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quinta-feira, 11 de abril de 2013
Brasil/"... SOU HUMANA! E O MARCO FELICIANO NÃO ME REPRESENTA"
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Brasil/O LADO "BOM" DE FELICIANO
11 abril
2013, O Tempo (Brasil)
Murilo Rocha
O
deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) protagoniza, há um mês, manchetes
de noticiários em todo o Brasil. Desde o acordo para a sua eleição na
presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados, Feliciano
desfere um festival de idiotices, desrespeito e estupidez, principalmente,
quando tenta se defender de acusações de racismo e homofobia. Todos os dias
surgem novos vídeos com declarações absurdas do parlamentar, como, por exemplo,
a da existência de uma maldição sobre os negros ou a da interferência divina no
assassinato de John Lennon por este ter cometido heresia quando comparou a
popularidade dos Beatles à de Jesus Cristo.
Há quem veja como ruim esse excesso de publicidade - mesmo sendo negativa - dada ao político de opiniões tão esdrúxulas. E isso é realmente perigoso. Ao criticar Feliciano, a imprensa acaba dando uma visibilidade nunca imaginada pelo pastor. Parece impossível, mas a cada nova polêmica, se ganha críticas, ele também ganha novos adeptos. Brincadeira ou não, seu nome já foi até cogitado por seus colegas de partido para uma disputa à Presidência da República.
No entanto, nem tudo está perdido. O preconceito exalado por Feliciano e sua trupe no último mês também evidenciou como há um segmento de pessoas no Brasil pensando dessa maneira e, alguns deles, ocupando importantes cargos públicos. Mesmo se não fosse eleito para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Feliciano continuaria a existir dentro do Congresso com as mesmas ideias. Dar voz ao parlamentar e espaço para seus preconceitos, amparados pelo uso falacioso de textos religiosos, também é uma forma de desqualificá-lo e desencadear reações reprovando o comportamento do pastor até de representantes de outras igrejas evangélicas.
É sempre um risco, nestes tempos de reação e falta de utopias, dar espaço ao conservadorismo e ao desrespeito, mas, no caso de Feliciano, parece estar surtindo um efeito contrário e positivo. A impropriedade e o anacronismo de seu pensamento fazem despertar, em igual proporção, o quanto é criminoso o preconceito racial e a homofobia. Como é grave, também, a exploração de pessoas mais pobres por meio de um charlatanismo religioso descarado, no qual, para se chegar a uma bênção divina, aceita-se pagamento em vale-transporte, em tíquete refeição ou em cartão de crédito dividido em dez parcelas.
Tão importante quanto brigar pela saída do deputado e pastor Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos é combater a disseminação de suas ideias na vida cotidiana, nas instituições públicas e, também, nas privadas. Nesse ponto, as redes sociais têm desempenhado um importante papel.
Há quem veja como ruim esse excesso de publicidade - mesmo sendo negativa - dada ao político de opiniões tão esdrúxulas. E isso é realmente perigoso. Ao criticar Feliciano, a imprensa acaba dando uma visibilidade nunca imaginada pelo pastor. Parece impossível, mas a cada nova polêmica, se ganha críticas, ele também ganha novos adeptos. Brincadeira ou não, seu nome já foi até cogitado por seus colegas de partido para uma disputa à Presidência da República.
No entanto, nem tudo está perdido. O preconceito exalado por Feliciano e sua trupe no último mês também evidenciou como há um segmento de pessoas no Brasil pensando dessa maneira e, alguns deles, ocupando importantes cargos públicos. Mesmo se não fosse eleito para presidir a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Feliciano continuaria a existir dentro do Congresso com as mesmas ideias. Dar voz ao parlamentar e espaço para seus preconceitos, amparados pelo uso falacioso de textos religiosos, também é uma forma de desqualificá-lo e desencadear reações reprovando o comportamento do pastor até de representantes de outras igrejas evangélicas.
É sempre um risco, nestes tempos de reação e falta de utopias, dar espaço ao conservadorismo e ao desrespeito, mas, no caso de Feliciano, parece estar surtindo um efeito contrário e positivo. A impropriedade e o anacronismo de seu pensamento fazem despertar, em igual proporção, o quanto é criminoso o preconceito racial e a homofobia. Como é grave, também, a exploração de pessoas mais pobres por meio de um charlatanismo religioso descarado, no qual, para se chegar a uma bênção divina, aceita-se pagamento em vale-transporte, em tíquete refeição ou em cartão de crédito dividido em dez parcelas.
Tão importante quanto brigar pela saída do deputado e pastor Marco Feliciano da presidência da Comissão de Direitos Humanos é combater a disseminação de suas ideias na vida cotidiana, nas instituições públicas e, também, nas privadas. Nesse ponto, as redes sociais têm desempenhado um importante papel.
