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terça-feira, 25 de outubro de 2016

Venezuela/Gobierno venezolano anuncia inicio de diálogo con la oposición

24 octubre 2016, TeleSur http://www.telesurtv.net (Venezuela)




El enviado del Vaticano a Venezuela, Emil  Paul, informó que la fecha fijada para el diálogo es el 30 de octubre en la isla de Margarita.

El alcalde Metropolitano de Caracas, Jorge Rodríguez, anunció este lunes el inicio de una mesa de diálogo entre el Gobierno venezolano y la oposición.

“Después de varias reuniones y propuestas exploratorias se cristaliza esta mesa de diálogo. Agradecemos la incorporación del papa Francisco a través de un enviado especial a Caracas”, manifestó Rodríguez.

Agradeció a los ex presidentes Leonel Fernández, Martin Torrijos y José Luis Rodríguez Zapatero, así como al secretario general de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), Ernesto Samper, por

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Abya Yala, Patria Grande, Unasul: Saída democrática só com volta de Dilma ou novas eleições



12 julho 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


 

Em entrevista concedida nesta terça-feira (12), o secretário-geral da Unasul, Ernesto Samper, disse que o Brasil precisa urgentemente de uma saída democrática e apontou apenas dois caminhos: a volta da presidente eleita Dilma Rousseff ao poder ou a convocação de eleições antecipadas. Ou seja: para os vizinhos latino-americanos, a continuidade do interino Michel Temer significa a negação da democracia no Brasil. Leia abaixo matéria da Agência Brasil:

O secretário-geral da União de Nações Sul-americanas (Unasul), Ernesto Samper, disse nesta terça (12), em evento no Rio de Janeiro, que o Brasil precisa retomar a continuidade democrática e a governabilidade para sair da crise política. Samper participou da sétima edição do Café Unasul, espaço alternativo em que se reúne com jovens universitários e professores para debater temas como educação, direitos humanos, meio ambiente, trabalho e segurança.

Crítico do afastamento da presidenta Dilma Rousseff, o colombiano disse que a Unasul condenou o impeachment pela “forma como estava ocorrendo o processo de destituição” e disse que a entidade continua reconhecendo a petista como presidenta

terça-feira, 17 de maio de 2016

Brasil/Dilma rebate Serra: Mundo expressa indignação com farsa jurídica



16 maio 2016, Facebook Minas contra o golpe https://www.facebook.com/minascontraaecio (Brasil)

Por meio de sua conta no Facebook, a presidenta eleita do Brasil, Dilma Rousseff, pronunciou-se sobre a reação do mundo contra o golpe em curso no Brasil. E criticou comunicados divulgados pelo Ministério de Relações Exteriores, agora comandado pelo tucano José Serra.

Segundo ela, na tentativa de "justificar o ataque aos Estado Democrático de Direito", a pasta emitiu nota repudiando governos e órgãos internacionais que denunciam o golpe parlamentar no Brasil.

De acordo com Dilma, "a reação de governos estrangeiros e de importantes setores da opinião pública mundial, entre eles o Secretário-Geral da OEA, expressa a indignação internacional diante da farsa jurídica aqui montada".

"Ao mesmo tempo, revela a preocupação de que essas práticas, travestidas de legalidade, possam se espalhar por outras partes do mundo, especialmente na América Latina, promovendo a desestabilização de governos legítimos e revertendo as grandes conquistas sociais e democráticas alcançadas

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Brasil/Unasul emite nota de apoio a Dilma e mostra preocupação com segurança jurídica no Brasil

13 abril 2016, Sputnik Brasil http://br.sputniknews.com (Rússia)

Antonio Cruz/Agência Brasil

A aprovação do processo de impeachment de Dilma Rousseff, na Comissão Especial da Câmara, começa a elevar a mobilização de importantes entidades no exterior. O secretário-geral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, divulgou nota em que manifesta apoio a Dilma e preocupação com a segurança jurídica no Brasil.

