segunda-feira, 4 de agosto de 2008

São Tomé e Príncipe/Fórum de desenvolvimento conjunto inicia hoje

São Tomé, 4 agosto 2008 - Dezenas de homens de negócios da Nigéria começaram a chegar domingo de manhã em São Tomé e Príncipe para participarem no II Fórum de Desenvolvimento organizado pela Autoridade de Desenvolvimento Conjunto entre os dois países.

O encontro começa esta segunda-feira, prolonga-se durante três dias e são esperados, só da parte da Nigéria, mais de 110 participantes ligados à banca, turismo e petróleo interessados em conhecer e participar nos projectos de investimento na Zona de Desenvolvimento Conjunto dos dois países.

O presidente do conselho de administração da Zona de Desenvolvimento Conjunto (JDZ), Jorge Santos, disse à Lusa que o fórum pretende mostrar aos `homens de negócios` dos dois países possíveis áreas de investimento ligadas às actividades petrolíferas e outras como o turismo, as pescas ou a construção.

"Se tudo correr como previsto, no próximo ano faremos quatro furos petrolíferos e a actividade de perfuração só em si requer uma série de infra-estruturas e serviços e é para estas actividades que pretendemos direccionar estes debates", explicou Jorge Santos.

Criar sinergias nestes domínios para preparar São Tomé e Príncipe para a actividade petrolífera é assim um dos grandes propósitos deste segundo fórum de desenvolvimento conjunto Nigéria/S. Tomé e Príncipe. (AngolaPress)

Dentro de oito anos São Tomé terá um porto de águas profundas

São Tomé, São Tomé e Príncipe, 4 agosto 2008 - O governo de São Tomé e Príncipe assinou sexta-feira com a empresa francesa Terminal Link, subsidiária do grupo CMA CGM, um contrato para a construção de um porto em águas profundas.

O ministro das Infra-Estruturas sã-tomense, Benjamim Vera Cruz, e o vice-presidente executivo do grupo CMA CGM, Farid Salem, assinaram o contrato para a construção, desenvolvimento e exploração do terminal de contentores, que ficará situado em Fernão Dias, 10 quilómetros a norte da capital

Com este acordo, a subsidiária da CMA CGM (Compagnie Maritime d’Affrètement/Compagnie Générale Maritime), a terceira operadora mundial de contentores, que acumula um capital social de 11.000 milhões de dólares, vai desenvolver os estudos de viabilidade técnica e de impacte ambiental ao longo dos próximos dois a quatro anos.

A empresa francesa vai necessitar ainda de mais quatro anos para a conclusão do projecto, com um custo avaliado em 400 milhões de dólares, totalmente financiado por privados.

O porto de águas profundas vai transformar o arquipélago de São Tomé e Príncipe no centro de redistribuição de contentores de grande porte para a sub-região da África Central e Ocidental.

O futuro porto de águas profundas de Fernão Dias terá uma superfície de 80 hectares, sendo 40 em terra e outros 40 no mar. (macauhub)

Angola assume presidência do órgão dos Inspectores de Defesa da SADC

Luanda, 4 agosto 2008 - A República de Angola vai assumir a presidência do órgão dos Inspectores Gerais de Defesa da Comunidade de Desenvolvimento da África Austral (SADC), depois da realização da sua II conferência bienal, a ter lugar em Luanda, de 05 a 07 de Agosto.

Este facto foi anunciado domingo pelo Inspector Geral das Forças Armadas Angolanas, general Rafael Sapilinha "Sambalanga", que falava em entrevista exclusiva à Angop, a propósito da realização deste encontro.

Segundo o general Sambalanga, a reunião tem como principal objectivo avaliar as actividades desenvolvidas desde a I conferência realizada em Pretória, África do Sul, em Julho de 2006.

O responsável militar explicou que as principais linhas de força deste evento analisam-se na materialização das conclusões saídas da reunião anterior que visam a mobilização e conjugação de esforços dos órgãos de Inspecção da defesa dos países membros da SADC.

