=16

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MÁS DE 500 MIL MICROS, PEQUEÑOS Y MEDIANOS EMPRESARIOS HAN SIDO BENEFICIADOS POR LA REVOLUCIÓN

Agencia Bolivariana de Notícias http://www.abn.info.ve

Caracas, 16 febrero 2009 ABN - 'Más de 500.000 micros, pequeños y medianos empresarios, hemos sentido a lo largo de estos 10 años de revolución, como ha venido mejorando la vida de los venezolanos y como han venido apuntalándose los factores para promover y facilitar el desarrollo de las actividades productivas de todos nosotros', manifestó el presidente de la Federación de Empresarios de la Energía de Venezuela (Fedenergía), David Peñalver.

En entrevista exclusiva a la Agencia Bolivariana de Noticias (ABN) Peñalver, quien es también vicepresidente de la Confederación Nacional de Ganaderos y Agricultores de Venezuela (Confagan) y vicepresidente de la Federación de Empresas Socialistas de Venezuela, declaró que los diversos beneficios que han tenido los micros, pequeños y medianos empresarios se han dado gracias a las políticas crediticias impulsadas por el Gobierno Nacional.

“Cuando el Gobierno del presidente Chávez llegó, conseguimos en un 57% aproximadamente las tasas de interés para créditos, en estos 10 años el presidente Chávez las ha llevado hasta un 23% en las tasas más activas”, explicó Peñalver.

En este sentido, comentó que el sector empresarial tiene otros beneficios como la llamada “gaveta crediticia para el sector turismo, la pequeña mediana industria y el sector agrícola y pecuario, que fluctúa en un orden de un 11% a 17%, es decir, menos 10 puntos por debajo todavía de lo que son las tasas de interés actuales”.

Asimismo, remarcó Peñalver, que con este tipo de políticas, se ha facilitado y democratizado el acceso al crédito.

“Nosotros vemos también como con las compras del Estado, con las ruedas de negocios, con todas las facilidades que se están dando a través de la nueva ley de licitaciones, de la ley de la pequeña y mediana industria, nos ha permitido que nosotros nos incorporemos activamente al mercado y a trabajar en sectores y empresas fuera y dentro del Gobierno que tradicionalmente estaban tomadas por grandes grupos económicos”, argumentó Peñalver.

Sobre este punto, Peñalver agregó que las políticas para proteger la micro, pequeña y mediana industria, fue otro factor importante para el desarrollo integral del sector.

“Por eso es que nosotros vemos como en estos 10 años han surgido más de 400.000 nuevas empresas que han venido a engrosar no sólo la generación de riquezas sino el empleo productivo, además de mejorar la claridad de vida y las condiciones socioeconómicas de nuestros trabajadores y familias”, indicó Peñalver.

http://www.abn.info.ve/noticia.php?articulo=170260&lee=16

sábado, 6 de setembro de 2008

Moçambique vai criar Instituto para o Desenvolvimento de Pequenas e Médias Empresas

3 setembro 2008/Televisão de Moçambique (TVM)

Director Nacional da Industria diz que Moçambique vai ter, até ao final deste ano, um Instituto para o Desenvolvimento de Pequenas e Médias Empresas.

Sérgio Macamo diz que o instituto tera como vocação principal fazer a intermediação financeira para facilitar o acesso ao crédito para Pequenas e Médias Empresas

Esta revelação foi feita numa conferência de Imprensa, no recinto da FACIM, no contexto do tema sobre Oportunidades de Investimento na área industrial, uma acção governamental que tem como principal pilar o recem aprovado Plano e Estratégia de Desenvolvimento Industrial em Moçambique.

Para o Ministério da Industria e Comércio, a definição da estratégia por sectores tem argumentos de sobra. Para já, o MIC destaca que a opção feita segiu critérios de rápido crescimento dos sectores para conferir maior competividade ao país, num cenário de integração e globalização económica em curso na região e no mundo.
Cerca de 98% da base empresarial do país é constituída por firmas de pequeno e médio porte. A estratégia desenhada tem como finalidade contribuir para o desenvolvimento deste segmento de mercado.

