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sexta-feira, 30 de agosto de 2019

BRICS, China/OPINIÃO: Envolvimento estadunidense em “revolução de cor” em Hong Kong será fútil

29.08.2019 15h37, Diário do Povo Online (China) http://portuguese.people.com.cn/n3/2019/0829/c309814-9610506.html     

Centenas de cidadãos de Hong Kong marcharam espontaneamente em direção ao Consulado Geral dos EUA em Hong Kong e gritaram o slogan “amotinadores de Hong Kong, fabricados nos EUA”, em protesto à interferência petulante dos Estados Unidos nos assuntos internos da China.

Ao longo de dois meses, as pessoas testemunharam a natureza violenta da “revolução de cor” nas ruas de Hong Kong, bem como a mão estadunidense na penumbra, mexendo os pauzinhos.

Existem indicações de que os EUA receiam que a situação em Hong Kong não se torne caótica. Arremesso de bombas de gasolina, destruição das principais artérias e estações de metro da cidade, demolição de semáforos, vandalismo, incendiarismo, ataques contra a polícia, ferimentos e outras atrocidades – os EUA têm cegamente feito uma apologia cega à violência, acusado a manutenção da lei na cidade, repreendendo a polícia e qualificando a violência como um “cenário de beleza aprazível”. Adicionalmente, referiram ainda que a política “um país, dois sistemas” e a “autonomia de Hong Kong” haviam sido erodidas, apontando o dedo ao governo central.

Como já é do conhecimento geral, os EUA não só apoiam expressamente os motins em Hong Kong, como participam ativamente em todo o processo -- desde o planejamento, organização e implementação. Desde o lançamento da do projeto da Lei de Extradição em fevereiro deste ano, o Departamento de Estado, o Congresso Nacional, o consulado em Hong Kong, a Câmara de Comércio Americana em Hong Kong e

terça-feira, 27 de agosto de 2019

Mercosul, Brasil/Já em 2016, Bolsonaro anunciava que entregaria Amazônia aos EUA


24 de agosto de 2019, 12:56 h Atualizado em 24 de agosto de 2019, 13:18

Em entrevista no ano de 2016, Jair Bolsonaro declarava que a "Amazônia não é mais nossa". Na época, ainda pré-candidato a presidente, Bolsonaro dizia que é preciso se aproximar de um "país democrático, com poderio nuclear e influência no mundo, para poder explorar com parceria essa região"; assista

247 - Em entrevista no ano de 2016, Jair Bolsonaro declarava que a "Amazônia não é mais nossa". 

Na época, ainda pré-candidato a presidente, Bolsonaro dizia que é preciso se aproximar de um "país democrático, com poderio nuclear e influência no mundo, para poder explorar com parceria essa região". 

Na entrevista concedida ao youtuber Nando Moura em 2016 Bolsonaro deixa clara a sua intenção de explorar a floresta em parceria com os EUA, informa a revista Fórum.   

Assista:


Em julho último, ao justificar a indicação de seu filho Eduardo para o cargo de embaixador em Washington, Bolsonaro se referiu à Amazônia e

terça-feira, 20 de agosto de 2019

BRICS, China e Rússia/Muralha sino-russa contra a intromissão dos EUA


19 agosto 2019, Resistir.info (Portugal)  https://www.resistir.info/china/bhadrakumar_11ago19.html

por M.K. Bhadrakumar
Analista político, indiano

A China acusou explicitamente os Estados Unidos e a Grã-Bretanha de fomentarem os protestos "pró-democracia" em Hong Kong. Pequim assumiu o assunto por meio do canal diplomático exigindo que a inteligência dos EUA pare de incitar e encorajar os manifestantes de Hong Kong. Na semana passada, evidências fotográficas apareceram nos media mostrando a conselheira política do consulado dos EUA em Hong Kong, Julie Eadeh, a confabular no átrio de um hotel de luxo local com os líderes estudantis envolvidos neste movimento "pró-democracia" de Hong Kong.

