sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

Brasil/GOLPE FINAL NA SOBERANIA DO PAÍS

21 janeiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br  (Brasil)

Adriano Benayon* - 20.01.2015
Texto enviado pelo autor

1. Não é hipérbole dizer que o Brasil – consciente disto, ou não – vive momento decisivo de sua História. Se não quiser sucumbir, em definitivo, à condição de subdesenvolvido e (mal) colonizado, o povo brasileiro terá de desarmar a trama, o golpe em que está sendo envolvido.

2. Essa trama -- que visa a aplicar o golpe de misericórdia em qualquer veleidade de autonomia nacional, no campo industrial, no tecnológico e no militar – é perpetrada, como foram as anteriores intervenções, armadas ou não, pelas oligarquias financeiras transnacionais e instrumentalizada por seus representantes locais e pelo oligopólio mediático, como sempre utilizando hipocritamente o pretexto de combater a corrupção.

3. Que isso significa? Pôr o País à mercê das imposições imperiais sem que os brasileiros tenham qualquer capacidade de sequer atenuá-las.

4. Implica subordinação e impotência ainda maiores que as que levaram o País, de 1955 ao final dos anos 70, a endividar-se, importando projetos de infra-estrutura, em pacotes fechados, e permitindo o crescimento da dívida externa, através dos déficits de comércio exterior decorrentes da desnacionalização da economia, e em função das taxas de juros arbitrariamente elevadas e das não menos extorsivas

Belluzzo: “A REGRA DA ECONOMIA DE HOJE É ‘O POVO QUE SE LIXE”

21 janeiro 2015, Revista fórum http://www.revistaforum.com.br (Brasil)

Para o professor titular da Unicamp, a crença na “auto-organização” do mercado, sustentada por defensores de “dogmas”como o tripé macroeconômico, não encontra correspondência na realidade. “Acho que os economistas em geral têm um déficit intelectual decorrente da ignorância histórica”

Por Anna Beatriz Anjos e Glauco Faria

Luiz Gonzaga Belluzzo não hesita em dizer o que pensa sobre os atuais rumos da economia brasileira, que estariam pautados hoje, sobretudo, pelo princípio que ele considera ser uma espécie de “Santíssima Trindade” da “teologia” de economistas: o tripé macroeconômico. “Qual é a lógica do ajuste fiscal? Se a gente prometer ajuste fiscal, certamente o setor privado vai ganhar mais confiança, vai investir, e aí a economia se reequilibra – é o que eles pensam. Só que essa suposição é falsa”, afirma.
O economista e professor titular do Instituto de Economia (IE) da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) ressalta ainda o papel da mídia tradicional na defesa do receituário neoliberal e não poupa críticas à parte dos macroeconomistas brasileiros. “Acho que os economistas em geral têm um déficit intelectual decorrente da ignorância histórica, ficam falando abstrações”, coloca.

Confira na íntegra a entrevista que Belluzzo concedeu à Fórum:

Para Luiz Gonzaga Belluzzo, o novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, “representa um conjunto de interesses, que acabou se impondo durante as eleições e logo depois delas” (Foto: Wilson Dias/Agência Brasil)

Fórum – O que podemos esperar do ministro Joaquim Levy e da equipe econômica brasileira para os próximos quatro anos?

ORGANIZACIONES DE LA SOCIEDAD CIVIL GLOBAL LANZAN EL FORO SOCIAL DE INTERNET

22 enero 2015, ALAI, América Latina en Movimiento http://www.alainet.org


Ginebra, Suiza, 22 de enero 2015 --  Un conjunto de organizaciones de la sociedad civil de diversas partes del mundo anticipó la convocatoria del Foro Social de Internet, que propone reunir y articular propuestas desde las bases, respecto al “Internet que queremos”. Inspirado en el Foro Social Mundial y su lema “Otro mundo es posible”, el grupo quiere llamar la atención urgente sobre la creciente centralización de Internet, que persigue la extracción de rentas monopólicas y el control socio-político, afirmando que “¡Otro Internet es posible!”

