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sexta-feira, 27 de junho de 2014

Bolivia∕DISCURSO DEL PRESIDENTE EVO MORALES EN LA INAUGURACIÓN DE LA CUMBRE DEL G77 "POR UNA HERMANDAD PLANETARIA DE LOS PUEBLOS"



14 de junio de 2014, Cumbre del G77+China http://www.g77bolivia.com (Bolivia)


POR UNA HERMANDAD PLANETARIA DE LOS PUEBLOS

Hace 50 años, grandes líderes levantaron las banderas de la lucha anticolonial y decidieron marchar junto a sus pueblos por el camino de la soberanía y de la independencia.

Eran tiempos donde potencias mundiales y transnacionales disputaban el dominio sobre territorios y recursos naturales para seguir engrandeciéndose a costa de la pobreza de los pueblos del Sur.

En este contexto, el 15 de junio de 1964, al concluir la Conferencia de las Naciones Unidas sobre Comercio y Desarrollo, 77 países del Sur se reunieron (AHORA SOMOS 133 + CHINA) para mejorar su capacidad de negociación comercial conjunta, desde un bloque que promueva sus intereses colectivos, respetando las decisiones soberanas.

A lo largo de estos 50 años, los países trascendieron en sus planteamientos impulsando resoluciones en Naciones Unidas y acciones comunes favorables al desarrollo sustentado en la cooperación Sur-Sur, a un nuevo orden económico mundial, a la responsabilidad sobre

segunda-feira, 16 de junho de 2014

Venezuela/Maduro: EEUU debe empezar a respetar naciones del Sur

16 junio 2014, TeleSUR http://hispantv.net (Venezuela)


El presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, advirtió el domingo que ya es el momento de que Estados Unidos tome lecciones del pasado y comience a respetar la voluntad de las naciones latinoamericanas que defienden su libertad e independencia. 

"La solución de los problemas del Sur están en el Sur y en este mundo donde el Sur ya puede caminar con pies propios, pensar con cabeza propia, es el momento en que el Norte aprenda a respetar a los hombres y mujeres del Sur", señaló el mandatario venezolano.

Según Maduro, sólo de esta manera estos pueblos podrán superar “siglos de explotación, de colonialismo, de esclavitud y construir una humanidad verdaderamente humana, en todos los aspectos”.

Maduro realizó estas afirmaciones tras concluir la Cumbre del Grupo de los 77 más China (G77+China), que se celebró

Cúpula G77+China, na Bolívia, discute 'nova ordem mundial'

14 junho 2014, Globo http://g1.globo.com (Brasil)

Reunião começou neste sábado em Santa Cruz, leste da Bolívia.
No domingo, grupo deve assinar documento com novos compromissos

Da esquerda para a direita, presidentes Raul Castro (Cuba), Evo Morales (Bolívia), Rafael Correa (Equador), Nicolas Maduro (Venezuela), Salvador Sanchez Ceren (El Salvador) e a ganhadora do Nobel da Paz Rigoberta Menchu participam de cerimônia que antecedeu abertura da Cúpula G77+China neste sábado (Foto: AFP Photo/Aizar Raldes)

A cúpula do G77, que reúne países em desenvolvimento e a China, começou neste sábado (14) em Santa Cruz, leste da Bolívia. As discussões devem priorizar a criação de uma "nova ordem mundial", mais equilibrada e pela busca de uma maior cooperação.

A cúpula seria inaugurada na tarde deste sábado (14) pelo secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, e pelo presidente da Bolívia, Evo Morales, quando o bloco de 133 nações em desenvolvimento, criado em 1964, com 77 países, completa 50 anos.

Quase dois terços das nações do mundo comparecem ao encontro, que

segunda-feira, 2 de junho de 2014

EL G77 Y LA DESCOLONIZACIÓN DE LA GEOPOLÍTICA

31 mayo 2014, ALAI América Latina en Movimiento http://alainet.org (Brasil)

Rafael Bautista S.*

ALAI AMLATINA -- Las recientes crisis en Ucrania y Siria manifiestan la compleja transición hacia un mundo sin centro hegemónico único; lo que se está denominando el “incipiente mundo multipolar” (las áreas en disputa manifiestan esta tónica). El siglo XXI amanece con un nuevo mundo emergente que ya no presupone, ni cultural ni civilizatoriamente, la hegemonía occidental. El “gran relato” neoliberal del “fin de la historia” se hizo pedazos el 11 de septiembre de 2001 y su última cruzada, llamada el “choque de civilizaciones”, es derrotada en Siria y Ucrania. Es decir, el fenómeno de la colonización, consustancial al mundo moderno, empieza a desmoronarse en el nuevo siglo. Incluso las nuevas potencias emergentes, si optaran por asegurarse áreas de influencia, ya no podrían hacerlo según las prerrogativas que adoptaron las potencias occidentales cuando se repartieron el África y el Oriente. La sobrevivencia de un mundo multipolar pende del siguiente detalle: los términos en que se expresen las alianzas geopolíticas sólo podrían cimentarse en una cooperación mutua y estratégica y ya no en exclusivas relaciones de dominación.