Washington ficou ressentida pelo facto de a cobertura de Julie ter sido explodida. Ela é aparentemente uma especialista que organizou "revoluções coloridas" em outros países e foi revelado que estava envolvida na trama de "atos subversivos" na região do Médio Oriente. O Global Times escreveu um editorial furioso . Dizia:

"O governo dos EUA desempenhou um papel vergonhoso nos distúrbios de Hong Kong. Washington apoia publicamente os protestos e nunca condena a violência que atinge a polícia. O consulado geral dos EUA em Hong Kong está a aumentar a sua interferência directa na situação de Hong Kong. A administração dos EUA está a instigar

USA/O fracasso total da diplomacia de Washington


14 agosto 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/eua/fracasso_09ago19.html

por Strategic Culture Foundation
 

Aparentemente já não há qualquer tentativa, ou simulacro, de diplomacia por parte de Washington. Sanções e agressões são exercidas com descaramento. A Rússia, a China e mesmo os supostos aliados europeus dos Estados Unidos são sujeitos a sanções por Washington – numa rejeição arrogante a qualquer diálogo para resolver alegados diferendos.

O presidente dos EUA, Donald Trump, evoluiu para uma certa atitude maximalista estridente nas relações internacionais. Ela pode ser resumida assim: do meu modo ou de modo nenhum.
Um exemplo recente é

quarta-feira, 14 de agosto de 2019

BRICS/China nega visita de navios de guerra dos EUA a Hong Kong


14.08.2019, 08:34, RT TV-Novosti (Rússia) https://br.sputniknews.com/asia_oceania/2019081414384935-china-nega-visita-de-navios-dos-eua-a-hong-kong/

Os navios USS Green Bay e USS Lake Erie ficaram impossibilitados de entrar no porto da cidade. Pequim não explicou sua decisão.

O USS Green Bay é um navio de desembarque anfíbio, enquanto o USS Lake Erie é um cruzador. As embarcações tinham visitas programadas para este mês e para setembro. No entanto, ambas foram recusadas por Pequim. O governo do gigante asiático não deu explicações de sua decisão, informou a Reuters.

Esta não é a primeira vez que navios da Marinha dos Estados Unidos têm entrada negada à cidade chinesa. Em setembro do ano passado, o USS Wasp também ficou impedido de atracar, devido

Direitos Humanos/Assange na prisão é "tratado pior do que um assassino"


12 agosto 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/pilger/assange_08ago19.html

por John Pilger


Julian Assange está a sofrer de uma saúde fraca em consequência do mau tratamento na prisão, de acordo com o jornalista John Pilger que recentemente visitou o fundador da WikiLeaks.

Ao descrever as condições "em deterioração" de Assange, Pilger afirmou que ele está a ser tratado "pior do que um assassino" no presídio de Belmarsh, em Londres.

"Ele está isolado,

terça-feira, 6 de agosto de 2019

OS APROVEITADORES DA GUERRA E O FIM DO COMPLEXO MILITAR-INDUSTRIAL DOS EUA


30 julho 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/eua/orlov_16jul19.html

por Dmitry Orlov


No interior da vasta burocracia do Pentágono existe um grupo encarregado de monitorar o estado geral do complexo militar-industrial e a sua capacidade contínua de cumprir os requisitos da estratégia de defesa nacional. O gabinete para a aquisição e manutenção e o gabinete para a política industrial gastam cerca de US$100 mil por ano para produzir um Relatório Anual ao Congresso. Ele está disponível para o público em geral . Está disponível até para o público em geral e especialistas russos divertiram-se muito a examiná-lo.

De facto, o relatório encheu-os de optimismo. Como se sabe, a Rússia quer a paz mas os EUA parecem desejar a guerra e continuam a fazer gestos ameaçadores contra uma longa lista de países que se recusam a cumprir suas ordens ou simplesmente não compartilham seus "valores universais". Mas agora verifica-se que aquelas ameaças (e sanções económicas cada vez mais sem garra) são quase tudo o que os EUA ainda são capazes de oferecer – isto apesar dos níveis absolutamente astronómicos dos gastos com defesa. Vamos ver com o que parece o complexo militar-industrial dos EUA através de lentes russas.

