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terça-feira, 25 de junho de 2019

Brasil/Desabou o mundo do Moro e do Dallagnol


24 de junho de 2019, 12:29 h, Brasil 247 https://www.brasil247.com (Brasil) https://www.brasil247.com/blog/desabou-o-mundo-do-moro-e-do-dallagnol  

Jeferson Miola*

Jeferson Miola afirma que "a conspiração Globo-Lava Jato está documentalmente comprovada e exposta; é um fato histórico inexorável. Não há o que consiga apagar essa realidade, nem mesmo a eventual complacência do STF com o mega-escândalo"

O mundo do ainda ministro Sérgio Moro e do ainda procurador Deltan Dallagnol desabou. Estão expostas as vísceras da farsa protagonizada por eles.

O esquema mafioso operado secretamente, na sombra da fachada institucional da Lava Jato, veio abaixo; foi desmascarado. O mundo inteiro agora conhece as entranhas daquilo que o ministro do STF Gilmar Mendes nomeou como organização criminosa. Máfia mesmo.

A cada dia amplia a divulgação, por diferentes órgãos de comunicação, dos ilícitos e arbítrios

terça-feira, 22 de novembro de 2016

Brasil/Mostra em SP exibe filmes sobre independência de países africanos

17 novembro 2016, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

O cinema africano, com seus filmes raros e pouco vistos ao redor do mundo, ganhou uma mostra especial no Caixa Belas Artes de São Paulo. A Mostra “África(s), Cinema e Revolução” foi aberta a semana passada, mas segue até a próxima quarta-feira (23). O evento exibe 39 filmes, muitos deles inéditos para o público brasileiro, que tratam dos processos de independência de Moçambique, Guiné-Bissau e Angola.

Para a exibição na mostra, a curadora Lúcia Monteiro dividiu os filmes em três eixos. “No primeiro concentram-se longas dos anos 1960 e 1970, na maior parte das vezes vindos de fora, como brasileiros, franceses, cubanos e iugoslavos, que foram atraídos pelas lutas emancipatórias do período e registraram com o olhar de estrangeiros. Até Jean-Luc Godard filmou

segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Brasil/Mostra África Hoje acontece a partir do dia 26 em Salvador



24 novembro 2013, Vermelho http://www.vermelho.org.br (Brasil)

De 26 de novembro a 01 de dezembro Salvador recebe, na Caixa Cultural, a 2a edição da mostra de documentários “África Hoje”. Com idealização de Marco Abujamra, realização e coordenação de Mariana Marinho e curadoria de Luciana Hees, o evento oferece um vasto panorama da produção africana contemporânea de documentários, realizados por cineastas de diversas nacionalidades como Senegal, Tunisia, Moçambique, Portugal, Egito, Inglaterra, EUA entre outros.

A mostra “África Hoje” exibirá 18 filmes - entre longas e médias metragens – a maioria inédito no circuito comercial. Os documentários abordam temas múltiplos do universo dos países africanos, alguns muito próximos da realidade brasileira, despertando uma reflexão sobre as diversas maneiras de lidar com questões complexas.

Entre eles, está o filme de abertura “Rouge Parole” (Tunísia/ 2011), um dos principais relatos sobre a Revolução da Tunísia, eleito um dos 12 melhores documentários de 2012 pelo MOMA (Museu de Arte Moderna de NY).

Outro destaque da mostra é o filme “Onde a Água Encontra o Céu” (Reino Unido/2008). Narrado pelo vencedor do Oscar, Morgan Freeman, e escrito por Jordan Roberts (Marcha dos Pinguins), o longa conta a inspiradora história de um grupo de mulheres em uma região remota do norte da Zâmbia que alcançam o inimaginável: aprender a fazer um filme como uma forma de falar sobre suas vidas, levantando uma questão que ninguém vai discutir - a situação das mulheres jovens órfãs devido à AIDS.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Festival de Veneza/Para Stone, rei Juan Carlos deveria se calar e ouvir Chávez




"Ele não é um ditador": No Festival de Veneza, Oliver Stone defende Chávez em filme (Foto AFP)

Madri, Espanha, 8 setembro 2009 (AFP) - O diretor americano Oliver Stone, que apresentou no Festival de Veneza um documentário sobre o presidente da Venezuela, Hugo Chávez, afirmou que o rei Juan Carlos da Espanha deveria se calar e ouvir o chefe Estado venezuelano.

