13 março 2014, Pravda.rushttp://port.pravda.ru
(Rússia)
por Wayne Madsen
Duas mulheres belicistas que representam o instrumento
de política externa do Ocidente, a Secretária Assistente de Estado dos EUA para
Assuntos Europeus e Euroasiáticos, Victoria Nuland, e a funcionária da UE e
antiga ativista da Campanha Britânica para o Desarmamento Nuclear, Catherine
Ashton, viram sua agenda secreta para a Ucrânia revelar-se como resultado de
conversas telefônicas vazadas. Ashton, cuja conversa ao telefone com o Ministro
dos Negócios Estrangeiros estonianos Urmas Paet foi a segunda conversa
reveladora ao telefone a ser vazada, detém o título nobre de Alta Representante
para Assuntos Externos e Política de Segurança para a União Europeia e o título
bastante feudal e sem sentido de Baronesa Ashton de Upholland.
Os apoiantes de Ashton têm uma visão exagerada de suas
realizações. Como de fato Ministra de Negócios Estrangeiros da UE, Ashton foi
pêga em vídeo, em 2012, na sede da UE, em Bruxelas, em alvoroço porque nem ela
nem o enviado britânico para os Balcãs, Robert Cooper, sabiam qual seria a
aparência do Presidente da Sérvia, Tomislav Nikolic, momentos antes da
cerimônia oficial de boas-vindas para ele em Bruxelas. Ashton é casada com o
jornalista britânico Peter Kellner. Kellner é um executivo da companhia
britânica de sondagem de opinião YouGov, que alimenta não só os números de
sondagens políticas, mas também as pesquisas sobre os favoritos a ganhar em programas
fúteis de televisão britânica como Pop Idol e X-Factor para uma mídia sedenta
de informação-entretenimento.
Em uma chamada de telefone em 26 de fevereiro entre
Paet e Ashton, o Ministro dos Negócios Estrangeiros estoniano disse que
policiais e manifestantes ucranianos foram baleados pelos mesmos
franco-atiradores [1]. Paet visitou Kiev em 25 de fevereiro, durante ditos
confrontos violentos entre manifestantes e forças de segurança do governo na
Praça Maidan. Agora, fica evidente que a violência foi alimentada por
franco-atiradores e outros provocadores, incluindo quadrilhas neonazistas e
mercenários estrangeiros, na folha de pagamento da oposição política ucraniana.