É importante observar que os autores do relatório não pretendiam forçar legisladores a financiar algum projecto específico. Isso o torna mais valioso do que inúmeras outras fontes, cujo principal

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Tratado Mercosul – UE/ Para quem é a entrega?


31 julho 2019, Resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/europa/mercosul_ue.html

por Henrique Júdice Magalhães

Em 1703, Portugal, à época uma potência decadente, assinou com a Inglaterra (potência ascendente) o Tratado de Methuen. A troco da isenção de tarifas no ingresso de vinhos portugueses em território britânico, a coroa lusitana cedeu perpetuamente à indústria inglesa seu mercado consumidor de tecidos – que incluía o Brasil. Em 1785, Lisboa ordenou a destruição de quase todos os bens de produção manufatureira existentes aqui [1] .

Em 1933, a Argentina firmou com a Inglaterra o Pacto Roca-Runciman. A troco do compromisso britânico de continuar comprando sua carne bovina desde que ela fosse mais barata que a de outros países, o governo argentino assegurou a frigoríficos ingleses 85% do setor frigorífico e ainda eliminou ou reduziu as tarifas de importação de 235 produtos britânicos, entre outras

sábado, 27 de julho de 2019

Latinoamérica /El secretario de estado de EUA Pompeo anuncia una “nueva era” de reacción entre EUA y Latinoamérica


26 julio 2019, World Socialist Web Site (Australia) https://www.wsws.org/es/articles/2019/07/26/pomp-j26.html
 
por Andrea Lobo

El secretario de Estado de Estados Unidos, Mike Pompeo, anunció el viernes "una nueva era en la relación" entre Estados Unidos y América Latina en la segunda Conferencia Ministerial contra el Terrorismo del Hemisferio Occidental en Buenos Aires, Argentina. Él repitió este mismo tema en cada parada de su gira por América Latina la semana pasada, que también incluyó a Ecuador, México y El Salvador.

Pompeo exigió mayor censura y espionaje, y una alineación más cercana con las campañas de Washington contra sus rivales geopolíticos

sexta-feira, 19 de julho de 2019

Abya Yala*/Honduras: 10 anos depois do golpe


10/07/2019 Jubileu Sul

Entrevista especial com Jorge Montijo da Comuna Caribe

A Rede Jubileu Sul Américas (JS/A) está publicando uma série de entrevistas sobre os dez anos do Golpe em Honduras. Na entrevista a seguir, o porto-riquenho Jorge Montijo, da Comuna Caribe, entidade-membro da rede JSA, fala das implicações deste golpe na América Latina e sobre as formas de resistência na região. “Por fim, vale ressaltar que, não apenas em Honduras, o envolvimento da oligarquia com o tráfico de drogas gera um clima de violência generalizada que, juntamente com o desastre climático, promove uma gigantesca onda migratória na região. Se não houver mudança radical nos governos desses países, é previsível que nas próximas décadas haja um aumento exponencial do fluxo de migrantes. A intensificação das políticas anti-migrantes nos países com maior desenvolvimento econômico, neste caso a EUA e até o México, gera a possibilidade de uma grave crise humanitária regional”.
Confira a entrevista na íntegra:

JS/A: Você considera que este fato produziu mudanças no cenário da região latinoamericana? Quais?
Jorge: O golpe em Honduras coincidiu com a política externa do novo governo dos EUA, de manter sua liderança no mundo em geral e na América Latina em particular. Com a repressão de um movimento popular em Honduras através do seu apoio tácito ao golpe, EUA deu sua aprovação à

quinta-feira, 11 de julho de 2019

EUA/Paul Craig Roberts: Antigo alto responsável no governo Reagan: Papel do US dólar como moeda de reserva está em risco


8 julho 2019, Resistir.info https://www.resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/financas/roberts_entrev_06jul19.html

por Paul Craig Roberts
entrevistado por Ekaterina Blinova


– Os demais países voltam-se para moedas internas e o ouro

A política de sanções de Washington estimulou os principais actores mundiais a afastarem-se do dólar, colocando em risco o seu status como moeda de reserva, afirma o economista americano Paul Craig Roberts. Ele também explica como o Federal Reserve manipula o preço do ouro a fim de escorar o dólar.