El Foro Social de Internet planteará, entre otras cosas, una alternativa a la “Iniciativa Net Mundial” del Foro Económico Mundial, respecto a la gobernanza global de Internet. Mientras que el Foro Económico Mundial (FEM) y la “Iniciativa Net Mundial” convocan a las elites globales, el Foro Social de Internet será un espacio participativo, organizado desde las bases, para todas y todos quienes creen que el Internet global debe desarrollarse en pro del interés público, estableciendo así un paralelo directo con el lanzamiento del Foro Social Mundial, en 2001, en tanto iniciativa contrapuesta al FEM.

El Foro Social de Internet busca llegar a organizaciones y movimientos sociales de todo el mundo, con miras a articular las expresiones de inconformidad que desafían el control que

Abya Yala, Patria Grande/EL “NINGUNEO” CONTRA LA CELAC

23 enero 2015. Rebelión http://www.rebelion.org (México)


Los próximos miércoles 28 y jueves 29 de enero de 2015 se realizará en la ciudad de San José, capital de la República de Costa Rica, la Tercera Cumbre de Jefes de Estado y de Gobierno de la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños (CELAC). La Segunda Cumbre (2014) tuvo lugar en La Habana, Cuba, y la Primera (2013) se efectuó en Santiago, la capital chilena. 

Como es bien sabido, la CELAC está integrada por la totalidad de las naciones del continente americano, con la dos únicas excepciones de Estados Unidos y Canadá, países que escapan, por razones geográficas, a las denominaciones latinoamericano y caribeño. De modo que la CELAC reúne a las 33 naciones del subcontinente latinoamericano y caribeño, desde los gigantes Brasil y México hasta las más pequeñas como, por ejemplo, Antigua y Barbuda, Barbados, Granada, San Cristóbal y Nieves, Santa Lucía o San Vicente y las Granadinas. 

Ya haber podido reunir a la totalidad de las naciones latinoamericanas y caribeñas en un mecanismo de integración política y económica en medio de la diversidad es indudablemente un logro monumental. Pero el logro se agiganta ante

БРИКС, BRICS/A RÚSSIA DEIXA NO FRIO O COMISSÁRIO EUROPEU DA ENERGIA -– GAZPROM-UE: 6-0

15 janeiro 2015, Resistir.info http://www.resistir.info (Portugal)

O original encontra-se em vineyardsaker.blogspot.pt/... . Tradução de JF.

por Aleksei Kettunen

Na quarta-feira 14 de Janeiro a UE manteve negociações com a Gazprom em Moscovo. Os negociadores da UE tinham três objectivos:

-- Pressionar a Rússia a estender o preço especial de Inverno dos fornecimentos de gás à Ucrânia até o fim de Março; 

-- Obrigar a Rússia a novas concessões unilaterais forçando todas as compras europeias de energia a serem feitas através de um comprador único: uma nova "União Europeia da Energia"; 

-- Pressionar a Rússia a ressuscitar o projecto cancelado do gasoduto South Stream e construí-lo de acordo com as regras restritivas impostas pelo Terceiro Pacote Energético [NT] .

A resposta russa foi um balde de água gélida.

Em primeiro lugar, a Gazprom disse não haver necessidade de

Angola/PETRÓLEO E VONTADE DE VENCER

19 de Janeiro, 2015 , Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Álvaro Domingos

O preço do petróleo desceu artificialmente para níveis que só podem ser justificados pela especulação desenfreada. Um mundo que está nas mãos de especuladores e toda a espécie de traficantes financeiros tem pouco futuro.

O futuro está nas mãos dos angolanos, na sua força indómita, na capacidade de enfrentarem todos os desafios e dificuldades. Um país que tem um grande Presidente da República está em condições de crescer, de consolidar o crescimento económico e social. Angola é dirigida por uma elite política que foi capaz, ao longo dos últimos 40 anos, de vencer todas as barreiras, enfrentar todas as agressões. Só um grande Povo pode gerar políticos que conseguiram fazer do nada um país respeitado no concerto das Nações.
 
