11 setembro 2015, ODiario.info
http://www.odiario.info (Portugal)
Se há hoje mais refugiados do que
em qualquer outro momento desde a II Guerra Mundial (como afirma a ONU), tal
deve-se ao facto de que todos os anos cresce a lista dos países destruídos
pelas políticas de guerra e rapina dos EUA, da NATO e das potências da União
Europeia. E esses pirómanos não descansam.
A crise dos refugiados, de
que tanto se tem falado, não começou agora. A novidade que acordou a
comunicação social está apenas no facto de essa crise ter chegado à Europa.
Para os países devastados pelas guerras imperialistas, e para os seus países
limítrofes, a crise existe há já muitos anos. Se há hoje mais refugiados do que
em qualquer outro momento desde a II Guerra Mundial (como afirma a ONU), tal
deve-se ao facto de que todos os anos cresce a lista dos países destruídos
pelas políticas de guerra e rapina dos EUA, da NATO e das potências da União
Europeia.
Segundo o Anuário Estatístico de
2010 da agência da ONU para os refugiados (não palestinos) UNHCR, havia no
final desse ano cerca de 34 milhões de refugiados e deslocados (fora ou dentro
dos países de origem). Dos cerca de 10,5 milhões de refugiados externos, 80%
eram acolhidos por países em vias de desenvolvimento e