Enquanto a administração Trump toca o tambor do "fazer a América grande outra vez" e informa acerca de um crescimento rápido do Produto Interno Bruto (PIB) e de uma taxa de desemprego em queda livre, acumulam-se nuvens no horizonte da economia dos EUA e do dólar, afirma o Dr. Paul Craig Roberts, economista americano autor de mais de uma dúzia de livros. Ele foi secretário assistente do Tesouro para Política Económica no governo do presidente Ronald Reagan.

A espinha dorsal do poder financeiro dos EUA é o status do dólar como de moeda de reserva principal , o qual permite aos EUA pagar as suas contas com a impressão da nota verde. Depois de o presidente dos Estados Unidos, Richard Nixon, ter desvinculado o dólar do preço do ouro, o Federal Reserve manteve durante muito tempo a ilusão de um dólar "estável" pois

terça-feira, 11 de junho de 2019

DECLARAÇÃO DO COMITÉ WIKIJUSTICE JULIAN ASSANGE


3 Junho 2019, Resistir.info https://www.resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/varios/declaracao_assange_jun19.html

Este comité foi criado com urgência, por iniciativa de jornalistas, advogados e cidadãos preocupados com a preservação do direito à liberdade de informação e expressão, para defender e proteger o jornalista-editor australiano Julian Assange cujos direitos fundamentais foram violados pela Suécia, o Equador, o Reino Unido e os EUA.

Julian Assange não é culpado de qualquer crime. Nenhuma acusação foi realizada contra ele. Julian Assange é um prisioneiro político.

Julian Assange fundou a Wikileaks em 2006, um orgão de informação que defende a transparência na gestão de assuntos de Estado e uma liberdade total de informação. Ele permaneceu editor do Wikileaks até 2018, quando o governo do Equador de Lenin Moreno lhe cortou todo o contacto com o exterior colocando-o em isolamento.

Wikileaks e Julian Assange revelaram crimes de guerra cometidos pelas forças dos EUA no Afeganistão, o financiamento do Daech pela Fundação Clinton, as torturas praticadas em Guantanamo , bem como espionagem

quarta-feira, 29 de maio de 2019

BRICS, China/Caçar Huawei não levará a vitória alguma na guerra tech


Tlaxcala, a rede internacional de tradutores pela diversidade linguística



A Huawei chinesa é a Rainha, no tabuleiro do xadrez tech. Pequim limitar-se-á a mandar seus garotos-tech escalar para o nível seguinte.

Trata-se de guerra geopolítica e geoeconômica. Guerra fria, até aqui, mas agora a um passo de mergulhar em congelamento profundo. A Estratégia de Segurança Nacional dos EUA declara precisamente isso, com todas as letras. China é opositor estratégico que tem de ser contido a qualquer preço, em todas as frentes: econômica, militar e, sobretudo, tecnológica.

Entra em cena a ofensiva concertada atual, em todo o espectro, da tecnologia 5G e da Inteligência Artificial até os movimentos para tentar impedir o avanço da globalização 2.0. Acrescente-se a isso pressão máxima em todo o mundo para impedir que outras nações se unam às Novas Rotas da Seda, ou Iniciativa Cinturão e Estrada, ICE – o conceito organizador de política estrangeira para a China em futuro próximo, e mapa estratégico do caminho para a integração da Eurásia até 2049.

Tudo está interconectado: a guerra comercial do governo Trump; o bloqueio da Huawei (pela empresa Google), impedida de usar o sistema operacional Android; a demonização da Iniciativa Cinturão e Estrada. Tudo tem a ver com controlar as cadeias de suprimento global; e com a infraestrutura ideológica.

