terça-feira, 2 de outubro de 2007

Angola/Ministra moçambicana dos Recursos Minerais em Luanda

Luanda, 2 setembro 2007 - A ministra moçambicana dos Recursos Minerais, Esperança Bias, chegou esta manhã ao país, a fim de participar na segunda Conferência e Exposição Regional sobre Pesquisa e Produção em Águas Profundas da Zona Marítima da África Ocidental (DOWAC), a decorrer em Luanda de dois (hoje) a seis de Outubro.

Em breves declarações à Angop, no aeroporto a governante, disse ter vindo a Angola apenas para participar no evento e recolher experiência dum sector que o seu país espera explorar.

No encontro, a realizar-se no Centro de Convenções do Talatona, zona sul de Luanda, Angola vai ter a oportunidade de dar a conhecer à indústria petrolífera mundial os êxitos alcançados nas suas águas profundas, bem como outros importantes desenvolvimentos registados na região.

Durante o evento, os conferencistas vão também analisar "os avanços, os novos desafios e estratégias para a indústria petrolífera na África Ocidental, e o desenvolvimento de novas tecnologias para a exploração em águas profundas".

Constam ainda dos temas "a participação na indústria nacional (national content) e as técnicas de avaliação de reservas petrolíferas, as políticas de segurança, qualidade e ambiente".

A margem da conferência decorrerá igualmente uma exposição que contará, não só, com a presença dos principais actores da indústria petrolífera, mas também representantes de algumas universidades nacionais (Universidade Agostinho Neto, Lusíada, Privada, Jean Piaget e Independente).

A Sociedade Nacional de Combustíveis (Sonangol) e o Ministério dos Petróleos, em parceria com as principais companhias operadoras e empresas de prestação de serviços e empreiteiras, apoiam técnica e financeiramente a conferência, coordenada por um Comité Director Internacional.

O continente africano dispõe actualmente de cerca de oito porcento das reservas mundiais de petróleo, com metade deste crude concentrada na zona do Golfe de Guiné, onde se encontra inserida Angola, o que torna a região interessante para os grandes consumidores.

Angola é hoje o segundo maior produtor de petróleo na África Sub-Sahariana, com uma produção de 1,7 milhões de barris/dia, tendo igualmente potencialidades geológicas estimadas em 40 biliões barris, afirmou recentemente em Luanada o administrador da Sonangol, Syanga Abílio, durante a conferência internacional sobre "Energia em Angola". (AngolaPress)

Moçambique/Prospecção de petróleo poderá arrancar em 2008 no bloco de Sofala

As empresas MOZ Petroleum Sofala e Moz Petroleum M-10, representantes da “gigante” norte-americana na área de exploração de hidrocarbonetos, denominada Terralliance, poderão iniciar no primeiro trimestre de 2008, caso o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) levado a cabo pela Impacto lhes favoreça, os trabalhos de prospecção de petróleo e gás nos Blocos de Sofala Offshore e M-10 Offshore, respectivamente, localizados ao largo da costa da província do mesmo nome, abrangendo algumas áreas dos distritos de Búzi e Machanga.

Maputo, 2 outubro 2007 - Com efeito, foi realizada sexta-feira, na cidade da Beira, a primeira consulta pública, que tinha como objectivo fornecer às partes interessadas e afectadas informações sobre o projecto, bem como buscar sugestões. Posto isto, a partir de ontem e até finais de Janeiro e/ou princípios de Fevereiro de 2008 decorrerá o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) no terreno, envolvendo vários especialistas da Impacto, empresa moçambicana vocacionada a trabalhos desta natureza.

O Estudo de Impacto Ambiental em alusão vai, entre outras coisas, fazer o levantamento dos mamíferos e tartarugas marinhas e outras espécies sensíveis, bem como fará a descrição das características oceanográficas da região e potenciais impactos de pequenos derrames durante a actividade sísmica. O EIA vai ainda permitir a identificação das rotas de navegação, para determinar potenciais interferências na circulação de navios. Vai, igualmente, incluir um levantamento da actividade pesqueira, para avaliar os potenciais impactos, por forma a defender tanto o dia-a-dia dos pescadores como o ecossistema.

