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sexta-feira, 19 de julho de 2019

BRICS/Thinking Fast and Slow: Why the West Cannot See the Rise of Russia and China


July 17, 2019, Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia) https://www.strategic-culture.org/news/2019/07/17/thinking-fast-and-slow-why-west-cannot-see-rise-russia-china/

Martin Sieff*

Why do Western leaders, pundits and academics all continue to despise the remarkable progress in economic and strategic cooperation being made between Russia and China and with their neighbors?
In the past six years, Presidents Vladimir Putin of Russia and Xi Jinping of China met each other for sustained conferences on no less than 30 occasions.

President Xi paid a state visit to Russia from June 5 to June 7 where he and President Putin held bilateral talks which resulted in the two leaders signing an agreement to step up global strategic stability in the modern-era. Then from June 8 to June 10, both leaders also attended the St. Petersburg International Economic Forum (SPIEF).

There was nothing sinister or secret about these meetings. On the contrary, they were extensively covered in the Russian and Chinese media. And they celebrated major advances in

DESDOLARIZANDO O IMPÉRIO FINANCEIRO AMERICANO


15 julho 2019, Resistir.info https://www.resistir.info (Portugal) https://www.resistir.info/m_hudson/entrevista_11jul19.html

por Michael Hudson
entrevistado por Bonnie Faulkner

O imperialismo está a obter algo em troca de nada.   É uma estratégia para conseguir excedente de outros países sem desempenhar um papel produtivo e sim através da criação de um sistema extractivo rentista.   Uma potência imperialista obriga outros países a pagarem tributo.   Naturalmente, a América não diz directamente aos outros países:   "Você tem de nos pagar um tributo", tal como os imperadores romanos diziam às províncias que governavam.   Os diplomatas dos EUA simplesmente insistem em que outros países invistam seus influxos da balança de pagamentos e as poupanças dos seus bancos centrais em US dólares, especialmente em títulos do US Treasury.   Este padrão de títulos do Tesouro transforma o sistema monetário e financeiro global num sistema tributário.   É isto o que paga os custos dos gastos militares dos EUA, incluindo suas 800 bases militares espalhadas por todo o mundo.



Sou Bonnie Faulkner. Hoje no [programa] Guns and Butter temos o Dr. Michael Hudson. Apresentamos hoje a Desdolarização do império financeiro americano. O Dr. Hudson é economista e historiador. É presidente do Institute for the Study of Long-Term Economic Trend, analista financeiro da Wall Street e distinto professor investigador de teoria económica na Universidade do Missouri, Kansas City. Entre os seus livros mais recentes incluem-se ...And Forgive Them Their Debts: Lending, Foreclosure and Redemption from Bronze Age Finance to the Jubilee Year ; Killing the Host: How Financial Parasites and Debt Destroy the Global Economy e J Is for Junk Economics: A Guide to Reality in an Age of Deception . Retornamos hoje para uma discussão do livro seminal de 1972 do Dr. Hudson, Super Imperialism: The Economic Strategy of American Empire , uma crítica de como os Estados Unidos exploram economias estrangeiras através do FMI e do Banco Mundial. Discutimos como os Estados Unidos têm dominado o mundo economicamente tanto como o maior credor mundial como, posteriormente, como o maior devedor mundial. Além disso

sábado, 3 de setembro de 2016

Brasil/QUEDA DE DILMA FOI ORDENADA POR WALL STREET – Chossudovsky*

1º. setembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Em artigo publicado pela primeira vez em junho, mas reeditado neste 1º de setembro, um dia após a consumação do impeachment no Brasil, o renomado professor e economista canadense Michel Chossudovsky explica por que a queda de Dilma foi ordenada por Wall Street e tenta desmascarar "os atores por trás do golpe".

Fotos/Resistir.info*

"O controle sobre a política monetária e a reforma macroeconômica eram os objetivos últimos do golpe de Estado. As nomeações principais do ponto de vista de Wall Street são o Banco Central, que domina a política monetária e as operações de câmbio, o Ministério da Fazenda e o Banco do Brasil", diz o artigo, ressaltando que, desde o governo FHC, passando por Lula e Temer, Wall Street tem exercido controle sobre os nomes apontados para liderar essas três instâncias estratégicas para a economia brasileira. 

