O acordo alcançado entre os representantes do Presidente Joseph Kabila e delegados da oposição foi
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terça-feira, 25 de outubro de 2016
Angola/CAPITAL DA DIPLOMACIA
O acordo alcançado entre os representantes do Presidente Joseph Kabila e delegados da oposição foi
quarta-feira, 10 de agosto de 2016
Brasil/PORQUE TANTO ÓDIO DE MORO À ODEBRECHT?
Quando os Estados Unidos covardemente invadiu o Iraque, matando mais de 100 000 civis e destruindo o país, justificando-se nas calúnias de que Sadhan Houssein estava fabricando armas atômicas, químicas e biológicas (não encontraram sequer indícios disso) a Odebrecht era praticamente empreiteira única no Iraque, construindo gasodutos, refinarias de petróleo, estradas, conjuntos habitacionais… Dando emprego
sexta-feira, 17 de junho de 2016
BRICS, БРИКС/LISTA DE MATAR: ESMAGAR O "B" DE BRICS
Comecemos pelo kafkiano tumulto interno. O golpe de Estado contra a presidenta Dilma Rousseff continua a ser tragicomédia político-midiática que parece recomeçar todos os dias. Também é caso de guerra de informação convertida em ferramenta estratégica para maior controle político.
Uma sucessão impressionante de vazamentos de áudios revelou que setores chaves dos militares brasileiros e seletos juízes da Suprema Corte legitimaram o golpe contra uma presidenta que sempre cuidou de proteger a investigação de corrupção chamada "Car Wash", que já dura dois anos. Até a mídia-empresa ocidental dominante teve de admitir que Dilma, que nada roubou, está sendo impedida e derrubada por uma gangue de ladrões. A agenda deles: fazer parar a investigação "Car Wash", que eventualmente pode vir a jogar muitos deles na cadeia.
Os vazamentos também revelaram a carnificina que ruge entre as elites brasileiras comprador -- periférica e central. Essencialmente, as elites periféricas foram usadas como moleques de recados no Congresso, para fazer o trabalho sujo. Mas agora podem estar a ponto de se tornarem assaltantes de estrada -- junto com o 'governo' ilegítimo, impopular, interino de Michel Temer, liderado por uma gangue de políticos corruptos até
segunda-feira, 6 de junho de 2016
A VIOLÊNCIA DO GOLPE "BRANDO" NO BRASIL
terça-feira, 1 de dezembro de 2015
LOS PROTEGIDOS DE WASHINGTON
sábado, 6 de junho de 2015
BRICS, БРИКС/RÚSSIA: SOBERANIA, SEDIÇÃO E AS VELHAS E DETESTÁVEIS ONGS
Dia 23 de maio de 2015, o presidente Vladimir Putin da Rússia sancionou nova lei, proposta pelo Parlamento, que dá aos Procuradores de Justiça o direito de declarar “indesejáveis” na Rússia, e mandar fechá-las, organizações estrangeiras e internacionais que se intrometam na política russa. Como se podia prever, a porta-voz do Departamento de Estado dos EUA, Marie Harf, disse que os EUA estariam “profundamente perturbados” ante a nova lei, a qual, na opinião dela, seria “mais um exemplo dos ataques crescentes do governo russo contra vozes independentes, para isolar o povo russo, do resto do mundo”.
quarta-feira, 20 de maio de 2015
BRICS, БРИКС/E SE PUTIN ESTIVER DIZENDO A VERDADE?
Putin disse sem meias palavras que, pela avaliação dele, o ocidente só se daria por satisfeito se encontrasse uma Rússia fraca, sofrendo e implorando misericórdia ao oeste, o que, bem evidentemente, o país não está disposto a fazer. Adiante, pouco depois, o presidente russo disse, pela primeira vez publicamente, algo de que a inteligência russa já sabia há quase duas décadas mas mantivera em silêncio até agora, talvez com esperanças de uma era de relações mais normais entre Rússia e EUA.
