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segunda-feira, 3 de outubro de 2016

Brasil/A LAVA JATO SÓ ACABA QUANDO ACABAR COM O PT

29 setembro 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

 

Jeferson Miola

A Lava Jato só acaba quando acabar com o PT. Nesta guerra, não há alternativas: ou vence o fascismo, ou vence a democracia.

Consumado o golpe para derrubar a Presidente Dilma e interromper o ciclo dos governos do PT que o PSDB não conseguiu licitamente nas últimas quatro eleições presidenciais, a Lava Jato seria encerrada. Uma vez concretizado o plano inicial, a Operação perderia sua razão de ser. Esta era a aposta prevalente na crônica política.

A evolução da Lava Jato, entretanto, indica que os controladores da Operação preferiram evitar o alto custo político de encerrá-la logo após a farsa do impeachment. Optaram por continuá-la, porém ajustando seu caráter, que passou a ser abertamente eleitoral e partidário.

Confortáveis no regime de exceção e de arbítrio que dá guarida à sua atuação político-ideológica, os juízes, delegados e procuradores da Lava Jato removeram a máscara da imparcialidade e

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Brasil/O BRAÇO TERRORISTA DO REGIME DE EXCEÇÃO

27 setembro 2016, Brasil 247 (Brasil)


O golpe não se encerrou na sessão do Senado que cassou o mandato da Presidente Dilma na farsa do impeachment. Ali apenas se abriu um capítulo novo do ataque à democracia para a consolidação do regime de exceção que se vive no Brasil.

Os objetivos com a suspensão das regras democráticas são: [1] extirpar Lula e o PT do sistema político brasileiro – portanto, a representação dos pobres na política; [2] transferir a riqueza nacional ao capital estrangeiro mediante a regressão dos direitos do povo; e [3] inserir subalternamente o Brasil, a sétima potência econômica planetária, no sistema mundial.

Os sinais de arbítrio e excepcionalidade institucional já eram perceptíveis

domingo, 25 de setembro de 2016

Brasil/Lava Jato: criticada por um ex-aliado de Sergio Moro e alvo de contraofensiva de políticos

20 setembro 2016, El País http://brasil.elpais.com (Brasil)


Professor da UERJ e ex-interlocutor do juiz, Afrânio Jardim, diz que procuradores estão deslumbrados.

 

Políticos se unem nas críticas. Câmara tenta aprovar projeto que anistiaria caixa dois no passado


De consultor informal da Lava Jato a atroz crítico da operação. A conduta adotada por um dos principais juristas da área processual do Brasil, Afrânio Silva Jardim, de 66 anos, demonstra o tamanho da decepção de parte do meio acadêmico (além do político, que tem seus interesses próprios) com os últimos passos da principal ação anticorrupção da história do país. Há pouco mais de dois anos, Jardim começou a trocar impressões com o juiz Sergio Moro, o responsável pela operação na primeira instância. Apoiava seus atos. Elogiava a importância das apurações.

Mas as últimas ações da força-tarefa fizeram com que ele rompesse com o magistrado e se tornasse um dos principais críticos dos

sábado, 20 de agosto de 2016

Brasil/"Escolher traidor como vice foi erro óbvio" -- Dilma



19 agosto 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)



Em sua entrevista a correspondentes internacionais, a presidente eleita Dilma Rousseff afirmou que seu maior erro foi não ter estudado melhor a personalidade de Michel Temer, antes de aceitar tê-lo como vice em sua chapa; "Errei porque escolhi uma pessoa que teve uma atitude de traição em relação à cabeça de chapa, que sou eu. Eu tive 54,5 milhões de votos. Os votos foram dados à minha candidatura", disse ela;  "O erro político, é, visivelmente eu errei na escolha do meu vice-presidente. Um erro, eu diria assim, óbvio. Da pessoa eu esperava lealdade"

quarta-feira, 27 de julho de 2016

Brasil/Pesquisa desenterra o cadáver que o Grupo Folha escondeu


26 julho 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)
 
Jeferson Miola


As pesquisas dos institutos Ipsos e Datafolha sobre a situação do país são tão disparatadas que parece que analisaram realidades totalmente diferentes.


