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sábado, 3 de maio de 2014

Técnicos chineses fazem produtividade de arroz triplicar em Moçambique

28 abril 2014, Rádio Moçambique http://www.rm.co.mz (Moçambique)

As tecnologias de produção de arroz introduzidas por técnicos chineses no regadio do Baixo Limpopo, em Moçambique, vão permitir que a produtividade por hectare aumente de 2 toneladas para pelo menos 6 toneladas, afirmaram agricultores que operam naquela região.

De acordo com

sábado, 5 de setembro de 2009

Em Timor - FALTA ARROZ E SOBRAM AGRESSÕES NUM SILÊNCIO DE OURO

5 setembro 2009/timorlorosaenacao

Por António Veríssimo

Por mais que queiram mostrar uma bela fachada de Timor-Leste os tais ventos da desgraça também fazem das suas no décor instalado pela propaganda do regime, nos cenários arquitectados para o país do faz-de-conta por bastardos da prepotência.

ARROZ

Pequenos retalhos de notícias vão chegando sobre algo que os timorenses consideram primordial: o arroz.

Arroz, que está a começar a faltar, os preços estão a ser inflacionados. Referiram-nos que tiveram aumentos impressionantes, nestes últimos quatro dias - de 12 US dólares passou a custar 18, 19 e até 20 dólares. Na realidade uma subida vertiginosa e incomportável para as famílias mais carenciadas, mais de 80 por cento da população.

As causas são justificadas com o encerramento dos armazéns de arroz afectos ao empreendedorismo de Xanana Gusmão, pois que como é vulgar saber a estratégia do arroz está nas suas mãos. Julgava-se que era para não faltar mas eis que o resultado está contrário às declarações de intenções. Muitos ficarão a ganhar com estes aumentos espectaculares mas não os timorenses. Certamente que também Zenilda Gusmão, da Prima Food, lucrará bastante com esta maré inflacionária, e outros, os Três Amigos… etc.

Sabemos que em passado recente em que se verificou a falta de arroz e a constatação da inflação dos seus preços os timorenses entraram em ebulição e causaram algumas situações desestabilizadores, o que dá que pensar se por razões obscuras, como quase sempre, o regime timorense não quererá provocar uma instabilidade controlada que lhe permita dar inicio à caça às bruxas como tentou em 11 de Fevereiro, agora ainda mais fácil se tomarmos em atenção que Longuinhos Monteiro fará o que o chefe mandar, “obedecendo a ordens superiores” como ele tanto gosta de dizer.

Não é por nada, será provavelmente até “imaginações”, mas no passado verificou-se que aproveitando alguma agitação dos timorenses com razão pelo seu alimento base escassear e encarecer, é possível misturar algumas acções de grupos contratados e ensaiar algum caos que permita declarar um conveniente estado de emergência e até “encontrar” alguns bodes expiatórios, Sabemos que Longuinhos Monteiro é bom nisso, basta apreciar o caso de Angelita Pires. Obviamente que os bodes expiatórios serão opositores a este regime boçal e rebuscado na perfídia, também não esqueçamos a tentativa de envolvimento que ensaiaram com José Teixeira, deputado da Fretilin, na sequência do 11 de Fevereiro de 2008. Aguardemos o desenvolvimento das acções.

AGRESSÕES A REPÓRTER FOTOGRÁFICO

Na acção de repressão ao pequeno grupo de opositores levada a cabo pela polícia de Longuinhos em 30 de Agosto concluímos que faltava citar um pormenor do grave comportamento daqueles agentes obedientes e que actuam à margem da lei.

Facto que vem mencionado na notícia do Tempo Semanal e que não nos tinha sido comunicado pelos nossos observadores em Díli.

Refere o referido jornal de Díli que “houve uma manifestação realizada frente ao Hotel Timor” em que foram detidos “pela polícia três estudantes”, ainda afirma que “dois fotógrafos timorenses foram agredidos e tentaram tirar e destruir a câmera do fotografo da Reuters.”

Sabíamos, por ser visível no vídeo do Youtube, a que pode ter acesso em postagens seguintes, que houve tentativas de “tapar” a objectiva nessa câmera. O que era ignorado é que os polícias de Longuinhos efectivaram mesmo agressões a profissionais de informação, provavelmente até a populares que tomaram a posição de mirones para se protegerem como puderam.

É esta a santa liberdade e democracia que Ramos Horta orgulhosamente propala existir no seu país. Como se ele não bastasse até temos seus iguais que, babados, elogiam a estabilidade timorense. Salazar falava também assim sobre Portugal, não nos faltava privações, prisões, fome e porrada!

