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quinta-feira, 19 de novembro de 2015

Abya Yala, Pátria Grande/Mercosul diminui em 75% o preço do tratamento do HIV

17 novembro2015, Pátria Latina http://www.patrialatina.com.br (Brasil)

Um teste de HIV no sangue. Os países membros do Mercosul e alguns de seus aliados concordaram com as empresas farmacêuticas para reduzir em 75% o custo de uma molécula que é usada para tratar doenças como o HIV/AIDS.

O acordo também beneficiar Argentina, Brasil, Paraguai e Venezuela, também apoia países como Chile, Bolívia, Peru e Suriname.  De acordo com o que foi explicado pelo diretor de Relações Internacionais do Ministério da Saúde do Paraguai, Maria Antonieta Gamarra, a redução aplica-se a darunavir anti-retroviral, utilizado para

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Brasil/Segundo mandato terá como lema principal a Educação, garante Dilma

1 janeiro 2015, Blog do Planalto (Brasil)

“Nosso lema será: ‘Brasil, pátria educadora’ (…) a educação será a prioridade das prioridades (…) devemos buscar, em todas as ações do governo, um sentido formador, uma prática cidadã, um compromisso de ética e um sentimento republicano”, exclamou Dilma. Foto: Roberto Stuckert Filho/PR.

Em discurso de posse no Congresso Nacional nesta quinta-feira (1º) a presidenta Dilma Rousseffanunciou que o lema de seu segundo mandato será “Brasil, Pátria Educadora”. Dilma afirmou que a frase sintetiza a educação como prioridade de seu governo para os próximos quatro anos, além de formar o cidadão com compromissos éticos e sentimentos republicanos.

“Ao bradarmos ‘Brasil, pátria educadora’ estamos dizendo que a educação será a prioridade das prioridades, mas também que devemos buscar, em todas as ações do governo, um sentido formador, uma prática cidadã, um compromisso de ética e sentimento republicano”, enfatizou a presidenta.

Em sua fala, a presidenta também qualificou o acesso à educação como “porta de um futuro próspero”.

“Só a educação liberta um povo e lhe abre as portas de um futuro próspero. Democratizar o conhecimento significa universalizar o acesso a um ensino de qualidade em todos os níveis – da creche à pós-graduação; para todos os segmentos da população – dos mais marginalizados, os negros, as mulheres e todos os brasileiros”, afirmou Dilma.

Dilma destacou os esforços já realizados para a universalização da educação e lembrou que a área começará a receber, em seu segundo mandato, recursos dos royalties do petróleo e do fundo social do pré-sal, que auxiliarão a expansão e melhor alcance de políticas públicas, ações e

segunda-feira, 25 de agosto de 2008

Cursos superiores poderão ter selo de qualidade do Mercosul

22 agosto 2008/ http://www.pt.org.br

Uma centena de cursos superiores brasileiros poderá ganhar um selo de qualidade reconhecido pelos países do Mercado Comum do Sul (Mercosul). Essa é a idéia do Sistema de Acreditação Regional de Cursos Universitários do Mercosul (ArcuSul), que além de Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, membros do bloco, incluirá Venezuela, Chile e Bolívia.

Na primeira fase, que já está aberta para inscrições, serão avaliadas graduações em agronomia e arquitetura. Ao todo, serão reconhecidos 100 cursos. O objetivo do sistema é estabelecer um padrão de qualidade para estreitar as relações entre os países. Entre as possibilidades estão programas de intercâmbio de estudantes e professores, a dupla diplomação em universidades de dois países e a simplificação do processo de validação de diplomas estrangeiros.

“A acreditação é um processo de conferir um selo de qualidade, não é uma avaliação no sentido que se faz hoje no Brasil. É pegar só os que já são bons e dar o selo aos melhores”, explica o presidente do Conselho Nacional de Avaliação Superior (Conaes), Sérgio Franco.

Para se inscrever, a instituição precisa atender a dois critérios básicos: ter pelo menos 10 anos de existência e ser uma universidade, ou seja, integrar ensino, pesquisa e extensão. O processo é voluntário, e o selo será concedido a no máximo 20 cursos brasileiros em cada uma das áreas. No primeiro semestre do ano que vem, poderão se inscrever cursos de medicina veterinária e enfermagem, em seguida, os de engenharia e, em 2010, os de medicina e odontologia.

“No acordo, pediu-se um limite por país – 40% das vagas – para que um só não dominasse o processo. E esse país era o Brasil, porque aqui há uma quantidade muito maior de cursos. Se forem somados todos os cursos de agronomia e arquitetura, o país chega quase ao total de cursos de todas as áreas do Paraguai”, compara Franco.