"Em nome de Wall Street e do 'consenso de Washington', o 'governo' interino pós-golpe de Michel Temer nomeou um ex-CEO de Wall Street (com cidadania dos EUA) para dirigir o Ministério da Fazenda", diz o artigo, referindo-se a Henrique Meirelles, nomeado em 12 de maio.
 

Como observa o artigo, Meirelles, que tem dupla cidadania Brasil-EUA, serviu como

quarta-feira, 3 de agosto de 2016

POR QUE HILLARY É BEM PIOR QUE TRUMP?



2 agosto 2016, Tlaxcla http://www.tlaxcala-int.org (Mexico)
Tlaxcala, the international network of translators for linguistic diversity

Entrevista com Diana Johnstone, autora de "Hillary Clinton: Rainha do Caos"


Diana Johnstone é, talvez, uma das comentaristas da política europeia e estadunidense mais reputada na esquerda.  Colaboradora, entre outros, de Counterpunch, Johnstone, tornou-se conhecida na Europa por suas críticas à política ocidental durante as guerras nos Balcãs, acaba de publicar um livro sobre Hillary Clinton que tem como título “Hillary Clinton: Rainha do caos”. A entrevistou para lamarea.com Ángel Ferrero.

Os meios estadunidenses têm colocado sua atenção nestas primárias em Donald Trump. Porém, em sua opinião, Hillary Clinton também deveria ser motivo de preocupação. Tem-na descrito como “a rainha do caos”. Por quê?

Trump consegue manchete por que é uma novidade, um homem midiático que diz coisas polêmicas. É visto como um intruso em um espetáculo eleitoral desenhado para transformar Clinton na “primeira mulher presidenta dos Estados Unidos”. Por que a chamo de rainha do caos? Em primeiro lugar, por causa da Líbia. Hillary foi, em grande medida, responsável pela guerra que afundou a Líbia no caos, um caos que se estende até

terça-feira, 5 de julho de 2016

NÃO VALE A PENA CHORAR PELA UNIÃO EUROPEIA



1 julho 2016, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

Jornalista, correspondente do Ásia Times

Há uma receita de grande eficácia a que amiúde se recorria em Portugal nos anos negros do fascismo: «se não sabes onde te colocar olha para a posição dosfascistas: toma a posição contrária à deles e acertas».

Também hoje a Troika, a Comissão Europeia, o FMI, os jornais do dr. Balsemão, a RTP, a TVI… nos podem dizer que «as consequências geopolíticas do “Brexit” podem ser dramáticas». Mas a verdade é que para as encarar do ponto de vista da esquerda, do ponto de vista da classe trabalhadora, de todos os que não estão posicionados na estrutura de comando do capital, devemos lembrar-nos «que a UE nunca foi a “Europa dos Povos”».

Então, o que começou como chantagem feita por David Cameron e válvula de escape para o descontentamento dos britânicos, a ser usado como alavanca para barganhar com Bruxelas e arrancar mais alguns poucos favores, entrou em metástase e se converteu em espantoso terremoto político que tem tudo a ver com a desintegração da União Europeia.

O irrepreensivelmente medíocre Donald Tusk, presidente do Conselho Europeu, fazendo pose de “historiador”, alertou que o Brexit “pode ser o começo da destruição não só da União Europeia, mas

sexta-feira, 17 de junho de 2016

BRICS, БРИКС/LISTA DE MATAR: ESMAGAR O "B" DE BRICS



11 junho 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

8/6/2016, Pepe EscobarSputnikNews

As apostas não poderiam ser mais altas. Estão na balança não só o futuro dos BRICS, mas o futuro de um novo mundo multipolar. E tudo depende do que aconteça no Brasil nos próximos poucos meses.

Comecemos pelo kafkiano tumulto interno. O golpe de Estado contra a presidenta Dilma Rousseff continua a ser tragicomédia político-midiática que parece recomeçar todos os dias. Também é caso de guerra de informação convertida em ferramenta estratégica para maior controle político.

