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quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Venezuela/teleSUR firmó tres acuerdos para emitir su señal en el sur de África


teleSUR emitirá su noticiero en portugués en África. (Foto: teleSUR)

En el continente africano se transmitirá el noticiero de teleSUR en portugués, además se inauguró la Radio del Sur que tendrá un 40 por ciento de cobertura en Venezuela y se tiene el proyecto de internacionalizar la señal para que más pueblos del mundo conozcan el proceso de cambio que se está logrando en el continente latinoamericano.

28 setembro 2009/TeleSUR http://www.telesurtv.net

La Nueva Televisión del Sur (teleSUR) firmó tres convenios con Mozambique, Angola y Guinea Bissau, para dar inicio de la expansión de su señal hasta el continente africano, así lo dio a conocer el domingo su presidente, Andrés Izarra.

Otro de los países africanos donde posiblemente teleSUR podría transmitir es Cabo Verde pues dentro de los planes que se estipularon en el acuerdo se encuentra la transmisión del noticiero en portugués.

"De esta forma iniciamos una primera etapa de nuestra relación con África; con este posicionamiento comenzaremos a abrir corresponsalías para dar coberturas directamente en ese continente, para luego ir a una segunda etapa de distribución con la señal 24 horas en base a una estrategia que se desarrollará posteriormente", expresó Izarra.

Se espera que inicie la transmisión para finales de octubre ya que el acuerdo estipula la instalación de un codificador de video en cada una de las televisoras en las que el material se descomprimirá para garantizar la óptima calidad del noticiero.
"En África se va a dar a conocer por primera vez la voz de América Latina; creo que estamos haciendo historia con estos primeros pasos". El convenio se suscribió durante la recién culminada II Cumbre América del Sur-África (ASA).

La Radio del Sur
Igualmente, este domingo el presidente de Venezuela, Hugo Chávez, inauguró la Radio del Sur, con el fin de fortalecer la cultura y la historia de Latinoamérica, el Caribe y África, y además presentar las luchas políticas revolucionarias de los pueblos del Sur en el mundo.

El proyecto se dio a conocer en la II Cumbre ASA, que se llevó a cabo en la isla de Margarita (noreste) en Venezuela, donde se informó que contará con el apoyo de Radio Nacional de Venezuela (RNV).

La Radio del Sur buscará la unión de los pueblos por medio del intercambio de contenidos informativos a cargo un grupo de corresponsales y colaboradores de sólida trayectoria de diversas nacionalidades.

Desde Caracas, Venezuela, a través del dial 98.5 FM, enlazados con 12 frecuencias en las ciudades de Maracaibo, Puerto La Cruz, Guasdualito, Santa Bárbara de Barinas, Puerto Ordaz, Barquisimeto, Valles del Tuy, Guarenas, Valencia, San Cristóbal, Mérida y el estado Vargas se escuchará la programación de la Radio, que en su primera etapa cubrirá más del 40 por ciento del territorio nacional.

Fuera de Venezuela, la red de emisoras la integran 18 radios en Argentina; 10 en Colombia; cinco en Bolivia; tres en Paraguay; cuatro en Uruguay; dos en Haití; tres en Nicaragua, Panamá, Brasil, México y Estados Unidos; dos en Cuba, Ecuador y Perú; una en Guatemala, República Dominicana, Chile, y El Salvador, y cuatro en Honduras.

En África intervendrán la Radio de Gambia, que recibirá la programación en inglés, que será enviada por el equipo de traductores en Caracas y ellos la llevará a sus lenguas nacionales; al recibir las noticias en Venezuela, igualmente será traducida al castellano.

Similar intercambio se efectuará con Radio Benin y la Radio Internacional de Argelia. En cuanto la Radio Nacional Guinea Ecuatorial, tiene la ventaja de que su lengua oficial es el castellano.

domingo, 24 de agosto de 2008

Angola/Ministério da Cultura pretende mais divulgação das acções contra o tráfico de escravos

Luanda, 23 agosto 2008 - O ministro da Cultura, Boaventura Cardoso, afirmou hoje, sábado, em Luanda, ser necessário mais interacção entre as instituições que tratam da temática do comércio de escravos e o resto da sociedade, a fim de garantir maior divulgação das suas actividades.

"Para contribuir no alcance desse objectivo, o Ministério da Cultura tem preconizado novas estratégias para o projecto a rota do escravo no sentido de dar maior divulgação das suas actividades e para que haja maior interacção entre as instituições", adiantou Boaventura Cardoso.

Na declaração a propósito do Dia Internacional em Memória do Tráfico de Escravos e sua Abolição, que se assinala hoje, o governante frisa que o resultado do processo interactivo será, certamente, o maior e melhor conhecimento do problema, permitindo uma maior consciencialização para a luta contra os problemas do mundo contemporâneo.

"Estou a referir-me a questões do tráfico e exploração de menores, discriminação racial, xenofobia, entre outros. Recordar o 23 de Agosto de 1791 significa honrar os nossos antepassados, vítimas da barbárie do comércio negreiro e em sua memória perspectivar e edificar uma sociedade que reconheça a pluralidade cultural e étnica que tenha como horizonte o bem-estar social e a democracia", avançou.

A data, adiantou o ministro, deve servir para a tomada de consciência das violações dos direitos humanos existentes no mundo de hoje, solidarizando-se com as vítimas e procurar as formas para a sua erradicação.

Segundo o governante, Angola vive hoje uma etapa da sua história caracterizada pela consolidação da paz, da democracia, da estabilidade económica e do desenvolvimento, cujo fim é a valorização do homem angolano em todas as suas facetas.

"Esse processo de valorização resulta de uma estratégia que concebe a sociedade angolana como um todo indivisível, onde os direitos e deveres são aplicáveis a todos os cidadãos, garantindo a ausência de discriminação racial, social, sexual, religiosa, política", disse.

Boaventura Cardoso adiantou ainda ser necessário manter viva a memória do tráfico negreiro e da escravidão para que fique claro, para a actual e as gerações vindouras, que uma "sociedade justa" só é possível a partir de um ideal de inclusão do ser humano sem qualquer tipo de restrição.

A celebração desta data, segundo Boaventura Cardoso, simboliza as diferentes manifestações e formas de luta contr o comércio negreiro e a sua eliminação.

"Uma honra, porque significa ter a possibilidade de prestar homenagem a milhões de compatriotas vítimas da maior violação dos direitos humanos que a história conhece, e uma responsabilidade porque significa compromisso com a sociedade de manter viva essa memória e de utiliza-la para evitar fenómenos semelhantes revestidos com novas formas e para ajudar a manter a paz e a unidade nacional", asseverou.

A importância da data, acrescentou, não se encerra apenas na memória das vítimas do tráfico, ela se estende as preocupações do quotidiano nacional onde ainda se pode verificar seres humanos a sofrerem por causa da fome, guerra e de novas formas de exploração.

O dia 23 de Agosto foi adoptado pela UNESCO, como o Dia Internacional da Memória do Tráfico de Escravos e da sua Abolição, na sua 150ª sessão do Conselho Executivo de 1996, com o objectivo de homenagear os escravos na luta pela sua liberdade.

O dia 23 de Agosto recorda a insurreição que começou na noite do dia 22 para o dia 23 de Agosto de 1791, na ilha de São Domingos (hoje dividida entre o Haiti e a República Dominicana), liderada por Toussant Louverture. (AngolaPress)