 
Os resultados das pesquisas dos institutos Ipsos e Datafolha sobre a situação do país são tão disparatados que se fica com a sensação de terem pesquisado realidades totalmente diferentes.

Quando, contudo, se analisa os dados, fica evidente que a discrepância entre as pesquisas não decorre da observação de realidades ou períodos diferentes, mas sim

terça-feira, 19 de julho de 2016

Brasil/DILMA É INOCENTADA, MAS JORNAIS IGNORAM



15 julho 2016, Brasil 247 http://www.brasil247.com (Brasil)


Num país que se preocupasse em, ao menos, dar aparência de legalidade ao julgamento de uma presidente da República eleita por 54 milhões de eleitores, a notícia de que o Ministério Público Federal mandou arquivar a denúncia referente às chamadas "pedaladas fiscais", diante da inexistência de crime, teria ganho as manchetes de Folha, Globo e Estado; no entanto, como os jornais fecharam seu apoio ao golpe parlamentar de 2016, assim como apoiaram o golpe militar de 1964, a notícia foi solenemente ignorada; apenas ontem, no portal G1, do grupo Globo, reconheceu-se (talvez inadvertidamente), que a decisão do MP fortalece a defesa de Dilma; agora, o Senado se vê diante de uma saia justa*: como condenar a presidente Dilma por "crime de responsabilidade", se o próprio MPF, titular da ação penal, garante que não houve crime?

247 – Do ponto de vista formal, a presidente eleita Dilma Rousseff está sendo submetida a um julgamento. Há espaço para testemunhas de defesa, acusação e, dentro de algumas semanas, os senadores darão seu veredito na comissão especial de impeachment.

No entanto, por mais que se trate de um julgamento de natureza política, a Constituição Brasileira garante que nenhum presidente pode ser afastado sem que tenha cometido crime de responsabilidade.

terça-feira, 14 de junho de 2016

Brasil/GOVERNO TOMADO DE ASSALTO POR PARLAMENTARES CORRUPTOS!



12 junho 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

GOVERNO TOMADO DE ASSALTO POR PARLAMENTARES CORRUPTOS!


1.      O parlamento comprovadamente mais corrupto da nossa história elegeu para presidente da Câmara um político corrupto desde a época de Collor (Eduardo Cunha). Este, sentindo a ameaça do primeiro governo até hoje que investigou a fundo a corrupção política, iniciou o impeachment da presidente, naquele espetáculo descrito pelo ex-ministro do STF Joaquim Barbosa como "de chorar de vergonha".

2.      Devido à vergonha e desmoralização internacional de ter um parlamentar comprovadamente corrupto como substituto do Presidente da República, o STF afastou Eduardo Cunha da presidência da Câmara, que foi substituído pelo seu suplente, Valdir Maranhão, também comprovadamente corrupto, o qual, em represália, ameaçou anular o impeachment. Seus colegas o seguraram e a presidente foi afastada pelo Senado.

3.      Para surpresa das pessoas iludidas, o vice-presidente Temer, ele próprio tão inelegível para novas eleições quanto Maranhão e pela mesma razão (financiamento de candidatos nas eleições de 2014 em valores não condizentes com sua renda), constituiu um governo com 6 ministros que são políticos investigados por corrupção

quinta-feira, 2 de junho de 2016

Brasil/UM SUPREMO TRIBUNAL DA FARSA?



27 maio 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Juarez Guimarães

O STF que deveria ser o principal guardião institucional da Constituição democrática, vem sendo escandalosamente o principal legitimador de sua violação.