Uma sucessão impressionante de vazamentos de áudios revelou que setores chaves dos militares brasileiros e seletos juízes da Suprema Corte legitimaram o golpe contra uma presidentque sempre cuidou de proteger a investigação de corrupção chamada "Car Wash", que já dura dois anos. Até a mídia-empresa ocidental dominante teve de admitir que Dilma, que nada roubou, está sendo impedida e derrubada por uma gangue de ladrões. A agenda deles: fazer parar a investigação "Car Wash", que eventualmente pode vir a jogar muitos deles na cadeia.
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Os vazamentos também revelaram a carnificina que ruge entre as elites brasileiras 
comprador -- periférica e central. Essencialmente, as elites periféricas foram usadas como moleques de recados no Congresso, para fazer o trabalho sujo. Mas agora podem estar a ponto de se tornarem assaltantes de estrada -- junto com o 'governo' ilegítimo, impopular, interino de Michel Temer, liderado por uma gangue de políticos corruptos até

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Brasil/“TUDO FICOU MAIS CLARO: É GOLPE” -- Glenn Greenwald



8 junho 2016, Carta Capital http://www.cartacapital.com.br (Brasil)

por Leneide Duarte-Plon e Clarisse Meireles

“Tudo ficou mais claro: é golpe”, diz o revelador do escândalo NSA: esta é a palavra certa

O escritor e jornalista americano Glenn Greenwald ficou mundialmente conhecido ao ser escolhido por Edward Snowden para revelar a enorme rede de grampos da National Security Agency (NSA), do governo dos EUA. Dilma Rousseff e Angela Merkel foram espionadas, entre outros chefes de Estado.

Ganhador de um Prêmio Pulitzer e personagem do documentário que fez com Laura Poitras sobre Snowden, o jornalista aderiu à tese do golpe à brasileira depois de ler as gravações da conversa do ex-ministro de Temer, Romero Jucá, com Sérgio Machado, da Transpetro, ambos investigados pela Operação Lava Jato.

“Entendi que o impeachment foi desfechado para impedir a Lava Jato. Mas, em última instância, ele visa a aniquilar o PT e mudar totalmente os rumos do País, impondo políticas que nunca seriam aceitas pela população, pelo voto.”

Morando no Brasil há 11 anos, o também advogado Greenwald tornou-se

quinta-feira, 19 de maio de 2016

O golpeachment no Brasil, a nova revolução colorida



18/05/2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

por Pepe Escobar*
– Depois dos golpes em Honduras e no Paraguai chega agora a vez do Brasil 
Nunca na moderna história política foi tão fácil “abolir o povo” e simplesmente apagar 54 milhões de votos obtidos numa eleição presidencial livre e justa.
Esqueça recontagens de votos (hanging chads), como na Florida em 2000. Este é um dia que viverá na infâmia em todo o Sul Global – aquela que era uma das mais dinâmicas democracias tornou-se um regime plutocrático, sob um delgado verniz parlamentar/judicial, com garantias legais e constitucionais agora à mercê de desprezíveis elites compradoras.

Após a maratona proverbial, o Senado brasileiro votou por 55 a 22 colocar a presidente Dilma Rousseff em julgamento por “crimes de responsabilidade” – relativos a alegadas cosméticas do orçamento do governo.

Isto é o culminar de um processo contínuo que começou ainda antes de Rousseff vencer a reeleição no fim de 2014, com mais de 54 milhões de votos. Descrevi o bando de perpetradores que a criatividade brasileira alcunhou “golpeachment” (golpe + impeachement) como Guerra Híbrida das hienas.

O golpeachment refinado – apoiado pelo equivalente a um Conselho de Inquisição Eleitoral – impeliu a Guerra Híbrida a níveis inteiramente novos.

A Guerra Híbrida aplicada no Brasil exibiu elementos clássicos de uma revolução colorida. Naturalmente

quinta-feira, 21 de abril de 2016

GUERRA HÍBRIDA DAS HIENAS DILACERA O BRASIL



20 abril 2016, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Pepe Escobar*

A sombria e repulsiva noite em que a presidente da 7ª maior economia do mundo foi a vítima escolhida para um linchamento de hienas num insípido e provinciano Circo Máximo viverá para sempre na infâmia.

Por 367 votos a favor e 137 contra, o impeachment/ golpe/ mudança de regime contra Dilma Rousseff foi aprovado pelo circo parlamentar brasileiro e agora irá para o Senado, onde uma "comissão especial" será instituída. Se este for aprovado, Rousseff será então marginalizada durante 180 dias e um ordinário Brutus tropical, o vice-presidente Michel Temer, ascenderá ao poder até o veredicto final do Senado.