As elites políticas angolanas conseguiram construir um país em África a partir dos escombros do colonialismo. Que grande desafio e que grande vitória! A queda do preço do petróleo preocupa. É um problema sério e difícil de resolver. Temos um défice orçamental como há muito não tínhamos. Mas quem há 40 anos conseguiu vencer todas as traições, todos os ataques mortíferos e proclamou a Independência Nacional, não vai agora temer o preço baixo do barril de petróleo. Muitos dos que ergueram a Bandeira Nacional e se bateram nas frentes de combate contra

MODELO DE FINANCIAMENTO CHINÊS EM ÁFRICA OLHADO COMO EXEMPLO NO BRASIL

19 janeiro 2015, Macahub http://www.macauhub.com.mo (China)

O Brasil pretende expandir as suas exportações para África além dos países de língua portuguesa, onde já está bem implantado, mas precisa de um modelo de financiamento mais atractivo, um pouco à semelhança do da China, de acordo com um estudo brasileiro recente.

No estudo “A Indústria de Defesa e as Relações Brasil-África: Sucessos e Desafios”, recentemente publicado pelo Centro Brasileiro de Relações Internacionais (CEBRI), três investigadores sublinham que, de acordo com dados oficiais, o peso de África na balança comercial brasileira “ainda é modesto” e o crescimento registado nos últimos anos não é “estável.”

“Destacam-se vários desafios para um crescimento expressivo do sector: a concorrência

Ucrânia, Украина/Красный Партизан взят под контроль ДНР. Строго 18+ (ПСД TV 23.01.2015)


Facebook Reinhard Lenfant



Publicado em 23 de jan de 2015
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DONBASS-INFORMATION : 23.01.2015
6 h · 
DONBASS-INFORMATION : 23.01.2015 :

quarta-feira, 21 de janeiro de 2015

Brasil/DISCURSO ANTIINDÍGENA DE KÁTIA ABREU SERÁ A MARCA DA POLÍTICA INDIGENISTA DO SEGUNDO MANDATO DE DILMA?

8 janeiro 2015, Conselho Indigenista Missionário http://www.cimi.org.br (Brasil)


A Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) manifesta publicamente a sua preocupação e repúdio às declarações dadas ao jornal Folha de S. Paulo, no último dia 5 do presente, pela senhora Kátia Abreu, latifundiária, presidente licenciada da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e ministra de Agricultura do governo Dilma. É inadmissível, o preconceito e a discriminação explicitados por esta representante do poder econômico agroexportador, inclusive contra outras organizações e movimentos sociais, que não esconde seus propósitos de restringir ou suprimir os direitos indígenas em favor do império do setor que ela representa sobre as terras e os territórios indígenas.

O discurso neocolonizador, autoritário e etnocêntrico da senhora Kátia Abreu que tenta justificar a inversão de direitos, a invasão, espoliação e esbulho das terras indígenas, dizendo que foram os índios que “saíram da floresta e passaram a descer nas áreas de produção”, preocupa, não só por

Brasil/KÁTIA ABREU, AGORA COMO MINISTRA DA AGRICULTURA DO GOVERNO DILMA, ATACA OS DIREITOS INDÍGENAS E A REFORMA AGRÁRIA!

6 janeiro 2015, Conselho Indigenista Missionário http://www.cimi.org.br (Brasil)


A senadora Kátia Abreu, nova ministra da Agricultura, Abastecimento e Pecuária, em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo teve a desfaçatez de dizer que não existe mais latifúndio no Brasil e que os conflitos fundiários com indígenas ocorreram porque "eles saíram da floresta e passaram a descer nas áreas de produção". A ministra também atacou a Funai, órgão indigenista do governo, e o Decreto 1775/96 que regulamenta o procedimento de demarcação de terras, o qual considera "inconstitucional, unilateral, ditatorial, louco, maluco". Com esse pronunciamento ela não apenas anuncia quem serão seus interlocutores no ministério, como também declara seu desconhecimento sobre a história indígena brasileira.