José Gerónimo, consultor da Impacto, revelou que a antevisão que a sua instituição faz leva a crer que não haverá qualquer problema que possa impedir o início das actividades sísmicas no primeiro trimestre de 2008, tendo assegurado que o primeiro “draft” do EIA será publicado entre Novembro ou Dezembro próximos na Beira.

Caso tudo corra como previsto, a prospecção irá arrancar entre Março e Abril do próximo ano, envolvendo uma embarcação de 38,53 metros de comprimentos, 12,8 de largura e um peso bruto de 784 toneladas, que vai operar numa área estimada em 11 mil quilómetros quadrados.

Na essência, é objectivo da prospecção determinar se as estruturas geológicas abaixo do fundo do mar nas zonas dos blocos visados são propensas à ocorrência de hidrocarbonetos. Alguns especialistas presentes no encontro da Beira afirmaram haver fortes possibilidades de existência de petróleo e gás naquela região, se se tomar em consideração a sua composição física, que é considerada similar à de Pande, em Inhambane, onde este recurso já está a trazer divisas para o país.

As actividades serão desenvolvidas durante praticamente todo o próximo ano, em mar aberto, inteiramente na plataforma continental, com profundidades que variam de 20 a 65 metros, consistindo no lançamento de uma sonda com um peso avaliado em uma tonelada e que vai colectar 200 amostras. Para isso, o empreiteiro vai precisar de dois a três milhões de dólares, envolvendo 20 especialistas nacionais e estrangeiros.

Esta não é a primeira actividade do género a ser levada a cabo naquela região do país. A última ocorreu em 1981, mas teve resultados negativos. Contudo, Fritz Foss, consultor da Terralliance, mostra-se esperançado em bons resultados. Defende que as anteriores pesquisas poderão ter encalhado por fragilidade da tecnologia aplicada. Garantiu, por outro lado, que a sua instituição vai indemnizar todas as possíveis vítimas e, acima de tudo, respeitar as recomendações do EIA, evitando que se cometam crimes ambientais. (Notícias)

São Tomé e Príncipe/Addax compra participação da Exxon Mobil no Bloco 1

São Tomé, 1 outubro 2007 - A Addax Petroleum anunciou hoje a compra da participação da norte-americana Exxon Mobil no Bloco 1 da zona de desenvolvimento conjunto (JDZ, na sigla inglesa) Nigéria-São Tomé e Príncipe, da qual passa a ser o segundo maior accionista.

O acordo firmado na semana passada prevê que a petrolífera suíça pague pela participação de 40 por cento uma verba de 77,6 milhões de dólares à Esso Exploration and Production Nigeria-Sao Tome (One), mais dois por cento dos lucros da produção futura de crude, de acordo com comunicado divulgado pela Addax.

A aquisição da participação no Bloco 1 "é consistente com a estratégia" da Addax, que já participa nos Blocos 2, 3 e 4, de explorar de forma integrada toda a JDZ, segundo afirmou o presidente da petrolífera, Jean Claude Gandur.

"Uma exploração focada e abrangendo toda a JDZ vai demonstrar todo o potencial da região e antecipar o seu desenvolvimento", afirmou o responsável da Addax.

"Esta aquisição vai expandir e consolidar a nossa posição de liderança nesta região de exploração de nível mundial. O Bloco 1 é particularmente importante, porque aí está situado um poço onde foram detectados hidrocarbonetos, e tem várias outros potenciais achados", adianta o mesmo responsável.

O negócio fica agora sujeito à aprovação da Autoridade da zona de desenvolvimento conjunto.

O principal accionista do Bloco 1 é a Chevron, operadora com uma participação total de 45,9 por cento.

Localizado em águas profundas, que atingem os 1.900 metros, o bloco agora participado pela Addax está a perto de 300 quilómetros da zona de exploração da Nigéria.

O Bloco 1 foi o primeiro a ser perfurado, no poço Obo-1, onde foram detectados vestígios de hidrocarbonetos.

A Addax tem como grande parceira nos restantes blocos a chinesa Sinopec, estando previsto para o final de 2008 o início dos trabalhos de exploração, com a abertura de 10 poços. (Notícias Lusófonas)

segunda-feira, 1 de outubro de 2007

Ecuador: se impuso el cambio


Leovani García


Quito, 1 octubre 2007 (PL) - Los ecuatorianos cristalizaron su sueño de transitar hacia un futuro mejor al apostar por la propuesta de cambio, reforma y transformación del país, en los comicios por la Asamblea Constituyente.