"Vosso rei deveria calar-se e escutar mais a Chávez", afirmou Stone em entrevista ao jornal El País.

O cineasta americano, que apresentou em Veneza o documentário "South of the Border" (Ao Sul da Fronteira), sobre as mudanças na América Latina depois da chegada ao poder de Chávez, fez referência assim ao famoso "por quê não te calas?", que o rei Juan Carlos disse ao presidente venezuelano na Cípula Iberoamericana de 2007.

Stone também recordou o ex-chefe de Governo conservador espanhol José María Aznar, que acusou de colaborar na tentativa de golpe de Estado contra Chávez em 2002.

"Aznar era muito ruim e ajudou a planejar o golpe de Estado na Venezuela", afirmou Stone, para quem "Chávez é um homem extraordinário que conseguiu reducir à metade a pobreza do país".

"Estou cansado da imprensa do meu país chamá-lo de ditador, porque ele não é", disse o cineasta.

Stone também negou uma perseguição na Venezuela à imprensa independente.

"Isto que você fala são besteiras, que censura à imprensa? Diga a seus colegas que viagem a estes países, Argentina, Nicarágua, Venezuela, e que depois contem", afirmou ao repórter.

"Não acredite no que lê na imprensa, nem na europeia nem na americana", declarou, antes de criticar a publicação que o entrevistava e afirmar que o El País é "o jornal com mais negatividade em relação a Chávez, muito mais que qualquer outro" e que "tudo é questão de interessess".

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Angola/Festival de Cinema reserva competição de vídeo amador

Luanda, 25 agosto 2009 – Uma competição nacional de vídeo amador será a novidade da segunda edição do Festival Internacional de Cinema de Luanda (FICLuanda), a ter lugar de 20 a 27 de Novembro próximo, na capital angolana, numa promoção do Ministério da Cultura.

Segundo a ministra da Cultura, Rosa Cruz e Silva, que procedeu nesta terça-feira à apresentação do evento, a intenção é garantir que os produtores de vídeo amador possam apresentar as suas produções, de forma competitiva.

“Da mesma forma que são atribuídos prémios para os filmes estrangeiros, a organização achou por bem abrir uma nova categoria dedicada à produção nacional, na vertente do vídeo amador. É uma forma de se reconhecer e incentivar o trabalho desenvolvido pelos criadores angolanos nesta modalidade”, reforçou.

Rosa Cruz e Silva adiantou que, com essa inovação, pretende-se também incentivar os criadores nacionais a apostarem cada vez mais na produção de obras cinematográficas.

O Festival Internacional de Cinema de Luanda é generalista, dedicado aos filmes de longa e curta-metragem de ficção e documentários, podendo, no entanto, albergar outros géneros cinematográficos.

O evento subdivide-se em secções competitivas, não competitivas e outras actividades paralelas.

São secções competitivas: competição oficial de longa-metragem de ficção, competição oficial de curta-metragem de ficção e competição oficial de documentários. As não competitivas referem-se às retrospectivas de autores ou cinematografias, homenagens e temáticas.

Os principais prémios a serem atribuídos pelo júri das secções competitivas no FICLuanda, constituído por cinco elementos, são: Prémio de Melhor Longa-metragem de ficção, Prémio de Melhor Curta-metragem de ficção, Prémio de Melhor Documentário e Prémio Cidade de Luanda. (Angop)