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segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

MORREM OS PRIMEIROS SEIS SOLDADOS COLOMBIANOS, UM ARGENTINO UM MEXICANO NA GUERRA NO IÉMEN

13 dezembro 2015, Odiario.info http://www.odiario.info (Portugal)

Os Editores

Publicamos estas duas notícias como documento. Falam por si, e dizem muito: do negócio da guerra e do recrutamento de mercenários, assassinos profissionais e carne para canhão mais ou menos bem paga, oriunda em muitos casos dos extractos sociais marginalizados e das camadas pobres de países afundados na crise que o próprio capitalismo gera.

Seis soldados colombianos e o seu comandante australiano, de uma empresa militar estado-unidense no Iémen, morreram durante confrontos na cidade de Taiz (sudoeste), regista a YemenTV.

De acordo com a informação divulgada esta terça-feira pela cadena iemenita de televisão YemenTV, seis soldados colombianos e o seu comandante australiano, chamado Philip Stitman, perderam a vida em combates entre forças iemenitas e estrangeiras na cidade de

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

AINDA OS REFUGIADOS*

11 setembro 2015, ODiario.info http://www.odiario.info (Portugal)


Se há hoje mais refugiados do que em qualquer outro momento desde a II Guerra Mundial (como afirma a ONU), tal deve-se ao facto de que todos os anos cresce a lista dos países destruídos pelas políticas de guerra e rapina dos EUA, da NATO e das potências da União Europeia. E esses pirómanos não descansam.

A crise dos refugiados, de que tanto se tem falado, não começou agora. A novidade que acordou a comunicação social está apenas no facto de essa crise ter chegado à Europa. Para os países devastados pelas guerras imperialistas, e para os seus países limítrofes, a crise existe há já muitos anos. Se há hoje mais refugiados do que em qualquer outro momento desde a II Guerra Mundial (como afirma a ONU), tal deve-se ao facto de que todos os anos cresce a lista dos países destruídos pelas políticas de guerra e rapina dos EUA, da NATO e das potências da União Europeia.

Segundo o Anuário Estatístico de 2010 da agência da ONU para os refugiados (não palestinos) UNHCR, havia no final desse ano cerca de 34 milhões de refugiados e deslocados (fora ou dentro dos países de origem). Dos cerca de 10,5 milhões de refugiados externos, 80% eram acolhidos por países em vias de desenvolvimento e