El movimiento oficialista Alianza País -según datos extraoficiales- ganó las elecciones de la víspera con un amplio margen, lo cual le permitirá contar una abrumadora mayoría en la Constituyente para redactar la vigésima Carta Magna de la historia republicana.

Este triunfo, considerado por el presidente del país, Rafael Correa, como la victoria de "la madre de todas las batallas" constituyó además un rechazó al viejo modelo neoliberal impuesto en la última década por anteriores gobiernos.


Añejos partidos políticos, como la Unión Demócrata Cristiana, Socialcristiano y otros más jóvenes como Renovador Institucional y Sociedad Patriótica no superaron el 10 por ciento de respaldo, de acuerdo con los resultados difundidos.

El pueblo dio la victoria a la revolución ciudadana y con la Constituyente, que elaborará una nueva Legislación, haremos que definitivamente, la larga y triste noche neoliberal sea un mal del pasado, resaltó el mandatario.

Según el gobernante, este triunfo en las urnas se incluye en un proceso de lucha por la dignidad, la soberanía y autodeterminación de los pueblos latinoamericano, que está comandado por gobiernos nacionalistas y dignos de la región.

Correa mencionó a los mandatarios de Argentina, Brasil, Venezuela, Bolivia y Uruguay que acompañados de héroes como Simón Bolívar, Antonio José de Sucre y los nacionales Manuelita Sáenz y Eloy Alfaro están haciendo historia.

Auguró con la instalación el 31 de octubre próximo de la Constituyente "cambios profundos en la Patria para el bien de todas y todos".

La Asamblea deberá consagrar las conquistas sociales para los grupos más vulnerables y que sean instrumento del acuerdo y del consenso entre los actores políticos y sociales del país, enfatizó.

El gobernante se pronuncio por impulsar una reingeniería institucional, de una mirada profunda y renovadora con aspectos sociales, laborales, fiscales y ambientales.

Abogó asimismo por avanzar hacia un nuevo modelo de estado que garantice el derecho de todos los territorios a acceder en igualdad de condiciones a los beneficios del progreso.

Ahora, tras este contundente éxito, podemos dialogar con todos los grupos que busquen sacar adelante al país, señaló al pedir a cierta prensa, los poderes económicos y la partidocracia dejar de "satanizar" la nación.

Al referirse al Congreso nacional, ratificó la necesidad que la Asamblea Constituyente lo disuelva y se forme una comisión legislativa para fiscalizar y legislar.

El Parlamento sería disuelto y se aprobarían medidas destinadas a garantizar el control del Estado sobre los recursos naturales.

Descartó asimismo la promoción de proyectos totalitarios o extranjeros, la existencia de "agendas ocultas", así como acciones en contra de la voluntad del pueblo.

Correa señaló que este domingo será recordado como el día en que se concretaron, de manera formal, las esperanzas del cambio urgente que la patria necesita.

De acuerdo con los resultados extraoficiales Alianza País contaría con entre 65 y 79 escaños en la Constituye del total de 130 puestos, lo cual le permitiría imponer sus propuestas de reformas institucionales.

La Asamblea funcionará en Montecristi, la ciudad manabita de luchador independentista Eloy Alfaro, desde donde los candidatos elegidos deberán responder con responsabilidad a los reclamos de cambio de la ciudadanía.

http://www.prensalatina.com.mx/article.asp?ID={DE99C60B-D924-4A11-88B6-0281B84D971F})#uage=ES

Brasil/Lula diz que país terá mais dez universidades federais e 214 escolas técnicas até 2010

Juliana Andrade/Repórter da Agência Brasil

Brasília, 1 outubro 2007 - O Brasil terá, até o final de 2010, mais dez universidades federais, 48 extensões universitárias e 214 escolas técnicas profissionalizantes, informou hoje (1º) o presidente Luiz Inácio Lula da Silva em seu programa semanal de rádio Café com o Presidente.

“Esses são números importantes porque são, na verdade, compromissos políticos, éticos e educacionais com a sociedade brasileira para ver se a gente recupera, sabe, o quanto tempo nós ficamos sem fazer os investimentos adequados na área de educação”.

