Noticias, artigos e análises sobre economia, politica e cultura dos países membros do Mercosul, CPLP e BRICS | Noticiero, articulos e analisis sobre economia, politica e cultura de los paises miembros del Mercosur, CPLP y BRICS
segunda-feira, 23 de março de 2015
Moçambique/Veteranos da Luta de Libertação Nacional repudiam discursos separatistas de dirigente da Renamo*
quinta-feira, 5 de março de 2015
Moçambique/Nyusi e Frelimo baralham detractores
quarta-feira, 30 de abril de 2008
O RACISMO SEPARATISTA
Uma das novas modalidades que o racismo assume hoje em dia é o separatismo, forma de tentar delimitar os territórios da raça branca, apropriando-se privadamente de riquezas que pertencem à nação e ao seu povo. Nós já conhecíamos essas tentativas na forma de bairros ricos que procuram constituir-se como prefeituras próprias, para que os impostos que são obrigados a pagar por uma parte —a parte que não podem sonegar— das suas imensas riquezas, fiquem ali, aumentando os benefícios dos seus bairros entrincheirados, dentro dos quais procuram isolar e defender —com segurança privada, é claro— suas formas privilegiadas de vida.
Um fenômeno que inicialmente caracterizou cidades como Los Angeles e Miami, que agrupam em territórios comuns ou próximos setores muito ricos da população e outros muito pobres —com freqüência imigrantes—, foi se alastrando pela América Latina, conforme os estilos de vida miamescos e californianos das burguesias e classes médias altas do continente foram se espalhando. São reiteradas as tentativas, por exemplo, de bairros da Barra da Tijuca (que já foi caracterizada como “A Miami da América do Sul”) para conseguir aprovar, por meio de referendos, a separação das suas zonas residenciais da cidade do Rio de Janeiro.
Fracassaram sistematicamente, seja porque domingos de sol dificultam o quorum necessário para que a consulta tenha validade legal, seja porque os bairros pobres que estão em volta votam massivamente contra essas tentativas elitistas. Não há dúvida de que os moradores de bairros como Chacao, em Caracas, e outros redutos privilegiados de cidades latino-americanas alimentam sempre esse sonho racista e separatista.
É uma postura típica do desenvolvimento desigual das nossas sociedades. Os preconceitos do sul do Brasil com respeito ao nordeste, da cidade de Buenos Aires com respeito aos “cabecitas negras” e “descamisados”, entre tantos outros, também se reproduz na Europa, e o exemplo recente disso é o enorme crescimento da Liga do Norte, partido neofascista italiano. Trata-se de uma nova expressão do preconceito do norte – tendo o progresso de cidades como Milão e outras da região – contra o sul da Itália, que é exatamente de onde vêm os trabalhadores que criam as riquezas dessa região – igual que nos casos citados do Brasil e da Argentina. É um preconceito de raça e de classe.
É o mesmo que hoje afeta gravemente a Bolívia. As províncias da chamada Meia-Lua, com seu epicentro em Santa Cruza de la Sierra, tiveram derrotados seus governos, da ditadura de Hugo Banzer a todos os governos neoliberais que vieram depois e que concentraram como nunca a riqueza na Bolívia, acentuaram sua apropriação privada e sua desnacionalização. A queda de seu derradeiro governo, o de Sánchez de Losada – refugiado nos EUA, com demanda de extradição para a Bolívia para responder pelos assassinatos de centenas de bolivianos, na tentativa desesperada de continuar protegendo os interesses das elites de Santa Cruz e das províncias do leste do país – representou uma grande vitória do povo boliviano que, pela primeira vez em sua vida, elegeu um indígena como presidente do país. Um país no qual 62% da população se reivindica como indígena e que somente agora conseguiu eleger um presidente que defende os interesses da maioria do país.
Mas a minoria continua dispondo de grande parte das riquezas do país e foi afetada pela nacionalização das riquezas naturais. Eles, que faziam com que a Bolívia pobre vendesse o gás a preço “solidário” para a Argentina e o Brasil, muito mais desenvolvidos, agora querem ficar com a grande fatia dos impostos que o governo de Evo Morales recuperou para o país, com a nacionalização. Querem, além disso, impedir que a reforma agrária se estenda por todo o país, buscando reservar para si o direito de dispor da concentração de terras em suas províncias, para continuar exportando soja transgênica e acumulando riquezas para eles e não para o país e o povo boliviano.
Convocaram um referendo que tentava legalizar seu separatismo racista. Racista, porque sua imprensa monopólica não esconde seus preconceitos contra os indígenas, contra Evo Morales, não deixa de contrapor sua raça branca à da grande maioria do povo boliviano, que há séculos discriminam, oprimem, humilham. Mantiveram uma consulta que teve negado qualquer valor legal por parte da Justiça boliviana, que tem sido condenada por todo tipo de organismo internacional, pelos governos da região, pelas forças democráticas.
