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terça-feira, 7 de outubro de 2014

Brasil/Nova composição da Câmara tem perfil mais conservador

7 outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Para cientistas políticos, a composição da Câmara dos Deputados eleita neste domingo (5) terá perfil mais conservador. Especialistas ouvidos pela Rádio Câmara afirmaram que isso terá reflexos na pauta de propostas analisadas no Congresso e na relação direta do Legislativo com o Executivo, a partir do próximo ano. 

Um dos aspectos da próxima legislatura da Câmara já detectado pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) é a redução da bancada de sindicalistas e o aumento da bancada empresarial.

Para o analista político do Diap Antônio Augusto de Queiroz, esse fato se deve a dois fatores principais. "O conservadorismo, de um lado. E o custo muito elevado das campanhas, de outro", declarou.

Religião e segurança
O grande número de deputados eleitos com discurso religioso ou focado em segurança pública chamou a atenção

sábado, 4 de outubro de 2014

Brasil/REELEIÇÃO DE DILMA, O CAMINHO PARA MAIS MUDANÇAS

4 outubro 2014, EDITORIAL Vermelho http://vermelho.org.br (Brasil)

Pela sétima vez desde 1989, quando a nação voltou a eleger diretamente o presidente da República após 21 anos de ditadura militar, o povo brasileiro vai às urnas neste domingo, 5 de outubro, para decidir quem será o próximo chefe de Estado e de governo. Uma prática que, malgrado todas as limitações do sistema político-eleitoral, consolida a democracia no país. 

Segundo todas as sondagens de opinião pública, a presidenta Dilma Rousseff, candidata à reeleição, lidera a disputa, com 16 pontos de vantagem sobre Marina Silva e 21 sobre Aécio Neves. Todas as projeções para o segundo turno apontam a sua reeleição como a tendência principal. Num cenário em que têm ocorrido bruscas mudanças, não se pode prever qual dos dois candidatos oposicionistas passará ao segundo turno. Marina Silva, que na segunda quinzena de agosto chegou a disputar palmo a palmo o primeiro lugar, revelou todas as suas fragilidades e na véspera da eleição encontra-se em empate técnico com o candidato do PSDB, Aécio Neves. Não está descartada também a hipótese da vitória de Dilma já no primeiro turno.

Ao longo de toda a campanha eleitoral, temos ressaltado que na disputa entre essas três candidaturas principais pelo Palácio do Planalto está explícita a luta entre dois caminhos. 

De um lado, alinham-se as forças de esquerda, entre estas os comunistas, progressistas e o centro democrático, em torno da candidatura da presidenta Dilma Rousseff. É uma ampla coalizão política que expressa as forças emergentes da sociedade brasileira, em luta pela transformação do Brasil numa forte nação democrática, progressista e socialmente justa. Trata-se de

Brasil/PROBABLE VICTORIA DE DILMA ROUSSEFF FORTALECERÁ GOBIERNOS PROGRESISTAS EN AMÉRICA LATINA

3 octubre 2014, ADITAL Agencia de Información Fray Tito para América Latina (Brasil)

Marcela Belchior, Adital

Dos días antes de que los brasileros y brasileras vayan a las urnas para elegir a su próximo Presidente de la República, Adital pone en debate algunos de los movimientos políticos en torno de los tres principales candidatos: la actual presidente, Dilma Rousseff (del Partido de los Trabajadores -- PT), sucesora de Luiz Inácio Lula da Silva, que intenta la reelección; Aécio Neves (del Partido de la Social Democracia Brasilera -- PSDB), representante de los sectores más elitizados y conservadores del país; y Marina Silva (del Partido Socialista Brasilero -- PSB), ex-ministra del Gobierno de Lula, que rompió con el ex-presidente y, después de la muerte de Eduardo Campos, logró la posibilidad de intentar, por segunda vez, asumir el comando el país.

Para analizar el contexto de la campaña electoral de la 1ª vuelta y señalar perspectivas para una eventual 2ª vuelta, el periodista y analista político Nicolás Chernavsky evalúa los fenómenos de "petismo” y de "antipetismo” que circundan a la candidatura de Dilma, la controvertida y criticada postura política de Marina y

“MARINA, A NOVA DIREITA BRASILEIRA”, define jornal francês L'Humanité

3 outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)


“Marina, a nova direita brasileira”, assim definiu em manchete o jornal francês de esquerda L'Humanité Dimanche sobre a candidata Marina Silva (PSB), em edição publicada no domingo (28).

O L'Humanité, que é um dos principais jornais da esquerda francesa, fundado em 1904, com papel importante no apoio à resistência contra o nazismo durante a II Guerra, enviou jornalista para acompanhar as eleições brasileiras.

Em reportagem de três páginas, com chamada de capa, o jornal descreve Marina como uma “criação de Washington para derrubar Dilma Rousseff”. A publicação pontua que as eleições brasileiras colocam na disputa a “continuidade de uma política progressista ou o retorno a um projeto neoliberal disfarçado”.