Esta farsa desprezível deveria servir como um alerta não só para os BRICS como também para todo o Sul Global. Quem é que precisa de NATO, R2P ("responsability to protect") ou "rebeldes moderados" quando pode obter a sua mudança de regime apenas com

sábado, 16 de abril de 2016

POR QUE O GOLPE DE ESTADO NO BRASIL DEVE FALHAR



15 abril 2016, Sputnik Brasil http://br.sputniknews.com (Rússia)

Pepe Escobar

 

O analista de geopolítica internacional Pepe Escobar* escreve: "Como uma metáfora do estado avançado de putrefação que assola todo o sistema político de uma das principais nações do Sul Global, nada chega perto do que está prestes a acontecer no Brasil."


O líder notoriamente corrupto da câmara baixa do Parlamento Brasileiro, Eduardo Cunha — titular de 11 contas suíças ilegais, indicado na documentação do Panamá e indiciado no Supremo Tribunal Federal — tem agendada uma votação em plenário crucial sobre a possibilidade de impeachment da presidente Dilma Rousseff para este próximo domingo. Domingo, tradicionalmente, é o dia em que a esmagadora maioria dos brasileiros relaxa assistindo a futebol na TV.

Cunha também tentou definir as regras do jogo; a chamada iria começar com os estados do sul mais ricos, que são mais favoráveis ao impeachment – um eufemismo para a mudança de golpe, o culminar da estratégia de guerra híbrido suave implantado desde o início pelos suspeitos sempre aliados com a oligarquia, as elites brasileiras.

Este procedimento de votação

terça-feira, 15 de março de 2016

Brasil/A LUTA É DE VIDA OU MORTE (PORQUE LULA É BRICS)



13 março 2016, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Pepe Escobar, RT

Traduzido pelo Coletivo da Vila Vudu

“BRICS” é a sigla mais amaldiçoada no eixo av. Beltway [onde ficam várias instituições do governo dos EUA em Washington]-Wall Street, e por razão de peso: a consolidação dos BRICS é o único projeto orgânico, de alcance global, com potencial para afrouxar a garra que o Excepcionalistão mantém apertada no pescoço da chamada “comunidade internacional”.

Assim sendo, não é surpresa que as três potências chaves dos BRICS estejam sendo atacadas simultaneamente, em várias frentes, já faz algum tempo. Contra a Rússia, a questão é a Ucrânia e a Síria, a guerra do preço do petróleo, o ataque furioso contra o rublo e a demonização ininterrupta da tal “agressão russa”. Contra a China, a coisa é uma dita “agressão chinesa” no Mar do Sul da China e o (fracassado) ataque às Bolsas de Shanghai/Shenzhen.

O Brasil é o elo mais fraco dessas três potências emergências crucialmente importantes. Já no final de 2014 era visível que os suspeitos de sempre fariam qualquer coisa para desestabilizar a sétima maior economia do mundo, visando a uma boa velha ‘mudança de regime’. Para tanto criaram um coquetel político-conceitual tóxico (“ingovernabilidade”), a ser usado para jogar de cara na lama toda a economia brasileira.

Há incontáveis razões para o golpe, dentre elas: a consolidação do Banco de Desenvolvimento dos BRICS; o impulso concertado entre os países BRICS para negociarem nas respectivas moedas, deixando de lado o dólar norte-americano e visando a construir outra moeda global de reserva que tome o lugar do dólar; a construção de um cabo submarino gigante de telecomunicações por fibra ótica que conecta Brasil e Europa, além do cabo BRICS, que une a América do Sul ao Leste da Ásia – ambos fora de qualquer controle pelos EUA.

