20 setembro 2016, El País http://brasil.elpais.com (Brasil)
Professor
da UERJ e ex-interlocutor do juiz, Afrânio Jardim, diz que procuradores estão
deslumbrados.
Políticos
se unem nas críticas. Câmara tenta aprovar projeto que anistiaria caixa dois no
passado
De consultor informal
da Lava Jato a atroz crítico da operação. A conduta adotada por um
dos principais juristas da área processual do Brasil, Afrânio Silva Jardim, de
66 anos, demonstra o tamanho da decepção de parte do meio acadêmico (além do político, que tem seus interesses próprios)
com os últimos passos da principal ação anticorrupção da história do país. Há
pouco mais de dois anos, Jardim começou a trocar impressões com o juiz Sergio Moro, o responsável pela operação na primeira instância.
Apoiava seus atos. Elogiava a importância das apurações.
Mas as últimas ações da
força-tarefa fizeram com que ele rompesse com o magistrado e se tornasse um dos
principais críticos dos