De acordo com o jornal, Marina Silva significa “a anulação de 12 anos de progressos”, e faz referência a dois exemplos importantes: desemprego em baixa e salário mínimo em alta.

“A candidata ecologista encarna essa ‘nova direita’ sul-americana. Ela ataca as alianças regionais e quer relançar o tratado de livre comércio com os Estados Unidos – bloqueado com a vitória de Lula em 2002. Sua equipe de campanha reúne ex-ministros dos governos de direita, como André Lara Resende e Giannetti da Fonseca, e Neca Setúbal, herdeira do banco Itaú”, explica o L’Humanité.

A reportagem também apontou o recuo da candidata na questão da criminalização da homofobia: “seu recuo na questão da homossexualidade, para agradar ao eleitorado evangélico, mostra-se como um problema de fato, pois faz com que seu já confuso programa de governo esteja sempre sendo alterado. A questão toda é saber, agora, até que ponto suas convicções pesarão sobre esse tema”.

Comunistas brasileiros
A publicação ouviu uma série de lideranças brasileiras, entre os destaques está o Secretário Nacional de Comunicação do PCdoB e editor do Vermelho, José Reinaldo Carvalho. O jornalista faz um balanço positivo dos 12 anos dos governos progressistas no Brasil, ressalta o aprofundamento da democracia, as conquistas sociais, o fortalecimento da soberania nacional e a política externa “por meio da qual o Brasil desempenha um papel progressista no mundo na luta contra o hegemonismo das grandes potências e pela paz”.

Reinaldo destaca o apoio do PCdoB ao governo Dilma, no quadro de uma ampla aliança política. Ele aponta a necessidade de prosseguir na luta pela realização de mais reformas estruturais democráticas, o que o poderá ser alcançado com a reeleição da presidente Dilma, afirma ele.

Brasil/A MÍDIA, O MERCADO E AS APOSTAS DO IMPERIALISMO CONTRA DILMA

2 outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
 
O jornal britânico Financial Times voltou a criticar a presidenta Dilma Rousseff em editorial publicado nesta quinta-feira (2), no qual intima a chefe do Estado brasileiro a mudar os rumos da política econômica, levando em conta a reação e os desejos do mercado, que segundo os oráculos de plantão demanda ajuste fiscal e rigor total na aplicação do tripé neoliberal (juros altos, câmbio flutuante e superávit fiscal primário). 

Por Umberto Martins*

Como já é de praxe, a grande mídia, burguesa e golpista, destacou os comentários do diário europeu (que dias atrás identificou um “preocupante aumento do socialismo venezuelano” no Brasil) de forma acrítica e subalterna. Mas a verdade que precisa ser reiteradamente observada é que o Financial Times traduz, através de editoriais e artigos, a ideologia e os interesses dos grandes capitalistas estrangeiros ou, em outras palavras, daquilo que conhecemos como imperialismo. Interesses que são francamente contrários aos da classe trabalhadora em todo o mundo e aos do povo brasileiro no caso em tela.

Bordão reacionário
O bordão que o jornal alardeia contra Dilma não é novo e vem sendo repetido pelos candidatos das forças conservadoras e neoliberais à exaustão. A receita desta gente, repudiada por Dilma, é a mesma que está sendo aplicada na Europa sob a batuta do Fundo Monetário Internacional. Significa

quinta-feira, 2 de outubro de 2014

Brasil/DILMA, POLÍTICA ECONÔMICA E A CHANTAGEM ELEITORAL DOS ESPECULADORES

1º. outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil) 

Diferente de Marina e Aécio, Dilma já afirmou que tem lado e está com os trabalhadores.

A cerca de uma semana das eleições e com seus candidatos perdendo nas pesquisas, o sistema financeiro age com chantagem contra a presidenta Dilma. Isso ficou evidente depois de uma subida histórica da bolsa na sexta-feira (26), movida por boatos estrategicamente plantados que davam conta de uma pesquisa de intenção de voto que colocaria a candidata dos banqueiros Marina Silva à frente de Dilma, e de uma suposta “bomba” que apresentaria uma revista especializada em factoides.

Proporcional à subida foi a queda do índice Bovespa na

Brasil/Eleições e a indústria naval: em defesa de um projeto para a nação

1º. outubro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil) 

Nestes tempos de baixo crescimento da economia e às vésperas de uma eleição que pode definir os rumos do Brasil para as próximas décadas, vale a pena observarmos com maior cuidado um setor fundamental para o desenvolvimento do país: a indústria naval.

Por
Alex Ferreira dos Santos*, para o Portal Vermelho

Um dado que logo de cara impressiona: desde 2004, o setor cresce 19,5% ao ano, em média. Não por acaso, essa data coincide com o segundo ano de governo do ex-presidente Lula, responsável por abraçar a causa da indústria naval e elevá-la a uma condição única na história do país.