Putin disse que o terror na Chechênia e no Cáucaso russo no início dos anos 1990s foi ativamente apoiado pela CIA e pelos serviços ocidentais de inteligência, deliberadamente para enfraquecer a Rússia. Disse que os serviços de inteligência do Gabinete de Relações Internacionais da Rússia encontraram provas do papel clandestino
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015
Venezuela/ATAQUE AÉREO A TELESUR
domingo, 11 de janeiro de 2015
PARA SE ENTENDER O TERRISMO CONTRA O CHARLIE HEBBO DE PARIS
segunda-feira, 1 de setembro de 2014
Brasil/SOROS: SOMBRA MALÍGNA NA ELEIÇÃO BRASILEIRA
sábado, 3 de maio de 2014
Entrevistade John Catalinotto* ao Algeriepatriotique: O TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL É UMA FERRAMENTA UTILIZADA CONTRA OS PAÍSES FRACOS
John Catalinotto: Trabalhava para uma empresa de seguros de saúde na torre n.o1 do World Trade Center. Felizmente tinha o hábito de chegar tarde ao trabalho. Nesse dia, estava ainda em casa quando o primeiro avião embateu. Liguei para o escritório e como ninguém respondeu, permaneci em casa. Alguns minutos mais tarde, soube que um segundo avião tinha embatido na torre n.o2. Vi imediatamente que a administração Bush ia utilizar esse acontecimento como pretexto para iniciar a guerra, fosse quem fosse o autor desses atentados. Nunca acreditei na versão oficial. Aqui, a classe dirigente mente a propósito de tudo o que é importante. Mas não creio que a administração tenha organizado e executado o ataque do 11 de Setembro. Uma conspiração dessa envergadura tão vasta requer unidade, lealdade, espírito de decisão e audácia tão completos, de dezenas até de centenas de pessoas, que era impossível. Mas se «trabalho interno» significar simplesmente que alguém dentro da CIA, deliberadamente omitiu um relatório do FBI anunciando que alguns terroristas poderiam ir sequestrar um avião, fica mais fácil de acreditar. Posso entender porque muitas pessoas estão convencidas de que se tratou de um «trabalho interno». O ataque do 11 de Setembro permitiu à administração Bush partir para a guerra no Afeganistão e no Iraque. É semelhante ao ataque de japonês de Pearl Harbour em 1941, que permitiu à administração Roosevelt entrar na Segunda Guerra mundial com um apoio total. O «síndrome do Vietname» tinha praticamente eliminado o patriotismo, o 11 de Setembro trouxe-o de volta.
A Administração Bush partiu para a guerra no Afeganistão e no Iraque, acha que já era um programa preparado com antecedência?
O Pentágono planifica todo o tipo de guerras em todo o mundo com antecedência. No que diz respeito ao Iraque, claro que houve uma conspiração. O imperialismo americano queria os recursos energéticos iraquianos. Muitas pessoas e empresas americanas esperavam enriquecer com a pilhagem do Iraque. Os neoconservadores da Administração Bush reuniram-se na semana do 11 de Setembro e combinaram a guerra contra o Iraque, embora sabendo que este nada tinha a ver com o atentado do 11 de Setembro.
segunda-feira, 10 de março de 2014
A 'FUGA PARA ADIANTE': E EUA SE AUTODERROTAM NA UCRÂNIA
http://vineyardsaker.blogspot.com.br/2014/03/the-self-defeating-fuite-en-avant-of-us.html
Os últimos dias viram impressionante aceleração nos desenvolvimentos, que criou situação totalmente nova. Em termos simples e claros, ocorreram os três seguintes importantes eventos:
1) Em Kiev, uma insurreição armada derrubou presidente eleito e substituiu-o por um regime revolucionário.
2) A Crimeia rompeu completamente com o resto da Ucrânia.
3) Uma insurreição contrarrevolucionária começou no leste da Ucrânia.
A situação no leste da Ucrânia é complexa, e não quero tratar disso nesse momento. Aqui, me proponho a re-fixar alguns fatos bem sabidos, organizá-los e fazer um exercício básico de "contrastar e comparar" os dois regimes/entidades bem claramente definidos que passaram a formar a Ucrânia: o regime revolucionário em Kiev (daqui em diante, a fórmula abreviada RRKiev); e o regime secessionista na Crimeia (daqui em diante, a fórmula abreviada RSCrimeia).
Acho que esse exercício nos permitirá apreciar as decisões tomadas pelos diferentes governos, de apoiar um lado ou o outro, e nos fornecerá, espero, itens para discussão útil. Por fim, repito que só considerarei fatos bem sabidos e tentarei não fazer nenhuma afirmação excessivamente carregada de minhas opiniões pessoais, o que deixarei para a conclusão.
Comparemos, então o RRKiev e o RSCrimeia, por um conjunto básico de critérios.
