24 outubro 2016, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)
Tatiana Carlotti
Frente
ao avanço do estado de exceção, entidades e movimentos populares promoveram um
ato em defesa do direito de expressão e contra a criminalização dos movimentos
sociais e a escalada de violência policial em curso no país.
Eles se reuniram na última sexta-feira (21.10.2016), no Sindicato dos Engenheiros, em São Paulo, no evento organizado pela Frente Brasil Popular (FBP), Fórum 21 e outras entidades.
Anivaldo Padilha (Fórum 21) deu início aos trabalhos, qualificando o golpe de Estado, em curso no país, como “um golpe contra a classe trabalhadora, os pobres, antinacional, contra a nação brasileira e totalmente entreguista”.
Destacando que o estado democrático de direito “nunca valeu para a população pobre, negra e da periferia, que sempre viveu sob o estado policial”, Padilha denunciou: “o que está em curso, atualmente, é a extensão deste estado policial a todo o conjunto da sociedade”.
Raimundo Bonfim (FBP e Central de Movimentos Populares), por sua vez,