Referiu que até ao presente nove delegações confirmaram já a presença no evento.

Entretanto, para participar neste fórum encontra-se já em Luanda, desde sexta-feira, o Inspector Geral das Forças de Defesa da África do Sul, major-general Mxolisi Petane que assume actualmente a presidência do órgão.

São membros da SADC, Angola, África do Sul, Botswana, Lesotho, Ilhas Maurícias, Malawi, Moçambique, Madagáscar, Namíbia, República Democrática do Congo, Swazilandia, Zâmbia, Tanzânia e Zimbabwe. (AngolaPress)

sexta-feira, 1 de agosto de 2008

MOBILIZAÇÃO CONTRA A DIRETIVA DE RETORNO

[ADITAL] Agência de Informação Frei Tito para a América Latina www.adital.com.br

31 julho 2008

Adital – Organizações de vários países ligadas à questão da migração preparam para o próximo dia 28 de agosto uma grande mobilização contra a lei de Diretiva de Retorno, aprovada recentemente pelo Parlamento Europeu. A proposta é que em cada país se realize uma atividade para denunciar mais uma ferramenta de criminalização contra os migrantes em todo o mundo.

Desde que foi anunciada, a Diretiva de Retorno tem gerado muita repercussão em vários lugares. Esta seria a primeira ação conjunta, que aglomeraria representações diversas com o único fim de rechaçar e expor os impactos que se teria com a aplicação da lei. Segundo a Diretiva, um (a) migrante pego sem documentos poderá passar 18 meses presos até ser encaminhado para seu país de origem. Ele (a) também concordaria, em termos assinados e sob penas previstas, em não retornar ao país ao qual migrou por cinco anos.

Segundo dados dos organismos oficiais, em todo mundo já são quase 192 milhões migrantes - o que representaria 3% da população do planeta. Desse total, estima-se que cerca de 95 milhões sejam mulheres.

Por falta de políticas ajustadas a estas situações específicas, os (as) migrantes têm seus direitos humanos violados freqüentemente. Um dado da Comissão Econômica para América Latina e o Caribe (Cepal) apontou, por exemplo, que no México cerca de 70% as mulheres migrantes são vítimas de algum tipo de violência e que 60% delas chegam a ser abusadas sexualmente.

As organizações defendem que a migração é um direito humano e, como tal, deve ser respeitado em sua plenitude. Também alertam que hoje, a força econômica dessa população é bastante representativa e afetaria, sem dúvida, a fonte econômica dos países. Estima-se que, em 2007, somente de Madri, os (as) migrantes enviaram mais de 2 bilhões de euros que tiveram o Equador e a Colômbia como os dois países latino-americanos com maior volume das remessas. A América Latina foi a maior receptora, abarcando pouco mais de 50% do total.

No último dia 15, os parlamentares latino-americanos pediram revisão da Diretiva, prevista para entrar em vigor em 2010. O tema foi motivo de discussão no Parlamento Euro-Latino-americano e deverá ser aprofundado em outras reuniões.

Entre algumas organizações que chamam para o evento estão a Associação Argentina de Atores, Associação de Cubanos Residentes no Brasil, Associação de Imigrantes pela Integração Latino-americana e do Caribe do Chile, Associação Aremos de Jalisco - México, Agite - Buenos Aires, Serviço Ecumênico de Apoio e Orientação a Migrantes e Refugiados, Associação de Mulheres Imigrantes do País Basco, Observatório de Proteção dos Direitos Humanos dos e das Migrantes (Ocim) - Bolívia, entre outros.

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=34275

Ao publicar em meio impresso, favor citar a fonte e enviar cópia para: Caixa Postal 131 - CEP 60.001-970 - Fortaleza - Ceará - Brasil
Para receber o Boletim de Notícias da Adital escreva a adital@adital.com.br

Recuerdan al General Seregni, tejedor de la unidad de la izquierda uruguaya

Agencia Bolivariana de Notícias http://www.abn.info.ve

Caracas, 31 julio 2008 ABN - El embajador de la República Oriental del Uruguay, Brigadier General (Av./retirado) Gerónimo Cardozo, y el periodista y analista internacional Aram Aharonian, recordaron al líder histórico de la izquierda uruguaya, General Líber Seregni, a cuatro años de su desaparición física.