1) Bases legais do regime:
RRKiev: chegou ao poder mediante derrubada violenta do último presidente legalmente eleito. Em seguida, um autodesignado grupo de ativistas políticos distribuiu entre eles os principais cargos do governo e foi à praça Maidan para obter a aprovação da multidão ali reunida. Alguns nomes parecem ter sido aprovados, outros foram vaiados, mas todos foram declarados aprovados. Não se sabe quantas pessoas havia naquele momento na praça Maidan, nem se alguém tem qualquer informação sobre quem estava ali.
RSCrimeia: chegou ao poder depois de declarar pacificamente que as autoridades locais assumiriam temporariamente todas as funções locais da autoridade federal que, naquele momento, já havia sido derrubada pelo RRKiev. Em algumas cidades, os ex-prefeitos nomeados pelo regime de Yanukovich foram substituídos por locais, também eleitos por aclamação de massas nas praças.
2) Legalidade das respectivas decisões:
quarta-feira, 5 de março de 2014
OS ESTADOS UNIDOS CONTRA O MUNDO
Os Estados Unidos não intervêm
apenas no seu próprio quintal, mas também do outro lado mundo, na Ucrânia.
Durante a Guerra Fria, nos disseram que o comunismo aumentou sua influência como em um efeito dominó, derrubando nações uma por uma e as empurrando para as órbitas de Moscou ou Pequim. No século 21 há uma nova teoria, que coloca todas as partes do mundo na mira dos EUA.
Barack Obama teve sucesso ao expandir a influência yankee de um jeito que George W. Bush e Dick Cheney apenas sonharam. O projeto neo-conservador para um novo século americano se consolidou sob o governo de um presidente democrático, que agora tem muitas cartas na manga. Ele e o resto dos líderos do OTAN (Organização do Tratado do Atlântico Norte) começaram seu rastro de destruição com a Líbia, dilacerando o país em dois sob o pretexto de
sexta-feira, 30 de agosto de 2013
NA PRESSA PARA ATACAR A SÍRIA, EUA TENTA IMPEDIR QUE A ONU INVESTIGUE
sexta-feira, 18 de março de 2011
Brasil/Sob pressão, Obama transfere discurso para local fechado
18 março 2011/Vermelho http://www.vermelho.org.br
A Cinelândia não será mais o palco do indesejado discurso que o presidente norte-americano, Barack Obama, pretende fazer no domingo (29), durante sua visita ao Brasil. Alvo de protestos dos movimentos sociais, de partidos políticos e de inúmeras lideranças, o pronunciamento será transferido para um local fechado, provavelmente o Theatro Municipal do Rio de Janeiro — que também fica na região central da cidade.
Apesar da mudança, a agenda de manifestações contra Obama está confirmada e foi decisiva para o recuo. Os americanos chegaram a exigir a presença de seus atiradores de elite na Cinelândia — o que irritou até o Itamaraty.
Segundo o jornalista Kennedy Alencar, da Folha.com, a própria presidente Dilma Rousseff “ficou contrariada com a decisão do colega americano de discursar no Rio de Janeiro”. Segundo ele, “cresceu nos últimos dias a tensão entre os diplomatas brasileiros e americanos a respeito da organização da viagem, sobretudo em relação ao discurso no Rio”.
“Já faz algumas semanas que o Palácio do Planalto vem tentando dissuadir a Casa Branca. Primeiro, auxiliares da presidente manifestaram dúvida em relação ao êxito de público do comício de Obama numa praça pública. Depois, alegaram que haveria dificuldade para garantir toda a segurança necessária ao homem mais poderoso do mundo. Por fim, foi revelado aos americanos que Dilma achava estranha a ideia. Reservadamente, um ministro chegou a dizer que equivaleria a um discurso da brasileira na Times Square de Nova York”, escreve Kennedy.
Militares do Exército ocupam desde o início desta manhã pontos estratégicos do centro do Rio, como parte do esquema de segurança para a vista de Obama. Soldados da Brigada de Infantaria Paraquedista estão localizados, por exemplo, em pontos das avenidas Presidente Vargas e Rio Branco.
Um veículo blindado militar está posicionado na Avenida Rio Branco, a principal do centro do Rio, próximo à Biblioteca Nacional, em frente à Cinelândia. Homens do Exército também fazem parte do esquema de segurança, ao lado de policiais federais, estaduais e agentes do Serviço Secreto da Casa Branca. Em Brasília, o esquema de segurança ganhou o reforço do Corpos de Bombeiros e da Polícia Militar.