E acima de tudo, como sempre, o desejo pervertido obcecado do Excepcionalistão: privatizar a imensa riqueza natural do Brasil. Mais uma vez, é

sábado, 12 de dezembro de 2015

Brasil/IMPEACHMENT E OS INTERESSES DE WALL STREET

10 dezembro 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina (Brasil)

Por Altamiro Borges

O escritor baiano Luiz Alberto Moniz Bandeira é um dos intelectuais mais respeitados no Brasil e no mundo. Já foi agraciado com dezenas de prêmios por seus livros e trabalhos acadêmicos. Tive a chance de conhecê-lo em 2006, no auditório da Folha de S.Paulo, quando ele recebeu o troféu “Juca Pato” de Intelectual do Ano pela publicação do livro “Formação do Império Americano – Da Guerra contra a Espanha à Guerra no Iraque”. A obra imperdível comprova com inúmeros documentos e análises a vocação imperialista dos EUA. Em fevereiro deste ano, a União Brasileira de Escritores (UBE), a convite da Real Academia Sueca, indicou o seu nome para o Prêmio Nobel de Literatura de 2015.Formado em direito no Rio Janeiro, doutor em ciências políticas pela Universidade de São Paulo e professor titular na Universidade de Brasília, Moniz Bandeira também deu aulas como visitante nas universidades de Heidelberg, Colônia, Estocolmo e Buenos Aires. Atualmente, ele reside na cidade alemã de Heidelberg, onde é cônsul honorário do Brasil. Mas, como profundo conhecedor da história brasileira – seu livro sobre o golpe de 1964 é um clássico – e das ações agressivas do império, Moniz Bandeira não deixa de acompanhar atento e apreensivo o que acontece atualmente no Brasil.

Nesta quarta-feira (9), ele concedeu uma entrevista instigante ao site Sputnik-Brasil, em que afirma, de maneira taxativa, que “Wall Street está por trás da crise brasileira”. Para ele, os EUA têm grandes interesses no país e “o objetivo das suas ações externas é quebrar a economia e comprar as empresas estatais a preço de banana”. Ele não vacila em afirmar que está em curso um golpe, “que deve ser contido para não produzir graves consequências

segunda-feira, 16 de novembro de 2015

MASSACRE DE 13/NOV EM PARIS: CUI BONO ?

15 novembro 2015, Resistir.info http://resistir.info (Portugal)

por Pepe Escobar

Ontem à noite as coisas mudaram de repente em Paris . A evidência disponível sugere que os assaltos foram executados por um grupo de assassinos profissional que, entre outras armas, utilizou bombas vivas. A mensagem de hoje de Pepe Escobar na sua página do Facebook lança alguma luz sobre o simbolismo e o momento do massacre.

Examinando uma tonelada de reportagens descobri um cidadão dinamarquês que descrevia um dos atacantes: ultra-profissional, de negro da cabeça aos pés, AK-47, muito bem treinado. Este não fazia parte dos habituais bombistas camuflados de al-Zawahiri; era um assassino de precisão. Ele abandonou a cena sem ser perturbado e, ao contrário do que diz a polícia francesa, pode não ter sido capturado: Não usava colete de suicida.

A inteligência francesa jura que está a monitorar pelo menos 200 cidadãos nacionais que voltaram do "Siraque". Conversa acerca de um trabalho péssimo. Paris é hiper-policiada. Considere a ideia admirável de pelo menos oito jihadistas a passear à vontade numa sexta-feira à noite vestidos como assassinos profissionais.

Eles escolheram um conjunto de locais fortemente

terça-feira, 22 de setembro de 2015

OS BANCOS PREPARAM A PRÓXIMA CRISE GLOBAL

13 setembro 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Por Susan George, no site Outras Palavras:

Sempre otimista, não acreditei que os bancos sairiam da crise de 2007 a 2008 mais fortes que antes, sobretudo em termos políticos. É verdade que alguns pagaram multas que os fizeram cambalear -- um total de 178 bilhões de dólares para os bancos norte-americanos e europeus -- mas consideram que tais desembolsos são “o preço de fazer negócios”. Nenhum líderes do setor que quebrou a economia mundial passou uma só noite na prisão, nem teve que pagar, pessoalmente, uma única multa.