Até a fase atual, o auge da produção naval havia ocorrido em 1970, quando o Brasil contava com cerca de 39 mil trabalhadores diretamente envolvidos nessa atividade industrial, especialmente no estado do Rio de Janeiro. Nas duas décadas seguintes, com o advento das políticas neoliberais de Collor e Fernando Henrique, esse número ficou reduzido a menos de 10 mil trabalhadores. Hoje são mais de 81 mil homens e mulheres em estaleiros localizados em diversos estados da federação,

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Brasil/Dilma na TV apresenta conquistas e propostas para a Saúde e Educação

1º. Outubro 2014, Vermelho http://vermelho.org.br (Brasil)


Dilma na TV, programa sobre Sáude e Educação

A propaganda de TV da candidata à reeleição Dilma Rousseff que foi ao ar na noite desta terça-feira (30) abordou, principalmente, as conquistas e as propostas da Coligação Com a Força do Povo para as áreas da Saúde e Educação e alertou sobre as contradições dos adversários políticos de Dilma na campanha eleitoral.

“A campanha entra na sua última semana com Dilma liderando em todas as pesquisas e conquistando cada vez mais apoios, de norte a sul do país”, abre a peça. “É um Brasil que não quer voltar ao passado, nem dar um salto no escuro, quer seguir avançando com Dilma por que só ela garante mais mudanças e mais futuro para o país”.

Em detalhe e com depoimentos, o programa apresentou as propostas de um futuro governo Dilma para a Saúde, como o projeto Mais Especialidades. A presidenta explicou a importância desse programa para “garantir um atendimento mais digno para toda a população”, que segundo ela, “é uma questão de honra”, por isso, disse: “vou criar o programa Mais Especialidades, com ele, o paciente vai pode fazer exames, consultas e tratamento sem burocracia e sem demora. Vou fazer o que for preciso para que o Mais Especialidades mude o padrão de atendimento da nossa população,

Brasil/POLÍTICA EXTERNA E ELEIÇÃO PRESIDENCIAL

1º. Outubro 2014, Vermelho EDITORIAL http://vermelho.org.br (Brasil)

Não são apenas as conquistas sociais e a autonomia nacional para conduzir a economia popular à margem dos interesses da oligarquia financeira nacional e internacional que sofreriam imenso retrocesso caso um dos candidatos do campo neoliberal e conservador – Aécio Neves, do PSDB, ou Marina Silva, do PSB – vencesse as eleições.

Está também em cheque a política externa - a opção brasileira pela integração regional soberana e solidária entre países e povos independentes e por desempenhar um papel internacional progressista, em prol de nova ordem livre de hegemonismos, por um mundo de cooperação e paz.

Muito embora aparentemente distante do cotidiano do povo e do debate político corriqueiro, a política externa também é posta em causa na campanha eleitoral. Tanto Aécio Neves como Marina Silva opinaram que o Brasil deve mudar o foco da orientação do Itamaraty, com proposições estapafúrdias e retrógradas, como a prioridade para as relações com os Estados Unidos e a União Europeia, o abandono dos mecanismos de integração regional em nome de relações bilaterais “pragmáticas” e a condenação, que tem acentuado viés reacionário, às vitoriosas parcerias com Cuba no programa Mais Médicos e na construção de obras de infraestrutura na maior das Antilhas. Até

Dilma está à frente em todas as regiões do Brasil

1º. outubro 2014, Agência PT de Notícias http://www.pt.org.br (Brasil)

A maioria (34%) acha a presidenta a mais capacitada para fazer mudanças


Datafolha apurou que a presidenta Dilma Rousseff tem mais intenções de voto que a oposição nas cinco regiões do País.
Além do Nordeste, onde tem 56% (Marina, 24%; Aécio, e 9%), ela tem também tem vantagem folgada no Norte: 51% contra os 19% de Marina e 18% de Aécio.

No Sul, Dilma lidera 39%, seguida de Aécio (26%) e de Marina (16%). A disputa é maior, mas Dilma também está na frente no Sudeste (Dilma tem 30%; Marina, 29%; Aécio, 25%) e no Centro-oeste (Dilma tem 34%; Marina, 33%; Aécio, 23%).

O desejo por mudança continua alto (74%) e Dilma é vista pela maioria (34%0 como a candidata mais preparada para fazer as mudanças.
Queda de Marina – Em reação à pesquisa anterior do Datafolha, Marina registrou fortes quedas no Sul (de 21% para 16%) e no Norte (de 27% para 19%). Ela também teve queda superior a dez pontos entre os eleitores mais jovens, os mais ricos e os mais escolarizados. Na faixa de até 24 anos, que engrossou as manifestações do ano passado, recuou de 39% para 28%. Marina perdeu 11 pontos entre os católicos. Tinha 31% no início de setembro e recuou para 20%.

Da Redação da Agência PT de Notícias, com informações da Folha de S.Paulo