No Rio, antes de fazer o discurso, Obama deverá visitar o Cristo Redentor junto à mulher, Michelle, e às filhas Malia, de 10 anos, e Sasha, de 7. Devido a esse esquema de segurança paranoico, eles encontrarão um Cristo completamente isolado, sem turistas e funcionários. Devido ao bloqueio do monumento, até equipes de limpeza e ascensoristas foram dispensados — o que obrigará a própria equipe do presidente a operar os elevadores que dão acesso ao pé da estátua.
A Arquidiocese do Rio, que administra o santuário do Cristo Redentor, passará o controle do espaço à equipe de Obama no fim da noite de sábado. Os seguranças terão liberdade para realizar o reconhecimento da área, varreduras e ações de patrulhamento antes da chegada da família do presidente. A família Obama também pretende ir, ainda, à Cidade de Deus, na zona oeste.
Manifestações
Apesar do apoio do governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ), a presença de Obama não sensibilizou as forças progressistas. Segundo as entidades — que lançaram o manifesto “Obama é persona non grata no país” —, a visita faz parte de um conjunto de estratégias de Washington para tentar reverter o cenário de crise vivido pelos Estados Unidos hoje.
Os protestos terão três eixos — ou palavras-de-ordem: “Obama: são muitas guerras para quem fala em paz!”, “Obama, go home!” e “Obama, tire as mão do nosso pré-sal!”. Nesta sexta (18), às 16 horas, será realizada uma passeata da Candelária à Cinelândia.
Já no domingo (20), as entidades organizam ações diversificadas durante o pronunciamento de Obama. As manifestações acontecerão em diversos pontos da cidade e deverão utilizar humor e sarcasmo para expressar seu repúdio e indignação. (Da Redação, com agências)
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Brasil/POLÍTICA DE OBAMA É A MESMA DE BUSH
Doutor em ciência política pela USP e autor de mais de 20 livros, muitos tratando de Brasil e Estados Unidos, o professor Luiz Alberto Moniz Bandeira, 75, fala sobre a visita de Obama. (EL)
18 março 2011/Vermelho http://www.vermelho.org.br
Folha: O que buscam os EUA com essa visita?
Luiz Alberto Moniz Bandeira: O maior interesse dos Estados Unidos, no momento, é abrir mercados para as suas exportações e garantir seu abastecimento energético, do qual é absolutamente dependente. E o Brasil não só apresenta um grande potencial de crescimento como também deverá se tornar uma das maiores fontes de petróleo com a exploração do pré-sal. Com a instabilidade no Oriente Médio, a possibilidade de que o Brasil possa suprir suas necessidades é fundamental para os EUA.
Folha: Quais devem ser os principais temas?
MB: Obama tentará convencer Dilma de que a moeda desvalorizada da China é maior problema para o Brasil do que para os EUA. Entretanto, em 2010, a China conseguiu um superavit comercial de US$ 181 bilhões com os EUA. Ao contrário do que ocorreu com o Brasil, um deficit de cerca de US$ 7 bilhões. A verdade é que os EUA, para aumentar a competitividade de suas exportações, tratam de desvalorizar o dólar. Obama alimenta a pretensão de alinhar o Brasil com os EUA, mas é difícil consegui-lo. A China provavelmente já é o maior investidor estrangeiro no Brasil.
Folha: A relação comercial com os EUA pode mudar?
MB: Não creio. Devido aos imensos déficits comercial e fiscal e a uma dívida pública que ultrapassa US$ 14 trilhões -virtualmente igual ao seu PIB- o interesse dos EUA não é importar, mas exportar. Precisa reduzir seu deficit comercial, aumentando exportações para também conter a alta de desemprego.
Folha: No Brasil o antiamericanismo é maior ou menor ao do passado?
MB: É necessário entender que a defesa dos interesses nacionais não significa antiamericanismo. O Brasil e os EUA têm contradições de interesses, assim como convergências. As relações entre os dois países nem sempre foram suaves, como geralmente se supõe. No século 19, o Brasil suspendeu três vezes (1827, 1847 e 1869) suas relações diplomáticas com os EUA, apesar de destinar para lá, desde 1848, a maior parte de suas exportações (café). O relacionamento só melhorou a partir de 1870, quando o Brasil se tornou extremamente dependente das exportações de café para lá.
Folha: Como o sr. avalia a situação econômica e política dos EUA?
MB: A situação econômica e financeira dos EUA é muito ruim e dificilmente Obama poderá superá-la. É similar à da Grécia e de alguns outros Estados na União Europeia. Os EUA têm a maior dívida externa líquida do mundo. A vantagem deles consiste no fato de que o dólar é ainda a moeda fiduciária, a moeda internacional de reserva.