Huawei não é reles peão: é a Rainha no tabuleiro do xadrez tech. Num ambiente no qual as empresas chinesas de TI estão escalando rapidamente várias etapas em termos de

Brasil/Moro tentou ficar com R$ 2,5 bilhões de acordão da Lava Jato


Postado em 25/05/2019 5:46, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil) http://www.patrialatina.com.br/moro-tentou-ficar-com-r-25-bilhoes-de-acordao-da-lava-jato/

Os R$ 2,5 bilhões são produto de uma multa aplicada à Petrobras pelo Departamento de Justiça dos EUA. A Lava Jato em Curitiba ajudou o órgão americano a levantar informações para processar a petroleira brasileira.

Jornal GGN Sergio Moro tentou levar para o Ministério da Justiça e Segurança Pública os R$ 2,5 bilhões que a Petrobras aceitou pagar às “autoridades brasileiras” para evitar um processo nos Estados Unidos.

Em acordo assinado com os procuradores de Curitiba, a petroleira admitiu que metade dos recursos fosse injetada numa fundação privada, que seria criada sob a influência da equipe de Deltan Dallagnol, para investir em ações sociais e anticorrupção. O caso foi parar no Supremo Tribunal Federal.

Segundo informações da jornalista Monica Bergamo,

quinta-feira, 10 de novembro de 2016

BRICS, БРИКС/COMO PAÍSES ESTRANGEIROS TENTAM DESESTABILIZAR SITUAÇÃO EM HONG KONG

9 novembro 2016, Sputnik Brasil http://br.sputniknews.com (Rússia)

 

Após os recentes comentários dos EUA sobre as tensões entre a China e a região administrativa de Hong Kong, alguns países estrangeiros, principalmente os EUA e o Reino Unido, estão tentando desestabilizar a situação na China, consideram analistas políticos russos.

Em entrevista à Sputnik, eles apontam que tais tentativas representam instigação e interferência nas questões internas da China.

Na segunda-feira, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano

quinta-feira, 3 de novembro de 2016

BRICS, БРИКС/Especialista: Admiral Kuznetsov salvou Síria de ataques de mísseis de cruzeiro dos EUA

3 noviembre 2016, Sputnik Brasil http://br.sputniknews.com (Rússia)

A decisão da Rússia de enviar um grupo de navios militares, liderado pelo porta-aviões Admiral Kuznetsov, a leste do Mediterrâneo, pode ter salvado os militares sírios de bombardeios dos EUA.

Eis a opinião do especialista russo em questões militares, Vladimir Evseev.

Durante coletiva de imprensa na agência Rossiya Segodnya, Evseev destacou que

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

BRICS, БРИКС/China nunca permitirá que EUA desestabilizem o Mar do Sul da China

25 outubro 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

de People’s Daily, in Global Times, China

China jamais permitirá que os EUA desestabilizem o Mar do Sul da China, disse o People’s Daily em comentário no domingo, depois que um destroier da Marina dos EUA, armado com mísseis teleguiados, o USS Decatur, navegou pelas águas das ilhas Xisha, na 6ª-feira, sem aprovação do governo da China.

O que os EUA fizeram, movidos por sua mentalidade hegemonista, não pode ampliar a influência daquele país na região do Pacífico Asiático, diz o artigo. Esse tipo de ato cria inimizades e tem por único resultado confusões sempre maiores, o que acelerará o declínio da influência global dos norte-americanos.

O governo chinês opõe-se resolutamente a esse comportamento de provocação e está tomando uma série de efetivas contramedidas.