En el marco de las actividades que desarrolla el Instituto de Altos Estudios Diplomáticos Pedro Gual para difundir el pensamiento político latinoamericano, se realizó un emotivo homenaje a quien fuera presidente del Frente Amplio (alianza unitaria de todas las fuerzas progresistas de Uruguay) entre 1971 y 1996.

El embajador uruguayo en Venezuela, Gerónimo Cardozo, quien fuera uno de los más cercanos colaboradores de 'el General del pueblo', recordó las distintas etapas de las luchas que le tocó dirigir a Seregni, a lo largo de uno de los períodos más difíciles de la historia uruguaya.

En una muy emocionada intervención, esbozó -junto con el periodista Aram Aharonian, quien acompañara como periodista a Seregni en la primera campaña electoral del Frente Amplio en 1971- la semblanza de quien más que un militar, un dirigente político, o un líder de masas, fue un padre para todos quienes participaron de la construcción de ese fenómeno único en las sociedades latinoamericanas como es la construcción de una fuerza unitaria, diversa y permanente de las fuerzas progresistas.

El general Seregni (1916-2004) nació en una familia de clase media, en la populosa barriada de Palermo en Montevideo. Realizó toda su educación básica en instituciones públicas y adoptó la carrera militar como forma de continuar con el legado del General José Gervasio Artigas, prócer de los 'orientales' (como se conoce a los uruguayos) y que fuera designado 'Protector de los Pueblos Libres de América' por las provincias de la Banda Oriental (hoy la República Oriental del Uruguay), y las hoy provincias argentinas de Misiones, Córdoba, Corrientes, Entre Ríos y Santa Fé.

Por su profundo artiguismo, Seregni era también libertario y civilista (aunque pareciera contradictorio en un militar), participando desde muy joven en las luchas sociales del país sureño, y siendo arrestado en una oportunidad por participar en un acto de solidaridad con la República Española en 1936.

Habiendo logrado ser el más joven General de la República, ocupó la jefatura de la División de Ejército Nro. 1, con asiento en la capital, el más importante de los destacamentos militares uruguayos, cargo al que -sin embargo- renunció por estar en contra de las políticas represivas que empezaba a desarrollar el gobierno del partido Colorado ya en 1968.

El 5 de febrero del año 1971, es nombrado por unanimidad de las fuerzas políticas de izquierda, así como por sectores escindidos de los partidos tradicionales, presidente del Frente Amplio, y candidato de esa fuerza unitaria a las elecciones nacionales de noviembre de ese mismo año.

Seregni tuvo mucho que ver con la formación del Frente Amplio, y había desarrollado previamente -junto con destacados dirigentes de la izquierda, de los movimientos sociales, y con destacados intelectuales uruguayos- las conversaciones que permitieron la 'unidad sin exclusiones', de la que Seregni fue promotor, defensor y constructor.

El Frente Amplio obtuvo en esa primera elección algo más del 20% de los votos emitidos en esa elección, irrumpiendo en el panorama electoral uruguayo con un peso mucho mayor que el que habían obtenido hasta ese momento las fuerzas progresistas por separado.

El 27 de junio de 1973, el presidente colorado Julio María Bordaberry decide disolver el parlamento, dando inicio a una dictadura militar que persistió hasta el 1º de marzo de 1985. En ese período, Uruguay tuvo cientos de desaparecidos y muertos, miles de presos políticos, cientos de miles de exiliados, y un terrible sistema de clasificación de los habitantes en tres categorías de acuerdo a su adhesión al régimen, generando un verdadero sistema de apartheid por motivos ideológicos.