Folha: O sr. concorda com a avaliação de que Obama cedeu aos interesses do mercado financeiro? Em que ele se diferencia de Bush?
MB: Ele cedeu a todos, ao mercado financeiro, aos neoconservadores, que continuam a dominar a máquina do Estado americano, ao complexo industrial-militar etc. A secretária Hillary Clinton a ele se sobrepõe na política exterior. Até agora Obama quase nada cumpriu do que prometeu. Sua política, na essência, é a mesma da que realizou George W. Bush. A diferença está no estilo e na tonalidade. Ambos defendem interesses imperiais dos EUA. (Fonte: Folha de S.Paulo)
sexta-feira, 18 de junho de 2010
LA GUERRA SECRETA CONTRA BOLIVIA
Fortunato Esquivel
A principios de este mes, el presidente Evo Morales, volvió a denunciar a la Agencia para el Desarrollo Internacional de Estados Unidos (USAID) y tras acusarla de infiltrarse en los movimientos sociales, para provocar conflictos al gobierno tendentes a su desestabilización, advirtió sobre su expulsión de persistir en esos afanes.
Tarea imposible para Morales. USAID jamás se moderará. Esta es una entidad, parte del dominio que ejerce el imperialismo norteamericano en América Latina, Africa y Asia. Es engranaje de una elaborada estrategia del capital monopólico destinado a cooperar en el incremento de los intereses del imperio.
Esta maquinaria fue montada después de la segunda guerra mundial y está constituida por USAID, Alianza para el Progreso (CIAP), sustituida luego por la Fundación Interamericana (IAF), el Banco de Importaciones y Exportaciones (Eximbank), Banco Interamericano de Desarrollo (BID), Fondo Monetario Internacional (FMI), Banco Internacional de Reconstrucción y Fomento o Banco Mundial (BM), Organización para el Fomento de Inversiones en América Latina (Adela) y sus otros brazos financieros.
USAID inició actividades bajo el gobierno de Harry S. Truman en 1946 y desde entonces ha distribuido más de 200 mil millones de dólares en “ayudas” militares y económicas a los países donde ejerce su dominio en protección de sus intereses. ¿Cuánto le debe Bolivia a este organismo?, es un dato que se debe conocer.
USAID, utiliza por lo menos cuatro tipos de programas y ellos son: Préstamos para el Desarrollo, Programas de Ayuda Técnica, Fondos para Emergencias y el Programa de Apoyo Militar-Político. Este último es parte de un vasto aparato de espionaje e intervención estadounidense.
El Programa de Apoyo Militar-Político es la razón de su existencia, pues está destinado a frenar y destruir los movimientos revolucionarios en América Latina y para ello tiene elaborado un manual represivo confidencial, que en Bolivia fue revelado por el desaparecido periódico “Hoy” en su edición del 23 de noviembre de 1978.
USAID actúa de manera directa entre la agencia y el gobierno del país donde actúa y de manera indirecta a través de las empresas monopólicas, siguiendo objetivos económico-políticos prefijados. Este organismo, dispone de dinero para los inversores yanquis. Incluso invierte directamente para lograr influencia.
El pedido de moderación que hizo el presidente Morales, no será cumplido nunca, porque USAID fue organizada para eso, para conspirar y derrocar gobiernos revolucionarios y ahora tendrá más ayuda pues el Presidente Barak Obama, acaba de aprobar nuevos programas de “guerra secreta” y “operaciones especiales” a nivel mundial. Bolivia y Venezuela se encuentran en la mira.
Obama peor que Bush
Una investigación publicada por el periódico Washington Post, señala que Barak Obama acaba de autorizar la expansión de la guerra secreta contra grupos radicales, incrementando el presupuesto necesario.
De acuerdo al Post, las operaciones especiales se realizan en 75 países con el concurso de 13 mil efectivos militares y civiles, expertos en operaciones de inteligencia, guerra psicológica, asesinato selectivo, misiones de entrenamiento, acciones clandestinas y otros.
La periodista venezolano-estadounidense, Eva Golinger, señala en uno de sus recientes artículos que el investigador Jeremy Scahill, descubrió que la administración de Barak Obama envió equipos élites de fuerzas especiales, bajo el Comando de Operaciones Especiales Conjuntas a Irán, Georgia, Ucrania, pero también a Bolivia, Paraguay, Ecuador y Perú.