Se é esta a “democracia e estabilidade” a que os usurpadores do poder se referem… Estamos entendidos.

O silêncio é de ouro

ELES NÃO QUEREM QUE OS MUNJ* FALEM EM TRIBUNAL

Para terminar em beleza, para espelhar melhor o que se passa em Timor-Leste que, como diz Ana Loro Metan, “não lembra ao diabo”, chegou-nos uma informação do que se passou esta semana no julgamento dos 28 “cúmplices” do 11 de Fevereiro.

Citamos este pormenor curioso e que mostra o estado “democrático” da República “Democrática” de Timor-Leste:

Em sessão de reinício das audiências, no passado dia 2, quarta-feira, foi presente a tribunal Joanico Gonçalves e seus correligionários, do famoso e secreto MUNJ.

Para espanto de todos os presentes os MUNJ alegaram que o tribunal não os podia interrogar, recusando-se a prestar declarações. Para reforçar a afirmação mostraram um documento oficial assinado pelo PM Xanana Gusmão e pelo PR José Ramos Horta que efectivamente declarava o que os MUNJ haviam dito… Desautorizam o Tribunal a interrogá-los!

Não fazemos ideia se no Burkina Fasso estas peripécias aconteciam, provavelmente nem por lá aconteceram. Cabe perguntar a qualquer cidadão do mundo quem se julgam estes dois “aves raras” Xanana e Horta? Desde quando, em democracia, num país intervencionado e levado ao colo pela comunidade internacional, pela ONU, caberá estes absolutismos, estas ilegalidades, estas mentalidades prepotentes, ridículas, provavelmente criminosas e temerosas que querem silenciar e obstruir o curso normal da justiça, como se de Al Capones se tratem?

Mas então onde estão a democracia, a justiça, a honestidade e estabilidade de Ramos Horta e de Xanana Gusmão? O que é que eles temem? É aquilo que temos vindo a denunciar a conta-gotas? Onde está o Estado de Direito? Como é possível patrocinar estes dois violadores dos preceitos constitucionais, violentadores de uma sociedade democrática e dos interesses do povo timorense? Mas quem quer continuar a apoiar estes déspotas senão os seus iguais?

Sem dúvida que apoiá-los ou não os combater é fazer o pior para Timor-Leste, para os timorenses!

* Movimento de Unidade Nacional para a Justiça. De acordo com a mídia timorense, esta organização está vinculada com Ramos Horta e Xanana Gusmão.




sexta-feira, 24 de abril de 2009

Moçambique/Produção de arroz tem de aumentar, defende ministro

Maputo, Moçambique, 24 abril 2009 - Moçambique precisa de produzir mais 315 mil toneladas de arroz para garantir as 615 mil toneladas necessárias ao consumo anual da população e acabar com a dependência externa relativamente a este cereal, afirmou em Motaze, província do Maputo, o ministro da Agricultura.

No decurso de uma visita aos campos de produção de arroz, em Motaze, distrito de Magude, Soares Nhaca disse que os agricultores, para além de aumentarem a produção de arroz, deverão apostar na produção de semente para acabar com os problemas de importação de factores de produção.

"Tal não significa que ao produzirmos essas 615 mil toneladas de arroz teremos resolvido o problema da fome no país. É preciso apostar, simultaneamente, noutras culturas para permitir que haja diversidade na dieta”, disse aquele governante, para quem Moçambique tem áreas suficientes para alcançar estas metas.

De acordo com o jornal Notícias, de Maputo, Soares Nhaca referiu que o ministério de que é titular está a trabalhar no sentido de conseguir equipamentos de trabalho, nomeadamente tractores, descascadeiras, batedeiras, tracção mecânica e animal para permitir a multiplicação dos actuais resultados da produção.

“Para além dos equipamentos e dos técnicos teremos que criar condições para garantir a irrigação dos campos de produção. Com relação a isso o nosso país possui condições hidrográficas suficientes para satisfazer as necessidades dos produtores”, afirmou Soares Nhaca.

Para além de Magude, a província do Maputo está a efectuar a cultura de arroz no distrito de Matutuíne, onde estudos feitos por especialistas da área comprovaram a existência de um grande potencial.

A produção deste cereal também está a ser efectuada noutras regiões do país, com destaque para o região de Chókwè, província de Gaza, Vale do Zambeze, entre outros campos considerados de grande potencial produtivo. (macauhub)