El 'compañero' Seregni no fue ajeno a la represión dictatorial: estuvo preso entre julio de 1973 y noviembre de 1974, para ser nuevamente detenido entre enero de 1976 y marzo de 1984. En estos períodos fue sometido a aislamiento y diversos vejámenes, pero recibió también la solidaridad de un sinfín de organizaciones internacionales, gobiernos y parlamentos que exigieron su libertad sin desmayo.

A su salida de la cárcel, y con la consigna de 'paz para los cambios, y cambios para la paz', y con los justamente ganados cariño y respeto de la enorme mayoría de los uruguayos, dirigió -junto con el resto de las fuerzas democráticas- el proceso que lograra dar por terminada la dictadura fascista que había asolado a la antes considerada 'la Suiza de América'.

Luego de finalizadas las etapas de resistencia (1971-73) y de resistencia (1973-85), se inicia la etapa de consolidación, crecimiento y preparación para el gobierno por parte de la fuerza de izquierda, y Seregni nuevamente fue el gran arquitecto de la unidad. De su mano, y con la candidatura del hoy presidente Tabaré Vázquez, la izquierda logra el gobierno de Montevideo, donde habita más del 50% de la población del Uruguay.

Ya en 1996, a los 80 años, Seregni renuncia a la presidencia del Frente Amplio, pero continúa dirigiendo el Centro de Estudios 1815, desde donde se realizan importantes aportes programáticos y se forma a quienes serán los futuros funcionarios del gobierno progresista.

En el año 2008, a los 87 años, y a sólo tres meses de su muerte, el general Seregni concurre a participar -ya muy desmejorada su salud- en las elecciones internas del Frente Amplio, dando cumplimiento a su promesa de brindar hasta sus últimas fuerzas a la causa del pueblo uruguayo, y sin poder asistir al triunfo electoral de la fuerza por la que tanto había luchado.

El 31 de julio de 2004, a media mañana, el general Seregni dejó de existir, y a su funeral -que se realizó con honores de Jefe de Estado- asistieron cientos de miles de uruguayos que expresaron el más grande de los dolores que se hubiera manifestado colectivamente hasta ese momento.

Ese día, una gran pancarta sin firma reflejaba el sentimiento de todo un pueblo: 'Artigas y Seregni, los generales del Pueblo'.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=143058&lee=16

NOAL felicita a Ecuador por concluir convenio militar con EE.UU.



María Isabel Salvador, canciller ecuatoriana.

Granma http://www.granma.cubaweb.cu

Quito, 31 de julio 2008 — El Movimiento de Países No Alineados (NOAL) felicitó a Ecuador por exigir el retiro de las tropas estadounidenses que operan en la base de Manta, a unos 260 kilómetros al sudoeste de esta capital, informó hoy la Cancillería.

Según la jefa de la diplomacia ecuatoriana, María Isabel Salvador, esta nación fue ovacionada en un encuentro del NOAL, cuando se anunció oficialmente que el Gobierno pondrá fin a un convenio que autoriza al país norteamericano el uso de la referida instalación militar, reportó PL.

El pacto fue suscrito en 1999 por un periodo de diez años.

De acuerdo con un documento de la cancillería "en conversaciones mantenidas con funcionarios estadounidenses se acordó que las operaciones que se realizan amparadas en el mencionado acuerdo terminen en el mes de agosto del 2009".

La nueva Constitución de Ecuador, que será votada el 28 de septiembre en un referéndum popular, establece que en el territorio nacional no se podrán instalar bases militares extranjeras.

http://www.granma.cubaweb.cu/2008/08/01/interna/artic02.html

Sudáfrica interesada en trabajar en cooperación con Venezuela en diversas áreas

Agencia Bolivariana de Notícias http://www.abn.info.ve

Caracas, 1 agosto 2008 ABN- La República de Sudáfrica está interesada en trabajar con Venezuela para cooperar en diversas áreas y lograr así beneficios para ambos pueblos, dijo la ministra de Energía y Minerales de Sudáfrica, Buyelwa Sonjica.