O presidente da Conaes não acredita que o novo sistema seja excludente. “A idéia não é deixar ninguém de fora, mas favorecer os bons. O nome da instituição que solicitar a acreditação, mas não conseguir, não será divulgado. A lógica aqui é de um selo de qualidade, diferente da lógica do Sinaes [Sistema Nacional de Avaliação do Ensino Superior], que é de avaliação e inclusive pode ajudar a separar o joio do trigo.”

Depois de inscrita, a instituição terá quatro meses para fazer uma auto-avaliação e preparar-se para a visita de uma comissão internacional formada por um especialista brasileiro e dois estrangeiros. Os critérios serão a organização didático-pedagógica, a qualidade do corpo docente e técnico, a infra-estrutura e uma avaliação institucional.

O selo será concedido no prazo de um ano e terá validade por seis anos. Após esse período, a universidade que quiser a renovação do selo deve participar de outra convocatória.

O Sistema ArcuSul foi discutido nesta semana, em Brasília, durante o 2° Seminário Internacional de Avaliação da Educação Superior. “Na Europa, existe o chamado Acordo de Bolonha, que partiu de uma tentativa de padronização dos cursos. O que nós queremos aqui é criar critérios de qualidade de nível internacional, para que no futuro possamos trabalhar um acordo Europa-América para que haja integração entre os dois sistemas de acreditação”, adianta Franco.

Na próxima semana, o Conaes divulga uma publicação com todos os detalhes do processo. As instituições interessadas em participar do sistema ArcuSul podem entrar em contato com o conselho pelo e-mail conaes@mec.gov.br Este endereço de e-mail está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email (Agência Brasil)

http://www.pt.org.br/portalpt/index.php?option=com_content&task=view&id=14783&Itemid=195

segunda-feira, 4 de agosto de 2008

Frustração em Doha exige que Brasil e Argentina multipliquem esforços, diz Lula

Paula Laboissière, enviada especial

4 agosto 2008/Agência Brasil http://www.agenciabrasil.gov.br

Buenos Aires - O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou hoje (4) que a “frustração” durante as negociações da Rodada Doha, da Organização Mundial do Comércio (OMC), exige que Brasil e Argentina multipliquem esforços para eliminar “distorções” nas barreiras ao comércio exterior. De acordo com Lula, os dois países podem liderar a resposta do Mercado Comum do Sul (Mercosul) ao desafio.

“Nossa aliança estratégica é a espinha dorsal desse projeto. Com o fortalecimento de nosso bloco e as iniciativas de integração regional, estamos lançando as bases de um estado sul-americano verdadeiramente unido e capaz de nos projetar globalmente.”

Ao participar de encontro empresarial entre Brasil e Argentina, Lula destacou que os biocombustíveis, em particular, podem se tornar “importante alternativa” para retirar países pobres da insegurança alimentar e energética, além de representarem promessa na geração de emprego e renda.

O presidente lembrou que o Brasil já é o terceiro maior investidor na Argentina – desde 2002, é o primeiro investidor no país em fluxo de capital. Lula ressaltou que muitas empresas brasileiras apostam na Argentina, por meio de fábricas “tecnologicamente avançadas e competitivas” provenientes de setores “estratégicos” como energia, alimentos, bebidas, têxtil, cimento e siderurgia e que, da mesma forma, capitais argentinos no Brasil conquistam espaço em áreas “cruciais” como infra-estrutura, alimentos e fármacos.

“Uma Argentina industrializada e competitiva fortalece o Brasil e o Mercosul. Por isso, Cristina Kirchner [presidente da Argentina] e eu examinamos medidas concretas para reforçar esse ciclo virtuoso. No Brasil, já estamos dando um passo importante, com a criação de um fundo soberano que ajudará empresas brasileiras e investir na América do Sul e na América Latina.”

De acordo com o presidente, “não tem sido fácil” construir alternativas para resgatar a dívida social brasileira, tarefa que exige vontade política e compromisso, além de políticas macroeconômicas “resistentes”, que possam estimular o investimento produtivo e garantir o crescimento a longo prazo.

Lula disse que a economia mundial vive um momento de turbulências e de incerteza e que as pressões inflacionárias em escala global e a especulação financeira encarecem alimentos, energia e matérias primas.

Ele destacou ainda que os subsídios provenientes de países ricos inibem investimentos em países com vocação agrícola como Brasil e Argentina. “Nossos empresários dos setores agroalimentares têm relevante papel na superação da crise alimentar que o mundo vive. As parcerias entre empresas da região são decisivas para nossa inserção competitiva na economia mundial.”

http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2008/08/04/materia.2008-08-04.2891973966/view

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