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terça-feira, 26 de julho de 2016

Brasil/"APUESTAS GOLPISTAS CAUSARÁN EXPLOSIONES SOCIALES EN AMÉRICA LATINA"-- Entrevista a Dilma Rousseff



26 julio 2016, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)
Entrevista a Dilma Rousseff


La mandataria afirma que los golpes son procesos ilegítimos que tendrán consecuencias impredecibles.



Atrincherada, la ex guerrillera y primera mujer presidenta de Brasil, Dilma Rousseff, se apresta a librar su mayor batalla para defender el gobierno elegido democráticamente, cercado por la amenaza golpista, la cual parece incontenible.

Promete luchar con todas las fuerzas y todos los días contra este golpe de Estado en curso, que probablemente se definirá a

sexta-feira, 16 de agosto de 2013

Paraguay/CON SALIDA AL PACÍFICO



15 agosto 2013, Pagina12 http://www.pagina12.com.ar (Argentina)

Por Alfredo Serrano Mancilla *

Hoy se recogen los frutos del pasado golpe a la democracia en Paraguay. Horacio Cartes fue elegido presidente el pasado 21 de abril en una jornada electoral tan limpia como sucias fueron las artimañas que la precedieron. Los golpes inteligentes del siglo XXI nada tienen que ver con los de antaño. Todo se realizó con sintonía extremadamente fina con el único objetivo de sacar del tablero al presidente Lugo para retroceder al bipartidismo soñado por los grandes capitales transnacionales. Igual sucedió en Honduras, con Zelaya, y lo mismo fue intentado infructuosamente en Ecuador, Bolivia y Venezuela. Estados Unidos vuelve a demostrar una vez más que

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Patria Grande/EL NUEVO GOBIERNO DE PARAGUAY Y LA INTEGRACIÓN REGIONAL



25 junio 2013, Agencia Latinoamericana de Información http://alainet.org

Adilio Lezcano*

ALAI AMLATINA --- La elección desarrollada en Paraguay el pasado 21 de abril llevó a Horacio Cartes a la Presidencia de la Mano del partido colorado. Estas elecciones tuvieron como antecedente la destitución, en un proceso sumarísimo, a Fernando Lugo, Presidente de la República del Paraguay. Hecho político, a su vez, apoyado en el pretexto de una supuesta emboscada de un grupo de campesinos, que no supera un número de cincuenta personas, a unos policías que superaban fácilmente los trescientos, en Marina Kue en el distrito de Curuguaty departamento de Canindeyú.

La idea de la emboscada fue insuflada por los medios corporativos que responden a poderes económicos de la oligarquía paraguaya

quarta-feira, 17 de abril de 2013

PARAGUAI: O TORTUOSO CAMINHO ELEITORAL*



16 abril 2013, Diálogos do Sul http://www.dialogosdosul.org.br (Brasil)

Paraguai caminha para eleições gerais a serem realizadas dia 21 de abril, que podem ser determinantes para o eventual regresso do país ao seio do Mercosul e Unasul, os dois grandes blocos integracionistas sul-americanos dos quais foi suspenso.

Ha quase um ano de vigorar as sanções políticas, o processo eleitoral se aproxima da data chave em meio a posições intransigentes das autoridades no poder, encabeçadas por Federico Franco, empenhadas sem êxito em desconhecer o isolamento internacional a que estão sujeitos.

Apesar das ajudas provenientes de Washington e do secretario geral da OEA, Jose Miguel Insulza, o Paraguai tem sido excluído também da maioria dos foros internacionais realizados, entre eles a cúpula Ibero-americana e a constituição da Comunidade de Estados Latino-americanos e do Caribe.

Seus esforços por romper o isolamento terminaram no fracasso e por isso, a maioria das representações diplomáticas acreditadas em Assunção, permanecem vazias de embaixadores, retirados por seus correspondentes governos em sinal de protesto.

O processo eleitoral é disputado por candidatos dos dois maiores partidos tradicionais, o Colorado, com o empresário Horacio Cartes, e o Liberal Autêntico, qcon Efraín Alegre. Ambos se uniram pra materializar a destituição de Lugo e agora disputarão entre si para tratar de impor seus candidatos nas próximas eleições. Segundo as pesquisas os dois encabeçam a preferencia dos eleitores.

O primeiro deles, os colorados, postulam como Associação Nacional Republicana (ANR), que durante 60 anos no poder e apoiou a ditadura de 35 anos de Alfredo Stroessner (1954-1989) com apoio dos Estados Unidos, até que, em 2008, Lugo obteve uma vitória de caráter popular e assumiu a presidência. Além disso Horácio Cartes é investigado por narcotráfico nos Estados Unidos, segundo denúncia de Lídia Ruiz, dirigente de Via Camponesa.

O segundo, apoio do atual governo, carrega sobre as costas a união com os colorados, seus inimigos tradicionais, a troco de desfrutar dos 14 meses no poder que terminará com a posse, em agosto próximo, de quem seja proclamado vencedor das votações planejadas.

Diante disso se opõem o esforço da esquerda agrupada no Frente Guasú, coalização de partidos e organizações sociais indígenas e camponesas, sem os grandes recursos econômicos dos anteriores e impedida pelos mais importantes meios de comunicação de ter acesso igualitário na difusão de seu programa e propostas. O programa televisivo de debate foi ao ar somente com a participação dos candidatos dos quatro maiores partidos.

A Frente, com a direção de Lugo, tem como candidato o médico Aníbal Carrillo, aponta para a consolidação de um aparato político nacional representativo das esperanças populares com o propósito de modificar o sistema neoliberal existente e conseguir mudanças nas terríveis condições de vida de um país com quase 50% de sua população na pobreza.