La titular hizo su señalamiento durante un encuentro que sostuvo en la sede de la cancillería venezolana con el viceministro de Relaciones Exteriores para África, Reinaldo Bolívar.

Un boletín del Ministerio del Poder Popular para Relaciones Exteriores reseña que durante el encuentro ambos funcionarios estuvieron conversando acerca de diversos aspectos de interés bilateral y específicamente del área energética.

Sobre esta última área, la ministra sudafricana explicó que su nación ha desarrollado capacidades que le permiten producir combustible líquido, al tiempo que ha procurado diversificar los medios de producción de este tipo de combustible.

“Estoy segura de que avanzaremos en el camino de una relación duradera”, afirmó la ministra africana, quien se encuentra en el país efectuando una visita de trabajo.

Asimismo, expresó que el presidente, Hugo Chávez Frías, “es bastante popular y querido en Sudáfrica” y reveló que la población estaría muy contenta con una visita del Mandatario venezolano a esas tierras, por el gran aprecio que existe hacia él.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=143140&lee=16

CPLP/Guiné-Bissau acolhe dia 07 V Conferência de Ministros do Turismo

Lisboa, 1 agosto 2008 - Bissau vai acolher, a 07 deste mês, a V Conferência de Ministros do Turismo da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), desconhecendo-se ainda os temas a abordar no encontro, que contará com a presença do presidente e do primeiro-ministro guineenses.

Segundo um comunicado do secretariado-executivo da comunidade lusófona, divulgado em Lisboa, a reunião será antecedida por uma outra de técnicos de turismo dos Estados-membros da CPLP, dias 04 e 05, presidida pelo ministro do Comércio, Turismo e Artesanato guineense, Herry Mané.

O presidente guineense, João Bernardo "Nino" Vieira, abrirá os trabalhos da conferência de ministros, secundado, depois, por Herry Mané, após o que, depois da "fotografia de família", serão apresentados documentários sobre o turismo da Guiné-Bissau e inaugurada uma exposição sobre o mesmo tema.

Depois, ainda na parte da manhã, os representantes dos "oito" farão as respectivas comunicações, no máximo de 15 minutos, seguindo-se uma pausa para almoço.

Da parte da tarde, os ministros e secretários de Estado da CPLP debaterão e aprovarão as conclusões do encontro, após o que se seguirá a sessão de encerramento, presidida pelo chefe do executivo guineense, Martinho Ndafa Cabi.

À noite, todos os participantes serão obsequiados com um "jantar de gala" no único hotel de cinco estrelas existente na capital da Guiné-Bissau.

Dia 08, os vários governantes e respectivas delegações farão visitas de cortesia ao presidente e ao primeiro-ministros guineenses.

A CPLP integra Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor-Leste. (AngolaPress)

Funcionários da Aerolineas Argentinas apóiam reestatização

1 agosto 2008/ Agência Brasil

Brasília - Pelo menos três das sete agremiações sindicais que representam os funcionários da companhia Aerolineas Argentinas e Austral afirmaram hoje (1º) que apóiam a iniciativa do governo argentino de reestatizar a empresa. Os trabalhadores também pedem que os parlamentares debatam o assunto de forma “séria e responsável” quando o projeto de lei estiver no Congresso. É o que informa a agência de notícias argentina, Telam.

Edgard Llano, da Associação do Pessoal Aeronáutico (APA), Rubén Fernández, da União de Pessoal Superior e Profissional de Empresas Aerocomerciais (UPSA), e Ricardo Frecia, da Associação Argentina de Aeronavegantes (AAA), concordaram que a estatização “total e definitiva” é a melhor saída para “proteger a fonte laboral e garantir o serviço”.

“Além de proteger a fonte de trabalho de mais de 9 mil trabalhadores aeronáuticos e garantir o serviço, é um projeto que tende a recuperar uma atividade estratégica para o país com vistas ao desenvolvimento nacional, regional e local”, afirmou Frecia.