Las últimas bravuconadas que Occidente despliega bélicamente no hacen sino mostrarnos su decadencia profunda. Ya no pudo invadir Siria, y eso le está costando, no sólo credibilidad sino, sobre todo, la desconfianza en su capacidad militar. Incluso podría decirse que el 3 de septiembre de 2013 se evitó la tercera guerra mundial, cuando el sistema de defensa aéreo ruso S300-PS, desde la base de Tartus, en Siria, intercepta y destruye misiles tomahowks (lanzados desde la base gringa de Rota, en la bahía de Cádiz), que tenían como destino Damasco. Desde entonces queda demostrado que los rusos han recuperado su importancia militar; lo cual equilibra un mundo que había sido capturado por USA (según Ehud Barack, exministro de asuntos militares de Israel, eso debilita a USA en todo el mundo). Desde el triunfo de Rusia ante Georgia, por Osetia del Sur, el 2008, puede decirse que la geopolítica del siglo XX ha sido dislocada en favor de una nueva reconfiguración planetaria.

En Ucrania termina de rematarse la cosa, puesto que la injerencia occidental, comandada por USA, no hace sino, para su propia desgracia, acercar aún más a China y Rusia, lo cual significa, en lo venidero, el viraje definitivo de la economía mundial hacia el Oriente. El último acuerdo monumental entre Rusia y China (cuyo comercio bilateral alcanzará, para el 2020, los 200.000 millones de dólares), no sólo ratifica la hegemonía de una Eurasia oriental, en torno a la restauración comercial de la “ruta de la seda”, sino hasta posibilita que

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Bolivia/Evo recomenda nacionalização dos recursos na Cúpula do G77



7 maio 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

Nesta terça-feira (7), o presidente boliviano, Evo Morales, chamou os países membros do Grupo dos 77 (G77) à nacionalização dos recursos naturais como única via para potencializar o desenvolvimento.

Em seu discurso perante a Cúpula que ocorre em Fiji, Morales expôs os avanços da política social e econômica de seu país, depois das mudanças estabelecidas com sua chegada ao poder em 2006.

O presidente boliviano destacou que seu país deixou de ser, desde então, uma nação mendiga para converter-se em um Estado digno e soberano.

segunda-feira, 2 de julho de 2007

Na presidência da União Européia, Portugal quer aumentar parcerias com o Brasil

Mylena Fiori / Enviada especial

Lisboa (Portugal) 1 Julho 2007 - A aproximação com a América Latina, via Brasil, será uma das prioridades de Portugal à frente da União Européia (UE). O país assume hoje (1º) a presidência rotativa do Conselho de Ministros Europeus, a mais poderosa instituição comunidade.

A agenda de trabalho será inaugurada na próxima quarta-feira (4), quando começa a primeira Cúpula Brasil-União Européia, em Lisboa.

"Por opção portuguesa, nossa presidência começa com uma nova cimeira da União Européia, a cimeira com o Brasil. Esta será uma marca que dará coerência ao relacionamento da Europa com as potências econômicas emergentes", destacou na semana passada o primeiro-ministro de Portugal, José Socrates.

Por sugestão de Portugal, o Brasil será alçado à categoria de parceiro estratégico da UE - mesmo status dos Estados Unidos, Rússia, Japão, Canadá, China, Índia e África do Sul, países com os quais a Europa mantém diálogo político permanente.

Agora, a Europa pretende institucionalizar o relacionamento com o Brasil por meio de reuniões periódicas anuais entre chefes de Estado e de governo das duas regiões.

Intensificar relações com o setor energético brasileiro é um dos pontos de interesse português. "Lançaremos o debate sobre um plano de ação tecnológico em matéria de energia, com especial destaque para a eficiência energética. Sublinharemos o papel dos biocombustíveis, muito em especial no quadro da relação que pretendemos aprofundar entre a União Européia e o Brasil".

O primeiro-ministro acrescentou que Portugal quer aproveitar o seu curto mandato na UE para reforçar o papel da Europa no mundo. Nesse sentido, além de firmar parceria estratégica com o Brasil e de priorizar a cooperação com o Sul, Portugal pretende que os 27 membros da comunidade assumam posições quanto a "questões delicadas da agenda global", como o futuro do Kosovo, o dossier nuclear do Irã e a crise humanitária no Darfur.

Sócrates defende o aumento da ambição nas relações da Europa com o mundo árabe e islâmico. Ele quer dar maior atenção aos países da bacia do Mediterrâneo, particularmente os do Magreb. Além disso, pretende promover o aprofundamento das relações com parceiros estratégicos por meio de reuniões de alto nível com Índia, China, Rússia e Ucrânia.

Outra prioridade, destacou o premier, será a reaproximação com a África - a presidência portuguesa se encerra em dezembro com a segunda Cúpula entre a União Europeia e a África.

"Há sete anos que a Europa não tem um diálogo institucional estruturado com África, o que é uma lacuna incompreensível na política externa européia. Queremos estar na base de uma nova parceria estratégica entre a Europa e África, tendo em vista os objetivos do desenvolvimento sustentável, da paz, do combate às doenças endêmicas e de uma gestão equilibrada e mutuamente vantajosa dos fluxos migratórios".
Segundo ele, Portugal também dedicará particular atenção a temáticas do desarmamento e da não-proliferação de armas nucleares.

A proposta de parceria estratégica com o Brasil apresentada pela Comissão Européia ao Parlamento Europeu sugere que o Brasil seja interlocutor no que se refere ao regime de não-proliferação de armas nucleares entre os países desenvolvidos e o G77 - o grupo reúne 130 países em desenvolvimento no âmbito das Nações Unidas, entre os quais, o Irã.

É a terceira vez que Portugal preside o Conselho de Ministros europeus desde que aderiu à então Comunidade Econômica Européia, em 1986. O país também presidiu o Conselho da União Européia em 1992 e em 2000. (Agência Brasil)

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/07/01/materia.2007-07-01.2525803417/view