É uma tentativa que, não por acidente, é apoiada pelo governo dos EUA e sua embaixada em La Paz, abertamente envolvida em tentativas de espionagem e financiamento do separatismo racista. Esse bloco de forças do separatismo racista tem que ser derrotado, para que o povo da Bolívia possa seguir adiante, construindo a mais avançada Constituição do continente — de corte plurinacional, pluriétnico, pluricultural. Para que os povos originários do continente possam afirmar sua soberania, para que os recursos naturais da Bolívia sejam explorados a favor do seu povo, para que a terra produza sadiamente os alimentos que a Bolívia precisa, para que o governo democrático e soberano de Evo Morales continue transformando a Bolívia em um país livre, à imagem e semelhança do seu povo.
http://www.cartamaior.com.br/templates/postMostrar.cfm?blog_id=1&post_id=178
sábado, 19 de abril de 2008
CONVOCATORIA A LA MARCHA POR UNA BOLIVIA UNIDA!!!
El Comité de Defensa del Proceso de Cambio y la Soberanía Popular Originaria de Bolivia en la Argentina
CONVOCA:
A MARCHAR EN CONTRA EL FASCISMO SEPARATISTA, DISCRIMINATORIO Y ESCLAVISTA.
● En repudio a la “media luna” oligárquica, que busca dividir Bolivia, a través de estatutos autonómicos ilegales y anticonstitucionales.
● En defensa del proceso de cambio, liderado por Evo Morales y por la consolidación y profundización dentro de un marco democrático y pacífico.
● Condenamos totalmente el esclavismo y servidumbre de los hermanos guaraníes, por terratenientes rapaces de la media luna.
● Por el DERECHO DEL VOTO DEL BOLIVIANO EN EL EXTRANJERO. Los bolivianos queremos votar ya! para fortalecer el Estado Unitario Social de Derecho Plurinacional Comunitario, Multiétnico y Pluricultural, según el Nuevo Texto Constitucional.
● HOMENAJE A LOS MARTIRES DE CHICAGO Y EL 1° DE MAYO, DIA INTERNACIONAL DE LOS TRABAJADORES.
Concentración:
En La PLAZA DE LOS DOS CONGRESOS
30 DE ABRIL/08 – 15 HS.
Jallalla Bolivia!! – Jallalla Tawantinsuyu!! – Jallalla Evo Morales!!
Lugar de Reuniones: Todos los sábados a partir de las 19 hs. en Plaza TupaJ Amaru (ex Virreyes) Av. San Pedrito y Av. Eva Perón, Ciudad Autónoma de Buenos Aires – Rep. Argentina.
Correo electrónico: comite_de_defensa_del_proceso_boliviano @hotmail.com
http://chaski-runasimi.blogspot.com/
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Evo Morales advierte sobre "grave" pretensión de Santa Cruz de separarse como Kosovo
Evo Morales comparó las actuales intenciones de las autoridades del departamento Santa Cruz, al este de Bolivia, con la separación unilateral decretada por la provincia serbia de Kosovo.
El presidente de Bolivia, Evo Morales, calificó este martes de "grave" que algunos sectores políticos pretendan dividir al país como actualmente sucede en Serbia, luego que la provincia de Kosovo declarara su independencia de forma unilateral el pasado domingo con el respaldo pleno de Estados Unidos y de los grandes países de la Unión Europea.
Morales comparó la situación del país europeo con las aspiraciones de las autoridades de la provincia de Santa Cruz (este), que en diciembre aprobaron un estatuto autonómico y ahora convocaron a un referendo para aprobarlo, pese a haber sido derrotados hace dos años en otra consulta popular nacional sobre este tema.
"Hoy estaba leyendo, queremos como en Kosovo, algo grave, y por eso todos debemos unirnos", declaró el jefe de Estado.
El mandatario boliviano criticó nuevamente el contenido del referido estatuto autonómico de Santa Cruz, señalando que busca la separación del país, porque dan al prefecto cruceño, Rubén Costas, la potestad de definir la tenencia de tierras y la concesión de títulos de propiedad.
"Que solamente la tierra en Santa Cruz sea de propiedad del prefecto del departamento porque sólo el puede administrar la tierra, ya es prácticamente una división", advirtió.
Santa Cruz es la más provincia más rica, grande y próspera del país andino. Con poco más de 360 mil kilómetros cuadrados, lo que equivale a 33 por ciento del territorio total de Bolivia, y una población que supera los dos millones de habitantes, es la región más industrializada de la nación andina con 23 por ciento de la población activa.
Su renta per capita es la más alta y su tasa de crecimiento anual es muy elevada, debido principalmente a la producción agropecuaria y forestal de rubros como la soya, la caña de azúcar, el algodón, del cuero y la madera. Allí se cultiva 45 por ciento de los alimentos que consumen a diario los bolivianos.
Pero su mayor riqueza natural se encuentra en su subsuelo que retiene inmensos yacimientos de petróleo y gas natural.
Embajador estadounidense conspirador
Pero las intenciones de Santa Cruz, de separarse del resto de Bolivia, no parecen ser responsabilidad únicamente del prefecto de ese departamento, así lo ha venido asomando Morales desde el año pasado.
