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terça-feira, 22 de julho de 2008

Director de la FAO avala medidas cubanas frente a crisis de alimentos

21 julio 2008/TeleSUR http://www.telesurtv.net

El director general de la FAO, el senegalés Jacques Diouf, avaló este lunes las medidas del Gobierno cubano para enfrentar la alarmante crisis mundial de los alimentos, las cuales discutirá a fondo esta semana con autoridades de la isla, informó el diario Juventud Rebelde.

“Lo que he indicado, la necesidad de poner más inversión, de cultivar más tierras, estos problemas naturalmente son prioridades, y hemos visto que el Gobierno (cubano) está tomando acciones en este ámbito», declaró Diouf, tras impartir una conferencia magistral en el Aula Magna de la Universidad de La Habana.

El director de la Agencia de las Naciones Unidas para la Agricultura y la Alimentación (FAO), quien realiza su séptima visita a Cuba, destacó que discutirá con autoridades de la isla “las iniciativas que se están tomando” para aumentar la producción de alimentos.

El Gobierno cubano decretó la semana pasada la entrega de tierras estatales ociosas en usufructo a pequeños productores, empresas estatales y cooperativas, así como el incremento del precio de compra a los productores y la creación de instancias municipales con autonomía para regir el desarrollo agrícola.

Diouf, subrayó que es posible revertir la actual crisis mundial. “Se trata de un problema de voluntad política y de prioridad en la utilización de los recursos financieros a nivel mundial”, aseguró.

Precisó además que “sólo en 2007, el número de hambrientos aumentó en el mundo en 50 millones de personas”, cuando el objetivo es disminuir la cifra a la mitad.

http://www.telesurtv.net/noticias/secciones/nota/30401-NN/director-de-la-fao-avala-medidas-cubanas-frente-a-crisis-de-alimentos/

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Angola/Primeiro-ministro aborda cooperação com representantes de cooperativas brasileiras

Luanda, 21/05 – O primeiro-ministro angolano, Fernando da Piedade Dias dos Santos, abordou terça-feira, em Luanda, com o vice-presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Roberto Coelho da Silva, questões ligadas à cooperação económica, com primazia para o domínio agrícola.

À saída do encontro, Roberto da Silva afirmou ter manifestado o interesse no desenvolvimento de programas de formação, capacitação e treinamento de líderes e associados de cooperativas nos domínios da energia, comunicação, agro-industriais, bioenergética, entre outros de interesse económicos dos dois países.

Sublinhou haver interesse em desenvolver programas de infra-estruturas com vista a levar a energia, telecomunicações e a inclusão digital às zonas rurais.

Assistiu a audiência o presidente da Confederação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agro-pecuárias de Angola (UNACA), Paulo Uime.

O visitante entrevistou-se segunda-feira com o ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Pedro Canga, tendo os interlocutores apontado, com prioridade, a cooperação na área da agricultura.

Roberto da Silva, desde domingo em Luanda, para visita de sete dias ao país, desloca-se na quarta-feira à província da Huíla.

A UNACA e a OCB rubricaram, no ano passado, um acordo de intenções, visando, entre outros, a formação de quadros angolanos em cooperativismo, a transferência de tecnologia, aquisição de equipamento e exploração de agro-negócios. (AngolaPress)

terça-feira, 20 de maio de 2008

Angola/Cooperativas angolanas e brasileiras querem começar a produzir adubos

Luanda, Angola, 20 maio 2008 - Associações de cooperativas de Angola e do Brasil manifestaram segunda-feira em Luanda a intenção de criarem, dentro de um ano, um complexo industrial para a produção de adubos orgânicos em Angola.

A intenção foi manifestada durante uma reunião entre a direcção da Unaca - Confederação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agro Pecuárias de Angola chefiada pelo seu presidente, Paulo Uime, e uma delegação da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), encabeçada pelo vice-presidente da organização, Roberto Coelho da Silva.

Na ocasião, Roberto Coelho da Silva referiu que uma aliança na exploração de fertilizantes entre os dois organismos representará a principal parceria estratégica que o cooperativismo pode proporcionar, porquanto os adubos constituem a base da sustentabilidade da actividade dos produtores.

Em termos de custos, o responsável fez saber que os produtores gastam em média, na compra de fertilizantes, 80 por cento do custo total de produção. “Nós desejamos que com base nesta parceria no domínio do cooperativismo os agricultores invertam este quadro e produzam em condições mais adequadas”, explicou.