Apesar de todas as manifestações contrárias à indicação da senadora do Tocantins e presidente da CNA -- Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária -- ao Ministério da Agricultura, a presidente Dilma, a nomeou e garantiu a ela um cargo estratégico. Analistas políticos e os próprios políticos dirão que algumas nomeações são para assegurar a "governabilidade". No entanto, é inadmissível que uma ministra recém-nomeada, conceda uma entrevista e fale de grupos sociais e da realidade brasileira como se estivesse na cozinha da sede de uma de suas fazendas ou em um dos latifúndios que a ministra alega não existir mais no Brasil.

Ocupando o cargo de ministra da Agricultura, Kátia Abreu deveria, no mínimo, tomar conhecimento dos dados estatísticos oficiais, tais como os do Censo Agropecuário do IBGE, no qual se demonstra (já em 2006) haver concentração de 228,5 milhões de hectares de terras improdutivas nas mãos de cerca de 70 mil pessoas, sendo que

Argentina/LA DUDOSA MUERTE DEL FISCAL

20 enero 2015, Pagina12 http://www.pagina12.com.ar (Argentina)

Por Horacio Verbitsky

Es prematuro concluir si el fiscal general Alberto Nisman se suicidó o fue asesinado. Cualquier afirmación al respecto que no esté sustentada por constancias indudables de la investigación sólo tiende a capitalizar lo sucedido en una dirección u otra.

Una lastimosa tradición nacional induce a sospechar de las apariencias. Pero el brigadier Rodolfo Echegoyen, quien investigaba en la Aduana un caso de narcotráfico mientras la Aeronáutica era conducida por su camarada José Antonio Juliá (el padre de los dos condenados en España por ese mismo delito), no tenía rastros de pólvora en las manos cuando lo suicidaron en 1990, ni marcas de la patada que en todos los peritajes posteriores produjo el 38 especial empleado. El capitán de navío Horacio Pedro Estrada, quien en 1997 estaba imputado en la causa por la venta ilegal de armas, era zurdo y el disparo ingresó por la zona derecha de la nuca. Pruebe a cruzar el brazo por detrás de la cabeza y apuntarse a la nuca del lado opuesto y después opine. Marcelo Cattáneo, acusado de pagar sobornos por las contrataciones del Banco Nación con IBM, apareció colgado al año siguiente, con un recorte de diario en la boca sobre el caso que lo involucraba. Lourdes Di Natale cayó por el balcón en 2003 con un tenor alcohólico en la sangre que no le hubiera permitido ni llegar a la ventana, y en toda la casa

Pacificação em Angola é baseada na inclusão

21 de Janeiro, 2015, Jornal de Angola http://jornaldeangola.sapo.ao (Angola)

Angola conduz um processo de consolidação da paz baseado na inclusão que permite ultrapassar incompreensões, restabelecer confiança entre as pessoas e lançar bases para uma paz duradoura, afirmou, nas Nações Unidas, o secretário de Estado das Relações Exteriores.

Manuel Augusto, que discursava no debate aberto do Conselho de Segurança subordinado ao tema “Desenvolvimento Inclusivo para a Manutenção da Paz e da Segurança Internacional”, disse que “Angola desenvolve um programa económico e social de reintegração de segmentos da população vitimas do conflito armado, especialmente ex-combatentes e famílias”.

No debate, que teve como moderadora a Presidente do Chile, Michele Bachelet, e no qual participou o Secretário-Geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, o secretário de Estado disse que “nos países que emergem de conflitos armados, a consolidação da paz deve realizar-se no quadro de um processo inclusivo que permita ultrapassar