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terça-feira, 1 de outubro de 2019

Livro/Guerras híbridas: militarização da teoria do caos



William Nozaki

Neste livro, Guerras Híbridas: das Revoluções Coloridas aos Golpes, o analista político russo Andrew Korybko desvenda um novo conceito para explicar as atuais táticas dos
EUA para a desestabilização e a derrubada de governos. A guerra híbrida é a combinação de revoluções coloridas e guerras não convencionais como forma de alinhar Estados e sociedades aos interesses da política de segurança e defesa norte-americanas. Partindo do estudo de caso da Síria e da Ucrânia, o autor demonstra um modus operandi que também pode ser facilmente identificado em outros conflitos travados, por exemplo, no Oriente Médio e na América Latina. Nesse sentido, a guerra híbrida é o novo modelo de intervenção político-militar do século XXI.

A guerra híbrida é o emprego do poder através de um conjunto de intervenções de toda ordem

sábado, 19 de março de 2016

Brasil/Pedido de intervenção é "lamentável", diz comandante do Exército



18 março 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O comandante do Exército Brasileiro, general Eduardo Villas Bôas, classificou como "lamentável" o clamor por intervenção militar de manifestantes que pedem a saída da presidenta Dilma Rousseff. A declaração foi durante participação em um simpósio jurídico realizado no Comando Militar da Amazônia (CMA), em Manaus, nesta sexta-feira (18).

"Eu acho lamentável que, num país democrático como o Brasil, as pessoas só encontrem nas Forças Armadas uma possibilidade de solução da crise, mas isto não é extensivo nem generalizado e, felizmente, está diminuindo bastante a demanda por intervenção militar", declarou o general, segundo o jornal A Crítica.

Diferentemente do que os colunistas de O Globo,

quarta-feira, 30 de outubro de 2013

Papa pede aos bispos do Brasil que se interessem pela Síria



28 outubro 2013, Carta Maior http://www.cartamaior.com.br (Brasil) 

O papa Francisco enviou, por meio da Nunciatura Apostólica em Brasilia, uma carta a todos os bispos do Brasil, pedindo que acompanhem a situação da Síria.

Dermi Azevedo

O papa Francisco acaba de enviar, por meio da Nunciatura Apostólica em Brasilia, uma carta a todos os bispos do Brasil, pedindo que não deixem de acompanhar, como algo de interesse prioritário, a situação política da Síria.

O Papa manifesta sua preocupação como as milhares de familias que fogem do território sírio para os países vizinhos e que enfrentam a fome a e precariedade do atendimento.

Paralelamente, Francisco reuniu-se com os dirigentes na Companhia de Jesus, que é a sua ordem religiosa, para pedir que colaborem na divulgação mundial da posição do Vaticano, inteiramente contrária a qualquer ameaça de intervenção de potências estrangeira em território sírio.

Em suas publicações, como é o caso da revista francesa Études,

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Patria Grande, Bolivia/Evo: Não podemos permitir que a Otan interceda na América Latina



3 junho 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O presidente da Bolívia, Evo Morales, qualificou de "ameaça para a região" a decisão da Colômbia de unir-se a Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e pediu uma reunião extraordinária do Conselho de Segurança da União das Nações Sul-americanas (Unasul).


O mandatário considerou que a determinação do presidente Juan Manuel Santos de integrar-se a Otan viola os tratados de paz acordados pela Unasul e implica um perigo de intervenção militar para os países da América Latina e Caribe.

“Não podemos permitir que a Otan interceda na América Latina. Ter a Otan é uma ameaça para o nosso continente”, advertiu.