Paulo Uime indicou, na ocasião, que o maior potencial de fósforo de Angola encontra-se nas províncias do Zaire e de Cabinda, tendo pelo facto afirmado que seria um contributo para o sector agrícola “se as duas organizações pudessem produzir e distribuir adubos para os camponeses angolanos e brasileiros”.

Para a materialização desta intenção, o presidente da Unaca-Confederação disse que a instituição vai solicitar o apoio técnico e financeiro das autoridades governamentais.

A delegação brasileira da OCB está desde domingo e até sábado próximo em Luanda, para consolidar as relações bilaterais decorrentes do Termo de Cooperação Técnica celebrado entre as duas organizações a 24 de Abril de 2007, no Brasil.
(macauhub)

segunda-feira, 19 de maio de 2008

Brasil tenciona formar angolanos em liderança cooperativista

Luanda, 19 maio 2008 – A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) pretende a partir deste ano formar, no Brasil, quadros angolanos em liderança de cooperativas e áreas rurais, tendo em vista o desenvolvimento do cooperativismo em Angola, informou hoje (segunda-feira) o chefe de delegação brasileira, Roberto Marazi.

Em declarações à Angop, no final de uma visita a Cooperativa Agro-Pecuária Patrice Lumumba, na comuna dos Ramiros (município da Samba), em Luanda, o cooperativista brasileiro disse que a acção formativa resulta de um acordo de cooperação entre a Unaca-Confederação e a OCB.

Segundo Roberto Marazi, no quadro do acordo com a Unaca-Confederação serão formados igualmente técnicos angolanos na especialidade de plantação de variedade de produtos agrícolas, entre as quais a mandioca e a batata-doce.

“Vamos começar a trabalhar de imediato nas áreas educacional, de capacitação e transmissão de conhecimentos tecnológicos”, frisou Roberto Marazi.

O responsável brasileiro, que esteve acompanhado do presidente de direcção da Unaca-Confederação, Paulo Uime, defendeu a introdução da cadeira de cooperativismo nas escolas angolanas, por a partir daí ser mais fácil começar a ensinar aos jovens estudantes do que um adulto.

O acordo entre a Unaca-Confederação e OCB prevê a deslocação para Angola de especialistas brasileiros em cooperativismo, tendo em vista a formação líderes multiplicadores dos ensinamentos.

A delegação brasileira, chefiada pelo vice-presidente da OCB, Roberto Coelho Silva, está desde domingo, em Luanda, para trocar experiências com produtores angolanos e consolidar as relações bilaterais decorrentes do Termo de Cooperação Técnica celebrado entre as duas organizações a 24 de Abril de 2007, no Brasil.

A comitiva da OCB regressa dia 24 (sábado) deste mês ao Brasil. (AngolaPress)

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Bolivia/Gobierno proyecta crear 360 mil empleos hasta el 2010: Empresarios y COB no ven resultados

Cada año se pretende generar 90 mil empleos nuevos con una serie de políticas. Privados piden estabilidad y seguridad jurídica para contribuir en la generación de nuevos puestos de trabajo. La COB cree que hasta la fecha ese anuncio es sólo demagogia y espera ver resultados más adelante.

La Paz, 13 octubre 2007 (ABI) - En el marco de política nacional de empleos, el Gobierno proyecta la creación de 360.000 fuentes de trabajo hasta el 2010, como un beneficio para todos los hombres, mujeres y jóvenes desocupados en el país. Este ambicioso objetivo aún no es percibido por los empresarios y la Central obrera Bolivana (COB).

Según el informe proporcionado por el Ministerio de Trabajo, al menos 90.000 puestos de trabajo se crearán cada año, desde el 2007 hasta el 2010. Hasta la fecha se crearon 45.000 nuevos empleos en diferentes rubros, dijo el ministro de Trabajo Walter Delgadillo.

Estos datos fueron cuestionados, de forma separada, por el presidente de la Confederación de Empresarios Privados de Bolivia (CEPB), Roberto Mustafá y el dirigente del ente matriz de los trabajadores, Nicanor Baltazar, coincidieron por separado, que no se sientes las medidas gubernamentales en esta temática y consideran que el desempleo sigue siendo una problemática lamentable en el país.

