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quarta-feira, 27 de abril de 2016

BRICS NA LINHA DE MIRA: O 'IMPÉRIO' ATACA NO BRASIL



27 abril 2016, Pravda.ru http://port.pravda.ru (Rússia)

Eric Draitser, Stop Imperialism, 22/4/2016


                                                                De “Congresso em Foco”, Brasília, DF, 22/4/2016:
No ‘impeachment’, só 34 foram eleitos com os próprios votos.
Na votação do último domingo, 477 dos 511 deputados votantes só
chegaram à Câmara graças aos votos do partido,
da coligação ou de colegas mais votados
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New York - (Análise) A década passada assistiu a uma notável reunião de nações não ocidentais em parcerias econômicas e políticas. Essas instituições multilaterais têm sido apresentadas e promovidas como alternativas a órgãos do poder político e econômico ocidental 'tradicionais' como OTAN, FMI e Banco Mundial.

Do crescimento da Organização de Cooperação de Xangai, OCX [ing.Shanghai Cooperation Organization, SCO] ao estabelecimento da União Econômica Eurasiana, UEE [ing. Eurasian Economic Union, EEU] e à estratégia chinesa de "Um Cinturão, Uma Estrada" [ing. One Belt, One Road] para conectar grande parte das terras eurasianas pelo comércio e investimento, e mais recentemente, com o estabelecimento do Banco Asiático de Infraestrutura e Investimento, BAII [ing. Asian Infrastructure Investment Bank, AIIB], esses desenvolvimentos são vistos, por muitos, como essenciais para a descentralização do poder global, desconectando-o dos centros imperiais em Washington, Wall Street,

segunda-feira, 3 de agosto de 2015

BRICS, A MATERIALIZAÇÃO DE UM MUNDO MULTIPOLAR

30 julho 2015, Gazeta Russa http://br.rbth.com/brics (Rússia)


Resultados gerados entre cúpulas de Fortaleza e Ufá começam a criar estruturas paralelas às do "Ocidente global".

A cúpula do Brics, que ocorreu em julho na cidade russa de Ufá, concomitantemente à cúpula da Organização para Cooperação de Xangai, não foi apenas a prova simbólica de que o Ocidente não conseguiu isolar a Rússia com suas sanções. No ápice da presidência russa no Brics, a reunião introduziu elementos importantes no novo cenário multipolar mundial, resultando em uma série de soluções práticas.

Nesse sentido, justifica-se o investimento que a Rússia fez na cúpula. Segundo as autoridades da Bachquíria, ela custou 14 bilhões de rublos (R$ 790 milhões), embora há dois anos seus custos fossem estimados em 65 bilhões de rublos (R$ 3,65 bilhões).
  
A população total dos países representados em Ufá soma mais de 40% da população mundial. Além disso, eles produzem um terço do PIB global.

No entanto, o Brics não é um bloco no sentido tradicional da palavra, e dele não devemos esperar os resultados que se esperam de tais alianças. O grupo está mais para uma organização para a cooperação, com trocas de experiências e a esperança do desenvolvimento de um novo conceito nas relações econômicas.



Os países do Brics divergem em seus valores e objetivos geopolíticos. Cada um vive situação econômica diferente.

A China está

segunda-feira, 1 de setembro de 2014

BRICS, БРИКС/RÚSSIA PODE ENTRAR EM PROJETO CHINÊS DE NOVA ROTA DA SEDA

28 agosto 2014, Gazeta Russa http://gazetarussa.com.br (Rússia)
Российская газета http://rg.ru (Россия)

Debidatta Aurobinda Mahapatra, analista político

Analista político indiano afirma que projeto poderia acelerar o desenvolvimento econômico da região euroasiática; por outro lado, é uma ameaça para os interesses dos países participantes mais fracos.
O governo chinês convidou a Índia para participar da sua iniciativa de unir a antiga rede de vias na região euro-asiática com um novo conjunto de rotas. A Rússia provavelmente participará do projeto. Os indianos ainda não decidiram se entrarão na iniciativa ou não.

Em julho, um grupo de jornalistas começou a explorar a chamada nova Rota da Seda na província de Gansu, no noroeste da China, um centro antigo de comércio.

O projeto tem três objetivos: unir Índia, Bangladesh, Mianmar e China; a parte ocidental da