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terça-feira, 18 de março de 2014

UCRANIA, VENEZUELA, SIRIA Y LA OFENSIVA BLANDA IMPERIAL

17 marzo 2014, HispanTV http://hispantv.net (Irán)

Sheij Abdul Karim Paz 

La ofensiva blanda imperial en Ucrania y Venezuela, pone de manifiesto muchas cosas sobre la mesa para los analistas internacionales. Una de ellas, es que el imperio detrás de todas estas maniobras ha tenido que emplear como mano de obra a lo peor del extremismo violento y terrorista, por ejemplo Al-Qaeda, el siempre dispuesto sionismo y las huestes fascistas. Parece que el sionismo olvida con facilidad, cuando le conviene, el mal del fascismo y el extremismo "islámico". No es difícil descubrir cuál es el común denominador de todas estas fuerzas aparentemente dispersas pero hoy rejuntadas por su verdadero padre, el imperialismo mundial: el dominio por la fuerza, sin más. Nada de derechos, nada de democracia, nada de diálogo, nada de racionalidad, nada de humanidad, nada de nada, salvo intereses. El ejemplo también lo vemos en Siria y el uso de estas fuerzas del terror para intentar alcanzar sus espeluznantes objetivos.

Es una novedad de los últimos años el recurso táctico de las ofensivas blandas contra las democracias que no gustan de someterse a sus caprichos imperiales. Cuando no pueden invadir recurren a estas desestabilizaciones sociales para generar golpes de Estado, ya que han quemado el recurso de los golpes militares y éstos no son tan estúpidos de dejarse usar siempre.

Sediciones, sabotajes, actos de terrorismo, luchas civiles, sanciones, boicots, mercenarios venidos de todas partes y todo tipo de presiones, son la modalidad de los golpes blandos.
La historia se repite como ocurriera en Libia, en Siria y, hoy, en Venezuela y Ucrania. Se lo intentó sin éxito en Irán hace cuatro años. Los métodos son muy similares.

UCRÂNIA: EUA TOMA A RAMPA DE SAÍDA E ACEITA AS EXIGÊNCIAS RUSSAS

17 março 2014, http://port.pravda.ru Pravda.ru (Rússia)









Fraud in Ukraine "Parliament" 

Houve hoje outro telefonema entre o secretário de estado Kerry e o ministro Lavrov de Relações Exteriores da Rússia. O telefonema aconteceu depois de uma reunião estratégica sobre a Ucrânia na Casa Branca. Nesse telefonema, Kerry aceitou as demandas russas de que a Ucrânia seja convertida numa federação, na qual os estados federados tenham forte autonomia em relação ao governo central, numa Ucrânia finlandizada. Putin ofereceu essa rampa de saída da escalada, e Obama enveredou por ali.

O anúncio dos russos:
"Lavrov e Kerry concordam em trabalhar para uma reforma constitucional na Ucrânia: ministério da Rússia"[1]

(Reuters) - O ministro de Relações Exteriores da Rússia Sergei Lavrov e o secretário de Estado dos EUA John Kerry acertaram, nesse domingo, que buscarão juntos uma solução para a Ucrânia, promovendo ali reformas constitucionais, disse o ministério russo.

Não há ainda detalhes sobre o tipo de reformas necessária, exceto que devem ser feitas "de forma aceitável para todos e levando em conta os interesses de todas as regiões da Ucrânia".

...

"Sergei Viktorovich Lavrov e John Kerry concordaram que continuarão a trabalhar para encontrar uma resolução final sobre a Ucrânia mediante o rápido lançamento de reformas constitucionais com o apoio da comunidade internacional" disse o Ministério, em declaração.

A ideia de "reforma constitucional" e "os interesses de todas as regiões" é dos russos, como documentada nesse 'não-jornal russo' (
http://newsru.com/pict/big/1638517.html) (ing.).

O não-jornal descreve o processo de como chegar a uma nova Constituição ucraniana e demarca alguns parâmetros. O russo voltará a ser língua co-oficial da Ucrânia; as regiões terão grande autonomia; não haverá interferência em assuntos religiosos; e a Ucrânia permanecerá politicamente e militarmente neutra.

sexta-feira, 14 de março de 2014

O NINHO DA SERPENTE

8 março 2014, Carta Maior www.cartamaior.com.br (Brasil) 

Há um velho ditado que reza que, toda vez que o capitalismo se vê ameaçado, ele sai para passear com o fascismo.

