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quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Bolivia/El mayor avance de los derechos laborales en una década

8 septiembre 2016, Rebelión http://www.rebelion.org (Mexico)


Cuando anochecía en Panduro el jueves 25 de agosto el aire seguía oliendo a gas, dinamita y muerte. Ya se sabía del espantoso asesinato del viceministro Rodolfo Illanes y en pocas horas el enorme movimiento de miles de cooperativistas quedó disipado, no por la fuerza coercitiva del Estado, sino por el repudio generalizado del pueblo.

Los bloqueos de caminos organizados por la Federación Nacional de Cooperativas Mineras (Fencomin) configuraron una acción violenta en un contexto de caída de los precios internacionales de los minerales. Sectores patronales que han acumulado el poder económico dentro de las cooperativas, querían mantener su tasa de ganancia logrando por la fuerza tres cosas: 1) Más subvenciones y financiamientos estatales destinados a su sector, 2) Preservar dentro de las cooperativas las formas flexibilizadas de explotación de la fuerza de trabajo, 3) El reconocimiento de facto de contratos entre los patrones cooperativistas con empresas mineras nacionales y transnacionales extranjeras.

Tales objetivos

terça-feira, 16 de julho de 2013

Brasil/Técnicos do ProSavana analisam em Brasília novas informações sobre programa em Moçambique



15 julho 2013, Radio Moçambique http://www.rm.co.mz

As informações recolhidas em Moçambique relativamente ao programa de desenvolvimento agrícola Prosavana vão ser analisadas num encontro em Brasília, no final de Julho corrente, anunciou o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Cena) do Brasil.

Procurando delinear “novas formas de cooperação” para o programa tripartido que envolve Moçambique, o Brasil e o Japão,

quarta-feira, 21 de maio de 2008

Angola/Primeiro-ministro aborda cooperação com representantes de cooperativas brasileiras

Luanda, 21/05 – O primeiro-ministro angolano, Fernando da Piedade Dias dos Santos, abordou terça-feira, em Luanda, com o vice-presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Roberto Coelho da Silva, questões ligadas à cooperação económica, com primazia para o domínio agrícola.

À saída do encontro, Roberto da Silva afirmou ter manifestado o interesse no desenvolvimento de programas de formação, capacitação e treinamento de líderes e associados de cooperativas nos domínios da energia, comunicação, agro-industriais, bioenergética, entre outros de interesse económicos dos dois países.

Sublinhou haver interesse em desenvolver programas de infra-estruturas com vista a levar a energia, telecomunicações e a inclusão digital às zonas rurais.

Assistiu a audiência o presidente da Confederação das Associações de Camponeses e Cooperativas Agro-pecuárias de Angola (UNACA), Paulo Uime.

O visitante entrevistou-se segunda-feira com o ministro da Agricultura e do Desenvolvimento Rural, Pedro Canga, tendo os interlocutores apontado, com prioridade, a cooperação na área da agricultura.

Roberto da Silva, desde domingo em Luanda, para visita de sete dias ao país, desloca-se na quarta-feira à província da Huíla.

A UNACA e a OCB rubricaram, no ano passado, um acordo de intenções, visando, entre outros, a formação de quadros angolanos em cooperativismo, a transferência de tecnologia, aquisição de equipamento e exploração de agro-negócios. (AngolaPress)

quinta-feira, 4 de outubro de 2007

América Latina/Fondo deberá dar acceso al suelo y titulación de posee

Agência Adital/3 octubre 2007

Más de mil millones de personas en todo el planeta no tienen techo para vivir, o habitan en viviendas mal alojadas. En Santo Domingo (República Dominicana), empieza hoy (03) y va hasta mañana, el Taller Desalojos, Fondos Populares de Viviendas y Cooperativismo de Propiedad Colectiva para dar a conocer los avances en la creación de un Fondo Popular por la Vivienda y la Tierra que permitan disminuir este problema en Perú y Republica Dominicana.
Pedro Franco, coordinador de la Campaña Cero Desalojos dijo esperar "que este evento contribuya a la definición de políticas sociales y un marco legal de seguridad en materia de vivienda y tierra, ya que solo en Santo Domingo unos dos millones de personas viven en inseguridad y sufren desalojos por carecer de títulos de los terrenos donde viven".

El Fondo, que es parte de las Jornadas Mundiales Cero Desalojos 2007, dará acceso al suelo y la titulación a millones de personas que viven en la inseguridad y sufren desalojos. Todos los años, en el primer lunes de octubre, el mundo celebra el Día Mundial del Hábitat, con el intento de despertar las autoridades hacia esto problema, que afecta en cerca de 70% a las mujeres y entre 30 y 70 millones de niños que viven en las calles.