Lugo aspira uma cadeira de senador na lista da Frente Guasú, integrada pelos partidos Tekojoja, Movimiento Patriótico Popular, Comunista, Frente Amplio, de la Unidad Popular, Solidario y Convergencia Popular Socialista.

Dessa frente luguista e de centroesquerda se desprendeu a coalizão Avanza Pais, que propõe o animador de televisão Mario Ferreiro, e está integrada pelos partidos Movimiento al Socialismo, Revolucionario Febrerista, Demócrata Cristiano, Paraguay Tekopyahú y Movimiento 20 de Abril.

O conjunto de partidos com maior peso se completa com a Unión Nacional de Ciudadanos Éticos (UNACE), do falecido general Lino Oviedo, morto em plena campanha, substituído por um sobrinho com seu mesmo nome mas com menos peso eleitoral, segundo as pesquisas.

Também concorre ao pleito a médica Lilian Soto, candidata do movimento feminista e socialista Kuña Pyrenda (Marcas de Mulher), que foi ministra secretária da Função Pública no governo de Lugo. Dia 21 de abril os paraguaios elegerão presidente, vice-presidente, 45 senadores, 80 deputados, 18 deputados ao Parlasul e 17 governadores, junto a parlamentares de departamentos de número variável segundo a região. Kuña Pyrenda encabeça todas as listas em todas as instâncias com mulheres.

São mais de onze os postulantes a ocupar o Palácio de López, mas as chances dos demais partidos são limitadas. O socialista Mario Ferreiro e o conservador senador Miguel Carrizosa, de Patria Querida, também buscam a preferencia dos três milhões de paraguaios aptos a comparecer às urnas.

A lista de candidatos inclui também Roberto Ferreira Franco, pelo Partido Humanista; Coco Arce, pelo Partido de los Trabajadores; Ricardo Almada, pelo Partido Blanco, e Anastásio Galeano, por Patria Libre.

A guerra das pesquisas de opinião pagas pelos partidos golpistas e os meios de comunicação conservadores só deixam espaço para a vitória dos colorados e liberais, mas ainda em algumas delas se reconhece tangencialmente a importância que posa ter a Frente e outras forças progressistas menos na conformação do futuro Congresso e na eleição presidencial.

Em definitiva, a estratégia da esquerda se centraliza em lutar por cada voto emitido para impedir a fraude, seguir lutando na base até o último momento para orientar aos setores mais humildes e converter-se em uma parede de contenção das decisões antipopulares do próximo governo.

*De Orbe e Telan,  especial para Diálogos do Sul

domingo, 31 de março de 2013

Paraguay/Resolución ONU confirmó conspiración para destituir a Lugo


31 marzo 2013, Prensa Latina http://www.prensa-latina.cu (Cuba)

Por Javier Rodriguez Roque

Asunción (PL) --- Aníbal Carrillo, candidato presidencial del Frente Guasú, coalición de la izquierda paraguaya, afirmó que la reciente resolución de ONU sobre la situación del país confirmó la conspiración desarrollada para destituir al presidente Fernando Lugo.
En declaraciones a Prensa Latina, Carrillo le asignó una importante relevancia al documento del Comité de Derechos Humanos de Naciones Unidas, el cual demandó una investigación independiente e inmediata sobre la muerte de campesinos y el proceso que sacó de su cargo al mandatario en 2012.
Carrillo destacó que el acuerdo del Comité fue hecho después de presentados sus descargos por el gobierno de Federico Franco y representa rechazo a los alegatos oficiales sobre el sangriento desalojo de campesinos en Curuguaty, en junio pasado, argumento usado para destituir a Lugo.

La ONU reconoció que la realizada oficialmente sobre Curuguaty fue una investigación superficial, insuficiente y muy parcializada a pesar de la muerte allí de 11 campesinos y seis policías, buscando siempre colocar un manto de sombra para ocultar la verdad, agregó.

El entrevistado consideró, además, que la ONU reafirmó las muchas sospechas de que el violento desalojo fue un crimen político con el cual se inició la conspiración y culminó con una parodia de juicio político donde no se respetaron los procedimientos básicos para la defensa.

El Frente Guasú ha estado reclamando ese punto y planteando que la democracia paraguaya sufrió un enorme golpe, una gran herida, con la expedita destitución del jefe de Estado constitucional y ahora estudiará algunas medidas a adoptar tras ese reconocimiento por ONU.

Un elemento importante es que todo esto sucede casi al final del proceso electoral en desarrollo con vistas a los comicios generales del 21 de abril y esa declaración de ONU afecta directamente a los candidatos presidenciales Horacio Cartes y Efraín Alegre de los partidos tradicionales.

Ellos fueron parte directa de la conspiración y protagonistas centrales del golpe contra la democracia que hoy no sólo está conceptuado así por Mercosur (Mercado Común del Sur), Unasur (Unión de Naciones Suramericanas) y la Comunidad de Estados Latinoamericanos y Caribeños, sino por las propias Naciones Unidas, planteó Carrillo.

Recordó que la ONU propone ahora una Comisión Independiente que investigue lo sucedido en Curuguaty y en el proceso de destitución presidencial y el actual presidente Federico Franco, tras apoderarse del cargo, disolvió una entidad similar conformada por Lugo.

Esto es un desenmascaramiento de Franco hecho por Naciones Unidas porque, además, existe una falta de confianza en instituciones oficiales paraguayas como el Poder Judicial y la Fiscalía, concluyó.