No programa, Lula afirmou que assumiu o compromisso de resolver, “se não toda”, grande parte das dificuldades na área de educação existentes no país e reconheceu que a tarefa é difícil. Ao comentar dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítisca (IBGE), o presidente afirmou que tem havido uma “melhora substancial” no sistema educacional. Segundo ele, há avanços tanto do ponto de vista quantitativo quanto qualitativo.

“É crescente o número de crianças de 7 a 14 anos na escola, é crescente o número de crianças de 5 a 6 anos na escola, é crescente o número de jovens de 15 a 17 anos. Ou seja, nós crescemos praticamente em 13,2% o número de jovens universitários no Brasil”, destacou.

Lula disse que apesar de ficar otimista com os resultados, os números também servem para mostrar que é preciso fazer ainda mais para que o Brasil possa superar o atraso a que foi submetido ao longo de décadas na área de educação.

“Esses são números que são promissores, são números que me deixam otimista, mas, ao mesmo tempo, são números que me cobram todo dia que nós temos que fazer ainda mais para que a gente possa desde o ensino fundamental, da pré-escola até a formação dos nossos doutores, que nós façamos os investimentos que tivermos que fazer para que o Brasil recupere o atraso a que ele foi submetido ao longo de décadas nesses últimos tempos”.

Entre as medidas que deverão ter impacto positivo no sistema educacional brasileiro, o presidente destacou o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb), o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE) e o aumento de oito para nove anos do tempo de permanência no ensino fundamental.

Também citou a ampliação dos investimentos nas universidades e nas escolas técnicas. “Nós estamos andando muito, eu diria, conscientes da responsabilidade que nós temos”.

Leia a íntegra do Programa Café com o Presidente.

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2007/10/01/materia.2007-10-01.7324421443/view

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Argentina/Pesquisa reforça favoritismo de Cristina Kirchner

Vermelho/1 outubro 2007

Duas pesquisas divulgadas neste domingo (30/9) reforçam o favoritismo da primeira-dama Cristina Fernández de Kirchner para vencer as eleições presidenciais argentinas, no próximo dia 28, já no primeiro turno.

Elas foram encomendadas por La Nación e Perfil à Poliarquia e à Universidade Aberta Interamericana, respectivamente, e são os primeiros realizados de forma independente desde a confirmação das candidaturas, no último dia 8.


A pesquisa da Poliarquia traz números mais favoráveis à senadora peronista: ela tem 39,8% dos votos, mais que os 31,1% da soma dos adversários. Elisa Carrió, da Coalizão Cívica à Presidência da Argentina, aparece em segundo lugar, com 11,7%, mas a margem de erro de 2,7 pontos a deixa em empate técnico com Roberto Lavagna (7,9%), da coalizão Uma Nação Avançada. O instituto revela que 6,4% dos eleitores pretendem votar em branco e 22,7% estão indecisos.


Os índices da UAI são mais alentadores para a oposição, mas ainda garantiriam vitória no primeiro turno de Cristina - na Argentina, um candidato é eleito no primeiro turno se tem mais de 45% dos votos válidos ou se supera 40%, desde que com margem acima de dez pontos sobre o segundo colocado.


Segundo a UAI, Cristina tem hoje 37,8% dos votos - 48,8% dos válidos. Carrió aparece isolada em segundo, com 18,7%, e Lavagna tem 13,7%. Os eleitores indecisos e os votos em branco somam 19,1%.


Os responsáveis pelas pesquisas afirmam que, apesar do alto número de indecisos, são pequenas as possibilidades de haver segundo turno. (Fonte: Folha de S.Paulo)

http://www.vermelho.org.br/base.asp?texto=25985

Timor-Leste/Massacre de Balibó vai dar origem a filme na Austrália

Sidney, 1 outubro 2007 - O massacre de Balibó, ocorrido em 1975 em Timor-Leste, vai ser transposto para o cinema através do cineasta australiano Robert Connoly, devendo as filmagens começar no início de 2008.

Segundo a edição de hoje do diário Sidney Morning Herald, o papel principal será desempenhado pelo actor Anthony La Paglia, que interpretará Roger East, o jornalista assassinado em 1975, em Díli, quando investigava a morte dos cinco camaradas de profissão, ocorrida cerca de mês e meio antes.