Sobre o passivo da Aerolineas, os dirigentes consideraram “apressado” estabelecer um montante antes do resultado da auditoria contábil. Fernández pediu que “não se confunda a opinião pública” quando se diz que esse passivo é de US$ 900 milhões e desmentiu que o Estado deve assumir essa dívida.

“Para determinar o passivo real é necessário esperar o resultado da auditoria e a partir daí começar a operar a empresa, para que o passivo seja pago dessa forma, com o respaldo do Estado”, defendeu o dirigente da UPSA.

Há cerca de 15 dias, a Aerolineas Argentinas passou a ser administrada pelo governo. No último fim de semana, ela enfrentou problemas de atrasos de vôos, que resultaram em dificuldade para muitos turistas voltarem para casa, inclusive
brasileiros. Na ocasião, a Associação de Pilotos de Linhas Aéreas responsabilizou o grupo espanhol Marsans, que administrava a empresa, e disse que foram vendidas muito mais passagens do que se podia.

Ministro defende reforço das capacidades dos quadros angolanos

Luanda, 1 agosto 2008 – O ministro do Comércio, Joaquim Icuma Muafumba, considerou hoje (sexta-feira), em Luanda, ser fundamental a formação contínua de quadros angolanos, pois, desta forma, estarão dotados de capacidades que lhes permitirá uma maior integração no sistema económico mundial.

O ministro do Comércio falava na cerimónia de encerramento do seminário sobre "Gestão Moderna dos Portos" – Projecto Trainfortrade/Angola, iniciado há três semanas.

De acordo com Joaquim Muafumba, o sucesso deste projecto em Angola permitirá a sua extensão e implantação noutros países africanos de expressão portuguesa.

O projecto de formação (Trainfortrade/Angola), avaliado em três milhões de euros, será implementado em quatros anos e é co-financiado pelo Governo de Angola e União Europeia.

Este é o primeiro seminário inserido no programa de formação do Trainfortrade/Angola, cuja implementação iniciou no decurso deste ano.

A acção formativa, com a duração de três semanas, teve por objectivo reforçar as capacidades humanas e institucionais angolanas em domínios específicos, como preços e concorrências, turismo, energia, águas, ambiente e gestão portuária.

Durante o encontro, foram analisados temas relativos à gestão técnica e informatização dos portos, tarifas e custos portuários, política de recursos humanos e formação e o papel dos portos no comércio internacional.

Participaram no seminário quadros superiores e gestores da comunidade portuária de Angola, Cabo Verde e da Guiné-Bissau. (AngolaPress)

YPFB proyecta perforar más de 100 pozos petroleros en cinco años

Agencia Boliviana de Información http://www.abi.bo

La Paz, 31 julio 2008 (ABI) - La estatal Yacimientos Petrolíferos Fiscales Bolivianos (YPFB) calculó perforar más de 100 pozos petroleros en los próximos cinco años, luego de la adquisición de una perforadora y la futura adquisición adicional de otras tres maquinarias similares.

"Hoy necesitamos organizarnos, planificar de aquí en adelante en los futuros tres, cuatro, cinco años, perforar más de 100 pozos para garantizar gas y petróleo para los bolivianos", dijo el presidente a.i. de YPFB, Santos Ramírez.

En ese sentido, informó que se iniciará en los primeros días de agosto un plan nacional de perforación de pozos petroleros que demandará una inversión de 80 a 100 millones de dólares este 2008 y el mismo ascenderá a 600 millones de dólares 2009.

El primer equipo de perforación llegó el miércoles a suelo boliviano, cuyo valor asciende a más de 25 millones de dólares. El equipo fue transportado en una caravana de 90 camiones trailers hasta la población de Patacamaya, a 109 kilómetros de la ciudad de La Paz, en donde fue entregado al presidente Evo Morales Ayma.