Ainda não superamos os efeitos do terremoto financeiro vivido em 2007-2008, mas os políticos e os próprios banqueiros já estão preparando o cenário para a próxima crise. Estudos matemáticos mostraram a densa teia interconectada dos atores financeiros mundiais, na qual a falha de um deles poderia desencadear o colapso de todos. Nos colocaram no fio da navalha, e temos boas razões para ser pessimistas:

-- Os governos e as instituições financeiras internacionais não demonstraram nenhuma intenção de regular os bancos, o que nos expõe ao perigo de ter que suportar uma repetição da jogada. Os bancos e os banqueiros não só são grandes demais para falir -- ou para ser presos --, mas também para ser desafiados. Por isso, permitem-se

sábado, 19 de setembro de 2015

NÃO EXISTE CAPITALISMO 'ÉTICO'

16 setembro 2015, Правда.Ру, Pravda.ru http://www.pravda.ru (Россия, Rússia)

[...] numa nação livre em que não sejam permitidos escravos, a riqueza mais segura consiste numa porção de pobres laboriosos. Para fazer a sociedade (que, obviamente consiste de não trabalhadores) feliz, e o povo contente, mesmo nas piores circunstâncias, é necessário que a grande maioria permaneça tanto ignorante quanto pobre. (MANDEVILLE, 1728, p. 212, 213, 328 apud MARX, 1983, p. 189).[1]

Dia 5/9, em postado na internet, o ex-secretário do Trabalho e analista liberal Robert Reich, pergunta "O que aconteceu ao núcleo moral do capitalismo norte-americano?". Não é piada. Falava sério.

Reich escreve:

"Testemunhamos ao longo das últimas duas décadas nos EUA um declínio constante na disposição de quem ocupa as posições de mando no setor privado - em Wall Street e em grandes empresas - para respeitar, um mínimo que seja, padrões de moralidade pública. (...) Executivos de grandes empresas privadas ganham hoje salários 300 vezes superiores ao do trabalhador médio. Os magnatas de Wall Street levam para casa centenas de milhões, ou mais. Os dois grupos manipularam o jogo a favor deles mesmos, ao mesmo tempo em que empurram para baixo os salários do povo trabalhador médio."

A vasta e sempre crescente desigualdade nos EUA e em todo o mundo capitalista é, claro, inegável. A resposta de Reich é desejar uma volta a um tempo passado, a um momento suposto "mais moral"

segunda-feira, 8 de junho de 2015

50 PAÍSES COSTURAM TRATADO AINDA MAIS ANTIDEMOCRÁTICO E NEOLIBERAL QUE O TTIP

5 junho 2015, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

O TiSA obrigará os governos que o assinem a promover e ampliar a desregulação e liberalização especulativa.

Carlos Henrique Bayo, diretor de Publico.es

O Wikileaks vazou o conteúdo das negociações clandestinas de meia centena de governos que buscam estabelecer um acordo mundial secreto de comércio internacional de serviços, que passará por cima de todas as regulações e normativas estatais e parlamentárias, em benefício das corporações.

O sigiloso tratado de libre comércio TTIP, entre os Estados Unidos e a União Europeia parecia imbatível, uma espécie de Cavalo de Troia das multinacionais, mas a verdade é que serve apenas de cortina de fumaça para ocultar a verdadeira aliança neoliberal planetária: o Trade in Services Agreement (TiSA), um acordo ainda mais antidemocrático de intercâmbio de serviços entre cinquenta países, incluindo a Espanha, que não só está sendo negociado sob o mais absoluto segredo senão que deverá continuar escondido da opinião pública durante mais cinco anos, quando já

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

BRICS, БРИКС/RÚSSIA E CHINA: “SAIAM DA FRENTE, MOODY’S, QUE AQUI VAMOS NÓS!”

27 janeiro 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com (Brasil)

22/1/2015, F. William Engdahl*New Eastern Outlook
Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Ao longo de praticamente um quarto de século da chamada “globalização econômica”, a habilidade de Wall Street para ser o lar das únicas agências “globais” de risco para distribuir “graus” ao valor dos créditos pelo mundo tem sido uma das armas mais efetivas para guerra financeira, no arsenal de Wall Street. Eles “qualificam” nações e empresas privadas. Agora vem aí uma resposta ao monopólio dos “graus” que sempre esteve em mãos das norte-americanas Moody’s, Standard & Poors, Fitch. Mas não vem da União Europeia, o que seria mais do que esperável e útil. Vem de Rússia e China − como tantas das mais importantes e desafiadoras iniciativas nos últimos tempos.

Hoje, apesar das repetidas crises financeiras nas quais as Três Grandes de New York [agências de avaliação de crédito] ou falharam ou obraram por claro viés político na “classificação”, pode-se dizer que Moody’s, Standard & Poor’s e Fitch Ratings têm um virtual monopólio global. As “Três Grandes”, como são chamadas, distribuem 98% das avaliações de crédito nos EUA e cerca de 95% em todo o mundo. Chama-se “INFLUÊNCIA”, brother.