El canciller Choquehuanca, negocia la reapertura de relaciones diplomáticas con Estados Unidos, pero como se puede comprobar, ni el gobierno de Obama ni USAID cambiarán sus políticas. En esas condiciones, ¿no sería mejor, postergar una embajada de Estados Unidos en Bolivia?
Planes norteamericanos para desestabilizar gobiernos, existen en numerosos lugares. Están preparados y Washington sólo espera el momento para activarlos. El artículo de Golinger, hace referencia a un alto militar del Pentágono, quien afirmó que Obama está permitiendo muchas acciones, estrategias y operaciones que no fueron autorizadas durante George W. Bush.
Más plata para desestabilizar
Habrá dinero de sobra para conspirar y financiar a organismos como “La Torre” en nuestro país que hace dos años, casi tumban a Morales con un alzamiento gamonal que por entonces se denominó el “golpe cívico-prefectural”, coordinado por el entonces embajador Philip Goldberg, expulsado oportunamente.
Obama, acaba de solicitar un aumento de 5,7% destinado al presupuesto para Operaciones Especiales del año 2011. Pidió $us. 6.3 mil millones de dólares, además $us. 3.5 mil millones adicionales, para operaciones clandestinas de contingencia. Para 2011, el total del presupuesto de defensa llega a $us. 872 mil millones de dólares, con $us 75 mil millones sólo para la comunidad de inteligencia. Dinero hay de sobra.
Al comenzar el año 2009, el Presidente Obama firmó la “Doctrina de Guerra Irregular”, priorizándola sobre la guerra convencional. En ésta, el campo de batalla no tiene límites, pues las tácticas y estrategias son no tradicionales. La subversión, el uso de fuerzas especiales para operaciones clandestinas, son las principales técnicas para desestabilizar al adversario “desde dentro”.
Para llevar a cabo estas tareas, agencias como USAID, la National Endowment for Democracy (NED) y Freedom House, servirán para canalizar dineros a los actores que se promueven desde Washington. La “sociedad civil” y los movimientos sociales son penetrados en los países donde se supone que los intereses imperiales pueden ser afectados.
Golinger, dice en su artículo, que una fuente de las fuerzas especiales norteamericanas comentó: “Ya no tenemos que trabajar desde las embajadas, ni tenemos que coordinar con el Departamento de Estado. Podemos operar desde donde queremos”.
Este año, Venezuela estuvo a punto de ser clasificada como “Estado terrorista”, pero Washington la sacó de la lista para no perjudicar la venta de petróleo a Estados Unidos. No es pues raro que sobre Bolivia, estén surgiendo acusaciones de sectores opositores sobre un presunto incremento del narcotráfico. El gobierno tiene que tomar en cuenta a esos voceros del imperialismo que buscan promover un cambio de régimen.
Guerra avisada, no mata moros, señala el refrán, pero es necesario estar preparados ante las acciones que se llevan a cabo desde las ONG´s de USAID. El próximo año, tendrán más presupuesto para corromper a los que siempre están dispuestos a venderse.
terça-feira, 22 de setembro de 2009
Venezuela/Jimmy Carter: "Chávez tem queixa legítima contra EUA"
O ex-presidente dos Estados Unidos Jimmy Carter (1977-81) disse, em entrevista ao jornal colombiano El Tiempo, que “não há nenhuma dúvida” de que seu país tenha tido “pleno conhecimento ou possa ter estado envolvido” no fracassado golpe de Estado de 2002 contra o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. Apesar de ter uma visão crítica sobre o governante, ele admite que Chévaz tem motivos, portanto, para criticar os Estados Unidos.
Perto de completar 85 anos, James Earl Carter, ou Jimmy Carter, promove iniciativas dirigidas à defesa dos direitos humanos e ao entendimento entre diferentes povos e nações. Na entrevista ao "El Tiempo", ele afirma que conhece bem Chávez e fala sobre a sua eleição, "compatível com a vontade do povo", rechaçando o rótulo de antidemocrático que tentam fixar no venezuelano.
"Chávez saiu na frente numa eleição hopnesta, com quase 62% dos votos", disse, completando que ele "conseguiu uma transformação necessária na Venezuela, ao deixar que os excluídos tivessem uma participação mais igualitária na riqueza nacional". Ele, contudo, se disse preocupado com o que chamou de uma tendência do governo Chávez "de concentrar o poder político".
Questionado sobre as críticas do venezuelano aos EUA, ele afirmou: "Não há dúvidas de que, em 2002, os EUA tinham conhecimento ou estiveram envolvidos diretamente no golpe. De forma que ele (Chávez) tem uma queixa legítima contra o governo norte-americano". Em abril de 2002, o presidente venezuelano foi derrubado durante 48 horas, até recuperar o poder. Na época, o então presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, desmentiu qualquer envolvimento de seu país neste golpe.
