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sexta-feira, 30 de outubro de 2015
BRICS, БРИКС /A volta da diplomacia: TERCEIRA SEMANA DA INTERVENÇÃO RUSSA NA SÍRIA
28.10.2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)
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segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Brasil/Jornalistas resgatam experiência da Cadernos do Terceiro Mundo e apontam necessidade de democratizar a comunicação
22 novembro 2013, NPC - Núcleo Piratininga de
Comunicação http://nucleopiratininga.org.br (Brasil)
Por Marina Schneider--NPC
A lembrança do papel informativo e
de formação política da revista Cadernos do Terceiro Mundo emocionou
muitos participantes do 19o Curso Anual de Comunicação do NPC na
noite do dia 20. A jornalista Beatriz Bissio, uma das fundadoras, diretoras e
editoras da revista, fez uma apresentação com base na experiência da
publicação, que existiu de 1974 a 2006 e foi pioneira na inversão dos fluxos
comunicativos, promovendo uma aproximação e um conhecimento mútuo entre os
“países do Sul” – da América Latina, da África e da Ásia. Bissio participou da
mesa “A mídia da burguesia, a nossa e a formação das ideias” ao lado do também
jornalista Gilberto Maringoni.
“Cadernos do Terceiro Mundo marcou
um jornalismo de combate às ditaduras, mas era uma revista carregada de todo um
ideário que queria contestar não somente as próprias ditaduras, mas sobretudo a
forma como chegava a nós – e continua chegar – a visão de mundo”, apontou a
jornalista. Ela lembrou o contexto dos anos 1970 em que, no marco do
movimento dos países não alinhados, passou a ser discutido o tema da eliminação
das assimetrias dos fluxos informativos e se fortaleceu a crítica à falta de
pluralidade das agências de notícias dos países ricos.
Este cenário foi detectado por meio
de uma pesquisa extensa, ratificada pela Unesco em 1980 com a publicação do
Relatório MacBride “Relatório MacBride – um mundo, muitas vozes”.
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segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Indonésia/“THE ACT OF KILLING”, UM EXTRAORDINÁRIO DOCUMENTO
16 novembro 2013, ODiário.info
http://www.odiario.info (Portugal)
Os Editores
Um realizador norte-americano empreendeu a tarefa
de documentar a chacina anti-comunista levada a cabo na Indonésia em 1965. O
monstruoso massacre de um milhão de homens e mulheres, encorajado e saudado
pelo imperialismo, surge reencenado por um dos seus principais perpetradores,
pessoalmente responsável por mais de mil mortes. O filme foi estreado em
Espanha a 30 de Agosto. Esperemos que venha a ser visto em Portugal.
Um
realizador de cinema pede a um assassino que recrie, em filme, as torturas e
crimes que cometeu na vida real. Este, encantado com a oferta, dispõe-se a isso
com entusiamo e diligência. O resultado da experiência é uma alucinação
cinematográfica que adquire proporções épicas quando se descobre que o
criminoso é um dos líderes mais sanguinários dos esquadrões da morte na
Indonésia, bandos de carniceiros que, em 1965, acabaram com a vida de um milhão
de pessoas em menos de um ano. The Act of Killing, de Joshua Oppenheimer, é a
consequência desse assustador delírio de fama dos genocidas indonésios que, no
entanto, hoje vivem como heróis no seu país. O filme estreou em 30 de Agosto em
Espanha.
Werner
Herzog, um dos realizadores mais talentosos do cinema documental, revelou
publicamente o seu assombro perante The Act of Killing. “Não vi um filme tão
poderoso, surreal e aterrador em pelo menos uma década”, disse, acertando em
cheio nos cinco adjectivos e na ordem com que os empregou. Tão impressionante,
tão demente é a história deste filme, que a primeira reacção perante o mesmo é
de surpresa. Uma espécie de estupefacção que se transforma em perturbação e
confusão, antes de se transformar em espanto e, finalmente, em algo muito
parecido com a angústia física.
Os
Esquadrões da Morte
Anwar
Congo, um dos cabecilhas dos Esquadrões da Morte que actuaram na Indonésia
depois do golpe militar contra o Presidente Sukarno, é a estrela deste filme.
Este verdugo, responsável, de acordo com as suas palavras, pela tortura e assassinato,
com as suas próprias mãos, de mais de mil pessoas, encena perante a câmara os
crimes que cometeu, explica como perpetrava as suas agressões e vangloria-se de
se ter para isso inspirado em filmes de gângsteres que estreavam no cinema.
Assassino
do grande ecrã,
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