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quinta-feira, 10 de novembro de 2016

LA LUCHA DE ECUADOR CONTRA LA IMPUNIDAD DE CHEVRON

6 noviembre 2016, Investig´Action http://www.investigaction.net (Belgique)

Alex Anfruns

Por haber causado daños medioambientales y humanos durante décadas, Chevron fue condenada por el Tribunal de Sucumbíos en Ecuador a pagar más de 9,5 billones de dólares a las víctimas de la Asociación de Afectados por Texaco-Chevron. Pero Chevron no sólo logró escaparse de la justicia. Por si fuera poco, también puso en marcha un juicio contra el estado ecuatoriano con la ayuda de un tribunal de arbitraje dependiente del Banco Mundial. Fue así como en julio de 2016 Chevron obtuvo una indemnización de 112 millones de dólares a cuenta de Ecuador. Histórico luchador en el juicio de los pueblos amazónicos contra Chevron, el abogado Pablo Fajardo nos alerta sobre la inexistencia de herramientas capaces de someter las empresas transnacionales a la justicia. También apoya la idea de un “tratado vinculante”, una iniciativa de un grupo de trabajo de Naciones Unidas para detener la impunidad. “El corazón de nuestro caso no tiene que ver con reparaciones económicas. Es el daño ambiental, son los pueblos indígenas”.

La maldición del oro negro
Tras los ciclos de monoexportación del banano y el cacao en la primera mitad del siglo XX, desde los años 70 la economía de Ecuador ha dependido esencialmente de la extracción y venta del petróleo. La

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Brasil/PETROBRAS: UM FILME A SER REVISTO

2 janeiro 2014, Carta Maior http://cartamaior.com.br (Brasil)

Flávio Aguiar

“A única maneira de impedir que tudo seja revirado é considerar o terceiro mundo como [um mundo] de seres humanos, não de seres inferiores”. Enrico Mattei.

Quanto a Petrobras, há um filme para ser visto. Chama-se 'O caso Mattei', de 1972. É dirigido por Francesco Rosi, e tem Gian Maria Volonté no papel título.

O Financial Times publicou recentemente um artigo onde se afirma que, dentre as companhias petrolíferas do mundo, a Petrobrás arrisca tornar-se uma “pária”, diante das acusações de corrupção interna e externa. Processada por um fundo abutre nos Estados Unidos, a Petrobrás passa por um momento em que, além das investigações (adequadas), enfrenta ataques demolidores no plano nacional e internacional.

O artigo do FT, além de noticiar as investigações, ressoa também o desejo (“wishful thinking”) de que a estatal brasileira venha a ser isolada, quebrando-lhe a espinha, e de quebra a espinha do governo brasileiro e do próprio Brasil, incômodo besouro que não deveria voar segundo as leis da ortodoxia econômica, mas que no entanto avoa, passando, apesar das dificuldades, por uma fase melhor do que a maioria dos países europeus, envoltos em crises de identidade, de empobrecimento galopante, de ascensão da extrema-direita e de perda de prestígio.  Os ataques vão continuar e recrudescer, sobretudo desde que a ortodoxia europeia entrou em indisfarçável pânico diante da possibilidade de que