Descrito como um intenso "thriller" político, "Balibó", tal como se intitula o filme, vai recriar os acontecimentos que rodearam a morte dos cinco jornalistas - Brian Peters, Greg Shackleton, Gary Cunningham, Malcolm Rennie e Tony Stewart.

Os cinco jornalistas morreram quando, a 16 de Outubro de 1975, se encontravam em reportagem naquela localidade próxima da fronteira com a Indonésia, no início da invasão das tropas e milícias de Jacarta ao território timorense.

No entanto, e mais de 30 anos volvidos, há ainda muitas dúvidas sobre as circunstâncias que rodearam as suas mortes, com versões contraditórias.

Um relatório independente das Nações Unidas, elaborado em 2006, concluiu que, "provavelmente", os cinco jornalistas - dois australianos, dois britânicos e um neozelandês - foram mortos pelos soldados indonésios.

Jacarta, porém, nega as acusações e tem insistido na ideia de que os jornalistas foram mortos num fogo cruzado entre as tropas indonésias e milícias timorenses.

A morte de Roger East, todavia, é menos conhecida e aconteceu a 08 de Dezembro de 1975, quando o jornalista da Australian Associated Press (AAP), então com 51 anos, se encontrava em Díli a investigar a morte dos seus colegas, acabando capturado pelas tropas indonésias, que o executaram em público.

Chegado a Díli poucos dias após a notícia da morte dos seus cinco colegas, a sua estada foi acompanhada pelos jornalistas Michael Richardson, do "The Age" (australiano), e de Jill Jolliffe, "freelance" australiana que trabalhava então para a Reuters e que, mais tarde, colaborou com vários órgãos de comunicação social portugueses e de outros países.

Segundo relatos da imprensa então publicados, quando se tornou claro que a invasão indonésia estava iminente, Richardson e Jolliffe decidiram abandonar Díli e regressaram em conjunto com os representantes da Cruz Vermelha para Darwin (Austrália), mas Roger East optou por ficar na capital timorense.

Ainda segundo esses relatos, Roger East planeava seguir para as montanhas a acompanhar a retirada da Fretilin, mas acabou capturado pelo exército indonésio, que o juntou a outros prisioneiros e, de acordo com testemunhas, foi executado por um pelotão de fuzilamento em frente ao porto de Díli.

Alguns relatos dão ainda conta de que Roger East tentou enviar uma última notícia a partir do Centro da Marconi no aeroporto de Díli, quando começaram a aterrar os páraquedistas indonésios.

A Indonésia invadiu a antiga colónia portuguesa em 1975, administrando-a até 1999, ano em que um plebiscito resultou numa votação esmagadora a favor da independência do território, que se concretizaria em 2002.

Segundo o jornal, será a primeira participação de La Paglia num filme australiano desde 2001, quando apareceu em "Lantana", interpretação que lhe valeu o prémio de melhor actor nos "AFI Awards", da Austrália.

La Paglia fará, nesse sentido, uma interrupção do programa "Without a Trace", num canal de televisão norte-americano, para desempenhar Roger East.

O argumento de "Balibó", baseado no livro "Cover UP - The Inside story of the Balibó Five", de Jill Jolliffe, foi redigido conjuntamente por David Williamson e Robert Connely, que vai dirigir também o filme produzido pela Film Finance Corporation. (Notícias Lusófonas)

Rede de Segurança Alimentar contribuirá para eliminação da subnutrição na CPLP

Luanda, 1 outubro 2007 - A criação de uma Rede Especializada em Segurança Alimentar e nutricional será um importante instrumento para a concretização de uma das metas da Declaração do Milénio: a eliminação da fome da subnutrição, afirmou hoje (segunda-feira) o secretario-executivo da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), Luís Fonseca, numa mensagem lida no encontro.


Na mensagem, lida pela representante de Angola na organização, Juvelina Imperial, na abertura do 1º Simpósio sobre Segurança Alimentar e Nutricional: Um Desafio de Cooperação e de Desenvolvimento da CPLP", Luís Fonseca refere que a rede permitirá o desenvolvimento de projectos, que possam beneficiar da cooperação internacional.

Salienta que a proposta de criação de uma rede especializada em segurança alimentar e nutricional surge em resposta a necessidade de uma acção coordenada no âmbito da CPLP, com vista a uma maior colaboração entre os seus membros, em matéria de segurança alimentar.