Carter, contudo, ponderou que, agora, os EUA possuem outro presidente e que o próprio Chávez "mudou". Ele defendeu que as relações internacionais ficariam melhores se os ataques aos EUA - que classificou de agora já fortuitos - parassem.
O ex-presidnete disse que tem conversado com o atual governante dos EUA, Barack Obama, e que ele gostaria de estreitar os laços com a Venezuela - "ter relações normais, amistosas, assim como sociais, comerciais e diplomáticas". Carter, contudo, declarou que as críticas de Chávez tornam essa aproximação difícil.
Para ele, os Estados Unidos não prestaram a atenção necessária à região, nem na administração passada ou nessa, "sobretudo quanto às oportunidades que os EUA têm de desempenhar um papel igualitário e de respeito mútuo", disse, afirmando que seu país deveria ser mais incisivo. "E uma das maneiras de fazermos isso seria aumentando nossa participação na OEA (Organização dos Estados Americanos)", afirmou.
Carter avaliou ainda que o acordo militar entre Colômbia e Estados Unidos "começou mal". Para ele, antes de anunciá-lo publicamente, o presidente colombiano deveria ter explicado melhor a iniciativa. "É natural, devido à ampla história de intervenções americanas na região, supor que este seria um assunto polêmico".
O ex-presidente norte-americano colocou, por fim, que é "gratificante" que o Brasil exerça uma liderança maior na região. "É legítimo", qualificou. "Fico feliz em ver que na próxima reunião do G-20 o Brasil estará ali, junto com outras nações importantes do mundo", encerrou. (Com El Tiempo)
quarta-feira, 16 de setembro de 2009
EL MUNDO MULTINUCLEAR: EL NUEVO MUNDO
Las líneas de Chávez/Caracas, 13 Septiembre 2009
Hugo Chávez Frías
I -- Luego de concluida esta larga gira son muchas las consecuentes y valiosas reflexiones que de ella se desprenden y en las que debemos ahondar.
Regreso más convencido que nunca de que es absolutamente posible, además de necesario, echar abajo la hegemonía política, económica, cultural y militar que el imperio yanqui pretende imponerle al mundo. No se equivoca Noam Chomsky al plantear radicalmente el gran dilema de nuestro tiempo: hegemonía o supervivencia. Si no echamos abajo la hegemonía imperial, el mundo irá hacia la barbarie.
No podemos seguir reproduciendo ciegamente la miserable lógica que atenta contra el orden ecológico y las condiciones mínimas de la vida en sociedad: una lógica que nos arrebata el porvenir y pulveriza nuestras identidades. Es la lógica imperial, capitalista. Estamos obligados a transitar otros senderos, sin renunciar a los particulares procesos de cada pueblo.
Ante tantos propósitos y celadas que quieren desviarnos del camino, debemos crear nuevas formas de mancomunidad y a la vez propiciar nuestras propias estrategias de resistencia. Resistencia y creación múltiple para poder convertir el destino en conciencia, como decía el escritor francés André Malraux.
Por eso mismo, Venezuela sigue y seguirá luchando –con la misma consecuencia de siempre– por la creación de un mundo multipolar. Ahora bien, el mundo multipolar que queremos no está a la vuelta de la esquina.
Esta gira me ha permitido mirar con mayor claridad el panorama.
Quiero retomar lo que dije en la Universidad Rusa de la Amistad de los Pueblos en Moscú: hoy podemos decir que el mundo ha dejado de ser unipolar. Pero ni se ha reproducido un escenario bipolar, ni hay indicios tangibles de la marcha hacia la conformación de cuatro o cinco grandes polos de poder mundial. Es evidente, por ejemplo, que la estructuración de Nuestra América como un solo bloque político no se ve en el horizonte inmediato: no se hará realidad en el corto plazo. Pero igual pasa en África, Asia y Europa.
Lo que sí comienza a hacerse visible es un conjunto creciente de núcleos geopolíticos sobre el mapa de un mundo al que ya pudiéramos llamar ahora sí, el Nuevo Mundo. Se trata de un mundo multinuclear como transición hacia la multipolaridad.
El que se acelere la transición hacia la multipolaridad va a depender de la claridad, la voluntad y la decisión política que se desprenda de los países-núcleo.