En noviembre pasado, durante la XVII Cumbre Iberoamericana celebrada en Chile, Morales acusó al embajador de Estados Unidos en La Paz, Phillip Goldberg, de encabezar, junto a la oligarquía, una conspiración contra su Gobierno.
"Cuando nosotros estamos apostando para cambiar Bolivia (...), hay unos pequeños grupos de la oligarquía (que conspiran) en directa alianza con el representante del gobierno de Estados Unidos. Es una abierta conspiración", deploró Morales.
Un mes más de tarde, Morales reiteró su denuncia contra Goldberg, de quien dijo que coordina "acciones desestabilizadoras" contra su administración.
Una reciente investigación de la Agencia Boliviana de Información (ABI), da cuenta de la participación de Goldberg en la guerra civil yugoslava, que estalló en la década de los noventa y concluyó con su desintegración.
ABI destaca que "entre 1994 y 1996, Goldberg se desempeñó como 'oficial de escritorio' del Departamento de Estado en Bosnia, coyuntura en la cual estalló el conflicto entre los separatistas albaneses y las fuerzas de seguridad serbias y yugoslavas".
En ese mismo período, Goldberg se desempeñó como asistente especial del embajador Richard Holbrooke, quien fue artífice de la desintegración de Yugoslavia y la caída del ex presidente yugoslavo Slobodan Milosevic.
Posteriormente, Goldberg retornó a los Balcanes para dirigir la misión estadounidense en Pristina, capital de Kosovo, desde donde apoyó el enjuiciamiento en el Tribunal de La Haya de Milosevic, fallecido el 11 de marzo del 2006.
Para el ex director de la carrera de Ciencias Políticas de la Universidad Gabriel René Moreno, Roger Tuero, los perfiles de cada embajador son determinantes para la diplomacia estadounidense.
"No es por azar que este señor es trasladado de Kosovo a Bolivia", señaló Tuero en una entrevista con un diario boliviano, publicada el 13 de julio de 2006, tres meses antes de que presentara sus cartas credenciales al presidente Evo Morales, el 13 de octubre de ese año.
El pasado domingo, el Parlamento de Kosovo, de 11 mil kilómetros cuadrados y 2,1 millones de habitantes, un 95 por ciento de ellos albaneses, aprobó la declaración de independencia propuesta por el gobierno del primer ministro Hashim Thaci.
"Los líderes de nuestra nación, democráticamente elegidos, declaramos a Kosovo un Estado independiente, soberano y democrático", anuncia el texto aprobado por 109 de los 120 diputados kosovares.
El Consejo de Seguridad de la Organización de Naciones Unidas (ONU) convocó inmediatamente, a instancias del embajador ruso, una sesión de emergencia para analizar una respuesta a la proclamación. De los cinco miembros con derecho a veto en el Consejo de Seguridad, Rusia y China se oponen a la independencia kosovar, mientras que Estados Unidos, Gran Bretaña y Francia la apoyan.
Serbia adelantó que no reconocería la independencia de este territorio, donde vive una minoría de unos 100 mil serbios y se encuentran numerosos monasterios ortodoxos.
http://www.telesurtv.net/secciones/noticias/nota/24650/evo-morales-advierte-sobre-grave-pretension-de-santa-cruz-de-separarse-como-kosovo/
sexta-feira, 7 de setembro de 2007
Jurista Eva Golinger asegura que será difícil que EEUU abandone injerencia en Bolivia
Caracas (Venezuela), 6 septiembre (ABI) - La abogada estadounidense Eva Golinger alertó hoy que será difícil que Washington abandone sus gestiones de injerencia en Bolivia, tal como solicitó el presidente Evo Morales.
En un artículo publicado en la prensa y citado por Prensa Latina, Golinger -quien reveló documentos desclasificados estadounidenses sobre el financiamiento de la oposición en Venezuela- opinó que un esquema similar se está aplicando en Bolivia.
Precisó que la Agencia de Estados Unidos para el Desarrollo Internacional (USAID) abrió en Bolivia una oficina en 2004 para propiciar una transición, bajo el manto de reducir las tensiones en zonas de conflicto social y apoyar eventos electorales.
Agregó que la USAID contrató a la empresa estadounidense, Casals & Associates, Inc. (C&A) para manejar más de 13.3 millones de dólares otorgados ya a 379 organizaciones, partidos políticos y proyectos en Bolivia.
En Bolivia, explicó, esa oficina se enfoca en combatir e influir sobre la Asamblea Constituyente, y el separatismo de regiones ricas en recursos naturales, como Santa Cruz, Tarija y Cochabamba.
La mayoría de los 13.3 millones de dólares, dijo la jurista estadounidenses, han sido dados a organizaciones y programas para "reforzar los gobiernos regionales", con la intención de debilitar el Gobierno nacional.
Explicó que otra proyección es infiltrar en comunidades indígenas, promover el modelo capitalista e influir sobre medios de difusión con propaganda pro-estadounidense y anti-socialista.