O secretário-executivo da CPLP recordou que a eliminação da fome e da subnutrição foi consagrada como objectivos da CPLP pelos chefes de Estado e de Governo da instituição, na sua VI Conferência realizada em Bissau (Guiné Bissau), em Julho de 2006.


"Por esta razão o Secretariado Executivo da CPLP apoia a proposta e prestará toda a sua colaboração para a institucionalização e o sucesso da a rede", lê-se na mensagem.

O 1º Simpósio sobre Segurança Alimentar e Nutricional é uma iniciativa da Universidade Agostinho Neto e tem, entre outros objectivos, a troca de experiências e a procura de soluções para as necessidades alimentares e nutricionais da população.

No evento, dividido em dois painéis, estão em abordagem temas como a "Segurança Alimentar como factor de Desenvolvimento", "A Alimentação e Nutrição: Recursos Humanos e Qualidade de Vida", entre outros.


Participam no encontro especialistas e responsáveis de instituições governamentais e de ensino dos países membros da CPLP.


A República de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné Bissau, Portugal, São Tomé e Príncipe, Timor Leste e Moçambique constituem a Comunidade dos Países da Língua Portuguesa CPLP. (AngolaPress)

Guerrilla colombiana se pronuncia por Gran Acuerdo Nacional


Bogotá, 1 octubre 2007 (PL) - Las Fuerzas Armadas Revolucionarias de Colombia (FARC se pronunciaron por una alternativa de cambio mediante un Gran Acuerdo Nacional por la paz, que se proponga un nuevo gobierno que convoque a una Asamblea Constituyente.

Un manifiesto de ocho puntos, firmado por el Secretariado del Estado Mayor de las FARC y publicado hoy por la agencia de prensa ANNCOL, señala la necesidad de un Acuerdo Nacional para "concertar caminos ciertos hacia la paz duradera".

El extenso documento plantea fuertes acusaciones al gobierno colombiano por vínculos con los paramilitares y el despliegue de la denominada política de Seguridad Democrática, con el respaldo de Estados Unidos, para intentar aplastar al movimiento guerrillero.

Llama a la convergencia de todos los sectores democráticos "bajo una sola bandera política y social con miras a conformar un nuevo gobierno que trabaje por la paz, la justicia social".

En esa alternativa las FARC ponen a consideración del país la Plataforma Bolivariana por la Nueva Colombia para abrir la discusión en torno al programa de un gobierno "que sugerimos patriótico, democrático, comprometido en la solución política del conflicto", señala el texto.

Puntualiza que la paz es un proceso que no se logra de la noche a la mañana, merece todos los esfuerzos y sacrificios del país y empieza con el consenso de sus fuerzas fundamentales, de sus organizaciones políticas y sociales, para crear entre todos una nueva alternativa de poder.

El objetivo "es la creación de una alternativa para el cambio, surgida de un Gran Acuerdo Nacional por la paz, la justicia, la soberanía y el decoro de la nación", que se proponga un nuevo gobierno que convoque una Asamblea Constituyente.

Ello permitiría a los colombianos, concluye, darse una nueva Constitución "que refrende los cambios hacia la paz y la convivencia, la verdadera democracia, la soberanía y la integración solidaria de los pueblos, como mandatos emanados de ese gran Pacto Social".

http://www.prensalatina.com.mx/article.asp?ID={191F671C-A4B4-48A5-B500-51FFF8D76A04})#uage=ES

Tribunal argentino investiga centros clandestinos en juicio contra ex capellán

Buenos Aires, 01 octubre 2007 (ABN) - Los jueces del Tribunal Oral Federal Primero de La Plata realizarán este lunes una inspección ocular al centro de detención clandestino conocido como COT-I-Martínez, como parte del proceso que se le sigue al ex capellán de la policía bonaerense Christian Von Wernich.

Este centro de detención denominado El Centro de Operaciones Tácticas I, de la comuna bonaerense de San Isidro, el cual funcionó entre febrero y diciembre de 1977, alojó en ese período a cientos de personas, entre ellas el periodista Jacobo Timerman, precisó Télam.

Posteriormente, la justicia argentina investigará cuatro centros clandestinos más del llamado Circuito Camps.

Los jueces recorrerán Puesto Vasco, cercano a la estación Don Bosco de la localidad de Quilmes, donde actualmente funciona una brigada de investigaciones.

