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sábado, 13 de junho de 2015

Os ucranianos já foram espoliados. Os norte–americanos serão os próximos/Ukrainians Dispossessed, Americans are next

10 junho 2015, Redecastorphoto http://redecastorphoto.blogspot.com.br (Brasil)

4/6/2015, Paul Craig Roberts*Institute for Political Economy
Tradução mberublue

Os ucranianos estiveram nos últimos 15 meses a pagar para Washington pela derrubada de seu governo democraticamente eleito em mortes, desmembramento de seu país e derrocada econômica, além da deterioração de seu relacionamento com a Rússia que, para a Ucrânia foi traduzida, na prática, com a perda de sua energia subsidiada. Agora os ucranianos estão perdendo suas pensões e ajuda social. Pateticamente, a população ucraniana marcha de cabeça baixa para o cemitério.

A Agência de Notícias TASS publicou reportagem em 1/6/2015 dando conta de que a Ucrânia interrompera o pagamento de pensões em geral, assim como aos veteranos da Segunda Guerra Mundial, pessoas com deficiências e vítimas de Chernobyl. De acordo com a reportagem, Kiev
(...) eliminou ainda gastos com transportes, serviços de saúde, serviços públicos e benefícios financeiros para antigos prisioneiros dos campos de concentração nazistas, bem como não mais honrará as ordens de pagamentos e títulos remanescentes da era soviética. As compensações em dinheiro para a s famílias com filhos vivendo nas áreas contaminadas pela radiação emanada do acidente com a usina de Chernobyl também deixarão de ser pagas. A oposição no parlamento ucraniano acredita que a Procuradoria Geral abrirá processo contra o Primeiro Ministro Arseniy Yatsenyuk, que foi quem trabalhou ativamente para a promulgação da lei de abolição desses “privilégios”.

O que se observa claramente é que puxaram o tapete dos idosos e desvalidos na Ucrânia. “Comedores inúteis”, eles foram classificados como lixo e para a lata de lixo destinados. Como devem se sentir agora os estudantes enganados da Praça Maidan, vendo que são culpados pela destruição do sistema de apoio aos seus próprios avós, por terem apoiado

sexta-feira, 14 de março de 2014

REVELADA A AGENDA SECRETA DE ASHTON E NULAND

13 março 2014, Pravda.rushttp://port.pravda.ru (Rússia)

por Wayne Madsen

Duas mulheres belicistas que representam o instrumento de política externa do Ocidente, a Secretária Assistente de Estado dos EUA para Assuntos Europeus e Euroasiáticos, Victoria Nuland, e a funcionária da UE e antiga ativista da Campanha Britânica para o Desarmamento Nuclear, Catherine Ashton, viram sua agenda secreta para a Ucrânia revelar-se como resultado de conversas telefônicas vazadas. Ashton, cuja conversa ao telefone com o Ministro dos Negócios Estrangeiros estonianos Urmas Paet foi a segunda conversa reveladora ao telefone a ser vazada, detém o título nobre de Alta Representante para Assuntos Externos e Política de Segurança para a União Europeia e o título bastante feudal e sem sentido de Baronesa Ashton de Upholland.

Os apoiantes de Ashton têm uma visão exagerada de suas realizações. Como de fato Ministra de Negócios Estrangeiros da UE, Ashton foi pêga em vídeo, em 2012, na sede da UE, em Bruxelas, em alvoroço porque nem ela nem o enviado britânico para os Balcãs, Robert Cooper, sabiam qual seria a aparência do Presidente da Sérvia, Tomislav Nikolic, momentos antes da cerimônia oficial de boas-vindas para ele em Bruxelas. Ashton é casada com o jornalista britânico Peter Kellner. Kellner é um executivo da companhia britânica de sondagem de opinião YouGov, que alimenta não só os números de sondagens políticas, mas também as pesquisas sobre os favoritos a ganhar em programas fúteis de televisão britânica como Pop Idol e X-Factor para uma mídia sedenta de informação-entretenimento.

Em uma chamada de telefone em 26 de fevereiro entre Paet e Ashton, o Ministro dos Negócios Estrangeiros estoniano disse que policiais e manifestantes ucranianos foram baleados pelos mesmos franco-atiradores [1]. Paet visitou Kiev em 25 de fevereiro, durante ditos confrontos violentos entre manifestantes e forças de segurança do governo na Praça Maidan. Agora, fica evidente que a violência foi alimentada por franco-atiradores e outros provocadores, incluindo quadrilhas neonazistas e mercenários estrangeiros, na folha de pagamento da oposição política ucraniana.