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quinta-feira, 2 de outubro de 2014

BRASIL. COMO SOBREVIVER?

1º. setembro 2014, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Pátria)

Coluna de Adriano Benayon*

As TVs e a grande mídia promovem intensamente a candidata que surgiu com a morte do desaparecido na explosão. Marina da Silva costuma ser apresentada como defensora do meio-ambiente e como diferente de políticos que têm levado o País à ruína financeira e estrutural, como foram os casos, em especial, de Collor e de FHC.

2. Mas Marina não representa ambientalismo algum honesto, nem qualquer outra coisa honesta. O que tem feito é, a serviço do poder imperial anglo-americano, usar a preservação do meio ambiente como pretexto para impedir - ou retardar e tornar absurdamente caras - muitas obras de infra-estrutura essenciais ao desenvolvimento do País.

3. Pior ainda, a tirania do poder mundial, com a colaboração de seus agentes locais, já ocupa enormes áreas, notadamente na região amazônica, para explorar não só a biodiversidade, mas os

quarta-feira, 1 de outubro de 2014

Dilma está à frente em todas as regiões do Brasil

1º. outubro 2014, Agência PT de Notícias http://www.pt.org.br (Brasil)

A maioria (34%) acha a presidenta a mais capacitada para fazer mudanças


Datafolha apurou que a presidenta Dilma Rousseff tem mais intenções de voto que a oposição nas cinco regiões do País.
Além do Nordeste, onde tem 56% (Marina, 24%; Aécio, e 9%), ela tem também tem vantagem folgada no Norte: 51% contra os 19% de Marina e 18% de Aécio.

No Sul, Dilma lidera 39%, seguida de Aécio (26%) e de Marina (16%). A disputa é maior, mas Dilma também está na frente no Sudeste (Dilma tem 30%; Marina, 29%; Aécio, 25%) e no Centro-oeste (Dilma tem 34%; Marina, 33%; Aécio, 23%).

O desejo por mudança continua alto (74%) e Dilma é vista pela maioria (34%0 como a candidata mais preparada para fazer as mudanças.
Queda de Marina – Em reação à pesquisa anterior do Datafolha, Marina registrou fortes quedas no Sul (de 21% para 16%) e no Norte (de 27% para 19%). Ela também teve queda superior a dez pontos entre os eleitores mais jovens, os mais ricos e os mais escolarizados. Na faixa de até 24 anos, que engrossou as manifestações do ano passado, recuou de 39% para 28%. Marina perdeu 11 pontos entre os católicos. Tinha 31% no início de setembro e recuou para 20%.

Da Redação da Agência PT de Notícias, com informações da Folha de S.Paulo

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Brasil/Moniz: É TRISTE ASSISTIR MARINA JOGAR NO LIXO O QUE REPRESENTA O PSB

24 setembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
 
O renomado cientista político e historiador Luiz Alberto Moniz Bandeira escreve uma carta ao presidente do Partido Socialista Brasileiro (PSB), Roberto Amaral, expondo o que simboliza a candidatura de Marina Silva, representante da sigla, na disputa à Presidência da República. Segue abaixo a íntegra:

Carta do Prof. Dr. Moniz Bandeira ao Partido Socialista Brasileiro

"Estimado colega, Prof. Dr. Roberto Amaral
Presidente do PSB,
 

A Srª Marina Silva tinha um percentual de intenções de voto bem maior do que o do governador Eduardo Campos, mas não conseguiu registrar seu partido – Rede Sustentabilidade – e sair com sua própria candidatura à presidência da República.

O governador Eduardo Campos permitiu que ela entrasse no PSB e se tornasse candidata a vice na sua chapa. Imaginou que seu percentual de intenções de voto lhe seria transferido.

Nada lhe transferiu e ele não saiu de um percentual entre 8% e 10%. Trágico equívoco.

Brasil/A INDÚSTRIA BRASILEIRA NÃO PODE CORRER RISCOS

24 setembro 2014, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)
Nas últimas semanas, em meio ao saudável e necessário debate de ideias sobre os rumos do Brasil decorrente do processo eleitoral, observamos com grande preocupação a defesa de medidas que se levadas adiante contestarão o caminho da industrialização como base da prosperidade e do desenvolvimento nacional.

Por Carlin Moura* e Ronaldo Carmona**
Primeiro, vimos o economista-chefe da campanha de Marina Silva, Eduardo Giannetti, conhecido por seu radicalismo liberal, defender, em entrevista ao Valor Econômico (08/09/14) “que a indústria deve se preparar para uma operação desmame” com a revisão das desonerações e dos subsídios a atividade industrial e com a realização de “uma nova rodada de abertura comercial”.

Uma semana depois, foi a vez do coordenador de campanha, Walter Feldman, criticar em encontro com empresários de São Paulo a política de conteúdo local do pré-sal – para ele “doutrinária” (Folha de S.Paulo, 16/09/14) –, que estabelece que 60% dos componentes industriais para a exploração dessa grande riqueza dos brasileiros deve ser produzidos pela indústria nacional.