Em mensagem pelo Twitter, Samper afirma que a destituição da presidente só seria legítima se houvesse a comprovação de algum delito cometido por parte do Executivo. O secretário da entidade (que reúne 12 países da região) afirmou ainda que aceitar o afastamento de um mandatário por supostas irregularidades em atos de caráter administrativo levaria a uma perigosa criminalização do exercício de governo por razões meramente políticas.


Na última segunda-feira, 11, a Comissão Especial da Câmara aprovou o processo de pedido de impeachment de Dilma por 38 votos a favor e 27 contra. O destino do processo ocorrerá neste domingo, 17, quando os 513 deputados da Câmara votarão sobre o tema em plenário. A presidente precisa obter

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Brasil/Em apoio a Dilma, Unasul pede respeito às leis

13 outubro 2015, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


 O secretário-geral da União das Nações Sul-Americanas, Ernesto Samper, afirmou nesta terça (13) que a presidenta Dilma Rousseff tem todo o apoio da entidade. No momento em que Dilma é vítima de uma campanha da oposição que tenta tirar-lhe o mandado concedido pelo povo, Samper pediu que o Congresso Nacional respeite a Constituição e que os problemas políticos no país sejam solucionados seguindo as leis.


O secretário-geral, que também é ex-presidente da Colômbia, encontrou-se com Dilma na tarde desta terça (13), no Palácio do Planalto. Ele relatou que, na audiência, reiterou a posição do bloco sul-americano de que Dilma "pode e deve terminar o seu mandato até o final".

“A presidente tem o apoio da Unasul e, repito, é uma pessoa honesta, foi eleita constitucionalmente

quarta-feira, 1 de abril de 2015

América Latina deve reavaliar sua relação com EUA, diz Samper

31 março 2015, Vermelho (Brasil)

O secretário-geral da União de Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, propôs uma reavaliação das relações entre a América Latina e os Estados Unidos na próxima Cúpula das Américas, prevista para abril, no Panamá.


Um dos pontos levantados por Samper, que foi presidente colombiano entre os anos de 1994 e 1998, se refere às bases militares estadunidenses na região. Ele cobrou a retirada destas instalações. Em sua opinião, é uma medida que corresponde ainda aos tempos da Guerra Fria.

Ele insistiu que as relações devem

quinta-feira, 4 de dezembro de 2014

Abya Yala, Patria Grande, Ecuador/Lula da Silva: Juntos podemos incidir en la construcción de un nuevo orden político y económico global

3 diciembre 2014, El Ciudadano.gob.ec http://www.elciudadano.gob.ec (Ecuador)

Por Lorena Intriago

Guayaquil (Guayas) -- El Centro Cívico Eloy Alfaro vibró esta noche con la conferencia que dio hoy el expresidente de Brasil, Luis Ignacio Lula Da Silva, denominada “La Unidad y la Integración Latinoamericana y Caribeña: Pasado, presente y futuro”, en el marco del Seminario Internacional Integración y Convergencia en América del Sur, ofrecido previo a la Cumbre Extraordinaria de Jefas y Jefes de Estado de la Unasur.

Lula hizo un recuento de la desunión que vivían los países de América del Sur hasta hace poco más de una década, cuando los países más ricos sembraban la discordia entre naciones, como una manera de “reinar y dividir”. Sin embargo, estos escenarios cambiaron cuando el “continente fue capaz de elegir a un compañero como Chávez, como Kirchner, eligió a Lula, a Evo Morales, Tabaré Vázquez”, dijo.

En su alocución dejó entrever cómo las grandes potencias, que antes dominaban y dictaban recetas para llevar la economía y desarrollo de los países latinoamericanos, no aceptan que personas como un obrero metalúrgico (Ignacio Lula), un joven economista (Rafael Correa), un “niño cocalero” (Evo Morales) y un ciudadano que estuvo preso 15 años de su vida (José Mujica), hayan equilibrado la economía de sus países, disminuido la pobreza y transformado para bien sus naciones.