Frente a um Congresso Nacional enxovalhado por denúncias de corrupção e a um golpista interino que já assume com esmagadora rejeição da opinião pública, o sistema judiciário que vai da Lava-Jato a Procuradoria-Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal passou a ser a principal peça de legitimação do golpe. Se é verdade que até a mais violenta ditadura ou regime de exceção  procura uma razão jurídica para cobrir a sua ilegitimidade, é preciso identificar que a singularidade da situação brasileira é exatamente que o processo de judicialização está desde o início no centro da sua viabilização e legitimação. Este foi exatamente o ponto da retórica do representante dos EUA em reunião da OEA: a legalidade prova que o impedimento da presidenta pelo funcionamento maduro das instituições da democracia não é golpe!

Esta retórica de que o poder democrático migrou definitivamente para o arbítrio de tribunais  veio a público no dia 23 de abril, em um Fórum promovido pela revista Veja, em palestra do ministro do STF, Luís Roberto Barroso, e do juiz Moro. A fala do ministro do STF, exatamente pelo progressivismo de suas posições, é a testemunha mais gritante da defesa do poder absoluto de sua corporação.

Esta retórica do poder absoluto do STF compõe-se de três peças. A primeira é a completa desqualificação da

Brasil/LUZ NO TABULEIRO DA CRISE



30 maio 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Por Renato Rabelo*, em seu blog

 

Entre o céu e a terra e perante a Nação brasileira e o mundo a trama golpista é desnudada, desmascarada, passando por verdadeira autópsia a conspiração montada pelo consórcio conservador, formado pela direita, mídia grande e o “mercado”. 

 

Foto: Reprodução/Facebook         Presidenta Dilma Rousseff
Os fatos recentes atropelaram a tentativa de farsa montada pelo impeachment, na qual os golpistas apareciam como vestais clamando contra a corrupção do PT e a “corrupção nunca vista nos governos” Lula e Dilma. Neste presente torna-se patente que somente a volta da presidenta Dilma pode restaurar a democracia. Essa é a fresta de luz que permite iluminar o tabuleiro da crise infindável.

O fator Sergio Machado revela a trama golpista
O bando de conspiradores não conseguiu esconder

domingo, 22 de maio de 2016

Brasil/DESDE LA DICTADURA NO HABÍA EN BRASIL UN GOBIERNO TAN CONSERVADOR



19 mayo 2016, La Jornada http://www.jornada.unam.mx (México)

Por Eric Nepomuceno / Especial para La Jornada


(Foto: Silvia Izquierdo/AP) Manifestación de protesta hecha por mujeres 
contra Michel “Sin voto” Temer (Mercosul & CPLP)

Río de Janeiro --- A menos de una semana de haber llegado a la presidencia en la condición de vicepresidente en ejercicio, o sea, de modo interino, Michel Temer sorprendió al emprender un fuerte giro a la derecha y por haber estructurado un gabinete con inmensa propensión a lanzar comunicados confusos.

Analistas políticos afirman que desde el golpe cívico-militar de 1964, que instauró una dictadura que duró 21 años, no se veía en Brasil un programa tan conservador. Desde el fin del régimen de fuerza, ningún gobierno fue tan de derecha como el que recién empieza.

Se esperaba de Temer un gobierno muy distinto al de Dilma Rousseff, pero no tan radicalmente opositor. Las relaciones entre los dos, que jamás sobrepasaron los límites de la cordialidad formal, a partir de finales de 2015 se tornaron francamente hostiles. Temer en ningún momento, principalmente en los últimos dos meses, se preocupó por disfrazar su conspiración permanente.

Ni todas las señales clarísimas permitieron

terça-feira, 17 de maio de 2016

Brasil/'GOVERNO' TEMER = INSTABILIDADE POLÍTICA, INSEGURANÇA JURÍDICA, RETROCESSO SOCIAL E ISOLAMENTO INTERNACIONAL



10 maio 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Francisco Fonseca,
Professor de ciência política da FGV/Eaesp e PUC/SP

Diante desse tempo obscuro, taciturno e soturno resta a resistência política nas ruas e nos espaços públicos e nos espaços institucionais.