Seguidamente, se revisará el conocido como Pozo de Quilmes, que entre agosto de 1975 y enero de 1979, funcionó como centro de exterminio.

Varias víctimas denunciaron la presencia del ex cura en ese lugar entre noviembre de 1977 y febrero de 1978.

Desde el pasado 5 de julio, Von Wernich es juzgado por el homicidio de siete jóvenes, además de 31 casos de torturas y 42 privaciones ilegítimas de la libertad durante la última dictadura (1976-83).

En las audiencias, varias víctimas de secuestros confirmaron que el ex capellán los visitaba en sus calabozos. Allí ellos permanecían encadenados y con signos de haber sido torturados.

Fuentes oficiales confirmaron además que el próximo 9 de octubre se anunciará el veredicto del juicio contra el ex sacerdote.

El titular del tribunal de La Plata, Carlos Rozanski, reveló que un día antes se conocerán los alegatos de las querellas y los fiscales, y en el siguiente será el turno de la defensa.

Rozanski señaló que los alegatos y el veredicto serán transmitidos en directo por un canal de televisión.

http://www.abn.info.ve/go_news5.php?articulo=105222&lee=Array[0]

Bolivia/En cinco departamentos del país ya existen 34 municipios libres de analfabetismo

La Paz y Oruro tienen a 13 municipios libres, Cochabamba 4, Santa Cruz y Potosí a dos; el avance nacional es del 46.5 por ciento en 18 meses de campaña masiva.

La Paz, 30 september 2007 (ABI) - Con la declaratoria de territorio libre de analfabetismo a los municipios de Achocalla y Desaguadero, en la mañana de este domingo, Bolivia ya suma 34 jurisdicciones ediles sin iletrados en cinco departamentos del país, en 18 meses de campaña intensiva de enseñanza de la lecto escritura.


El Programa Nacional de Alfabetización informó que hasta ahora los departamentos de La Paz y Oruro tienen a 13 municipios libres de analfabetismo, seguidos por Cochabamba con cuatro, Santa Cruz y Potosí cada uno con dos. Hasta ahora Chuquisaca, Tarija, Beni y Pando aún no han declarado territorios libres a sus municipios.

El embajador de Cuba en Bolivia, Rafael Dausá, se hizo presente en la población de Achocalla junto a Merlín Viez de la Embajada de Venezuela. Dausá agradeció a las autoridades locales por el esfuerzo desplegado en el proceso de la alfabetización y alentó a los alfabetizados a continuar con la lecto-escritura para no olvidar lo aprendido con el "Yo, sí puedo" y, de este modo, facilitar la postalfabetización desde el 2008.


En 18 meses de campaña de alfabetización, 34 son los municipios libres: La Paz; Collana, Corocoro, Colquencha, Waldo Ballivián, Tito Yupanqui, Calamarca, Ayo Ayo, San Pedro de Tiquina, Viacha, Copacabana, Comanche, Desaguadero y Achocalla. Oruro; Coipasa, Chipaya, Cruz de Machacamarca, Carangas, Yunguyo del Litoral, La Rivera, Huachacalla, Esmeralda, Pazña, Antequera, Belén de Andamarca, Todos Santos, Santuario de Quillacas. Cochabamba; Tolata, Santibáñez, Tacachi, Colcapirhua. Santa Cruz; Urubichá y Ascensión de Guarayos. Potosí; Tahua y San Agustín.

A nivel nacional, hasta el 28 de septiembre, 260.019 personas ya fueron graduadas, 297.689 se encuentran en clases, en 22.435 puntos de alfabetización en todo el país, con un avance global del 46.5%, con relación a la meta, en 18 meses de campaña masiva nacional.


El Programa Nacional de Alfabetización aplica el método "Yo, sí puedo" en la enseñanza de la lecto-escritura, el que consiste en la asociación de las letras con números, partiendo del conocimiento que tienen los analfabetos adultos de los números. Por ejemplo: a con 1, e-2, c-3, d-4, e-5, b-6, lo que familiariza a los participantes en la construcción de palabras sencillas sobre la base de la relación asociativa o sumatoria de los números.

http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto_paleta&j=20070930150916&PHPSESSID=980649e3e685e66adb81768929e63a0f

Ecuador eligió constituyentes -- Un escenario que favorece a Rafael Correa

Por la Redacción de APM/30 septiembre 2007

Si los escrutinios finales confirman las tendencias, los ecuatorianos podrán contar con una Constitución al servicio de los cambios y las transformaciones sociales.

