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sexta-feira, 14 de março de 2014

REVELADA A AGENDA SECRETA DE ASHTON E NULAND

13 março 2014, Pravda.rushttp://port.pravda.ru (Rússia)

por Wayne Madsen

Duas mulheres belicistas que representam o instrumento de política externa do Ocidente, a Secretária Assistente de Estado dos EUA para Assuntos Europeus e Euroasiáticos, Victoria Nuland, e a funcionária da UE e antiga ativista da Campanha Britânica para o Desarmamento Nuclear, Catherine Ashton, viram sua agenda secreta para a Ucrânia revelar-se como resultado de conversas telefônicas vazadas. Ashton, cuja conversa ao telefone com o Ministro dos Negócios Estrangeiros estonianos Urmas Paet foi a segunda conversa reveladora ao telefone a ser vazada, detém o título nobre de Alta Representante para Assuntos Externos e Política de Segurança para a União Europeia e o título bastante feudal e sem sentido de Baronesa Ashton de Upholland.

Os apoiantes de Ashton têm uma visão exagerada de suas realizações. Como de fato Ministra de Negócios Estrangeiros da UE, Ashton foi pêga em vídeo, em 2012, na sede da UE, em Bruxelas, em alvoroço porque nem ela nem o enviado britânico para os Balcãs, Robert Cooper, sabiam qual seria a aparência do Presidente da Sérvia, Tomislav Nikolic, momentos antes da cerimônia oficial de boas-vindas para ele em Bruxelas. Ashton é casada com o jornalista britânico Peter Kellner. Kellner é um executivo da companhia britânica de sondagem de opinião YouGov, que alimenta não só os números de sondagens políticas, mas também as pesquisas sobre os favoritos a ganhar em programas fúteis de televisão britânica como Pop Idol e X-Factor para uma mídia sedenta de informação-entretenimento.

Em uma chamada de telefone em 26 de fevereiro entre Paet e Ashton, o Ministro dos Negócios Estrangeiros estoniano disse que policiais e manifestantes ucranianos foram baleados pelos mesmos franco-atiradores [1]. Paet visitou Kiev em 25 de fevereiro, durante ditos confrontos violentos entre manifestantes e forças de segurança do governo na Praça Maidan. Agora, fica evidente que a violência foi alimentada por franco-atiradores e outros provocadores, incluindo quadrilhas neonazistas e mercenários estrangeiros, na folha de pagamento da oposição política ucraniana.