Adicionalmente a ello, Ramírez anunció la compra de otros tres taladros hasta inicios del año 2009. Estas maquinarias tienen capacidades de 3.000 HP, 1.500 HP y 550 HP, que reforzarán el plan nacional de perforación de pozos petroleros.

Como parte del plan se conformará una empresa de servicios de YPFB, la cual estará a cargo del manejo exclusivo del equipo de perforación petrolera en todo el territorio nacional.

http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto_paleta&j=20080731102737&l=200807300021_Parte_de_la_maquinaria_transportada_desde_Arica_a_Bolivia_(ABI).

TRES NOBEL MIRANDO A ÁFRICA

Marilyn Bobes

1 agosto 2008/Granma http://www.granma.cubaweb.cu

El reciente noventa cumpleaños de Nelson Mandela y el espacio que nos da el verano para leer y releer textos entrañables, se convierten en ocasión propicia para volver sobre la obra de tres personalidades que tienen en común el Premio Nobel de Literatura; entre ellas, dos mujeres que han lanzado una mirada aguda, crítica y demistificadora sobre lo que significó el apartheid para Sudáfrica y la colonización para otras regiones de ese continente negro.

Doris Lessing y Nadine Gordimer —ambas publicadas en nuestro país hace algunas décadas— llevaron su visión de la realidad sudafricana a la gran literatura, añadiendo ese toque femenino que concede a sus obras la verosimilitud de lo íntimo como un recurso más para esa denuncia donde el posible panfleto se disuelve en la carga profundamente personalizada del conflicto colectivo.

Tanto en Canta la hierba como en El conservador, las dos novelas de Lessing y Gordimer, respectivamente, editadas en Cuba, los profundos abismos sicológicos a los que se enfrentan los personajes a causa del entorno despiadado de la discriminación racial y la explotación del hombre blanco, resultan emotivas rebeliones a las que el discurso femenino añade ese plus que rebasa las limitaciones de cualquier esquema aristotélico.

"No hay donde ir, sino hacia adentro" ha dicho Doris Lessing refiriéndose a su método de creación en el que la vida cotidiana juega un papel fundamental para la identificación del lector al recrear los perjuicios del macromundo sobre los destinos individuales.

Por su parte Gordimer aborda la realidad desde el punto de vista del supuesto vencedor. El protagonista de su novela es un hombre blanco que se ve, de pronto atrapado por las reglas de su propio juego. Insensible a los argumentos de su amante izquierdista es, sin embargo, derrotado en su propósito de despojar de lo que les pertenece a los verdaderos dueños de una nación que sufrió uno de los destinos más injustos de que se tenga memoria en la época contemporánea.

Aunque inglesa de nacionalidad, Doris Lessing, reconocida con el Premio Nobel en el 2008, nació en Irán y creció en el sur de Rhodesia (actual Zimbabwe) de donde fue expulsada por sus críticas al racismo. La novelista, nacida en 1919, no pertenece a ningún partido político en la actualidad, pero muchos no dejan de considerarla una militante de principios inclaudicables.

A través de un personaje alter ego (Marta Quest), Lessing es autora de una zaga donde se mezcla la exploración novelesca del mundo interior de la mujer con la preocupación social.

La autora de Canta la hierba y de una antología de relatos aparecida en nuestro país con el título de El hormiguero (y solo menciono la obra publicada en Cuba) es uno de esos raros casos en el mercantilizado mundo editorial de hoy que no ha necesitado ni de agentes literarios ni de maquinarias publicitarias para imponerse desde su prolífica soledad. La noticia del otorgamiento del Nobel la sorprendió haciendo compras en tiendas cercanas a su austera vivienda londinense.

"Como me crié en África del Sur (Rhodesia del Sur) —ha dicho— parte de mi obra está ambientada en esa región; la prominencia de los conflictos raciales allí existentes ha hecho inevitable que escriba más sobre aquellos aspectos que reflejan la discriminación racial sobre ningún otro".