O instituto também terá a função de auxiliar as empresas a desenharem estudos de viabilidade e fazer planos de negócios para garantir a sua implantação no mercado.
Para o MIC, uma base expressiva e desenvolvida de pequenas e médias empresas e um grande atractivo para os grandes projectos por serem sectores que a juzante completam o cadeia de valor prestando serviços e fornecendo bens ao mercado.

terça-feira, 3 de julho de 2007

Construcción de planta petroquímica iniciaron

Teherán, 2 Julio (ABN) - El presidente de la República, Hugo Chávez Frías, y su homólogo iraní, Mahmoud Ahmadineyad, dieron inicio a las obras de construcción de una empresa mixta en el área petroquímica.
La instrucción inicial fue dada por ambos mandatarios, este lunes, en el Complejo Petroquímico Pars del Sur, en la ciudad de Assaluyeh, a unos 920 kilómetros al sur de Teherán, capital de Irán, y forma parte de uno de los 17 acuerdos firmados entre ambas naciones durante esta gira presidencial.
Posteriormente, ambos jefes de Estado ofrecieron una rueda de prensa conjunta en la que reafirmaron los principios de unidad, cooperación y complementariedad en las relaciones bilaterales.
El presidente Chávez destacó que los convenios firmados permitirán, entre otras cosas, iniciar la construcción de plantas industriales en Venezuela.
«Uno de ellos es el acuerdo para construir fábricas madres para plantas de procesamiento de leche; otro está referido a fábricas madres para construir máquinas procesadoras de maíz, sólo con estos dos ejemplos basta para resaltar la importancia que en lo económico y social tienen estos dos convenios», afirmó el Jefe del Estado venezolano.
Destacó que estos convenios conforman un ejemplo de la revolución económica y social, que pronto verá cómo se construyen en el país fábricas para el procesamiento de alimentos para la población.
«En el proceso de construcción de nuestro socialismo esto nos va a permitir romper los monopolios que nos impone el capitalismo y garantizar la soberanía alimentaria», explicó el Mandatario Nacional.
Chávez destacó otro de los acuerdos que permitirá la creación de un Fondo Único Binacional de Financiamiento para el Desarrollo, que tiene como objetivo crear estrategias para el comercio y la exportación a nivel mundial, así como el financiamiento de proyectos conjuntos de desarrollo.
Calificó estos acuerdos como un conjunto de decisiones estratégicas que se conformarán como motores para la Revolución Bolivariana, por lo cual agradeció el apoyo mostrado por el Gobierno de la República Islámica de Irán.
Por su parte, el presidente Ahmadineyad destacó que las relaciones entre ambas naciones se han profundizado, desarrollado y fortalecido con base en las nuevas ideas que han permitido la concreción de acuerdos conjuntos.
«Nosotros consideramos el progreso de Venezuela como el progreso de Irán y es por esa misma razón que los dos pueblos estamos juntos en un camino de construcción y progreso», ratificó el presidente iraní.
Consideró que los acuerdos e instrumentos jurídicos firmados representan un salto en las relaciones bilaterales porque las inversiones conjuntas en diferentes áreas como energía e industria y para mejorar el comercio entre ambos países favorecerán a sus respectivos pueblos.
«El mensaje de la Revolución Bolivariana de Venezuela y de la Revolución Islámica de Irán es paz y hermandad para todos los pueblos del mundo y la resistencia firme contra todos los tiranos del mundo», afirmó.
Ambos mandatarios ratificaron su disposición para continuar desarrollando proyectos de desarrollo conjuntos y continuar fortaleciendo y profundizando las relaciones entre ambas naciones.
La rúbrica de estos acuerdos conformaron el cierre de la quinta visita del presidente Chávez a Irán y se sumaron a los catorce instrumentos jurídicos que fueron firmados este domingo en las instalaciones del Ministerio de Industria en Teherán, en un acto presidido por el ministro del Poder Popular para la Industrias Básicas y Minería, José Khan, y su similar de esta nación.
La gira internacional que realizó el presidente Chávez lo llevó también a Rusia y Bielorrusia donde adelantó conversaciones y acuerdos en el área energética, además de otros proyectos de desarrollo conjuntos.

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