De los afectados por las malas condiciones, 1700 millones de personas carecen de acceso al agua potable, 3300 millones carecen de servicios sanitarios. Ya los refugiados son cientos de millones, que no pueden retornar a sus hogares debido a guerras y limpiezas étnicas; han sido desalojados como resultado de ocupación extranjera (Palestina, Kurdistán, Tibet, etc.) o que han dejado su lugar a raíz a causa de mega proyectos económicos.

El problema se concentra en el hemisferio sur empobrecido por la deuda externa que, a menudo, impide el pago de la deuda social, en los países en transición hacia economías de mercado, pero también en países industrializados donde el déficit habitacional golpea a las clases pobres, particularmente los inmigrantes.

Participarán del evento los movimientos sociales urbanos que luchan por el derecho a la vivienda, la tierra y por la erradicación en el mundo de los desalojos forzosos de los habitantes de barrios, favelas, colonias y comunidades. Además de expertos en el tema como: Paul Maquet, Esther Álvarez y Carlos Escalante, del Instituto Urbano CENCA de Peru; Andrés Antillano, de los Comités de Tierra Urbana de Venezuela; el uruguayo Gustavo González, responsable del Centro Cooperativo Sueco en Centroamérica.


Deuda externa cambiada por vivienda

La Alianza Internacional de Habitantes (AIH) está promoviendo la constitución de los "Fondos Populares por Tierra y Vivienda" financiados por la cancelación de la deuda externa. Un logró de esto proyecto fue la cancelación total de la "deuda" de Kenya con Italia y el destino de gran parte de los 44 millones de euros por la recuperación del chabolismo de la favela de Korogocho.

Ahora la entidad se une a las demás manifestaciones sociales en la Semana de Acción Global contra la Deuda y las IFIs del 14 al 21 de octubre 2007, pues está convencida da necesidad de reforzar la alianza con el movimiento anti - deuda y los movimientos sociales que luchan por los derechos humanos y la construcción de otro mundo posible.

http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=ES&cod=29853

terça-feira, 2 de outubro de 2007

Moçambique/Governo aprova estratégia de desenvolvimento rural -- ministro Aiuba Cuereneia

As políticas e instrumentos de planeamento, programas sectoriais e intersectorias e a afectação de recursos públicos para as zonas rurais vão ser harmonizadas, tendo em conta a nova visão do Governo, que definiu o distrito como sendo o pólo de desenvolvimento. O Ministro do Plano e Desensolvimento, Aiuba Cuereneia, disse, a propósito, que o Governo aprovou no passado dia 11 de Setembro a Estratégia de Desenvolvimento Rural.

Maputo, 2 outubro 2007 - Aiuba Cuereneia fez este pronunciamento semana passada, durante a cerimónia de abertura do seminário sobre o desenvolvimento económico local e o papel das respectivas agências em Moçambique, organizado pelo seu sector na Beira e que tinha como objectivo estabelecer e consolidar os diferentes instrumentos que asseguram o fortalecimento das estratégias afins.

A fonte destacou na ocasião que as Agências de Desenvolvimento Económico Local (ADEL’s) são um eixo fundamental de operacionalização da Estratégia de Desenvolvimento Rural, tendo assegurado que cabe a estas instituições liderar os processos com vista à identificação, promoção e divulgação das potencialidades económicas e sociais dos distritos.

“Cabe às Agências de Desenvolvimento Económico Local, em particular, liderar a promoção e dinamizar a diversificação das actividades económicas, tendo sempre em vista a inovação tecnológica como factor relevante para o desenvolvimento. O estímulo à participação das comunidades locais na gestão de iniciativas também locais e no uso rentável e sustentável dos recursos naturais cabe, de igual modo, às ADEL's”, referiu.

Aquele governante disse, igualmente, ser responsabilidade das ADEL’s a prestação de assistência técnica e financeira para a criação e fortalecimento das micro, pequenas e médias empresas, bem como a promoção do associativismo e cooperativismo para o desenvolvimento económico das comunidades.

A promoção de acções de formação profissional, emprego e fomento do espírito empreendedor a nível dos distritos, tal como o fomento de equidade de género, preservação do meio ambiente e acções de combate ao HIV/SIDA e outras doenças endémicas são outras responsabilidades patentes na estratégia em alusão, para cuja implementação o Executivo conta, fundamentalmente, com o apoio das Agências de Desenvolvimento Económico Local.

Para o efeito, segundo aquele dirigente, serão criadas, em menos de um ano, Agências de Desenvolvimento Económico Local em todas as capitais provinciais. A fonte revelou que até aqui apenas seis províncias é que contam com representações de ADEL’s.

Posteriormente, segundo a fonte, serão criadas ADEL’s em todos os 128 distritos do país, como forma de cumprir com êxito o programa do Executivo nacional que definiu recentemente o distrito como sendo o pólo de desenvolvimento, daí a necessidade de se criar mais e melhores atractivos para, entre outras coisas, estimular a participação dos jovens e profissionais superiores. (Notícias/Eduardo Sixpence)