1º. setembro 2016,
Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
Em artigo publicado pela primeira vez em junho,
mas reeditado neste 1º de setembro, um dia após a consumação do impeachment no
Brasil, o renomado professor e economista canadense Michel Chossudovsky explica
por que a queda de Dilma foi ordenada por Wall Street e tenta desmascarar
"os atores por trás do golpe".
Fotos/Resistir.info*
"O controle sobre a política monetária e a reforma macroeconômica eram os objetivos últimos do golpe de Estado. As nomeações principais do ponto de vista de Wall Street são o Banco Central, que domina a política monetária e as operações de câmbio, o Ministério da Fazenda e o Banco do Brasil", diz o artigo, ressaltando que, desde o governo FHC, passando por Lula e Temer, Wall Street tem exercido controle sobre os nomes apontados para liderar essas três instâncias estratégicas para a economia brasileira.
"Em nome de Wall Street e do 'consenso de Washington', o 'governo' interino pós-golpe de Michel Temer nomeou um ex-CEO de Wall Street (com cidadania dos EUA) para dirigir o Ministério da Fazenda", diz o artigo, referindo-se a Henrique Meirelles, nomeado em 12 de maio.
Como observa o artigo, Meirelles, que tem dupla cidadania Brasil-EUA, serviu como