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apartheid,
Beatles,
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Racismo,
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quarta-feira, 26 de agosto de 2009
Brasil/Em assembléia, bispos, padres, religiosos e fiéis reafirmam a importância do trabalho com povos originários
25 agosto 2009/Conselho Indigenista Missionário (CIMI) http://www.cimi.org.br
Em mensagem, a igreja na XXIII Assembléia Regional Pastoral do Oeste 2 da CNBB se mostra comprometida com os pobres. Segue carta:
Nós, bispos, padres, religiosos/as, fies cristãos leigos/as da Igreja de Mato Grosso, em permanente estado de missão, reunidos na XXIII Assembléia Regional Pastoral do Oeste 2 da CNBB, movidos pelo espírito missionário e acolhendo os clamores, vindos das Dioceses constatamos um forte apelo à ação de uma Igreja prioritariamente comprometida com a opção preferencial pelos pobres e preocupada com a formação continuada dos fiéis leigos/as e dos presbíteros.
Acreditamos na experiência das pequenas comunidades eclesiais como propulsoras das missões populares, acolhedoras do povo peregrino, como instrumento de “conversão pessoal e pastoral”. Em sintonia com as conclusões da Conferência de Aparecida elas suscitarão novas lideranças para os grupos de reflexão e a vida em comunidade.
Impulsionados pelo espírito renovador de uma Igreja servidora, identificamos a necessidade de um maior compromisso da fé com as causas sociais, em defesa da vida no planeta, “nossa casa comum”, e educar para a preservação do meio ambiente. (cf. DGE 87).
No espírito de uma igreja ministerial comprometida com a pastoral missionária comungamos com a catequese de iniciação cristã inspirada na experiência das primeiras Comunidades em vista da construção de uma sociedade justa e solidária. Em nosso Regional, desafia-nos uma espiritualidade inculturada que leve em consideração os indígenas, os negros, os ribeirinhos, os migrantes, os idosos, as famílias, os adolescentes e os jovens. Dada a situação em que se encontram na sociedade de hoje, pedem melhor acolhida e amor das nossas comunidades eclesiais.
Reafirmamos o objetivo pastoral da Igreja do Mato Grosso e suas prioridades, assumindo as ações de:
1. Motivar a leitura orante da Palavra de Deus na família, nos diversos grupos e pastorais;
2. Criar os conselhos missionários para dinamizar as missões populares e fortalecer a presença junto aos povos indígenas;
3. Organizar as paróquias em setores, descentralizar os serviços, formar novas lideranças e assumir os ministérios no espírito das CEBs;
4. Estruturar e organizar a pastoral do dízimo nas dimensões: religiosa, social e missionária.
Como discípulos missionários de Jesus Cristo nos alegramos de sermos seus evangelizadores. Nossa Senhora Aparecida, discípula missionária, nos acompanhe na concretização de nossas ações e na fidelidade à nossa missão evangelizadora.
Assembléia Regional de Pastoral
24/08/2009
Em mensagem, a igreja na XXIII Assembléia Regional Pastoral do Oeste 2 da CNBB se mostra comprometida com os pobres. Segue carta:
Nós, bispos, padres, religiosos/as, fies cristãos leigos/as da Igreja de Mato Grosso, em permanente estado de missão, reunidos na XXIII Assembléia Regional Pastoral do Oeste 2 da CNBB, movidos pelo espírito missionário e acolhendo os clamores, vindos das Dioceses constatamos um forte apelo à ação de uma Igreja prioritariamente comprometida com a opção preferencial pelos pobres e preocupada com a formação continuada dos fiéis leigos/as e dos presbíteros.
Acreditamos na experiência das pequenas comunidades eclesiais como propulsoras das missões populares, acolhedoras do povo peregrino, como instrumento de “conversão pessoal e pastoral”. Em sintonia com as conclusões da Conferência de Aparecida elas suscitarão novas lideranças para os grupos de reflexão e a vida em comunidade.
Impulsionados pelo espírito renovador de uma Igreja servidora, identificamos a necessidade de um maior compromisso da fé com as causas sociais, em defesa da vida no planeta, “nossa casa comum”, e educar para a preservação do meio ambiente. (cf. DGE 87).
No espírito de uma igreja ministerial comprometida com a pastoral missionária comungamos com a catequese de iniciação cristã inspirada na experiência das primeiras Comunidades em vista da construção de uma sociedade justa e solidária. Em nosso Regional, desafia-nos uma espiritualidade inculturada que leve em consideração os indígenas, os negros, os ribeirinhos, os migrantes, os idosos, as famílias, os adolescentes e os jovens. Dada a situação em que se encontram na sociedade de hoje, pedem melhor acolhida e amor das nossas comunidades eclesiais.
Reafirmamos o objetivo pastoral da Igreja do Mato Grosso e suas prioridades, assumindo as ações de:
1. Motivar a leitura orante da Palavra de Deus na família, nos diversos grupos e pastorais;
2. Criar os conselhos missionários para dinamizar as missões populares e fortalecer a presença junto aos povos indígenas;
3. Organizar as paróquias em setores, descentralizar os serviços, formar novas lideranças e assumir os ministérios no espírito das CEBs;
4. Estruturar e organizar a pastoral do dízimo nas dimensões: religiosa, social e missionária.
Como discípulos missionários de Jesus Cristo nos alegramos de sermos seus evangelizadores. Nossa Senhora Aparecida, discípula missionária, nos acompanhe na concretização de nossas ações e na fidelidade à nossa missão evangelizadora.
Assembléia Regional de Pastoral
24/08/2009
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