Diferentemente do que o massacre midiático faz crer, a consolidação do golpe de Estado, que se processa desde a eleição democrática de Dilma Rousseff, levará o país a caminhos impensáveis até pouco tempo: à brutal instabilidade política, cuja “governabilidade” só poderá se dar pela ilegalidade, ilegitimidade e violência; à insegurança jurídica, tendo em vista o desrespeito cabal à Constituição e ao facciosismo das instituições que deveriam zelar pela ordem democrática; ao retrocesso social, com a tentativa de diminuição vigorosa dos direitos sociais e trabalhistas; e ao isolamento internacional, como já se verifica nos pronunciamentos da comunidade internacional, com a notória exceção dos EUA.

A invocação do “Deus-Mercado” como a “instituição” que se estabilizará e voltará a crescer e a empregar com o afastamento da presidente eleita é claramente uma manobra que não se sustenta. Antes de tudo porque por “mercado” se entende um pequeno grupo de grandes capitalistas nacionais e estrangeiros e

quinta-feira, 5 de maio de 2016

Brasil/CTB conclama a classe trabalhadora contra ataque aos direitos e privatização geral do Brasil



3 maio 2016, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil http://portalctb.org.br (Brasil)


Com o objetivo de avaliar a conjuntura nacional e traçar uma estratégia para barrar a onda conservadora que mira os direitos sociais e trabalhistas, rasgando a Constituição Federal, o Conselho Político Nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) aprovou resolução com ampla orientação para a defesa dos direitos e a resistência à onda golpista.

Resolução do Conselho Político Nacional da CTB
Reunido em São Paulo no dia 3 de maio de 2016 com o propósito de analisar a conjuntura política, o Conselho Político Nacional da CTB (Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil) aprovou a seguinte resolução:

1-      O Brasil vive um momento político grave e particularmente perigoso para os trabalhadores e trabalhadoras brasileiras;

2-      Está em curso no país um golpe de Estado, dissimulado por um processo de impeachment sem nenhuma base legal, que constitui uma séria ameaça contra a democracia, a soberania nacional, a CLT e conquistas seculares da classe trabalhadora;

3-      A conspiração golpista vem de longe, marcou presença nas manifestações de 2013 e 2014 (estas últimas sob a palavra de ordem “Não vai ter copa”), manipuladas no sentido de criar um ambiente de caos social e

sábado, 16 de abril de 2016

POR QUE O GOLPE DE ESTADO NO BRASIL DEVE FALHAR



15 abril 2016, Sputnik Brasil http://br.sputniknews.com (Rússia)

Pepe Escobar

 

O analista de geopolítica internacional Pepe Escobar* escreve: "Como uma metáfora do estado avançado de putrefação que assola todo o sistema político de uma das principais nações do Sul Global, nada chega perto do que está prestes a acontecer no Brasil."


O líder notoriamente corrupto da câmara baixa do Parlamento Brasileiro, Eduardo Cunha — titular de 11 contas suíças ilegais, indicado na documentação do Panamá e indiciado no Supremo Tribunal Federal — tem agendada uma votação em plenário crucial sobre a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff para este próximo domingo. Domingo, tradicionalmente, é o dia em que a esmagadora maioria dos brasileiros relaxa assistindo a futebol na TV.

Cunha também tentou definir as regras do jogo; a chamada iria começar com os estados do sul mais ricos, que são mais favoráveis ao impeachment – um eufemismo para a mudança de golpe, o culminar da estratégia de guerra híbrido suave implantado desde o início pelos suspeitos sempre aliados com a oligarquia, as elites brasileiras.

Este procedimento de votação

segunda-feira, 11 de abril de 2016

Brasil/O DAY AFTER DO BRASIL SERÁ NA RUA



10 abril 2016, Carta Maior EDITORIAL http://cartamaior.com.br (Brasil)

por: Saul Leblon

O capítulo decisivo após a votação do impeachment será na rua, onde a onda progressista cresce, e na corrida para 2018, que Lula lidera.