 
Durante a IIa. Grande Guerra trabalhou para o Partido Nazista da Hungria coletandoVALORES dos judeus que eram enviados aos campos de extermínio
Em entrevista à rede CBS declarou que seu tabalho com os NAZIS 
foi o melhor tempo de sua vida

O sistema que os mais importantes bancos de Wall Street desenvolveram depois de 1944 para fazer de New York o centro financeiro do mundo e do dólar sua moeda de reserva tem várias facetas bem planejadas. Depois de 1945, foi o fato de que o Federal Reserve dos EUA detinha cerca de 70% do ouro monetário do mundo, de tal modo que o dólar então “valia ouro”. As nações da Europa derrotada disputavam cada dólar possível para comprar máquinas e bens norte-americanos para a reconstrução do pós-guerra. O Plano Marshall foi explicitamente desenhado para usar dólares dos contribuintes dos EUA

terça-feira, 28 de outubro de 2014

SOROS AND CIA SUFFER HUGE DEFEAT IN BRAZIL

Strategic Culture Foundation http://www.strategic-culture.org (Russia)
Фонд стратегической культуры http://www.fondsk.ru (Россия)


The Central Intelligence Agency and its George Soros-funded «democracy manipulators» in Brazil suffered a major defeat with the re-election as president of Brazil of Workers’ Party standard bearer and ex-Marxist guerrilla Dilma Rouseff. In the hours prior to Rousseff’s handy re-election, the corporate Western media was still reporting that the election was «too close to call» even as exit polling indicated that Rousseff would trounce her CIA- and Soros-backed conservative opponent Aecio Neves by at least 2 percentage points. The New York Times, Globe and Mail, Reuters, and other corporate media outlets were obviously disappointed by Rousseff’s victory, with many of these pro-Wall Street contrivances that masquerade as journalistic enterprises referring to Neves as a «centrist» who «narrowly» lost to Rousseff.

The Associated Press wistfully wrote, «There are not enough outstanding votes left to be counted to allow her [Rousseff] rival [Neves] to catch up with her». And Alberto Ramos, Goldman Sachs’s chief economist for Latin America, warned that Rousseff should abandon

quinta-feira, 23 de outubro de 2014

Brasil/SOROS E A CIA AGORA INVESTEM EM NEVES-NETO TENTANDO DERROTAR ROUSSEFF

22 outubro 2014, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

21/10/2014, Wayne Madsen*, Strategic Culture

Traduzido pelo pessoal da Vila Vudu

Depois que manipuladores na imprensa-empresa brasileira, a CIA e empregados de George Soros tentaram inventar Marina Silva, candidata-de-Partido-Verde-convertida-em-socialista-repentina, para concorrer à presidência do Brasil, depois de um acidente aéreo clássico “de manual” da CIA, em que morreu o candidato do verdadeiro Partido Socialista, Eduardo Campos, todas essas mesmas forçar voltam a atacar, favorecendo agora o candidato do Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB), Aécio Neves.

Embora Neves estivesse em 2º lugar, atrás só da atual presidenta brasileira Dilma Rousseff, antes do 1º turno das eleições de outubro, a comoção gerada pela morte de Campos e de vários de seus assessores, dia 13 de agosto de 2014, empurrou Neves para o 3º lugar nas pesquisas.

Depois de afastado Eduardo Campos, Marina Silva, favorita de Soros e de sua rede internacional de dinheiro para ONGs, foi então catapultada para o 2º lugar. Felizmente, graças ao trabalho de inúmeros jornalistas blogueiros investigativos, as conexões de Marina Silva com Soros e sua equipe de intervencionistas e magnatas operadores de hedge funds foram descobertas e expostas.

Com os eleitores brasileiros já cientes dos cordões de marionete que ligavam Marina Silva a Soros e a outros banqueiros brasileiros e globais, ela afinal apareceu em 3º lugar nas urnas, dia 5 de outubro de 2014, fora, portanto, do segundo turno eleitoral. Adiante, a mesma Marina “socialista” Silva, derrotada nas urnas, declarou apoio ao neoliberal Neves – segunda aposta de Soros para