Previamente, recordó que en la actualidad América Latina y el Caribe han conquistado un nuevo lugar en el mundo. “Hemos dejado de ser una pieza menos importante en las relaciones internacionales y

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Abya Yala, Patria Grande/Samper: LA INTEGRACIÓN DEBE RESOLVER PROBLEMAS COTIDIANOS DE LA REGIÓN

22 octubre 2014, Agencia Venezolana de Noticias http://www.avn.info.ve (Venezuela)

Caracas -- El secretario general de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur), Ernesto Samper, ratificó este miércoles que la integración de los países de la región debe ser el camino para darle solución a los conflictos internos de la zona.

"La integración debe resolver problemas cotidianos de la región", escribió funcionario en @ernestosamperp.

Señaló que su papel frente a la Unasur se basa en "unir los procesos de convergencia y buscar nuevos tiempos", como la solución definitiva del conflicto armado que vive Colombia desde hace más de 50 años.

A través de la referida red social, Samper sostuvo que la Unasur

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Colombia/Córdoba aboga porque Obama participe en reunión Unasur sobre bases militares

10 agosto 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

Piedad Córdoba afirmó que apuesta por una salida negociada al conflicto armado que vive la nación neogranadina, “por lo tanto muchos y muchas colombianos no compartimos la instalación de bases militares en territorio colombiano”.

La senadora colombiana Piedad Córdoba se mostró partidaria este lunes porque el presidente de Estados Unidos, Barack Obama, asista a la reunión de la Unión de Naciones Suramericanas (Unasur) que se llevará a cabo próximamente en Buenos Aires (Argentina, donde se debatirá el tema de la presencia militar de tropas estadounidenses en Colombia.

Córdoba, quien estuvo en Quito (Ecuador) en el acto de investidura del segundo período presidencial de Rafael Correa, afirmó que es "muy importante la participación de Obama en esa reunión".

La senadora colombiana indicó que la iniciativa, para que Obama sea invitado a esa reunión, fue planteada por el ex presidente colombiano, Ernesto Samper, al gobernante venezolano, Hugo Chávez, durante una visita que realizó en Caracas (Venezuela) a finales de la semana pasada..

Córdoba señaló que los argumentos esgrimidos por el presidente colombiano, Álvaro Uribe, para justificar la presencia en su país de los militares estadounidenses es "un subterfugio para arrasar con las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC)".

Córdoba añadió que, según la tesis de Uribe, la intervención de las tropas estadounidenses "acabaría la guerra".

En ese sentido, la senadora colombiana recordó que Obama ha afirmado que "no está interesado en la guerra" y que "ha venido planteando la autonomía de los gobiernos". Al tiempo que consideró que la Unasur "tiene la suficiente fuerza política como para "obligar al departamento de Estado y al presidente a que haya una relación de igual a igual".

La senadora del Partido Liberal colombiano indicó que la instalación de bases militares en Colombia, "representará la profundización de la guerra en Colombia".

Apostó por una salida negociada al conflicto armado que vive la nación neogranadina, "por lo tanto muchos y muchas colombianos no compartimos la instalación de bases militares en territorio colombiano".

Agregó que " quienes estamos en contra de las bases somos apátridas, la teoría dos demonios que siempre se utilizó en el cono sur, los malos son lo que estamos a favor de la dignidad y la autonomía de los pueblos".

La semana pasada, el presidente venezolano, en una reunión a la que asistió Córdoba, manifestó que si Uribe autoriza la presencia de más tropas de EE.UU. en Colombia estará "sembrando vientos de más guerra", no sólo a lo interno de ese país, sino a lo externo también.

Puntualizó que "un ala guerrerista del Pentágono, con el lamentable apoyo de Bogotá, pretende dinamitar el proceso de integración regional".

La crisis generada entre Caracas y Bogotá por ese asunto llevó a Chávez a declarar "congeladas" las relaciones de su país con Colombia.