 
Seja qual for o placar da Câmara no domingo, 17, o day after da votação não inaugurará uma nova hegemonia com força e consentimento para repactuar as linhas mestras da sociedade e do desenvolvimento brasileiros.

Ao contrário.

Provavelmente apertado, o resultado reafirmará a natureza do impasse histórico em que se encontra o país.

Assiste-se a uma ofensiva sem volta de uma parte da  elite brasileira –com seus elos internacionais-- para derrubar o governo da Presidenta Dilma Rousseff e promover uma restauração neoliberal na oitava maior economia do planeta e principal referência da luta pelo desenvolvimento no

Brasil/Comissão evidencia falta de base jurídica para o impeachment



9 abril 2016, Agência PT http://www.pt.org.br (Brasil)

Em 12 horas de debate na Comissão que analisa o impeachment de Dilma, deputados demonstraram fragilidade do relatório que pede a saída da presidenta


As mais de 12 horas de debates entre os parlamentares que compõem a comissão especial que analisa o pedido de impeachment contra a presidenta, Dilma Rousseff, evidenciaram o caráter golpista e falta de sustentação jurídica de quem tenta retirá-la do cargo. A sessão que começou por volta das 15h desta sexta-feira (8) e adentrou a madrugada deste sábado (9) cristalizou o fato de que não há qualquer fundamento para sustentar a ocorrência de crime de responsabilidade por Dilma e, portanto, o pedido de impeachment do relatório do deputado federal Jovair Arantes (PTB-GO) é uma maneira de passar por cima da vontade das urnas.

“Estamos aqui fazendo um debate para destituir de um cargo uma presidenta da República com 54 milhões de votos ganhos dentro das regras do jogo. Não quero de maneira nenhuma

sexta-feira, 8 de abril de 2016

Brasil/Morte suspeita de detetive que acusou Aécio Neves* alerta movimentos sociais



28 março 2016, Instituto João Goulart http://institutojoaogoulart.org.br (Brasil)

Por Redação – de Belo Horizonte

Na manhã de sábado, Lucas Arcanjo foi encontrado morto em sua própria casa. Família reafirmou, neste domingo, não acreditar na hipótese de suicídio

Arcanjo divulgou uma série de acusações contra 
o então governador mineiro Aécio Neves, 
mas nenhuma investigação foi adiante

O detetive Lucas Gomes Arcanjo, afastado do serviço por licença médica, foi encontrado morto na janela de seu quarto com uma gravata enrolada no pescoço. Conhecido por fazer denúncias que associavam o senador Aécio Neves (PSDB) à lavagem de dinheiro e ao narcotráfico, o policial já havia sofrido quatro atentados,

quinta-feira, 17 de março de 2016

Brasil/“AS ELITES NÃO EVOLUÍRAM. AINDA É MUITO PARECIDO COM 1964”, afirma historiadora



Fonte: Geledés Instituto da Mulher Negra http://www.geledes.org.br (Brasil)
Publicado há 12 meses -- em 1 de abril de 2015

Maria Aparecida de Aquino é professora titular aposentada da Universidade de São Paulo (USP). Atualmente, colabora com o Programa de Pós-Graduação em História Social da mesma instituição. Durante a carreira, se dedicou ao estudo da repressão política durante o período da ditadura civil-militar no Brasil, especialmente a censura exercida sobre os veículos de comunicação.

Por Rafael Tatemoto Do Brasil de Fato

Nesta entrevista à Agência Brasil de Fato, ela aborda os motivos que levaram ao golpe de Estado, o papel exercido pela imprensa e faz comparações com o atual cenário da política nacional. Segundo a historiadora, há um elemento em comum entre passado e presente: “Uma das coisas que persistem é o comportamento das elites. Ainda é muito parecido com o que era em 1964.”