Dispersos nos quisieran mantener las fuerzas que aspiran dejarnos en la retaguardia de la historia, siguiendo el mismo juego perverso que bien conocemos por sus nefastos resultados para la humanidad. Sin embargo, con esta larga travesía, cruzando fronteras de tres continentes y abriendo el corazón libertario al mundo, cumplimos con el sagrado deber de profundizar el pacto inexorable entre los pueblos que corremos suertes comunes, apostamos a iguales desafíos y compartimos las mismas esperanzas.
Difícil les será silenciar este canto plural que están entonando múltiples naciones, que frente a la globalización hegemónica que impone el capitalismo han comenzado a edificar globalizaciones contrahegemónicas, para decirlo en los términos del pensador portugués Boaventura de Sousa Santos cuando, en su libro Una epistemología del sur, nos propone pensar en un nuevo movimiento democrático transnacional. En este sentido, sentí en el espíritu compartido entre los pueblos hermanos de Libia, Argelia, Siria, Irán, Turkmenistán, Bielorrusia, Rusia y España, que ante la crisis mundial no bastan los esfuerzos aislados.
Las afinidades que encontramos en los países hermanos van a contribuir en la marcha conjunta. Igualmente, los nuevos y múltiples acuerdos que hemos firmado son una muestra más de que estamos dispuestos, con todas las fuerzas que nos exige la historia, a crecer manteniendo siempre la brújula orientada, con indeclinable firmeza, hacia el logro de la felicidad de nuestros pueblos.
Inmenso es el compromiso: inmenso también es nuestro empeño para no dejarnos tragar por las fuerzas oscuras que pretenden acumular la extrema riqueza para unos pocos, al costo de la desgracia de millones de seres humanos. Esa asimetría descomunal e inhumana hay que cambiarla radicalmente o no habrá vida para nadie en un futuro no tan lejano.
II -- En esta semana que concluye se cumplieron 36 años de la tragedia chilena. Creo que una de las lecciones a extraer de ella es esta: para el imperialismo y las clases dominantes lo fundamental es preservar el sistema capitalista, así haya que llevarse por delante a la democracia. El compañero Salvador Allende fue un demócrata ejemplar y sin embargo contra él, y contra su pueblo, perpetraron el más monstruoso de los crímenes aquel 11 de septiembre de 1973.
Allende fue el gran precursor del cambio de época que la América del Sur vive hoy. Se equivocan, entonces, quienes han dicho que la vía planteada por la Unidad Popular era errónea. El socialismo no significa ruptura de la democracia y del Estado de derecho, sino en contrario, su plena realización.
Se cumplieron, también, 8 años del otro 11 de septiembre: el de 2001. Imposible olvidar que aquel día comenzó la más brutal de las escaladas imperialistas. No hay nadie ya que no cuestione la versión oficial –la que diera el Gobierno de Bush– sobre los trágicos hechos ocurridos en la ciudad de Nueva York. Y lo más terrible es que fue tomada como pretexto para desencadenar una “guerra al terrorismo”, que le ha permitido al imperio atropellar impunemente pueblos y soberanías. Así sucedió con Afganistán y con Iraq. Allí está, también, el doloroso apartheid que padece el pueblo palestino a manos del Estado de Israel como demostración de quiénes son, en realidad y en verdad, los practicantes del terrorismo a escala mundial.
III -- Tomando como inicuo pretexto su rechazo a la Ley Orgánica de Educación, ciertos sectores minoritarios pretenden sabotear el inicio del año escolar. ¿Qué hay detrás de esto? Los turbios intereses de un grupito de mafias que, desde siempre, han entendido a la educación como un negocio redondo. Y que, por ello, no quieren que el Estado docente ejerza plenamente su papel.
Está claro: la contrarrevolución se vale de cualquier cosa en su chapucero intento de calentar la calle a como dé lugar. Fracasarán una vez más.
El pueblo venezolano, nosotros los padres, ustedes las madres, los maestros y maestras y sobre todo la juventud estudiantil, no vamos a permitir que se ponga en riesgo el normal desenvolvimiento del año escolar.
Quiero llamar al pueblo a la defensa activa de la LOE: a conocerla cada vez mejor y, por supuesto, a difundirla. Es un instrumento legal necesario para alcanzar el más trascendente de los fines: la educación como praxis liberadora y transformadora.
Y seguir por la senda que señala el Padre Bolívar: “Las Naciones marcharán hacia su grandeza al mismo paso con que camina su educación”.
¡Patria, socialismo o muerte! ¡Venceremos!
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