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sábado, 19 de setembro de 2015

BRICS, БРИКС/RÚSSIA EXPÕE A ESTRATÉGIA CLANDESTINA DOS EUA NA SÍRIA

16 setembro 2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

MK Bhadrakumar, Indian Punchline
O problema dos refugiados sírios vinha amadurecendo lenta e continuadamente e teria sido o pretexto perfeito para uma 'intervenção humanitária' comandada pelos EUA ["Bombardear para Proteger"] na Síria.  Mas a Rússia chegou antes, e o róseo plano norte-americano pode ter gorado.

As políticas dos EUA para o Oriente Médio vêm-se mantendo obcecadamente fixas em 'mudança de regime' na Síria há pelo menos uma década, desde a invasão do Iraque em 2003. (A agenda neoconservadora original planejava 'mudar' regimes no Iraque, Irã e Síria, mas deu em nada, quando os campos de matança no Iraque começaram a ditar a geopolítica.)

Não é difícil entender e acreditar que a inteligência russa, sim, pôs fim à trama diabólica dos EUA para criar um fato consumado em solo, na Síria. O pacto 
faustiano entre Washington e a Turquia e a autorização do presidente Barack Obama para ataques aéreos na Síria (inclusive contra o Exército Árabe Sírio), o frenesi com que Grã-Bretanha e Austrália uniram-se às missões de bombardeios norte-americanos contra a Síria, declarações da OTAN, os incansáveis esforços dos EUA, por baixo dos panos, para minar o trabalho de Moscou para iniciar e pôr em andamento um processo de paz entre os próprios sírios – de todos os lados abundavam os indícios daquele sinistro plano político-militar.

Mas o suspense subiu à estratosfera, quando a inteligência russa entrou claramente em cena. Numa rara cena de 'revelação', domingo à noite, durante 
entrevista ao canal estatal de televisão– provavelmente pré-arranjada deliberadamente – o ministro de Relações Exteriores da Rússia semeou 'pistas' crucialmente importantes sobre a agenda norte-americana clandestina para a Síria escondida

quarta-feira, 20 de maio de 2015

BRICS, БРИКС/E SE PUTIN ESTIVER DIZENDO A VERDADE?

18 maio 2015, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Dia 26 de abril, o canal de TV Rossiya 1, o principal da Rússia, mostrou o presidente Vladimir Putin num documentário ao povo russo sobre os eventos do período recente, incluindo a reintegração da Crimeia, o golpe de Estado dos EUA na Ucrânia, e o estado geral das relações com os EUA e a UE. Putin falou com franqueza. Em sua fala à TV, o ex-chefe da KGB russa disparou uma bomba política, algo de que a inteligência russa já sabia há duas décadas.

Putin disse sem meias palavras que, pela avaliação dele, o ocidente só se daria por satisfeito se encontrasse uma Rússia fraca, sofrendo e implorando misericórdia ao oeste, o que, bem evidentemente, o país não está disposto a fazer. Adiante, pouco depois, o presidente russo disse, pela primeira vez publicamente, algo de que a inteligência russa já sabia há quase duas décadas mas mantivera em silêncio até agora, talvez com esperanças de uma era de relações mais normais entre Rússia e EUA.

Putin disse que o terror na  Chechênia e no Cáucaso russo no início dos anos 1990s foi ativamente apoiado pela 
CIA e pelos serviços ocidentais de inteligência, deliberadamente para enfraquecer a Rússia. Disse que os serviços de inteligência do Gabinete de Relações Internacionais da Rússia encontraram provas do papel clandestino

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

BRICS, БРИКС/RÚSSIA PODE ENTRAR EM PROJETO CHINÊS DE NOVA ROTA DA SEDA

28 agosto 2014, Gazeta Russa http://gazetarussa.com.br (Rússia)
Российская газета http://rg.ru (Россия)

Debidatta Aurobinda Mahapatra, analista político

Analista político indiano afirma que projeto poderia acelerar o desenvolvimento econômico da região euroasiática; por outro lado, é uma ameaça para os interesses dos países participantes mais fracos.
O governo chinês convidou a Índia para participar da sua iniciativa de unir a antiga rede de vias na região euro-asiática com um novo conjunto de rotas. A Rússia provavelmente participará do projeto. Os indianos ainda não decidiram se entrarão na iniciativa ou não.

Em julho, um grupo de jornalistas começou a explorar a chamada nova Rota da Seda na província de Gansu, no noroeste da China, um centro antigo de comércio.

O projeto tem três objetivos: unir Índia, Bangladesh, Mianmar e China; a parte ocidental da