Na sequência, a tradução do artigo:

Um destroier da Marinha dos EUA, o USS Decatur, navegou em águas da Ilha Xisha, parte do Mar do Sul da China e de águas territoriais chinesas, na 6ª-feira, sem licença das autoridades chinesas. O governo chinês opõe-se firmemente a esse comportamento de provocação, e tomará

quinta-feira, 6 de outubro de 2016

BRICS, БРИКС/Quarenta milhões de russos tomam parte em ensaio de "desastre nuclear"

5 outubro 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Tyler Durden

 

OS MEDIA OCIDENTAIS PRATICAMENTE IGNORARAM ESTA NOTÍCIA


Quando as relações entre a Rússia e os EUA se desintegram em consequência da escalada na guerra proxy na Síria, a qual culminou hoje com uma paralisação por Putin do esforço de limpeza do Plutónio em conjunto com os EUA, pouco antes de o Departamento de Estado dos EUA ter anunciado que cessaria negociações com a Rússia sobre a Síria, amanhã (5/Out) um número sem precedentes de 40 milhões de cidadãos russos, bem como 200 mil especialistas de "divisões de resgate de emergência" e 50 mil unidades de equipamentos começarão a tomar parte num ensaio com quatro dias de duração de defesa civil, evacuação de emergência e preparação para desastres, informou o ministro russo da Defesa Civil no seu sítio web. 

De acordo com o ministro, amanhã (5) de manhã haverá um ensaio de defesa civil por toda a Rússia envolvendo autoridades executivas federais, regionais e governos locais denominado "Organização da defesa civil durante grandes desastres naturais e causados pelo homem na Federação Russa em todos os territórios da Federação e perdurará até 7 de Outubro. Apesar de o ministro não ter especificado que espécie de "desastre causado pelo homem" ele imagina, este teria de ser substancial para 40 milhões de russos tomarem parte no ensaio de preparação de

GUERRA CONTRA A SÍRIA: DOIS LADOS PARTEM PARA O "PLANO B"

4 outubro 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Considerado o fracasso total da política dos EUA para mudar o regime na Síria e derrubar o presidente Assad, os EUA têm agora de fazer uma escolha fundamental: negociar ou subir a aposta. Aparentemente, Kerry e outros até tentaram negociar, mas o Pentágono decidiu de outro modo, e traiçoeiramente quebrou o compromisso que o país assumira e (ilegalmente) bombardeou forças sírias. Nesse ponto, Kerry, Power e os outros sentiram que não tinham escolha além de "unir-se" ao Pentágono e subir a aposta. +

30/9/2016, The Saker, Unz Review

Agora, os EUA "avisam" a Rússia de que a ofensiva de Aleppo prossegue e os EUA não voltarão às negociações. É ameaça das mais bizarras, considerando que os EUA não cumprem acordo e que os russos já concluíram que os EUA "não são capazes para acordos". A reação russa era previsível: Lavrov admitiu que já nem leva a sério o que os norte-americanos digam.

Certo. Os dois lados cansaram-se um dos outro. E o que se faz agora?

Os EUA enviarão mais armas para o Daech, inclusive MANPADs, TOWs e

terça-feira, 9 de agosto de 2016

BRICS, Rússia/A guerra das sanções: novas baixas na União Europeia/Санкционная война: новые потери Евросоюза



9 agosto 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Pyotr Iskenderov

DIRIGENTES DA UE AO SERVIÇO DOS EUA ACTUAM CONTRA OS INTERESSES DOS POVOS EUROPEUS

O Ministério do Desenvolvimento Económico russo publicou algumas estatísticas que muitos no ocidente preferem ignorar. Estas revelam que a União Europeia, EUA, Canadá, Noruega e Austrália perderam um mercado anual no valor de US$8,6 mil milhões devido às sanções que aprovaram contra a Rússia. Em tonelagem, as importações russas de alimentos daqueles países diminuíram 98,9% – de 4.331 milhões de toneladas para 46.500. "Poder-se-ia dizer que as vendas perdidas dentro do mercado da Federação Russa foram o equivalente à redução em importações agrícolas daqueles países", enfatizou uma declaração do ministro russo do Desenvolvimento Económico.

Aquele serviço também apresentou uma estimativa aproximada da