"Estamos trabajando para generar empleos porque es uno de los objetivos centrales y básicos de nuestra institución conjuntamente con las políticas gubernamentales que es aumentar las fuentes de trabajo en nuestro país", afirmó el Ministro de Trabajo.

En ese sentido, una de las estrategias del Plan Nacional de Desarrollo (PND) comprende fomentar las relaciones económicas, políticas y culturales e incluye a los sectores vinculados con el comercio e intercambio de bienes, servicios y capitales.

La autoridad de Gobierno afirmó que hasta septiembre de este año se pudo crear 45.000 puestos de trabajo a través de la inversión pública, de los municipios, las prefecturas, el Ejecutivo, transportes y comunicaciones. Esperan llegar a la meta de los 90 mil hasta fin de año.

Tasas de desempleo

Según el informe del Instituto Nacional de Estadística (INE), en el año 2006 la tasa de desempleo llegó al 7.99 por ciento en el sector urbano y 1.19 por ciento en el sector rural. Ambos índices calculan el 9.18 por ciento de tasa de desempleo a nivel nacional.
De su parte, la responsable del Observatorio Laboral, Clara Machado, explicó que a través de nuevos proyectos laborales, se tiene el propósito de reducir el índice actual de la tasa de desempleo del 7.99 por ciento, para llegar al 4.6 por ciento cuando hasta el 2010.

"Los 90 mil empleos de cada año están en el marco del Plan Nacional de Desarrollo. Tenemos que llegar a reducir y llegar a 4.6 hasta 2010", precisó.

Según el ministro Delgadillo,varios son los rubros de empleo, en hidrocarburos, minería, transportes, comunicaciones y en el sector regional en todo el país. "Por tanto, hay sectores públicos que van a trabajar en el empleo, como también privados, comunitarios, cooperativas, en fin son muchos", agregó.

Ocupados – desocupados

Los datos del informe del INE respecto al número de empleados y desempleados en 2006, indica que el 92.1 por ciento de la tasa de empleos comprende un total de 4.550.309 personas con puestos de trabajo.

Sin embargo, un total de 243.532 personas estarían desempleadas, es decir el 7.99 de la tasa de desempleo, en el área urbana.

Machado afirmó que "el Gobierno se ha comprometido a reducir esa tasa de desempleo, con la ayuda de otros ministerios, para trabajar en forma coordinada y coadyuvar en este objetivo".

COB – trabajadores

El dirigente de la COB, Nicanor Baltazar, indicó que hasta el momento no se conocen los avances de las políticas gubernamentales para enfrentar el desempleo que deberían generar nuevos puestos de trabajo para los desocupados. Cree que las palabras del Gobierno solo son simples "demagogias".

"Por eso no hay un justificativo de avance en este tema, solamente hubo una propaganda para más empleos, sin embargo, el requerimiento del pueblo boliviano y de los trabajadores es mayor", precisó.

Baltazar dijo que la COB tiene esperanza de que ese ofrecimiento se cumple más adelante con la explotación de hierro del Mutún, las refinerías, créditos para microempresas, entre otros.

Empresarios
El titular de los privados, Roberto Mustafá, afirmó que el índice de la tasa de desempleo en el país supera el 9.18 por ciento, tomando en cuenta el sub-empleo que significa comerciantes informales que tienen un capital ínfimo que no pasan de 100 bolivianos.

"Cuando vemos algunas personas que están en las ferias vendiendo pequeñas cantidades de mercadería, que no alcanzan siquiera 100 bolivianos de su mercadería, entonces eso es sub-empleo, conocido como desempleo", explicó el empresario.
"El Gobierno tiene que tomar en cuenta del sub-empleo, tiene que observar en los mercados donde se ven mujeres de pollera que en su mercadería tienen pequeñas cantidades de verdura, locotos y tomates para vender, y eso no puede ser empleo", acotó.
Según el empresario, el Gobierno debería generar estabilidad y seguridad jurídica, con el fin de contribuir a la generación de fuentes de trabajo.

"Nosotros los empresarios, vamos estar exportando y vamos estar produciendo más fuentes de empleo, pero que el Estado se ocupe de lo primero la estabilidad y seguridad jurídica", precisó.


http://www.abi.bo/index.php?i=noticias_texto_paleta&j=20071014161911&PHPSESSID=6fcaa2d1c7e5e5b71779a0359ebc5c3e