Brasil de Fato: Quais foram os motivos que levaram ao golpe de 1964?
A gente precisa levar em consideração que no golpe estão presentes diversas forças dentro do Brasil, bem como existiu apoio internacional – mais especificamente, apoio dos Estados Unidos. Quando a gente pensa quais seriam os motivos que levariam essas forças internas e externas a embarcarem numa aventura, que foi o golpe de 1964 – aventura essa ilegal e ilegítima sobre todos os aspectos – existem razões bastantes diversas. Se tivéssemos que centralizar essas razões eu diria que, basicamente, foi o programa de reformas, as chamadas reformas de base do então presidente João Goulart, o elemento detonador dessa questão. Essas reformas atingiriam todos os setores: penetrariam na educação, no mundo agrícola, na indústria. Era uma proposta para mudar o Brasil.

Mas não se tratavam de reformas feitas em outros países? Por que aqui não foram aceitas pela elite?
Sim, era um projeto reformista, não revolucionário, mas “há elites e há elites”. Ela não aceitou porque

sábado, 12 de março de 2016

Brasil/Dilma: "Testemunhem que eu não tenho cara que vai renunciar"



11 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


 

"Ninguém tem o direito de pedir a renúncia de um presidente legitimamente eleito sem dar elementos comprobatórios que eu tenha ferido qualquer inciso da constituição brasileira" esse foi o tom da Presidenta em coletiva nesta sexta-feira (11).

 
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Brasil/Dilma ao Aécio: Pedir renúncia é admitir que impeachment não tem base
11 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em entrevista coletiva no Palácio do Planalto, nesta sexta-feira (11), a presidenta Dilma Rousseff rebateu as declarações do presidente nacional do PSDB e candidato derrotado nas urnas em 2014, o senador Aécio Neves, que pediu a renúncia da presidenta.

“A renúncia é um ato voluntário. Aqueles que querem a renúncia estão reconhecendo que não há uma base real para pedir a minha saída desse cargo. Portanto, por interesses políticos de quem quer que seja, por definições de quem quer que seja, eu não sairei desse cargo sem que haja motivo para tal”, afirmou Dilma. “Mesmo porque aqueles que pretendem a minha renúncia deviam proceder de acordo com a Constituição", acrescentou.

“Solicitar a minha renúncia é reconhecer que não existe base para impeachment. Ou então tentem o impeachment, e nós vamos disputar isso, nós vamos discutir com a sociedade, com o país inteiro

Brasil/Aqui, drs. Janot e Moro: todos os vídeos com as delações que citam Aécio Neves na Lava Jato



10 março 2016, DáOQuePensar http://daoquepensar.com.br (Brasil)

 

Possivelmente o dr. Rodrigo Janot, do MP Federal, deve estar muito atarefado e não conseguiu ainda perceber que, em meio a tantos depoimentos e tantas delações premiadas, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) já foi citado várias vezes. Depoimentos claros, detalhados, que levariam qualquer um a ser, no mínimo, investigado. Um dos delatores, o entregador de dinheiro de Youssef conhecido por “Ceará”, chegou a informar que o diretor da empreiteira UTC disse algo como “Aécio é o cobrador de propina mais chato, mais insistente”. Para ajudar o dr. Janot e Sua Excelência o juiz Moro a perceber o lamentável lapso da Operação Lava Jato até o momento, publicamos abaixo quatro vídeos onde o nome de Aécio Neves é delatado ou citado. Outras citações, como as de Pedro Corrêa, Nilton Monteiro e Paulo Roberto Costa, também deveriam ser apuradas no inquérito sobre Aécio Neves que, até o momento, é apenas uma obviedade ignorada solenemente pelas autoridades e pela grande mídia.


Alberto Youssef:


Fernando Moura:


Carlos Alexandre Rocha (Ceará):


Boechat comenta possível delação de Delcídio Amaral:


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