Por Mauro Santayana*, em seu blog

Como um skinhead e seus pit-bulls, que pode ser por eles atacado, depois de tentar prendê-los à força no canil, ao voltar para casa, bêbado drogado, a Europa mostra que não aprendeu nada com as notícias dos jornais, nem com as lições do passado.

Dirigentes europeus - e norte-americanos - tiram fotos, sorridentes, ao lado dos líderes do Partido Svoboda ucraniano, que podem ser vistos, em outras fotos, recentes, discursando em tribunas nazistas e saudando com a palma da mão levantada.

A cruz celta, símbolo da supremacia branca, as suásticas, os três dedos que lembram o tridente tradicional usado pelos neofascistas ucranianos, os raios assassinos das SS nazistas, destacam-se nas bandeiras e braçadeiras portadas pela multidão, na qual desfilam, triunfantes, membros das 22 organizações neonazistas que existem no país, que, segundo analistas locais, são muito mais radicais que o “Svoboda”.

As notícias que vem de Kiev dão conta de que há indícios de que os atiradores que mataram manifestantes durante os protestos, antes do golpe, teriam sido contratados pelos próprios neonazistas para fazê-lo.
 Sinagogas têm sido incendiadas nos úlimos meses, professores e estudantes de Yeshivas -- assim como estrangeiros e homossexuais -- têm sido insultados e espancados pelas ruas.

Na Ucrânia atual o anti-semitismo é tão forte, que nos últimos 20 anos, depois da derrocada da União Soviética – que sempre protegeu os judeus como etnia – 80% dos 500.000 hebreus que viviam no país o abandonaram, desde 1989, em um êxodo sem precedentes no pós-guerra. Hoje, em uma população mais de 44 milhões de habitantes, há menos de 70.000 judeus ucranianos.

Se a situação é ameaçadora para a população judaica, é ainda pior para os cerca de 120.000 a 400.000 ciganos que vivem na Ucrânia, uma minoria que não conta com recursos para deixar o país, nem com um destino, como Israel, que os possa receber.

REVELADA A AGENDA SECRETA DE ASHTON E NULAND

13 março 2014, Pravda.rushttp://port.pravda.ru (Rússia)

por Wayne Madsen

Duas mulheres belicistas que representam o instrumento de política externa do Ocidente, a Secretária Assistente de Estado dos EUA para Assuntos Europeus e Euroasiáticos, Victoria Nuland, e a funcionária da UE e antiga ativista da Campanha Britânica para o Desarmamento Nuclear, Catherine Ashton, viram sua agenda secreta para a Ucrânia revelar-se como resultado de conversas telefônicas vazadas. Ashton, cuja conversa ao telefone com o Ministro dos Negócios Estrangeiros estonianos Urmas Paet foi a segunda conversa reveladora ao telefone a ser vazada, detém o título nobre de Alta Representante para Assuntos Externos e Política de Segurança para a União Europeia e o título bastante feudal e sem sentido de Baronesa Ashton de Upholland.

Os apoiantes de Ashton têm uma visão exagerada de suas realizações. Como de fato Ministra de Negócios Estrangeiros da UE, Ashton foi pêga em vídeo, em 2012, na sede da UE, em Bruxelas, em alvoroço porque nem ela nem o enviado britânico para os Balcãs, Robert Cooper, sabiam qual seria a aparência do Presidente da Sérvia, Tomislav Nikolic, momentos antes da cerimônia oficial de boas-vindas para ele em Bruxelas. Ashton é casada com o jornalista britânico Peter Kellner. Kellner é um executivo da companhia britânica de sondagem de opinião YouGov, que alimenta não só os números de sondagens políticas, mas também as pesquisas sobre os favoritos a ganhar em programas fúteis de televisão britânica como Pop Idol e X-Factor para uma mídia sedenta de informação-entretenimento.

Em uma chamada de telefone em 26 de fevereiro entre Paet e Ashton, o Ministro dos Negócios Estrangeiros estoniano disse que policiais e manifestantes ucranianos foram baleados pelos mesmos franco-atiradores [1]. Paet visitou Kiev em 25 de fevereiro, durante ditos confrontos violentos entre manifestantes e forças de segurança do governo na Praça Maidan. Agora, fica evidente que a violência foi alimentada por franco-atiradores e outros provocadores, incluindo quadrilhas neonazistas e mercenários estrangeiros, na folha de pagamento da oposição política ucraniana.