Su discurso de aceptación del Nobel, leído por su editor ya que por razones de salud no pudo asistir a la ceremonia en Estocolmo, fue calificado por algunas agencias de prensa como "desobediente", simple y llanamente porque expuso razones como estas:

Somos parte de una cultura fragmentadora, donde se cuestionan nuestras certezas de apenas pocas décadas atrás y donde es común que hombres y mujeres jóvenes con años de educación no sepan nada acerca del mundo, no hayan leído nada, solo conozcan alguna especialidad y ninguna otra, por ejemplo, las computadoras.

Somos parte de una época que se distingue por una sorprendente inventiva, las computadoras y la Internet y la televisión, una revolución. No es la primera revolución que nosotros, los humanos, hemos abordado. La revolución de la imprenta, que no se produjo en cuestión de décadas sino durante un lapso más prolongado, modificó nuestras mentes y nuestra manera de pensar. Con la temeridad que nos caracteriza, aceptamos todo, como siempre, sin preguntar jamás "¿Qué nos va a pasar ahora con este invento de la imprenta?". Y así, tampoco nos detuvimos ni un momento para averiguar de qué manera nos modificaremos, nosotros y nuestras ideas, con la nueva Internet, que ha seducido a toda una generación con sus necedades en tal medida que incluso personas bastante razonables confesarán que una vez que se han conectado es difícil despegarse y podrían descubrir que han dedicado un día entero a navegar por blogs y a publicar textos carentes de todo sentido, etc.

Hace poco tiempo, incluso las personas menos instruidas respetaban el aprendizaje, la educación y otorgaban reconocimiento a nuestras grandes obras literarias. (¼ ) Las personas mayores, cuando hablan con los jóvenes, deben tener en cuenta el papel fundamental que desempeñaba la lectura para la educación porque los jóvenes saben mucho menos. Y si los niños no saben leer, es porque nunca han leído.

Todos conocemos esta triste historia. Pero no conocemos su final. Recordemos el antiguo proverbio: "La lectura es el alimento del alma" —y dejemos de lado los chistes relacionados con los excesos en la comida—, la lectura alimenta el alma de mujeres y hombres con información, con historia, con toda clase de conocimientos.

Por su parte, Gordimer (1923) también apela al conflicto humano con una voz muy personal. Fue, además de una literata comprometida con la causa, una tenaz activista política contra el apartheid. Sudafricana de nacimiento, siempre se sintió sensibilizada por lo que sucedía a su alrededor.

"La gente —declaró en una ocasión— se siente escandalizada por la brutalidad de la policía en el entierro de las víctimas de alguna revuelta, pero la brutalidad no consiste solo en matar gente. Hay otras formas de hacerles daño, de herirles, que se dan a diario".

Esas otras formas, que no reflejaban los grandes medios de comunicación, fueron las que dieron autenticidad a sus novelas y finalmente la condujeron a la obtención del más alto galardón universal de las letras en 1991.

El aniversario 90 de uno de los grandes hombres de la historia contemporánea, el luchador Nelson Mandela, también Premio Nobel de la Paz, y la existencia de estas dos obras se conjugan para tender las trampas a ese olvido en el que no debe caer lo sucedido hasta hace muy poco al sur del continente africano.

La lectura, como excelente opción para disfrutar del tiempo libre de una manera que propicie el enriquecimiento espiritual, nos hace recomendar la obra de estas dos mujeres no siempre reconocidas como se merecen en este mundo donde las ventas y los best sellers se privilegian por encima del verdadero valor literario.

Nuestras bibliotecas son el lugar donde el lector podrá tropezarse con estos libros aquí mencionados y quizás alguno más, lo que no satisface la aspiración de que nuestras editoriales, dentro de sus posibilidades, consideren una actualización de dos universos narrativos imprescindibles para saber diferenciar la legitimidad de la verdadera literatura, al margen de la parafernalia de la engañosa publicidad de los mercados internacionales.

http://www.granma.cubaweb.cu/2008/08/01/cultura/artic01.html