Por Umberto Martins*
Como já é
de praxe, a grande mídia, burguesa e golpista, destacou os comentários do
diário europeu (que dias atrás identificou um “preocupante aumento do
socialismo venezuelano” no Brasil) de forma acrítica e subalterna. Mas a
verdade que precisa ser reiteradamente observada é que o Financial Times
traduz, através de editoriais e artigos, a ideologia e os interesses dos
grandes capitalistas estrangeiros ou, em outras palavras, daquilo que
conhecemos como imperialismo. Interesses que são francamente contrários aos da
classe trabalhadora em todo o mundo e aos do povo brasileiro no caso em tela.
Bordão reacionário
O bordão que o jornal alardeia contra Dilma não é novo e vem sendo repetido pelos candidatos das forças conservadoras e neoliberais à exaustão. A receita desta gente, repudiada por Dilma, é a mesma que está sendo aplicada na Europa sob a batuta do Fundo Monetário Internacional. Significa
Bordão reacionário
O bordão que o jornal alardeia contra Dilma não é novo e vem sendo repetido pelos candidatos das forças conservadoras e neoliberais à exaustão. A receita desta gente, repudiada por Dilma, é a mesma que está sendo aplicada na Europa sob a batuta do Fundo Monetário Internacional. Significa