El escrutinio oficial tendrá la última palabra, pero si se confirma la tendencia reconocida a pocos minutos de cerrada la votación del domingo último, para la Asamblea Constituyente, el presidente Rafael Correa podrá contar con una herramienta incuestionable para avanzar en su programa de transformaciones sociales y políticas. Ello jugará a favor de las fuerzas contrahegemónicas y de integración que pujan por hacerse un espacio o consolidarse, según los casos, en la región sudamericana.

Fue llamativo como, a minutos de cerradas las urnas, las grandes agencias internacionales de noticias difundieron que se anunciaba un éxito rotundo de Correa.

El movimiento del presidente obtuvo el domingo una "abrumadora mayoría" en la elección de los 130 miembros de la asamblea que deberá escribir una nueva Constitución en Ecuador, afirmaba Reuters, tras consultar a varios ministros de Estado.

"Es la información que hemos comenzado a obtener. Tendríamos más de 70 asambleístas," dijo el ministro del Litoral, Ricardo Patiño, uno de los hombres de confianza de Correa, en una conversación telefónica, aseguro Reuters.

El movimiento Alianza País del presidente Correa necesita al menos 66 escaños para lograr el avance de sus propuestas en la asamblea sin recurrir a alianzas.

Nueve millones 371 mil 455 ecuatorianos , incluidos 153.244 registrados de los que viven en el exterior, acudieron a las urnas para elegir, de entre 3.229 candidatos, los 130 asambleístas con plenos poderes, que redactarán la vigésima Constitución nacional.

El resultado final de los comicios puede arrojar una victoria estratégica para las fuerzas sociales y políticas que respaldan al presidente Correa y buscan un profundo cambio social y político en el país.

Los últimos sondeos privados habían indicado que el movimiento de Correa, Alianza País, lograría el bloque más grande en la asamblea, pero no resultaba seguro que consiguiese los 66 escaños requeridos para aprobar sus reformas sin necesidad de apelar a alianzas. Sin se confirman las tendencias reconocidas a poco de terminar la votación, ese objetivo se habrá alcanzado.

Otras agrupaciones como Sociedad Patriótica, del ex presidente Lucio Gutiérrez, y el partido Renovador Institución (Prian) obtendrían 17 y 12 asientos, respectivamente, lo cual denota la amplia ventaja de la agrupación oficialista.

El sondeo realizado por la empresa Market había revelado que la popularidad de Correa asciende al 63 por ciento, lo cual confirmaría el triunfo de su agrupación en esta contienda comicial.

De lograrse estos pronósticos, la Asamblea Constituyente, a instalarse el 31 de octubre próximo, elaboraría una carta magna acorde las pretensiones de cambio del gobierno, que busca fortalecer el papel regulador y controlador del Estado en la economía.

El Congreso sería disuelto y una comisión legislativa se encargaría de legislar durante los seis meses de duración de la Asamblea y una vez convocado el referendo para aprobar la Constitución se realizarían los comicios parlamentarios.


Los comicios se iniciaron a las 7 de la mañana hora de Ecuador y cerraron 10 horas más tarde, y transcurrieron con normalidad.

El presidente Correa había augurado el mismo domingo cambios profundos en el país tras las elecciones para designar una Asamblea Constituyente, señaló por su parte la agencia latinoamericana de noticias Prensa Latina.

Estas fueron las elecciones más importantes del último siglo, resaltó Correa en breves declaraciones a medios de prensa en Quito.

Puntualizó que el proceso que se registra en Ecuador, "es comparable con la revolución liberal del viejo Luchador Eloy Alfaro" (1895), quien puso fin a la explotación feudal e impulsó importantes reformas, como las educación gratuita y laica.

"Van a haber cambios profundos en la Patria para el bien de todas y todos", subrayó el mandatario, quien se mostró prudente de hacer cualquier pronunciamiento en torno a una victoria de su movimiento Alianza País en estas elecciones. Correa destacó que el pueblo ecuatoriano será el gran triunfador de esta gesta histórica.

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